Amor, Loucuras e Muita Diversão
1 Reencontro igual a confusão
Notas iniciais
Já parou pra pensar em como a vida tem altos e baixos? Isabella (ou apenas Bella) Marrinson teve a seguinte reflexão: Numa hora você tem um bom cargo em uma revista teen de sucesso, vive bem em uma grande casa paga pelo seu salário, um carro lindo....sua vida esta perfeita. De repente reaparece de onde Judas perdeu a bota...Bill Kaulitz, filho dos amigos de seus pais e o carrasco da sua infância, só que entre brigas e zoações você percebe o que realmente sente por ele amor. Só que sua "amiga" de trabalho acaba acabando (ops,rsrsrs) com essa sua felicidade.
Flashback on
Era uma tarde de domingo, eu ia saindo da minha sala na revista "Girls and Boys" onde eu trabalhava há pouco tempo como escritora e designer.
CT(Camille Turner): A reunião do terceiro andar começa em dez minutos Srta. Marrinson.
BM: Obrigada...er senhorita não Camille, não quero ninguém me chamando assim aqui porque parece estranho....ganho ar de superioridade e o que faço é apenas por gostar de meu emprego. Eu sou sua amiga Camille, e a não ser que queira ser chamada de Sra. Turner, me trate pelo primeiro nome.
CT: Certo s.... Bella. — A moça sorriu pra mim e eu respondi do mesmo modo antes de descer do prédio pela escada. Fazia frio naquele pedaço estiloso da cidade, resolvi parar em um café próximo dali já que a reunião seria longa e cansativa como as outras. Assim que entrei vi a atendente andar até mim e senti que alguém me olhava por ali.
A(Atendente): Bom dia Srta. Marrinson, o que vai querer hoje? — Perguntou com um sorriso nos lábios e com uma caderninho de anotações.
BM: Como me conhece? Quer dizer, você é nova aqui, não é? — Ela soltou uma risada apavorante e falou:
A: Sim, cheguei ontem e como trabalho em frente ao prédio da revista que mais leio em todo ano....
BM: Ah sim, prazer em conhecer é... — Estendi a mão esperando por seu nome.
KL: Kate Lindsay e o prazer é meu. Mas então, posso anotar seu pedido?
BM: Uhum, vejamos...vou querer um capuccino com espuma bem caprichado certo?
KL: Claro, mais alguma coisa?
BM: Na verdade não, mas me responda uma coisa, a Meredith veio trabalhar hoje?
KL: Meredith? Só um instante que eu chamo ela pra você. — A moça louquinha começou a correr pra porta de funcionários gritando o nome de Meredith.
Uau, que intimidade, nem precisei falar!Pensei e sorri de meu próprio pensamento, mas senti novamente que alguém me observava. Eu ia me virar quando minha amiga um pouco maluca saiu da cozinha gritando que não me via há séculos.MG( Meredith Geller): Eu não acredito, se pra te encontrar precisar fazer um frio danado, ter uma reunião das chatas e ainda uma nova garçonete....eu prefiro marcar hora com o presidente. — Eu ri do comentário da minha amiga.
BM: Bom te ver também Meredith, agora é melhor se sentar e se acalmar antes que sua chefe te demita.
MG: Eu não tô nem aí, mas me conta as novidades, alguma paquera nova que eu não saiba? — Se sentou e me encarou com uma expressão engraçada.
BM: Por favor Mery, nem vem com esse papo que da última vez que resolveu me ajudar acabei quase congelando com uma roupa terrível no Canadá.
MG: Ih, não pede mais minha ajuda eu tô de mal. — Cruzou os braços no peito e virou o rosto.
BM: Apesar de eu não ter pedido ajuda....desculpa vai, sabe que eu não falei por mal. — Fiz cara de cão sem dono e ela sorriu me dando um tapinha no braço.
MG: Ok, mas só porque tenho a sensação de que não vai precisar da minha ajuda...não nesse assunto, eu acho. — Nunca acreditei muito nesse negócio de sensações, previsões e todo o resto, mas se tinha alguém que acertava nisso era a Meredith.
BM: O que você quer dizer com isso? Meredith me fala.
MG: Você sabe e depois nos falamos porque apesar de não ligar, preciso me manter empregada ou então ganho umas palmadas da mamãe.
BM: Está certo, manda um abração pra tia Will.
MG: Mando sim e não se esquece do que falei.
-B Pov
Desde que ela chegou nesse café me encantei com sua beleza, me perdi em seu riso discreto e angelical. Seus olhos pareciam uma perfeita sintonia de uma cor em mudança, meio mel e meio castanho claro. Como fui parar ali? Tirei um tempo pra relaxar no café Charlie's bem perto da casa que dividia com Tom, que provavelmente estaria dormindo e roncando ou roncando e dormindo. Andei meio triste por não conseguir achar a pessoa certa mas tive esperança quando vi aquela moça. Tomei coragem e me levantei seguindo até onde ela estava, porém o pedido dela e aquela garçonete novata entraram em meu caminho junto com meu jeito desajeitado. Puff, garçonete no chão e moça encantadora também no chão cheia de cappucino molhando sua blusa branca que usava embaixo do casaco marrom. O pior não foi minha cara de assustado, mas sim que a blusa molhou bem na parte de seus seios que ficaram bem nítidos, digamos, um certo lugar desconcertante de molhar e eu ainda fiquei olhando.
KL: Você não viu eu passando ein cara.... — Eu virei meu rosto pra moça no chão e ela se espantou ao ver quem eu era. — Nossa, me desculpe eu não vi que era você, eu busco outro cappucino e mando alguém limpar a bagunça....a propósito, eu adoro sua banda. — E seguiu correndo novamente.
BK: Desculpa moça é que eu sou meio estabanado e vinha falar com você mas..... — No meio da minha corrida frase ela se virou do chão e falou:
BM: Ah não....Bill Kaulitz. — Parei de falar e observei com calma ela e sua voz e então entendi seu espanto, só que comecei a rir.
BK: Há-há-há-há, não acredito Bella tombomil....você aqui? — Ri mais e mais e ela se irritou muito.
BM: Kaulitz, se você não parar de rir agora e me levantar como um ser humano normal faria numa situação dessas, você tá frito. — Ela me fuzilou e eu resolvi fazer brincadeirinhas com aquela frase.
BK: Claro senhorita Marrinson, me perdoe por tal constrangimento. Deixe me redimir de ato tão grosseiro e aceite minha ajuda. — Falei em voz nobre e estendi minha mão. Ela me olhou de novo e sorriu maliciosamente.
BM: Claro que aceito senhor Kaulitz, fico grata por tal gentileza. — Ela ergueu a mão pegando a minha e assim que se levantou eu soltei essa:
BK: Sabe dessa Bella? Qual a diferença entre você e o bêbado? — Pensei que ela não fosse responder, mas ela caiu querendo sair de sabichona.
BM: Eu não sou você Bill, então todas. — Ela riu assim como a moça de cabelos ruivos que ela tinha falado antes, olhei direito e percebi que não a conhecia direito.
BK: Muito engraçado, mas só foi no dia dos pais lá na Alemanha e por tradição. E a diferença é que até um ser alcoolizado e vesgo consegue se manter em pé, mas você....você cai até se eu assoprar. — Ela me fuzilou de novo e bateu os pés demonstrando raiva.
BM: Você joga sujo comigo Kaulitz, seu....seu chato. — Ela chegou a dar alguns murrinhos, fracos de dar dó, no meu peito e eu nem liguei. Depois, ainda pisando duro, ela saiu do café indo em direção da revista e eu fiquei rindo.
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