Amor Platônico
8 Eu gosto tanto de você, que até prefiro esconder
Notas iniciais
Beatriz e os meninos foram para o varanda e se sentaram no pequeno gramado.
-Que música você quer ouvir Bea ?- Perguntou Gee.
-Apenas mais uma de amor, Gee.- Respondeu Bea sorrindo.
-Hm, bom pedido.- Disse Gee. -Mas tem certeza? Assim, sei lá, velho. A você sabe. Gee tentava dizer.
-Não vou chorar Gee, eu não tenho porque chorar.- Disse Bea, numa secura só. -Eu estou aqui, com os caras que eu mais amo na vida. Meus ÍDOLOS. — Completou a frase.
Conrado olhava pra ela e tentava entender a mudança da menina.
-Ok, então. Vamos lá. — Gee disse, afinando o violão.
[PLAY NA MÚSICA]
E Gee começou a tocar a música, Beatriz e Caco cantavam e ele cantava as parte de segunda voz.
-Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido.- Começou Beatriz a cantar, olhando para o Conrado.
-Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Eu acho isso tão bonito
de ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fulgaz- Caco e Beatriz cantaram.
-É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
E se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver
O que eu ganho, e o que eu perco
Ninguém precisa saber
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
yeah..
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver...
O que eu ganho e o que eu perco
Ninguém precisa saber .
Ooooh,oooh ...
O que eu ganho e o que eu perco
Ninguém precisa saber.- Cantaram todos.
-Uhuuuuul- Disse Beatriz batendo palmas.
-Foi foda, foi foda.- Disse Gee.
-Po, Gee. A gente podia ter uma mina na banda. — Disse Caco.
-Fala isso nem de brincadeira, eu vou em Sampa só pra esgoelar vocês de isso acontecer. — Disse Beatriz, fazendo com que os meninos caissem na gargalhada. Beatriz deu um sorriso, enquanto olhava Caco gargalhar. Aquela coisa que ela sentia, toda vez que o olhava, aconteceu de novo. Caco viu que ela estava o olhando muito então se levantou e disse.
-Acho que está na hora de irmor deitar.- Disse Caco, já te pé.
-Eu vou lá no quarto pegar meu edredon, eu estou cansada mas quero ver o nascer do sol.- Disse Bea, se levantando. -Quero ter certeza de que quando o sol nascer, você não vão desaparecer. — Disse ela indo pro quarto pegar o edredon e em menos de 2 minutos estava de volta. Gee não tinha se movido, estava vendo o sol mudar de cor.
-Ah, sendo assim, eu também fico.- Disse Caco, se sentando de novo. Os três sentaram e dividiram o edredon. Ficou Gee, Beatriz e Caco. Eles se abraçaram e ficaram ali, vendo aquela cena perfeita. Quando o sol começou a aparecer entre as montanhas, Beatriz se emocionou.
-Na boa, eu amo muito vocês, vocês estão realizando um sonho meu. As vezes eu imaginava coisas sobre você Gee e hoje eu vejo que tudo é completamente diferente. E você Con, sei lá, eu sempre te amei muito e sei que sempre vou te amar, obrigada por estar realizando esse sonho. — Disse Beatriz, com lágrimas nos olhos. Todos perceberam que a parte do Conrado teve duplo sentido, mas ele sorriou pra ela. Gostou do jeito menina que ela tinha quando falava dele. E Gee a abraçou forte.
-Não importa o que você pensava de mim, hoje estou feliz por poder te mostrar o contrário.- Disse e beijou sua bochecha.
Caco apenas assentiu e a fez cafuné.
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