Amor, Loucuras e Muita Diversão

14 Colisão de sentimentos


Notas iniciais
Oi pessoas, demorei pra postar mas agora espero que comentem mais sobre a fic já que estamos entrando em uma etapa importante e decisiva. Boa leitura....

Tom Pov

Vinte e três, vinte e quatro, vinte e cinco. Essa foi a quantidade de roncos que eu ouvi do senhor obeso que dormia do meu lado. Ele parou só porque cutuquei suas costelas depois da enfermeira chamá-lo umas cem vezes.

Simone: Tom, não faça isso. — Me repreendeu.

Tom: Ah, qual é? Se eu não chamar esse cara aqui ele vai perder a consulta, e se ele tiver uma doença grave não saberá agora, e se voltar depois e fazer um exame será tarde demais. Não vê a lógica nisso? — Perguntei incredulo.

Simone: Olha, acho que você precisa que eu volte a morar com você e seu irmão....aliás os dois precisam. — Eu ri sarcásticamente enquanto o velho saia de perto de mim com uma expressão de medo.

Tom: Em primeiro lugar, eu não sou criança e nem menor de idade portanto posso viver sozinho. Em segundo, tá eu posso até ter tomado decisões drasticas mas o cara mereceu. Terceiro, você não acha que perdeu a hora de buscar o Gordon no aeroporto? E quarto... — Me virei pro gordinho. — Eu não sou o bicho papão meu amigo, então não fuja com essa cara de....de mamute assustado que eu ainda não virei a cabeça e vomitei em cima de você.

Simone: Vou ficar. — Decidiu sem ao menos eu perguntar se ela ia ou não.

Tom: Gordon vai ficar triste e desconfiado. — Ri do meu próprio comentário.

Simone: Você está precisando de mais atenção do que ele.

Tom: Atenção? Eu preciso é de um tempo pra pensar, só que sozinho e sem ninguém me dizendo o que fazer ou pensar. Já tentou passar por uma situação dessas sendo que a pessoa envolvida é exatamente o motivo da sua confusão? É isso mesmo, se não percebeu a Merry tá lá na pior e eu ainda não sei o que sinto por ela. Agora se você e todos que já interferiram quiserem ajudar, me deixem em paz por no mínimo cinco minutos. — Explodi até ficando com dó da minha mãe, que abaixou a cabeça e murmurou.

Simone: Talvez o Gordon fique mesmo chateado. Me liga se algo acontecer e divirta-se com a sua solidão. — Ela saiu e eu corri atrás dela segurando seu ombro esquerdo.

Tom: Mãe, não fique brava comigo. Me desculpe, tá legal? Eu preciso pensar um pouco sozinho sabe? Sem Bill, Bella, mãe, galera da banda, David, enfermeiros ou um cara que só ronca. — Argumentei com tudo o que sentia na hora.

Simone: Eu já te desculpei filho, sei o que está passando e vou deixar você pensar sozinho....mas nunca vou esquecer disso. — Murmurou e foi em direção ao carro. Bati o pé e voltei pra cadeira que agora me parecia o lugar mais calmo do mundo.

Quando precisamos que nosso coração converse com a gente, ele resolve ficar quieto ou apenas bater de acordo com o momento ou sentimento. É isso, como não pensei antes? Em todos os momentos que estive com a Merry, eu estava diferente, talvez as famosas borboletas no estômago ou um sentimento novo nunca experimentado. Sorri lembrando de todos os momentos com ela até ali:

Flashback on com ponto de vista do Tom

Tom: Não vou deixar você ficar andando por aí sozinha. Pare de ser teimosa e fique aqui.

Meredith: E por que eu deveria? — Me desafiou. Droga, ela me pegou. Mas pra que esconder o que já foi falado mil vezes?

Tom: Porque eu me importo com você e não quero ne pensar no risco de alguém de machucar......por favor, eu resolvo as coisa com o Bill, já até entendi onde errei, mas não peça pra eu ficar longe de você. — Falei fitando seus olhos e ela relaxou.

Meredith: Ok, mas quero ver vocês se falando. — Sorri e sussurei.

Tom: Teimosa. — Eu tinha falado que me importava com ela, isso é uma vez em um infinito de vezes. Naquela hora seu rosto tinha se iluminado tanto, assim que eu cedi ela sorriu vitoriosa e contente, de um jeito que só ela pode ter.

"Merry:Se eles estiverem quase se pegando você sorri malicioso, caso não seja isso sorri triste.

Tom: Tá, mas me explica como é um sorriso triste mulher. — Falei sarcástico.

Merry: Você dá tanto crédito pro seu irmão.....vamos parar, só faz o que eu te pedi. — Eu parei um minuto e formulei este pensamento.

Tom: Mas o que eu ganho com isso? — Fiz cara de safado e coloquei minhas mãos na cintura dela, só que a criatura me beliscou e deu um tapa no meu rosto.

Merry: Além de ver seu irmão e sua amiga felizes com nossos planos pra eles? — Ela disse sarcástica. Fiz cara de dããã.

Tom: Você entendeu, tenho meus planos e necessidades também.

Merry: Eu vejo o que você ganha depois, mas primeiro eles, depois dança e vemos no que dá. — Ela piscou maliciosa e eu esfreguei as mãos indo pra direção deles." — Aquele foi o plano mais cheio de insinuações e ganhos pra cada lado que eu já vi. O engraçado é que até agora não recebi meu prêmio....só espero que ela melhore rápido apenas pra eu dizer que o prêmio importa pra mim, mas eu prefiro ficar um ano sem nenhuma noitada ou garota do que ficar um só dia sem ela e seus prêmios.

Enfermeiro: Hey, está me ouvindo? — Chamou.

Tom: Eu tô ouvindo santo da percepção.....o que aconteceu? O médico disse algo sobre a Meredith?

Enfermeiro: Sim, Meredith Geller acaba de acordar, sair do coma....você sabe. — Meu rosto se iluminou no mesmo instante. Abri um sorriso e levantei o cara do chão.

Tom: Valeu cara, essa é a melhor notícia que já recebi desde o anúncio de que éramos finalmente uma banda famosa mundialmente. — Eu ri deixando o cara no chão e correndo em direção as salas.

Enfermeiro: Pode avisar os parentes, mas as visitas só serão permitidas quando o médico disser. — Gritou.

Tom: Não te escutei cara, depois você me fala. — Zombei ainda correndo como um louco e dando de cara com três seguranças do tamanho de guarda-roupas. — Opa....isso não é bom.

Segurança: Não pode entrar aqui senhor, é apenas pra visitantes permitidos. — Pensei rápido e respondi.

Tom: Sou o novato que trocou de turno com aquele enfermeiro o.... — Tentei lembrar do nome no crachá do homem que falou comigo. Tim, Tim Costa.

Segurança: O Tim? — Pensou um pouco pergutando para os outros dois, enquanto isso eu fui passando por eles devagar e despercebido. — Espera aí, o Tim acabou de começar o turno. Hã? Peguem ele.

Tom: Desculpem, crise de dupla personalidade. — Corri pelo corredor jogando pranchetas médicas e carrinhos daqueles de limpeza na tentativa de atrasar eles. Cara, preciso mudar de plano de fuga, vou assistir mais Piratas do Caribe e estudar as saídas estratégicas do Jack, ia facilitar e muito a minha vida. Virei no corredor da direita e continuei correndo mas prestabdo atenção nos números dos quartos. Dezenove, vinte, vinte e um, vinte e dois....essa não, quando fiz a curva pra ficar de frente pro quarto vinte e três fui pego pela minha própria armadilha. Um dos brutamontes seguraram minha gola por trás e jogaram a água que tinha naquele carrinho me fazendo escorregar, mas me levantei logo impulsionando meu corpo pra dentro do quarto apoiado na porta.

Merry: Tem certeza? Eu posso ficar em casa cuidando dessa coisas. — Ela falava e mesmo baqueada após tudo o que aconteceu, sua voz ainda estava impecável e aveludada.

Tom: Merry! — Chamei sua atenção e ela virou na mesma hora....feliz e descontraída.

Merry: Tom! O que faz aqui? — Ia responder, mas os seguranças chegaram e me prenderam pelos braços, um de cada lado puxando.

Tom: Tirem as mãos de mim, eu tô avisando. Não fiz nada de mal pra ninguém aqui, esperei e quando ela acorda vocês não deixam eu sequer vê-la? — Critiquei e só agora percebi que o médico estava ali.

Merry: Soltem-no! Vamos, soltem ele. — Pediu Merry desesperada e quase chorando, agora eu não sei por que....se por desespero ou medo. Tentei soltar mas eles apertaram mais ainda e eu gritei de dor. — Não! Deixem ele em paz, não fez nada para vocês. Quem deveria decidir se recebe ou não visitas aqui, sou eu. Não o machuquem, por favor. — Pediu com os olhos marejados e tímidamente constrangida.

Dr. Fellipe: Acho que uma conversa com amigos pra ela será bom. Soltem ele rapazes, caso precise de mim ou de algum enfermeiro toque aquela campainha. — Apontou pro botão ao lado de sua cama. Os três me soltaram e eu puxei meu braço encarando aqueles três. Observamos, eu e Merry, os quatro sairem dali com a cabeça baixa e irritados.

Merry: Tudo bem, obrigada. — Disse educada e olhando pra mim após o último sair e fechar a porta.

Tom: Me lembre de criar rotas de fuga sem corridas, porque isso não fou fácil de fazer. — Fiz ela rir, mesmo seu rosto estando sendo tomado pela lágrimas as quais eu acredito ter tornado de alegria. Me aproximei devagar e quando alcancei a ponta da cama, sorri e levei meu dedo indicador ao seu rosto bem na bochecha onde descia uma lágrima rebelde. — Por que está chorando, querida?

Merry: Tom.... — Tentou falar mas eu selei seus lábios com a ponta dos outros dedos.

Tom: Você está bem, tá legal? Eu nunca mais vou deixar uma pessoa fazer isso com você de novo, quando precisar de mim eu estarei lá. — Ela sorriu e continuou me olhando. — Pode contar comigo Merry, sempre que quiser é só me chamar que eu vou correndo.

Merry: Obrigada Tom, você é muito importante pra mim. Me desculpa por ter feito aquilo, eu deveria ter feito o que a Bella disse.....eles nos atacaram porque nós demos trela. Desculpa Tom, é tudo culpa minha. — Choramingou e eu a confortei, abraçando seus ombros e a deixando chorar contra o meu peito.

Tom: Passou Merry, ninguém pode mudar o que aconteceu. Já ouviu falar que o começo já fizemos e não podemos mudá-lo, mas podemos fazer o fim? Quer dizer, mude isso pra mudar o que vem por aí e terá a frase perfeita pra se reerguer quando sair daqui. Eu faria o mesmo se estivesse no seu lugar e sei que até Bella o teria feito se tivesse certeza do que viria. — Falei tentando melhorar seu astral.

Merry: Eu não posso voltar até aquela noite, mas posso passar uma borracha no que aquilo trouxe pra mim....pelo menos a parte ruim.

Tom: Ué, e tem parte boa? Então me conta, qual seria essa? — Brinquei querendo saber o que ela queria dizer.

Merry: Não, é que com isso eu descobri uma coisa sobre você. — Disse envergonhada.

Tom: Agora vai ter que falar. — Brinquei a fazendo rir e me sentando após ela se soltar de meu abraço caloroso.

Merry: Eu tive um sonho estranho, muito estranho. — Comentou do nada após alguns minutos de silêncio.

Tom: Esses dias eu li que sonhos são comuns no estágio de coma e que acontecem pouco antes do paciente acordar. Eles são significativos, talves queira dizer algo. — Comentei e ela riu, saindo totalmente do assunto.

Merry: Você lendo reportagens medicinais? Ah, conta outra Tom. — Ela estava me zoando? Sim, ela estava me zoando.

Tom: Muito engraçado senhorita Meredith Catllyn Geller....surpresa por eu saber seu nome inteiro também?

Merry: Na verdade Bella já havia falado isso perto de você lá no restaurante.

Tom: É, falando nisso ontem o David nos ligou dizendo que temos um show marcado lá no CamLee....legal né? — Contei agora entusiasmado.

Merry: Uau, isso foi um recorde. Mas e os garotos, como eles estão? Contou a eles sobre mim?

Tom: Gustav e Georg não puderam vir mas vão te visitar quando sair daqui. Bill esteve aqui ontem e convenceu Bella a ir pra casa e voltar hoje, eles estavam preocupados....o que me lembra de avisá-los. — Disse e digitei rapidamente uma mensagem pelo celular. Enviei e avisei. — Pronto, agora é questão de minutos pra eles estarem aqui....espero ter acordado eles.

Merry: Você quer dizer, não ter acordado eles, né?

Tom: Não, quero acordar mesmo eles.....gosto de fazer isso com o Bill, azar da Bella por estar com ele. — Comentei.

Merry: Como assim? Eles estão juntos, na mesma casa?

Tom: É lógico, eles são namorados né? Minha mãe zoou Bill ontem então acho que eles apenas dormiram, sem nada a mais entendeu? Devem estar vindo.

Merry: Sim, Bella estava nervosa e preocupada quando a vi antes de apagar.....e conhecendo Bill acho que ele deve estar pior. — Eu ri. — Me lembro de Bella estar ferida, sangrando até. Ela está bem?

Tom: Ótima, foi liberada rapidamente e ficou esperando até meia noite, mas achamos que era melhor ela descansar um pouco....até o médico disse isso. — Lembrei de seu estado e sabia que o médico devia ter dito algo pra ela. — Mas e você? O que o médico disse?

Merry: Os ferimentos foram contidos, como pode ver, mas não sinto minhas pernas e não consigo move-las bem. — Disse abaixando a cabeça e se esforçando pra se mover na parte de baixo, mas sem nada.

Tom: Relaxa, isso é passageiro. Li também que a recuperação depende do paciente e do tempo do coma, se um cara de quarenta e poucos anos conseguiu voltar tudo ao normal após um coma de quatorze dias, por que você que só ficou um e meio não pode?

Merry: Tem que me passar essa fonte. — Ela riu mas se entristeceu. — Estou com medo disso Tom, é algo novo e totalmente diferente. Não sei se posso aguentar.

Tom: Xiii, hey eu estou aqui. — A silenciei novamente. — Vou estar te ajudando sempre que quiser e não vou deixar nada e nem ninguém te magoar.

Merry: Está certo, mas aconteceu alguma coisa nesse tempo em que fiquei desacordada?

Tom: Aconteceu, eu pude finalmente descobrir o que tanto procurei descobrir. Minha mente não parecia mais ser minha ,você me deu muito o que pensar nessas últimas horas Merry. Sempre tive que eu queria com um estalar de dedos, mas com você é diferente. Eu não quero. Quer dizer, não assim, você me faz sentir algo novo...uma coisa que eu nunca tinha sentido antes. Me sinto culpado ao usar as pessoas, penso duas vezes antes de fazer o que fazia nas noitadas com fãs, ainda sou eu mas agora um dois ponto zero....pra melhor e mais consciente. — Passei a mão por seu rosto e continuei. — Vou te esperar não até quando eu aguentar, mas quanto for preciso.

Merry: Obrigada, novamente obrigada por estar.... — Um ronco ecoou pelo quarto e ela imediatamente colocou as mãos na barriga.

Tom: Acho que alguém está com fome. Vou falar com o médico e aproveito pra perguntar se você já pode tomar café. — Disse e ela fez um braulho esquisito contestando.

Merry: Eu vou ficar sozinha aqui? Que chato, não quero que você vá. — Ela concluiu e eu me orgulhei por dentro tendo certeza que eu realmente estava sendo importante pra ela.

Tom: Calma Merry, eu só vou fazer o que te disse e voltar pra cá depois. Mesmo porque, se o médico deixasse, eu ficaria todos os dias que você também ficasse aqui só pra cumprir a promessa....e não ficar longe de você. — Pisquei pra ela, beijei sua mão que eu segurava e sai do quarto a procura desse doutor Fellipe aí.

Enfermeiro: Então conseguiu entrar no quarto que queria, senhor teimoso? — O enfermeiro que veio me dar a notícia de Merry perguntou rindo.

Tom: Ah sim, o médico me deixou ficar....sei que você só fez o que tinha que fazer, por isso não te culpo por aqueles três lá terem me perseguido até o quarto. — Ri e depois perguntei. — Mas você sabe onde está o Doutor Fellipe?

Enfermeiro: Sei sim, está na enfermagem....duas portas mais pra frente do lado esquerdo. — Gesticulou com as mãos e depois acenou se despedindo. Entrei na sala e encontrei o médico.

Dr.Fellipe: Olá, como foi com a senhorita Geller?

Tom: Bem, ela está mais confiante agora....e com fome. — Eu ri e ele bateu a mão na cabeça, como se tivesse lembrado de alguma coisa.

Dr.Fellipe: Esqueci de pedir pra levarem o café da manhã dela....só um minuto. — Pediu pegando um telefone e eu me encostei na porta. Esperei ele terminar o pedido e perguntei.

Tom: O coma deixou ela com as pernas paralisadas mesmo?

Dr.Fellipe: Cada caso é diferente do outro senhor Kaulitz, ela ficou pouco tempo em coma e mais provável que ela se recupere logo, mas cada caso é um caso. — Respondeu com um tom indecifrável, pelo menos eu não sabia se eles estava confiante demais ou puxando pro lado ruim.

Tom: Você disse que parentes e amigos ajudam, certo? — Ele assentiu com a cabeça uma vez. — A mãe dela está chegando de viagem, e eu imagino que agora que ela acordou talvez visitas não sejam proibidas....ou prefere fazer alguns testes ou exames primeiro?

Dr.Fellipe: Na verdade posso fazer os dois ao mesmo tempo, as visitas não vão atrapalhar. Será bom pra ela e pra nós da equipe médica, contando que não tenha exageros está liberado. — Ele confirmou o que eu queria e então se lembrou de algo novamente. — Parece que a moça que estava com você e aquele cara está aí de novo, elas parecem amigas.....talvez você possa chamá-la pra ver Meredith.

Tom: Certo, depois eu volto pra obter mais informações mas obrigado por tudo doutor. — Disse e fui até a recepção onde meu irmão e Bella estavam.

Bella: Oi Tom, como você está? — Perguntou simpática com uma expressão ótima, bem diferente da de ontem.

Tom: Estou bem, na verdade ótimo. — Respondi abraçando minha melhor amiga e agora cunhada. Me virei e vi Bill feliz assim como Bella mas com cara de sono. — O que foi? Não dormiu direito?

Bill: Não, eu até dormi mas depois acordei e não consegui pegar no sono de novo. — Esclareceu me cumprimentando com um estalo de mãos, a minha e a dele. — Afinal, quem consegue dormir com a preocupação que eu estava até você avisar que a Merry estava acordada?

Tom: Bom, boas notícias. O médico disse que vocês podem ver Merry porque pode ser bom pra ela e....ah, depois ele explica. Vamos? — Chamei já caminhando pro quarto. — Peguem o crachá de visitas e me sigam.

Já dentro do quarto, Merry abriu um largo sorriso ao ver aqueles rostos, que pra mim particularmente não eram grande coisa comparado ao dela. Ok, pode até ser mas o dela parecia ter uma seta em cima escrito: "Olhe pra mim e não tire os olhos", e eu obedecia.

Bella: E aí, está se sentindo bem? O médico disse que você estava bem pra quem sofreu tudo o que você sofreu.

Merry: Estou ótima mesmo Bella, é só esse "efeito colateral". — Disse fazendo as aspas com as mãos.

Bill: Você é forte, logo melhora. Acho que só precisa de fisioterapia né? — Questionou sentado em uma cadeira no canto da sala.

Tom: Vamos ver o que o médico vai falar agora.....é só questão de tempo. — Completei após pensar um pouco. Eu ainda estava sentado ao lado de Merry, olhando pra paisagem pela janela. Eu podia jurar que naquele momento eu sabia que tudo ficaria bem, mas que precisavamos de cuidado e cautela, aquilo não foi tão bom assim já que eu não fazia ideia do que ainda poderia vir. Mas eu não vou deixar Merry, não mesmo....principalmente agora que ela tanto precisa.

Notas finais
Apenas pra avisar, no próximo capítulo vamos ver muito Tom & Merry mas vou mostrar que o relacionamento da Bella e do Bill é sério mesmo, mas sei que vão gostar dos dois lados. Estão gostando do Tom todo preocupadinho? O lado brincalhão e encrenqueiro dele ainda está nesse Tom mais sentimental, ele só abriu os olhos pra realidade quando percebeu o que sentia pela Merry. Beijos meus fofos, espero ansiosamente seus reviews....boa noite!