Amor Por Contrato - Delena

29 Capítulo 29 - Challenge.


Notas iniciais
E então ansiosas para o anti-penúltimo capitulo de amor por contrato? espero que sim quero agradecer a linda recomendação que ana luiza fez para a fic nessa semana eu amei obrigada de coração, quero agradecer as pessoas que comentaram ao longo da semana dedico esse capitulo a todos vocês.

NÃOOO! — Car disse com os olhos arregalados e as mãos na boca – Você não fez isso!
– Sim, eu disse. – Elena respondeu sentindo aquela pontada de satisfação.
Caroline parecia terrivelmente apavorada... Também pudera até mesmo Elena ainda estava surpresa com a própria atitude na noite anterior.
– E depois? — Car perguntou curiosa – O que ela falou?
– Ela não disse nada. — Elena falou dando de ombros – Também não lhe dei tempo para fazê-lo. Virei às costas e saí.
– E Damon lhe acompanhou ou ficou com ela?
– Me acompanhou. — ela disse de maneira fria.
Caroline estreitou os olhos como se quisesse ver por dentro de seus olhos:
– Vocês brigaram não é?
– É... mais ou menos... – Elena disse na retaguarda tentando esconder a aflição
– Qual foi à desculpa de Damon?
– Ele disse que estavam falando com um tal de Tyler Lockwood, e que o homem tinha saído em busca de um ponche quando eu cheguei.
– E se Damon estiver falando a verdade?
Elena ficou alguns segundos em silencio.. Já havia perdido a conta de quantas vezes se fizera aquela mesma pergunta durante a noite.
– As coisas não mudariam tanto assim. Com o vestido que Andie estava usando não acho que ficar na companhia dela tenha sido um grande sacrifício.
– Ah, agora eu entendi! — Car disse soltando uma leve risadinha
– Entendeu o que? – Lena perguntou tendo quase certeza de que se zangaria com a resposta.
– O motivo de você estar brava não é o fato de Damon tê-la deixado sozinha alguns minutos e sim o fato dele ter ficado alguns minutos com Andie.
– Esta insinuando que eu estou com ciúmes? – Elena perguntou irritada
– E não esta? – Car a desafiou.
– Claro que não! – a morena rebateu indignada
– Não minta! — a loira disse com aquele sorrisinho – Isso é puro e total ciúme!
– Não seja idiota!
– Então porque ficou tão brava quando viu os dois juntos?
– Caroline ele é meu marido! — ela disse balançando as mãos – E deixamos bem claro desde o inicio sobre a discrição que deveríamos ter sobre relacionamentos fora do casamento.
Car pensou um pouco e teve que concordar:
– É verdade, me lembro de termos exigido discrição.
– Então! — Elena disse parecendo aliviada – Ele estava flertando com ela em publico e na frente de toda aquela gente! Eu não vou passar por idiota!
– Tem certeza que é só isso Elena? – Car parecia desconfiada
– É claro! Porque não seria?
– Porque existe um jeito muito fácil de dar o troco nisso... — o olhar de Caroline era divertido e diabólico ao mesmo tempo.
– Sobre o que você esta falando?
– Saia com outro cara. Dê o troco em Damon. Mostre pra ele como é bom ser passado pra trás.
Elena sentiu os cabelos da nuca se arrepiarem. Sair com outro cara? Caroline estava maluca?
– Eu nem sequer conheço tantos homens assim aqui.
– Você não, mas eu sim. Se quiser te apresento um amigo o nome… — Elena a interrompeu
– Eu não vou sair transando com qualquer um!
– E quem falou em sexo? Sai, jante e deixe Damon morrendo de ciúmes assim como ele fez com você.
– Eu não fiquei com ciúmes! — ela rebateu na mesma hora parecendo ofendida
– Tudo bem... — a loira disse revirando os olhos — … você não ficou, estava apenas preservando a imagem de seja lá o que for! Olhe pense bem, se você fizesse isso… — o barulho da porta as interrompeu. Damon havia chegado em casa.
As duas ficaram em silencio e segundos depois Damon apareceu se juntando a elas:
– Car. — ele disse forçando um sorriso – Como você esta?
– Bem e de saída. — a loira informou ignorando o olhar suplicante de Elena. — E o bebê?
– Argh.. continua me deixando enjoada. — ela fez uma careta e logo foi na direção de Elena lhe dando um abraço – já sabe... se precisar.
– Não vou precisar. — ela garantiu sabendo perfeitamente do que Car se referia.
– Você que sabe. Mas é uma boa ideia! — ela acrescentou indo em direção à porta – Tchau! — ela gritou já do lado de fora.
Assim que Elena ouviu o “tchau” de Caroline, virou-se sem encarar Damon e começou a caminhar em direção as escadas.
– Temos que conversar. — ele disse logo atrás dela
– Temos? — ela perguntou parando e o encarando por cima do ombro
– Sim. E você sabe. — ele insistiu
– Sei? — ela disse cruzando os braços em frente ao peito
– Vamos ficar nisso? — ele perguntou com ar zombeteiro
– Vamos? — ela provocou com o típico brilho de desafio nos olhos
Damon suspirou mostrando impaciência e logo tratou de também cruzar os braços.
– Porque tem que ser sempre tão estressante brigar com você?
– Estressante?
– Chega! — ele explodiu – Você parece uma criança quando age desse modo.
– Oh, então deveria subir para o meu quarto e como castigo ficar sem jantar para pensar no que eu fiz? — ela estava mesmo disposta a brigar
– Sim, talvez devesse. — ela fez menção a começar a subir as escadas, mas ele tratou de dizer – Mas não agora. Primeiro vamos conversar.
Ela parou no primeiro degrau da escada e o olhou com impaciência:
– Porque eu tenho a impressão de que não vou gostar da conversa?
– Porque você realmente não vai. — ele disse sincero.
– Então vai lá, comece. — ela provocou voltando a cruzar os braços
Damon ficou alguns minutos em silencio, pensando nas palavras certas para usar e de repente começou a falar:
– Você estava enganada ontem. — ele suspirou – Eu não estou nenhum pouco interessado em Andie. Como eu lhe disse estávamos com Tyler e por coincidência quando você chegou ele tinha ido buscar uma bebida. E cale a boca, só eu falo. — ele tratou de avisar quando ela abriu a boca para retrucar – Você me disse que não aguenta mais brincar de casinha… eu também não aguento mais brigar com você por causa da Andie.
– Posso falar agora? — ela perguntou em um tom brincalhão.
– Porque você não gosta da Andie?
Porque a Caroline tem razão, eu morro de ciúmes de você.”
– Eu simplesmente não gosto dela.
– Simples assim? Sem motivo nenhum?
– Simples assim. — ela garantiu dando de ombros.
Damon suspirou. Estava a cada dia mais difícil entender Elena... Porque mulheres têm sempre que ser tão complicadas?
Um silencio bastante significativo pairou sobre eles.
– Ontem… — ela começou insegura e gaguejando – Quando você disse que.. que.. quando você deu a entender que tinha algo entre nós...
– Eu estava falando a verdade. — ele garantiu — Nós dois sabemos disso e eu estou disposto a fazer qualquer coisa para que possamos tentar, não sei talvez ficar juntos.
O coração de Elena passou a bater em uma pulsação desenfreada enquanto os pensamentos voavam afoitos em sua cabeça. Um brilho de esperança estava brotando de algum lugar no seu peito...
– Qualquer coisa? — ela perguntou enquanto ele dava um passo a mais para frente.
Ele apenas assentiu e continuou se aproximando. Ele encarou Elena diretamente nos olhos parando em sua frente a pouca distância, e ela agradeceu por ter continuado no primeiro degrau da escada, porque agora, ambos estavam da mesma altura.
– Qualquer coisa… — ele garantiu com a boca a milímetros da dela.
Elena sentia a respiração dele contra sua pele... a aproximação... a boca.. Tentando pensar com clareza ela pediu:
– Demita Andie.

Os três passos que Damon retrocedeu, foram como um banho de água – estupidamente – fria para Elena.
– O que? — ele perguntou franzindo as sobrancelhas
– Demita Andie. — ela repetiu
– Você... você sabe o que esta me pedindo?
– É claro que sei. — ela disse dando de ombros
– Eu não vou fazer isso. — ele disse sério.
E então todas as esperanças de Elena murcharam. Ele não queria demiti-la...
– Você disse qualquer coisa. — ela o desafiou
– Mas isso é loucura! — ele disse sem alterar a voz
– É loucura porque não quer demiti-la?
– É loucura porque apesar de você não gostar dela eu não tenho motivos para isso! Eu não teria alguém qualificado para ocupar o cargo dela.
– Eu volto a trabalhar para você. — ela disse decidida a fazê-lo mudar de ideia
– Se você trabalhasse pra mim novamente a última coisa que eu pensaria é em negócios. — ele garantiu a fazendo corar
– Você não quer demiti-la por não saber o que escrever na demissão? — ela disse provocativa
– Elena não vamos começar tudo outra vez... — ele pediu suspirando. — Eu realmente não posso demiti-la a menos que ela me de algum motivo para isso.
E tentar seduzir você já não é um ótimo motivo?”, ela mordeu a língua para não perguntar.
– Talvez você não a demita nem mesmo se ela der. — “Se já não deu...”
Ela não podia continuar com aquilo, com aquela desconfiança. Definitivamente não podia. E o comentário que Damon lhe fez logo em seguida só serviu para piorar as coisas e a deixar realmente muito brava:
– Você não sabe do que esta falando. – Damon disse suspirando – Você fala como se eu já tivesse transado com ela, quando eu ainda não o fiz.
Ainda... a dor que Elena sentiu a fez respirar fundo, sentindo os pulmões falharem.
– Você tem razão. — ela disse com um sorriso cheio de ironia e raiva – Eu não sei do que eu estou falando.
Damon arregalou os olhos parecendo não ter se dado conta do que havia acabado de falar.
– Você... — ele começou a falar mais ela o interrompeu começando a subir as escadas
– Nosso contrato nos obriga a ficar mais 3 meses e meio juntos, — ela disse subindo as escadas – só não sei se eu vou aguentar tudo isso.
– Do que você esta falando? — ele perguntou parecendo apavorado
Ela pode ouvir quando ele começou a subir as escadas e se apressou:
– Vou pro meu quarto, estou atrasada.
– Atrasada para que? — ele quis saber
– Para sair. — ela respondeu fechando a porta do quarto e dando duas voltas na chave.
O choro estava preso em sua garganta, mas ela não se permitia chorar mesmo estando segura na “fortaleza” de seu quarto. Não iria sofrer e nem ficar se lamentando...
Ainda...
Elena nunca havia odiado tanto uma palavra na sua vida!
Uma lagrima teimosa começou a escapar do olho e ela a secou decidida. Caroline tinha razão; se Damon estava planejando dormir com Andie, ela daria o troco nele! Não seria a única idiota da história.
Apanhou o celular e discou o número de Caroline, a loira atendeu no terceiro toque:
– Alô?
– Seu amigo esta livre esta noite às nove horas?

Eram quinze pra noves quando a campainha tocou. Elena já estava pronta há alguns minutos bastante satisfeita com o seu visual. Uma calça jeans preta juntamente com uma camisa branca que lhe acentuava a curva dos seios, e um cinto bastante grosso envolto em sua cintura na altura do umbigo. O cabelo estava preso em um rabo de cavalo deixando o rosto bastante em evidencia, com os olhos e boca bem pintados.
Desceu as escadas apressada antes que Damon tivesse a chance de aparecer e fazer alguma coisa que a deixaria envergonhada. Não estava nem um pouco arrependida... Ainda.
Ela abriu a porta e o homem a olhou dos pés a cabeça:
– Você deve ser Jackson. — ela disse também o avaliando
– E você Elena. — ele disse abrindo um sorriso simpático.
– Podemos ir? — ela perguntou torcendo para não aparecer apresada
– Claro. — ele respondeu lhe oferecendo a mão.
Ela aceitou a mão que lhe era estendida e virou-se pra fechar a porta.
– Aonde você vai? — a voz de Damon vinha da escada e foi impossível que ela não se vira para olhar.
– Vou sair. — ela respondeu satisfeita pela cara dele.
Ela fechou a porta e ele não tentou impedi-la. Se quer disse algo do tipo “daqui você não sai”. E foi impossível ela não se sentir mal. Queria vê-lo bravo, com.. com.. ciúmes talvez? Sim, ciúmes.
Durante todo o tempo, ela se perguntava o que Damon deveria estar pensando...
– Elena? — Jackson disse sorrindo
– Desculpe... O que você disse?
– Se você gostou do peixe.
– Sim, esta ótimo.
– Que bom, porque você esta comendo bife. — ele disse rindo e ela corou se sentindo estúpida.
– Desculpe... não estou sendo uma boa companhia hoje.
– Bobagem, estou adorando conversar com você. — ele disse tomando um gole de vinho – Espero que o seu marido não queira me matar depois. Ele é aquele cara com raiva que perguntou aonde você ia?
Elena arregalou os olhos e logo tentou desmentir:
– Não, não sou casada.
– Sério? — ela assentiu – Você tem uma aliança enorme no dedo. — Novamente ela se sentiu estúpida e corou – Então, quanto tempo de casados?
– Dois meses e meio.
– Como se conheceram?
– Ele era meu chefe. — Não tinha mais motivos para mentir
– Puxa, isso é emocionante. — ele disse parecendo interessado – E posso perguntar por que brigaram?
Será que ele não errava uma?
– Por causa da secretaria dele. Ele não quis demiti-la... — ele voltou a adivinhar
– E aposto que a vadia fica dando em cima dele.
– Exatamente! Como você adivinhou? — ela perguntou começando a ficar assustada
– Isso esta escrito na sua testa. — ele disse depois de soltar uma risadinha – E então, qual é o plano? Sair comigo pra ele ficar se mordendo de ciúmes?
Ela corou ainda mais... Preferiu não mentir, afinal, ele estava sendo tão simpático.
– Na verdade é isso mesmo. Desculpe-me não sei onde estava com a cabeça quando liguei para Caroline e pedi para ela marcar o encontro! Estou tão envergonhada… — ele riu de novo
– Do que você esta falando? É um ótimo plano! — ele parecia divertido – Na verdade estou sentindo a adrenalina correr pelas minhas veias por estar no meio de tudo isso! É excitante!
– Você não esta... chateado?
– Não! — ele respondeu rindo – Na verdade eu aceitei o encontro porque Caroline insistiu. — ele fez uma careta – Sabe como é, você é super bonita, mas… não é bem o meu tipo. Prefiro músculos, tórax definidos... Esse tipo de coisa – Elena arregalou os olhos
– Você... você é gay? — ela perguntou
– Você não tinha desconfiado? — ele perguntou divertido e ela negou – Nem quando eu elogiei os seus sapatos?
Foi a vez dela rir.
– Bom, obrigada então. — ela disse sorrindo
– Não tem de que. — ele respondeu sorrindo – Que tal esticarmos mais um pouquinho à noite? Tem uma boate aqui perto que é excelente!
Elena olhou para o relógio. Eram treze para a meia noite... não tinha problema ficar mais um pouco, tinha? Afinal fazia tempo que não se divertia tanto. Jackson sem duvida era uma ótima companhia.
– Acho que talvez uma ou duas horas não farão mal a ninguém. — ela disse concordando.
Assim como Jack havia lhe dito a boate era excelente e estava cheia.
Gay.. ela nunca teria imaginado. Ele estava tão masculino e bonito dentro da camisa social que varias mulheres não disfarçavam o olhar minucioso em cima dele.
Elena não se recordava a ultima vez que havia dançado tanto em sua vida. Sua camisa estava colada ao corpo devido ao suor e a de Jackson não estava diferente.
– Olha aquele cara a sua esquerda... — ele lhe confidenciou enquanto dançavam — … ele é um gato! Pena que esta interessado em você...
Elena olhou para trás e encontrou o homem do qual Jack se referia. Era muito bonito sem duvida, porem, era alguns centímetros mais baixo que Damon... e o cabelo era escuro de mais. Os ombros também não era tão largos como os de Damon.
Damon… — como ela havia conseguido esquecer dele durante tantas horas?!
– Acho que já esta na hora de ir embora. — ela disse olhando para o relógio que marcava três e cinquenta da madrugada.
– Tudo bem vamos.
– Não, pode ficar eu chamo um táxi.
– E estragar toda a encenação? — ele lhe deu uma piscadela – Nada disso, vamos.
Ele a pegou pela mão e a levou até onde o carro estava estacionado.
– já pensou o que vai dizer para ele? – O moreno perguntou quando estavam a poucos quarteirões da casa de Damon.
– Vou dizer a verdade... que saímos para jantar e fomos dançar. — ela disse tentando ignorar a pitada de ansiedade
– E vai dizer pra ele sobre a minha opção sexual?
– Talvez.
Jackson assentiu e logo o carro entrava pelo portão principal da casa.
– Obrigada por tudo. — ela agradeceu assim que fechou a porta do carro.
Ele lhe mandou um beijo e arrancou com o carro.
A casa estava em total escuridão quando ela entrou. O ambiente mergulhado no silencio mostrava que Damon não a esperava.
“Ótimo, ele definitivamente não se importa!”– admitiu para si mesma tentando ao máximo ignorar a pontada de decepção que lhe atingia o coração.
Como uma adolescente fugitiva, ela tirou o salto alto e começou a subir as escadas tentando não provocar ruído nenhum.
Ela passou pela porta de seu quarto e para a sua surpresa uma mão lhe agarrou o ombro. Foi tudo tão rápido que Elena só percebeu o que estava acontecendo quando se sentiu esmagada entre a parede e um corpo másculo e firme que ela conhecia muito bem:
– Eu vou matar aquele cara, me ouviu? Só não sei se antes ou depois de você!
Algo no tom da voz dela a deixou assustada:
– Você esta me machucando... — ela disse num sussurro falhado e ele se afastou um pouco diminuindo a pressão
– Eu quero saber onde vocês foram, e quero saber quem ele era também. — não era uma pergunta era uma ordem direta
– Fomos jantar e depois saímos para dançar. — ela não sabia por que exatamente estava respondendo, afinal não deveria fazê-lo, e estava se sentindo estúpida por tudo isso.
Damon apertou tanto a mandíbula que ela jurou ter ouvido o barulho de algo trincando. Por algum motivo, uma necessidade imensa tomou conta dela e ela falou de maneira calma:
– Ah, e o nome dele é Jackson e ele é gay.
Damon a encarou como se lhe lesse a alma e ela sabia que ele estava procurando pela verdade... E a encontrou sem nem mesmo precisar perguntar mais alguma coisa, e ele entendeu tudo.
Ela havia feito aquilo para lhe causar ciúmes e pelos deuses ela havia conseguido!
– Nunca mais faça isso comigo Elena, você me ouviu? Nunca! Céus, eu quase morri de ciúmes pequena! — e então novamente para a surpresa de Elena ele a beijou da forma mais doce e carinhosa que possa se imaginar.

Notas finais
Então gostaram? espero que sim peço que comentem muito já que estamos na reta final tem muita surpresa por vim e eu espero vocês na semana que vem e nos comentários. Beijos amores até mais.