Amor Por Contrato - Delena

27 Capítulo 27 - Minha Monstrinha.


Notas iniciais
Bom dia amores aproveitando que não tive aula hoje par posar mais cedo, porque vou passar a tarde com a cara enfiada nos cadernos quero agradecer imensamente aos comentários do capitulo passado queria dizer que o cap foi dedicado a klaroline porque eu precisa dar um fim para a história deles (mas não vai ser a ultima vez que a diva caroline aparecerá eu sei que tem muitos fãs dessa louca aqui KKKKKKKKKK) bom preparem o coração porque hoje vocês morreram de fofura com delena já estou avisando porque não quero ser responsabilizada pela morte de ninguém

Elena? — Damon gritou largando a maleta no sofá
– Aqui no jardim! — ela respondeu com outro grito.
Ele caminhou até lá e a encontrou sentada na terra, rodeada por plantas que ele mal sabia identificar, em meio ao pequeno jardim, que crescia um pouquinho mais todo o dia.
Elas, as flores, já não lhe causavam dor.. não lhe lembravam a morte nem o sofrimento. Não lhe lembrava o amargo velório de seus pais... Tudo graças a Elena. E agora as mesmas flores que durante tanto tempo lhe transmitiam tristeza, agora lembravam ela. Sua Elena. Ele sorriu contente.
– Damon! — ela gritou mostrando que já o estava chamando há algum tempo.
– Hmm?
– Perguntei se você esta bem.
– Estou. — ele respondeu confiante
– Ótimo, então porque não tira esse sorriso idiota do rosto e vem me dar um beijinho?
O sorriso dele aumentou.
Ele deu alguns passos terminando com a distancia que havia entre eles, se abaixou e colou os lábios nos dela como uma leve caricia.
– Você é muito má. — ele disse quando afastou um pouquinho os lábios
– Sou é? — ela disse com os olhos brilhando de divertimento
– Sim. — ele sussurrou prendendo o lábio inferior dele entre seus dentes e o puxando. Ela sorriu mais e então acariciou a bochecha dele.
Damon soube que tinha alguma coisa errada no exato momento em que sentiu a mão dela encostando nele. Sentiu algo gelado em sua bochecha e então arriscou um rápido olhar para as mãos delas.
– Você me sujou com areia?
– Não. — ela disse sem tirar o brilho de divertimento dos olhos – Isso não é areia.
– Então o que é isso? — ele disse sorrindo de forma ameaçadora
– Um tipo de fertilizante.
– Um tipo de fertilizante? — ele repetiu juntando as sobrancelhas
– Isso.
– Você colocou esterco em mim? — ele perguntou com a voz ameaçadora o bastante, enquanto ela apenas riu.
– Sim. De vegetais apodrecidos.
Sim ela era muito má.
– Eu vou contar até dez Elena. Um... Dois....
Com um pequeno gritinho ela saiu correndo para dentro da casa.
Quando Damon finalmente gritou o “dez”, ele levantou como um predador. Aquele jogo havia se tornado um passatempo para eles durante os quatro dias que haviam se passado. E agora o caçador ia em busca da caça, a qual ele podia jurar que estava escondida dentro do quarto, debaixo da cama.

Elena gritou em meio às gargalhadas enquanto Damon a jogava sobre a cama e lhe fazia cócegas.
– Chega! — ela gritava enquanto ria – Para!
Damon, que também ria, afastou-se um pouco dela e foi pego de surpresa quando a morena esticava as mãos e começava a lhe cutucar as costelas fazendo-o se esquivar:
– Hey! — ele disse em forma de repreensão e lhe agarrou os pulsos, pressionando-os logo em seguida no colchão acima da cabeça dela.
Eles ainda sorriam quando o olhar de ambos se encontrou:
– Sua monstrinha. — ele brincou.
Ambos riram.
– Como você sabia que eu estava debaixo da cama? — o sorriso dele alargou
– Intuição. — ele respondeu – Suspeitava desde o principio que você estava debaixo da cama.
Ela lhe deu um tapa no braço e fingiu indignação:
– Isso foi injusto. — ela protestou — Você sabia aonde eu iria me esconder antes de eu ter me escondido.
Ele lhe revidou com um beijo estalado na ponta do nariz:
– Da próxima vez encontre um esconderijo melhor. — ele provocou.
Ela riu e o empurrou com força com as pernas para longe. Ele cambaleou e retrocedeu alguns passos quase caindo, mas foi o suficiente para que ela levanta-se da cama com um pulo e fosse em direção à porta do banheiro.
– Vou tomar banho. Ela anunciou – Toda essa correria com você além de exausta me deixou.. suada demais. — ela disse enrugando o nariz de maneira engraçada.
Ele sorriu malicioso e logo tratou de também anunciar:
– Oh sim claro. Me sinto igualmente assim, vou lhe acompanhar no banho.
Ela lhe mostrou a língua e lhe disse animada:
– Negativo. Eu quero realmente tomar banho, por isso se quiser tomar banho também procure outro banheiro da casa.
Ele arregalou os olhos e abriu a boca como se estivesse bastante ofendido:
– Hey, você esta no banheiro do meu quarto.
Ela riu e lhe respondeu já dentro do banheiro;
– Foi você que insistiu para que eu dormisse aqui querido, então o quarto também é meu. — um sorriso brincava em seus lábios e a porta bateu-se com força.
Ele pode ouvir quando ela deu duas voltas com a chave na fechadura da porta.
– Sua terrível monstrinha! — ele gritou divertido enquanto dizia a si mesmo que na primeira oportunidade, iria se livrar daquela maldita chave.

Assim que ela ligou o chuveiro, ele pode ouvir o barulho da água e logo também o murmuro de Elena que cantarolava alguma melodia que ele particularmente desconhecia.
Ele fechou os olhos apenas por um segundo, porem foi tempo o suficiente para ele poder imaginar o corpo nu de Elena sob o jato de água do chuveiro, enquanto esta lhe escorria desde os seios desnudos dotados de mamilos, passando pelas pernas delgadas e … Ele abriu os olhos se sentindo ofegante e com um leve comichão na virilha. Ela realmente era uma monstrinha... A sua monstrinha. Ele abriu um sorriso e achou melhor aceitar a sugestão dela e tomar banho em outro banheiro para poder esperá-la já deitado na confortável cama que agora os dois dividiam.
Elena ficou no banheiro apenas alguns minutos, mas para Damon que já a esperava deitado na cama com as mãos atrás da cabeça, mais pareceram horas.
Quando ouviu o barulho da chave, anunciando que finalmente estava sendo destrancada, ele olhou em direção a porta esperando ver aquela visão gloriosa de sua esposa vestindo apenas a camisola que lhe ficava a cima das coxas torneadas e era quase transparente, tornando-a ainda mais sexy e provocante. Mas ao contrário disto quando a porta se abriu, o que viu foi uma Elena enrolada em um roupão de algodão. Ela abriu um pequeno sorriso ao vê-lo com os cabelos molhados esperando-a deitado na cama.
– Na cama tão cedo querido? — ele sorriu daquele modo de menino travesso que somente ele tinha.
– Pois é minha querida, — ele respondeu parecendo bastante divertido com a situação – eu acho que esta noite, em especial, vou querer outro tipo de jantar... — ele disse insinuante.
Ela riu nervosa e foi em direção à porta do quarto.
– Aonde você vai? — ele perguntou sentando-se na cama
– Ao contrário de você, estou realmente faminta. — ela disse sem deixar de sorrir – Vou comer alguma coisa.
Ele murmurou alguma coisa baixo de mais para que ela ouvi-se e logo ele já estava levantando da cama completamente nu.
– Tudo bem você venceu. — disse ele vestindo seu roupão, também de algodão, que era apenas alguns números maiores que o dela.
Largando o braço despreocupadamente sobre os braços dela, desceram a escada juntos. Quando chegaram à cozinha, Elena foi até a geladeira enquanto Damon se escorava no ardo da porta.
– O que você vai comer? — disse parecendo falar propositalmente a frase com ambiguidade, mas Elena preferiu ignorar a indireta do comentário.
– Pensei em fazer alguns sanduíches. — ela disse dando de ombros – Sabe como é, pão, queijo, alface, presunto...
Ele esfregou as mãos;
– Ótimo faça logo quatro! — ele pediu
– Quatro? — ela repetiu divertida
– Sim, três pra você e um pra mim. — ela riu e começou a tirar os ingredientes da geladeira sobre o olhar minucioso dele.
– Hey D., porque você não vai ver se tem algum trabalho para fazer em seu escritório? — ela disse já bastante incomodada por estar sendo observado tão meticulosamente por ele.
– Não tenho. — ele deu de ombros fazendo-a bufar.
Alguns segundo nas micro-ondas fora o bastante para que o queijo derretesse. Sentando-se na mesa ela apanhou um dos sanduíches e Damon apanhou outro.
– Não se esqueça que este é o seu único sanduíche. — ela o lembrou de quando faltara apenas duas mordidas para ele terminar de comer o pão entre as suas mãos. Ele lhe mostrou a língua divertido. O jantar que era mais apropriada para ser chamada de lanche restabeleceu a força de ambos e depois de terminarem com a segunda travessa de sanduíches eles subiram novamente para o quarto.
Damon foi o primeiro a entrar e o primeiro a deitar, fitando-a com aquele olhar malicioso que parecia lhe despir por completo e lhe atravessar o corpo, incendiando-a.
– Enfim recarregados. — ele disse de bom humor atirando o roupão ao chão voltando a ficar nu.
Elena, em especial naquela noite, parecia-lhe mais encabulada do que de costume. Ele deu duas batidinhas sob o colchão macio ao lado dele e ela soltou uma risadinha abrindo o sinto do roupão e mais uma vez Damon se surpreendeu. Ela usava uma blusa de poliéster que apesar de bastante simples e sem estampa nenhuma lhe acentuava os seios e a curva da cintura. Porem o seu maior espanto foi ao detectar que ela estava com uma grossa e grande calçinha de algodão.
Ele olhou-a como se estive-se em frente a um ET, e foi impossível de Elena não rir. Ela deitou-se ao seu lado e a expressão dele continuava a mesma. Quando ela se tapou com as cobertas ele perguntou:
– Porque diabos você esta com esse tipo de calçinha? — seu tom não parecia mais tão divertido e sim chocado.
Antes que ela responde-se ele soltou uma espécie de gemido e curvou-se sobre ela pressionando os seus lábios contra os lábios carnudos e quentes de Elena. Ela abriu os lábios quando sentiu a língua dele exigente traçando uma linha sensual em seu lábio inferior. As mãos dele lhe apertaram gentilmente as nádegas e ela atirou seus braços em torno do pescoço dele aprofundando o beijo. Ele mudou o ângulo do beijo fazendo com que as bocas pudessem se explorar ainda mais, levando-os ao topo da luxuria.
Ele a tocou nos seios por sobre a blusa e sentiu os mamilos se enrijecessem sob a sua palma e ela gemeu baixinho quando ele com o polegar e o indicador apertou os mamilos com força. Já tinham ido longe de mais! – Elena pensou consigo mesma e gentilmente espalmou as mãos sobre o peito nu e musculoso e o afastou.
– O que…? — ele parecia apavorado e ela sentiu a ereção forte e vigorosa dele contra as suas pernas.
– Vamos dormir Damon. — ela pediu da forma mais doce e meiga que conseguiu.
Ele a encarou perplexo como se ela lhe tivesse pedido algo como vamos assaltar um banco.
– Por quê? — ele perguntou quando finalmente sua voz reapareceu ainda rouca de desejo.
Ela o mirou por debaixo dos cílios.
– Estou cansada. Quero apenas dormir. — ela respondeu e logo desviou o olhar.
Apesar do balde de água fria ele ainda sentia o corpo quente de desejo.
Entre aturdido e aborrecido ele voltou a perguntar:
– Porque você quer dormir? Esta tão cansada assim? — ou esta me evitando? ele mordeu a língua para não fazer a última pergunta.
Prontamente ele viu as bochechas delas ficarem vermelhas com o rubor que lhe subiu até as faces.
– Damon, não podemos apenas dormir?
– Não. — ele disse sincero – Me diga primeiro o que esta acontecendo.
Ela o olhou sentindo as bochechas arderam ainda mais. Porem, de que adiantava mentir? Afinal não podia ser realmente tão humilhante quanto ela pensará... Ou podia?
– Estou naqueles dias Damon. — sua voz não passou de um sussurro.
Ele a olhou por um momento parecendo estar atrás da verdade.
– Só isso? — ele por fim perguntou.
– O que você achou que fosse? — sua voz parecia surpresa e um sorriso se curvou nos lábios dele.
– Nada. Não pensei em nada. — disse voltando a beijar-lhe os lábios e colando o seu corpo ao dela, de forma que deixava evidente a intensidade do seu desejo.
– Você ouviu alguma coisa do que eu falei? — ela disse entre os beijos.
– Sim. — ele respondeu sem deixar de beijá-la.
– Damon! — ela ralhou lhe apertando os ombros com força, mas, sem empurrá-lo ou afastá-lo – Não!
– Porque não?
– Damon.. eu. estou. naqueles. dias. — ela repetiu pausadamente como se estivesse falando com uma criança.
–Eu sei. Já me disse isso. O que tem?
Ele pode jurar que a cor do seu rosto ficará de todas as cores.
– Eu não acho que seja... adequado. — ela disse hesitante.
– Tudo bem sua monstrinha. — ele disse suspirando – Você vai me matar um dia mesmo.
Ele riu jogando-se sobre seu travesseiro ao lado dela, e em nenhum momento deixou de encará-la. Ela sorriu e de repente e o rubor começou a desaparecer. Olhando-o de um jeito carinhoso ela agradeceu:
– Obrigada.
– Oh, não me agradeça! — ele disse sorrindo torto – Pode apostar que irei cobrar caro por esses dias de abstinência.
Ela riu e se aproximou mais nele se aconchegando em seus braços enquanto lhe dava um leve beijinho na bochecha. Aturdido pela nova experiência, Damon fechou os braços retribuindo o abraço enquanto ela afundava a cabeça em seu pescoço e seus braços se aconchegavam para mais perto de Damon assim como todo o seu corpo feminino
Damon sentiu a leve respiração dela contra a sua pele e ao longo de todo o seu corpo podia sentir o corpo dela colado ao dele.
Minutos se passaram e ele não ousou se mexer. Ela respirava tranquilamente e logo ele pode se certificar de que ela dormia. Ele sorriu satisfeito. Era a primeira vez que ela realmente dormia em seus braços tão próxima... e carinhosa, e ele, acabou admitindo que aquilo era muito bom. Quase tão bom quanto poder chegar ao ápice do prazer junto dela. Fechou os olhos e dormiu, sem se preocupar com o sorriso bobo em seus lábios.

Notas finais
Oii gente eu peço a vocês que comentem se possível queria tanto finalizar a fic com 1000 comentários e pelo numero de gente que acompanha e favoritou eu sei que da então leitores fantasmas sintam-se a vontade para comentar e aos que já comentam eu agradeço, agradeço muito vocês me incentivaram e me incentivam cada dia mais eu amo vocês até semana que vem.