Amor, Loucuras e Muita Diversão

12 Dúvidas e familiares


Notas iniciais
Oi pessoal, que saudade de vocês....me perdoem pela demora, mas os compromissos estão lotando a agenda. Mas aí vai o décimo segundo capítulo dessa vez com um pouco de suspense e surpresa no final.....aproveitem.

Bella Pov

Já faz mais de meia hora que a Merry está sendo atendida e ainda não vi nenhum dos meninos.

Enfermeira: Agora você vai ter que ficar quietinha por uns minutos, tá querida? — Fiz que sim com a cabeça enquanto ela costurava meu supercilio esquerdo. Um daqueles idiotas acertou ali e me conseguiu um corte de no mínimo cinco centímetros. Aquile não era o primeiro curativo que a enfermeira estava fazendo em mim, ela já havia colocado alguns esparadrapos pelos dois braços, passado algo no corte da minha boca e nos arranhões das pernas.

Dr. Felippe: Sra. Burners, depois preciso da senhora na sala vinte e três do pronto-socorro.....uma paciente está precisando de cuidados mais detalhados. — Ele passou a informação e olhou pra mim. — Como estamos Sra. Burners? — Perguntou olhando minha ficha em cima da mesa da enfermeira.

Enfermeira: Esta mocinha não queria deixar que eu fizesse os curativos....teimosa, disse que só deixaria caso alguém falasse sobre sua amiga que também está por aqui. Mas agora já terminei, os pontos acabaram de ser dados.

Dr. Felippe: Então....Srta. Marrinson.... — Disse olhando na ficha em suas mãos. — Sente-se bem? Como estamos? — \\"Meu abdomen ainda está doendo e esse corte está me irritando um pouco, mas obrigada por perguntar.\\", queria responder, mas acabei tranquilizando-o.

Bella: Um pouco desconfortável, mas bem. Você é o doutor Felippe, certo?

Dr. Felippe: Certo, por que? Alguma queixa? — Brincou rindo.

Bella: Não, é que você está atendendo Meredith Geller, né? — Descobrui qual resposta eu ganhei sendo \\"boazinha\\" com as enfermeiras.

Dr. Felippe: Sim, mas ainda não tenho um quadro concreto pra lhe informar....quer dizer, você é a responsável pela chamada no beco da rua quinze.

Bella: Sim, é por isso que perguntei. — Me levantei após a enfermeira me liberar e fui conversar com o médico. — Hey, espera.

Dr. Fellipe: Mais alguma dúvida senhorita Marrinson? — Perguntou se virando pra mim no corredor enquanto eu o alcançava.

Bella: Sei que não pode falar o que já constatou sobre o estado da Merry, mas eu realmente preciso saber se está tudo bem. — Pressionei, tentando alguma resposta positiva pra o que eu queria.

Dr. Fellipe: Ok, mas venha até a emergência......os outros médicos estão obtendo um diagnóstico melhor agora. — Avisou depois de olhar pra todos os lados possíveis, e ver que ninguém olhava. — Vamos, é por ali.

Bella: Obrigada. — Murmurei o seguindo pra sala de emergência. Espero que minha amiga esteja bem, essa enrolação toda não está me passando uma boa impressão. Seguimos por um corredor onde as pessoas com roupas diferentes estavam e agora só haviam médicos ou enfermeiros de branco.

Dr. Fellipe: Sam, você sabe se a Dra. Jenn já está no quarto vinte e três? — Perguntou pra um cara que passava por nós e que respondeu positivamente. — Obrigado, qualquer coisa bipem o Dr. Gabe.

Bella: Quem é Dra. Jenn?

Dr. Fellipe: Especialista em acidentes com objetos afiados.....ok, não existe essa faculdade na parte da medicina mas ela se especializou nisso. — Respondeu parando em frente a uma porta e abrindo cuidadosamente.

Dra. Jenn: Oi Fellipe....é, ela não pode entrar aqui. — Disse apontando pra mim.

Dr. Fellipe: Sem problema, ela veio com a senhorita Geller....acho que ela pode nos ajudar também. — Respondeu educado para a médica de cabelos castanhos claros.

Bella: Talvez....eu possa explicar como aconteceu tudo e dar uma melhor ideia pra o que vocês estão fazendo. — Tentei dar um sentido pra minha presença ali.

Dra. Jenn: Ok, por acaso sabe de algum diagnóstico do atendimento da senhorita Geller? — Fiz que não com a cabeça. — Bom, primeiro quero que venha até a sala em que ela está.

Dr. Fellipe: Você é quem sabe. — Disse após eu olhar pra ele meio que pedindo permissão ou sabendo se é seguro.

Bella: Vamos. — Murmurei seguindo a médica. Passamos mais uns quatro minutos andando e chegamos numa sala em que eu podia ver minha amiga cheia de curativos e desacordada.

Dra. Jenn: Meredith Geller sofreu múltiplos ferimentos superficiais pelo corpo, porém se destaca este profundo corte na coxa esquerda. — Disse apontando algumas fotos em sua mão. — Entenda senhorita Marrinson, ela está quase perfeita por fora.....esses ferimentos foram simples porém dolorosos na hora, eu imagino.

Dr. Fellipe: O corte na perna também foi fácil de fazer o ponto e tal, mas fez um desastre um tanto chato por dentro. Pegou em uma veia artéria, um vaso sanguínio importante porém não principal. Ela chegou aqui desacordada por conta da perda de sangue, os ferimentos estavam piores mas foram fáceis de controlar, a facada foi a que mais preocupou.....ela teve hemorragia. — Comunicou meio triste.

Bella: Hemorragia? Isso é ruim, não sei muito sobre medicina, mas sei que existem quadros irreversíveis....o dela não é esse né? — Perguntei preocupada, se algo acontecesse com a Merry eu iria me culpar pro resto da vida.

Dr. Fellipe: Felizmente o quadro de hemorragia da senhorita Geller já foi revertido e ela está em recuperação. Isso pode deixar algumas seqüelas devido ao local e estrago do corte, mas só poderemos ter certeza quando ela acordar. Lamento, mas ela ficará uma semana aqui pra bateria de exames, diagnóstico e recuperação. — Explicou me deixando aliviada e angustiada. Logo alguém teria que avisar sua família, tia Will e tio Jake vão ficar loucos, estou vendo que será eu a mensageira. E ainda tem os meninos, que não sei por que, não chegaram até agora.

Bella: Ok, mas as seqüelas que você disse, pelo fato de serem na perna pode ter algum envolvimento com uma paralisia ou algo do tipo? — Perguntei depois de raciocinar isso.

Dra. Jenn: Ainda não sabemos, esperamos que as mínimas chances se esgotem. Com as observações e exames, e claro, após ela acordar saberemos mais. — Completou se virando, após pedir licença, e seguindo pra outro quarto.

Bella: Obrigada doutor Fellipe, eu vou ficar por aqui pelo hospital....acho que a enfermeira vai querer olhar esse ponto e vou pedir indenização pela pomada que ela passou nas minhas costas....continua doendo. — Rimos e continuei. — Qualquer coisa me avise, se não estiver na enfermaria estarei ou na recepção ou no café.

Dr. Fellipe: Tudo bem, vou fazer o possível e o impossível pra sua amiga melhorar logo...e por favor, conte pra família, peça pra eles virem que é uma quase melhora imediata dela. O quadro dela não está fácil de estabelecer certezas, ela pode estar até em coma....mas só saberemos quando os exames derem resultado ou ela apresentar melhora. Até mais Bella....ah, apresente isso na recepção, é uma ficha de identificação. A atendente irá te explicar....até. — Se despediu com um aceno de cabeça e saiu com a prancheta nas mãos. Sorri de volta e caminhei pra fora do pronto-socorro. Passei pela sala da enfermeira e lá ela me passou as informações.

Enfermeira: Preste atenção, você limpará levemente com gase e álcool três vezes por dia, pode refazer o curativo de dois em dois dias e só vai poder vir retirar daqui a sete dias. — Disse preenchendo o que seria minha lista de fazeres diários para com os pontos, os sete pontos. — Vou passar direitinho tudo aqui e o modo do curativo é padrão, por isso é só seguir as instruções....desculpe, mas ainda preciso atender muitos outros pacientes e o seu caso é menos complicado.

Bella: Não tem problema, entendi tudo. Pode deixar que cuidarei desses pontos e daqui a sete dias eu volto. Se bem que é capaz de você me vários dias aqui, estarei como visitante da Merry....mas acho que ela não vai ficar muito aqui. — Sorri esperançosa e ela me apoiou, com um novo sorriso.

Enfermeira: Estou indo pra lá agora, qualquer coisa te aviso. Você é uma garota de sorte e coragem, merece ter coisas boas na vida...e pelo o que ouvi da outra menina, as duas merecem que façamos tudo de melhor. Até mais, está liberada. — Se despediu com um forte abraço e saiu. Caminhei até a recepção e no percurso, disquei o número de Will Geller, a mãe da Merry.

Bella: Alô? Tia Will? Sim, é a Bella. Não, estou bem....é sobre Merry. O que, o emprego? Isso depois ela te fala, mas preciso que venha até a cidade. Fique calma, olha ela está no Deserts Hospital....calma, ela está bem até, só um corte profundo na coxa esquerda que está preocupando os médicos, mas teremos que esperar ela acordar. Foi assim, uma gangue nos atacou quando voltávamos para casa, mas eles estão presos e nós estamos razoavelmente bem. — Respirei após responder tudo num fôlego só. — Só peço que venha até aqui, sua ajuda é muito importante...passo o restante das informações assim que puder. Beijos, também te amo tia....vou cuidar de tudo por aqui, até mais. — Desliguei e fiquei um pouco parada pensando nos acontecimentos daquela noite. Tudo tão rápido e estranho, pensei ter visto o enfermeiro na minha frente dizer algo, mas continuei imersa em meus pensamentos.

Enfermeiro: Moça, acho melhor trocar de blusa. — Disse o rapaz realmente parado e falando na minha frente.

Bella: Desculpe, o que? — Perguntei pedindo uma repetição.

Enfermeiro: A blusa...o sangue pode ser facilmente infectado com algum vírus que ronda o hospital. Te aconselho trocar de blusa se for ficar aqui. — Repetiu simpaticamente.

Bella: Ah claro, me desculpe....eu tenho uma blusa de frio, na verdade trouxe junto comigo...obrigada pela dica. — Sorri e fui até a atendente, entreguei a ficha pra ela e esperei por uma resposta.

Atendente: Boa noite, acho que deve ser paciente de pronto-socorro né? Bom, preciso de identificação e cartão do convênio. — Pediu digitando o código da ficha que dei. Vasculhei pelos bolsos alguma identificação e por sorte lembrei que minha bolsa estava em meu omro, uma das coisas que me acontece quando estou nervosa: esquecimento.

Bella: Aqui....pode me dizer aonde fica a lanchonete? Fora ou dentro do hospital? — Perguntei entregando os dois documentos.

Atendente: Assim que você passa pela entrada principal, vai ter duas portas....a da esquerda é a que dá passagem pra cá, a da direita é a lanchonete. O proprietário resolveu fazer separado do hospital pelo risco de contaminação entre alimento e produtos químicos....pronto, aqui está seus documentos. Poderá acompanhar a senhorita Geller apenas daqui, o médico te dará as informações quando essas vierem. — Respondeu sorrindo. — Tenha uma boa noite.

Bella: Ah, obrigada pelo incentivo. — Sorri de volta e fui até a lanchonete, precisava tomar um pouco de ar e estava com sede. — Onde estão esses meninos?

Tom Pov

Tom: \\"Na verdade, acho que tenho outro plano\\"...\\"Então diga Bill, talvez ajude.\\"....\\"Deixa que eu faço.\\"....\\"Não seu idiota, isso só vai piorar as coisas.\\"....\\"Ai, para de gritar comigo Tom, não gosto.\\" — Eu resmungava bem de frente pro besta do meu irmão, disse que tinha um plano e ferrou mais ainda.

Bill: Tom, eu achei que ia ajudar. — Se desculpou pela milésima vez.

Tom: Ah tá, e dar autógrafos aos fãs iria melhorar muito a situação né? — Disse sarcástico. — Bella ligou já faz uma hora e nem sabemos como elas estão.....vou passar com o carro e não quero nem saber.

Bill: O que? Não Tom, você vai matá-las. — Gritou histérico e assustado, depois agarrou meu braço me fazendo parar.

Tom: Me solta, até parece que você nunca passou com o carro perto de fãs. — Apertei a buzina e me voltei pras pessoas do lado de fora. — Precisamos passar, licença.

Bill: Hey, olha ali....não é a Louis? — Perguntou apontando pra loira que subia em um carro vermelho e chamava a atenção das fãs, discretamente fazia sinal pra irmos andando. — Vai Tom, não mosca....essa é nossa chance.

Tom: Por que ela está nos ajudando? — Perguntei acelerando calmamente.

Bill: Não sei, mas já perdemos tempo demais aqui....as meninas precisam de nós. — Ele murmurou e eu continuei dirigindo, dessa vez sem nem pensar no que poderia estar na frente. Chegamos rápido no hospital e pudemos entrar sem nenhum fotógrafo ou repórter no nosso pé. Pedimos informações e então Bill percebeu algo. — Olha, deve ser a Bella.

Tom: Vai com calma, ela parece bem....mas não a aperte. — Ri e soltei meu irmão que correu em direção da moça com um copo de cappuccino nas mãos.....sim, essa é a Bella que ama cappuccino que eu conheço.

Bill: Bella? — Chamou e ela se virou, seu rosto estava perfeito exceto pelo curativo e a expressão, que agora melhorou bastante. Bill agarrou ela e começou a girar com se não a visse desde que nasceram. — Você está bem? Bella eu fiquei tão preocupado.

Bella: Eu estou bem amor, não quero que se sinta assim. — Ela disse passando a mão no rosto dele, acariciando eu acho.

Tom: Ok casalzinho, fico feliz por estar bem Bella...também fiquei preocupado. — Disse abraçando minha amiga que parecia mais frágil pra mim agora.

Bella: Valeu meninos, mas sentem que eu preciso contar tudo pra vocês.

Bill: Por que está com esse curativo, pensei ter ouvido você dizer que estava intacta....Bella, sua cara-de-pau. — Resmungou se sentando após eu empurrá-lo na cadeira.

Tom: Pode falar Bella.

Bella: Bom, assim que vocês nos deixaram ali....quatro caras vieram na nossa direção e começaram a falar.... — Contou a história toda as vezes respondendo algumas perguntas que fazíamos e as vezes se encolhendo com a lembrança.

Bill: Pra que a Merry foi reagir? Ela não vê as pessoas dizendo que reagir é errado?

Tom: Mas os caras já estão presos pelo que sabe né? A Merry deve estar sofrendo muito, ela precisa de mim..... — Por qual motivo eu fui falar isso? Por que estou preocupado com ela? Esse não sou eu, era pra eu apenas usá-la por uma noite e esquecer que a conheci......por que está sendo assim com ela? Ótimo, e agora meu irmão e Bella estão me olhando. — Quer dizer, de nós.....da família, isso....já falou com alguém da família dela?

Bella: Os bandidos estão presos, pelo menos foi o que o paramédico disse quando entramos na ambulância. Já liguei para os pais dela, eles estão vindo. — Disse respirando profundamente e se aconchegando na cadeira.

Bill: Você deve estar cansada, quer ir pra casa?

Bella: Não, pelo menos não agora....vou esperar notícias da Merry. — Murmurou olhando pra mim. Será que estava tão estampado assim que eu estava preocupado e confuso. Droga, estou nervoso com a Bella me olhando toda hora e o meu irmão agora está ajudando.

Tom: Chega, eu preciso tomar ar e pensar um pouco. Qualquer coisa me chamem lá fora. — Sai deixando os dois me chamando e caminhei até a venda da frente do hospital — Me vê um café por favor?

Atendente: Ei, você não é o...... — Interrompi respondendo sua quase pergunta.

Tom: Devo ser ou talvez apenas queria que não soubessem por enquanto....desculpe, mas não estou com paciência e apenas peço que não diga pra ninguém que estou aqui. Faz isso por mim? — Perguntei tirando o dinheiro do café e olhando pra moça com cara de cão abandonado, safado e carente.

Atendente: C-claro....são dois reais. — Olhei pra ela com cara de \\"hãn, você vai cobrar por um favor?\\" — O café T....senhor.

Tom: Ah sim, pode ficar com o troco. — Disse pegando o café e deixando em cima do balcão o dinheiro que passava do preço. Tomei um gole quente mesmo, esperando que o café fizesse o caminho contrário e esquentasse meu cérebro pra gerar uma luz de resposta pra minha pergunta.

Caminhei até um banco velho que estava bem de frente pro hospital, sentei e encostei a cabeça na parte superior do banco. Não sei por que, mas me senti mal fazendo aquilo com a atendente, não pelo fato de mesmo não entendendo o que eu sinto pela Merry mas por me sentir culpado pelo a confusão que causei na cabeça daquela moça. Nunca amei ninguém de verdade a não ser minha família e alguns amigos, pra mim não faz sentido amar a mesma pessoa que pode te apunhalar pelas costas ou casar-se com você e depois de um tempo fugir com outra pessoa e ainda exigir seu dinheiro. Algo que é ruim no meio artístico é que nem todos são confiáveis ou amáveis, as vezes quem você menos pensa que pode, acaba com você e quando se tem uma média maior desse tipo de \\"amigo\\" é bem pior. Mas Meredith não parece ser assim, nem isso....ela não é assim, podemos ver a verdade estampada em cada centímetro do seu ser...até na alma. Não posso deixar que algo entre nós venha a acontecer, ou melhor, preciso ter certeza do que sinto e do que ela sente.

Tomei o último gole de café e joguei o copo no lixo, me levantando e encostando as costas na parede paralela ao hospital. Olhei para os lados e então fechei os olhos, tentando ver através das pálpebras o que Merry é.

Garota (gritando): Olhem ali, é o Tom Kaulitz. — Virei o rosto instintivamente pra ela e atrás dela havia mais, não pude ver direito pois comecei a correr, meninas gritando. Dei a volta pelo lado oposto ao que vim e derrubei umas caixas que tinham pelo caminho na esperança de atrasá-las um pouco mais. Quando não havia escapatória senti um forte puxão pela gola da minha jaqueta e fui arrastado pra dentro do beco.

Tom: Mãe? O que está fazendo aqui? — Perguntei vendo minha mãe rindo na minha frente.

Simone: Senti que precisava de ajuda.....ok, seu irmão me ligou avisando do incidente com Bella e a amiga. — Ela me olhou como se tivesse ficado brava por eu ter acabado com a brincadeira dela....qual é?

Tom: Pra isso aquele lesma pensa.....

Simone: Não fale assim do Bill, ela só está nervoso pelas meninas, você também deve estar. Mas me conta, como elas estão? — Olhei pra ela e nem precisei falar. — O que foi? Só porque não conheço a....Meredith, certo? — Acenei positivamente. — Me preocupo com todos, e se tivesse sido vocês? Ah meu Deus, a Serena não me ligou....será que niguém a avisou?

Tom: Mãe, a Bella pode te explicar melhor afinal, eu nem vi a Merry depois de ter deixado elas na casa da Bell\\'s. — Contei seguindo pro hospital, dessa vez pelos fundos.

Simone: Ok, mas vou querer saber o por que dessa carinha triste....algo me diz que tem a ver com a moça que eu não conheço. — Ela sorriu abraçando meu ombro.

Tom: Tá bom, no caminho eu te conto. Quer do começo ou a dúvida? — Brinquei e comecei a caminhar com ela contando todos os meus pensamentos sobre esse assunto. Se tinha uma pessoa além do meu irmão a quem eu confiava minha vida e meus problemas, era minha mãe.

Pov extra (Não é ponto de vista de nenhum dos personagens, Damon é pai de Meredith e Victoria, ex-marido de Will Geller e ex-mafioso de um grupo italiano chamado La Vendeta)

#Alô? Sim, filha. O que aconteceu? Pra onde? Nova Iorque? Califórnia? Ok, mas você está bem? Sua mãe não pode falar? Ah ela está muito ruim? Vou agendar pra ir aí o mais rápido possível, não chore eu estou indo. Beijos filha, até mais. — Um homem elegante porém misterioso desligava o telefone de seu luxuoso escritório na Itália e ria diabólicamente. — Os tempos de máfia voltaram meu caro Tony, e dessa vez não vai ter esposa que me afaste dela.

Tony: Precisa de algo senhor? O plano foi bem sucedido? — Nisso toca novamente o telefone do mafioso e ele atende impaciente.

#Alô? Sim, Damon Geller. Aqueles idiotas foram presos? Não, eu mesmo faço isso....preciso ir até aí visitar minha filha e já tiro esses imbecis da prisão. Pegue o telefone do melhor advogado dessa região.....vou precisar de passagens para ir aí, de preferência duas de agências diferentes. Ok, falo com você depois. — Desligou novamente e riu.

Tony: Você é um gênio chefe, até mesmo quando o destino é quem coloca as barreiras nos seus objetivos, você dá um jeito de destruí-las. — Riu o capanga careca e de uns quarenta anos.

Damon: Will, Will, Will.....eu avisei pra não irritar um mafioso minha querida. Vick não ficará mais sobre os seus métodos estúpidos de educação...ela aprenderá a ser como uma Geller de sangue deve ser, apenas lamento por já ter corrompido a Meredith....boa menina mas tomada por seus ensinamentos baratos....aguarde, pois Damon Geller está de volta. Há-há-há-há-há-há-há

Notas finais
Gostaram? Deixem um review respondendo a minha pergunta tá, afinal não mata ninguém e estimula a criatividade e vontade da autora aqui *deixa eu ser feliz*.....tenho um aviso sobre o capítulo e uma "enquete" sobre o lugar que Tom, Merry, Bill e Bella vivem:
Califórnia (onde realmente os meninos moram na vida real) ou Nova Iorque a cidade chique e conhecidíssima... ambas(não meu preferido) país Estados Unidos?
De um jeito ou de outro, a fic pode rodar muitos países do mundo com turnês, viagens e até desfiles....converti de dólares pra reais o preço do café lá no meio.....espero que tenham gostado. Minha irmã de cérebro ou possívelmente separada no nascimento BarbaraUchiha me deu muitas ideias, acompanhem essa garota que ela promete! Bjs fofos....