Notas iniciais
A história vai ser bem clichê e previsível, porém é uma história que acredito que vão gostar de ler.

Estava tranquilo em casa, lendo um livro. Quando recebi uma mensagem do Hotch:

"Temos um caso, nos encontramos no avião. "

Peguei minha mmala de viagem e fui para o aeroporto, quando o avião decolou Hotch apresentou o caso.

– 5 assassinatos em Las Vegas nos últimos 10 dias, todas mulheres jovens, morenas, entre 25 e 30 anos.

– Elas devem representar alguém na vida do indivíduo. — digo e todos concordam.

– A polícia local acredita que os casos estão relacionados a uma série de assassinatos de jovens no ano passado, mas não vamos começar a partir disso porque os padrões de vítimas eram diferentes.

Depois de um tempo o avião pousa, vamos até a delegacia onde Hotch nos apresenta ao capitão Jim.

– Prazer em conhece-los- ele diz- vou apresentar os detetives que estão trabalhando no caso. — Esse é o detetive Michael e o detetive Wilson. — ambos apertam a mão de todos.

– Spence?- ouço uma voz feminina me chamando.

Me viro e posso reconhecer uma figura que não vejo a muito tempo.

– Vocês se conhecem? — JJ pergunta.

– Estudamos juntos. Você não mudou, quero dizer mudou muito, mas ainda posso te reconhecer. Lembra de mim, certo? — a garota perguntou.

– Claro, Beatrice.- digo

– E essa é a Dra. Beatrice. Ela também esta no caso. — capitão Jim imendou a apresentação dela junto a minha frase.

Hotch distribui as tarefas e manda que eu e Prentiss fôssemos ao necrotério. Antes de sairmos Morgan pergunta para eu e Beatrice:

– Eram amigos próximos?

– Nos odiavamos. — respondemos juntos.

Então saímos para o necrotério, lá percebemos que todas as vítimas tem uma tatuagem de borboleta feita após a morte. Nenhuma outra novidade, foram mortas a facadas o que indica que o crime foi pessoal. Voltamos para a delegacia onde Hotch me mandou montar o perfil geográfico, fiquei analisando o local que as vítimas foram sequestradas e onde foram mortas e deixadas. Fiquei uns 40 minutos montando tudo.

– O que achou? — Bea perguntou.

– Olhe bem para os locais de sequestro e desova.- ela assentiu e eu continuei.- parece que toda ação aconteceu ao redor da delegacia.

– Desafiando a polícia.

Chamamos a equipe e explicamos nossa teoria, todos concordaram que poderiam liberar o perfil.

– O nosso suspeito é homem, na casa de 20 a 35 anos, provavelmente já é um velho conhecido da polícia local, pois os crimes ocorreram em volta da delegacia.

– O suspeito provavelmente chegou muito perto de ser pego e por falta de provas acabou ficando livre de seus crimes, isso o fez considerar-se superior a força policial. — digo

– As mulheres mortas são todas bem sucedidas e inteligentes. Elas representam alguém que entrou no caminho do assassino. — Morgan diz.

– O suspeito é alguém que fica desconfortável na presença feminina, deve ter um QI elevado mas ter um cargo medíocre. É perigoso e dificilmente se entregará, nesses casos o suspeito geralmente acaba morto por um tiro da polícia. — Rossi encerra o perfil.

Vou até a cafeteira onde Beatrice, JJ e Prentiss estão conversando.

– Então, você era uma das garotas malvadas? — JJ pergunta para Bea se referindo aos tempos de escola.

– Ah não, era muito nerd.

– Então você é um gênio ou algo assim?

– Não...- Bea diz tímida.

– É sim, QI de 167. Você era a 2ª melhor na escola.

– Você sabe o que eu acho sobre quem fica em 2º lugar.

– Que é o 1º a perder. Mas não é verdade, você podia ter entrado na universidade na mesma época que eu, você que não aceitou.

– E ser zuada por pessoas ainda mais velhas? Não obrigada.

– Entrou com quantos anos então?

– 15 anos.

– Só não entendi uma coisa, se você também era nerd porque vocês brigavam? — Emily pergunta

– A gente ficava discutindo teorias e isso acabava por virar brigas. — Beatrice respondeu, eu confirmei.

Hotch apareceu e disse:

– Temos um novo corpo