Amor Impossível?

6 Amizade nova e Pervertido no meu portão


Notas iniciais
Ohayoo, estou postando antes porque não me aguentei rs Obrigada pelos comentários, apesar de quase ninguém ter mandado um review :( Muito, muito obrigada Anika e Diany Desu, por terem favoritado. Estou super feliz, suas lindas >.< Nossa, esse capítulo ficou hiper grande, estava inspirada e acho que vocês vão gostar :) Leiam as notas finais

Havia levado um soco de Sting, só por ter revidado o que ele falou, porém Natsu apareceu de repente interrompendo nossa discussão e me humilhou na frente de um monte de gente, — afinal estávamos na hora do intervalo — fazendo o loiro ir embora, com aquela puta albina, chamada Lisana.

Depois o rosado saiu me arrastando, sem nem ao menos se importar se estava me machucando ou não, para a enfermaria, tentei me soltar várias vezes, mas ele era muito forte. Natsu me sentou na cadeira e foi pegar alguma coisa, logo após voltou com uma gaze e remédio, provavelmente para limpar e cuidar de minha boca machucada. E foi exatamente isso, sentou na minha frente e veio tentar limpar o sangue, entretanto desviei e comecei a gritar com ele.

Agora estou voltando para a sala, com uma tremenda raiva, afinal, o que ele acha que está fazendo? Primeiro, colocou sua blusa em mim, pois estava toda encharcada e tremendo de frio, logo em seguida me agarrou na sala, depois me humilhou na hora do intervalo e de novo foi gentil comigo, tentando cuidar de meu machucado. Ah, se ele acha que sou igual aquelas cadelas que ele fica pegando a cada metro que passa, está muito enganado.

Será que isso tudo é um plano dele? Pra quando ele conseguir o que realmente quer, acabar com a minha vida de vez, como ele faz com muitas garotas daqui do colégio? Argh, isso está me deixando louca! Mas de uma coisa eu tenho certeza agora, ele conseguiu me fazer odiá-lo ainda mais.

Logo assim cheguei na sala, minhas amigas vinham correndo em minha direção desesperadas, perguntando o que havia acontecido, contei a discussão que tive com o Sting, e na mesma hora Erza queria ir bater nele, felizmente Levy e eu conseguimos acalmá-la, se não teria acontecido o fim do mundo naquela sala, também falei sobre o Natsu na enfermaria, só não disse nada sobre o que aconteceu quando apenas nós dois ficamos presos, senão elas iriam ficar falando várias coisas maliciosas para mim e nem iriam se lembrar que eu o odeio.

Elas como eu, também não entenderam nada sobre o motivo do rosado ter feito isso tudo e estão com a pulga atrás da orelha, mas disseram que se ele tentar fazer algo à minha pessoa, elas mesma tratariam de extinguir a raça dele dessa terra, realmente elas são as melhores amigas.

Assim que o sinal tocou, o professor entrou na sala. Ele tinha um cabelo muito exótico, era de um azul mais escuro que o de Levy, seus olhos eram castanho e sérios, também possuía uma tatuagem vermelha no lado direito do rosto, me pergunto até hoje o porquê daquilo, porém não tenho coragem de perguntar, ele é alto e tem um porte bem atlético. Ouvi a Erza soltar um suspiro apaixonado do meu lado, soltei um riso pelo nariz, ela amava o nosso professor de matemática, Jellal, desde o ano passado, como quase todas as garotas da turma, mas a ruiva era um caso a parte. Pois sempre que ele olhava em sua direção, ficava mais vermelha que seu cabelo, quando fazia alguma pergunta ela gaguejava e quase desmaiava, ele apenas disfarçava um sorriso. Eu acho que ele sabe que ela gosta dele e faz isso só de sacanagem e para poder vê-la envergonhada.

Olhei para a porta e vi o capeta, Natsu estava ali parado olhando para mim, devolvi o olhar com puro ódio, enquanto o outro foi se sentar em seu lugar.

A aula passou tranquilamente, praticamente a turma inteira estava dormindo, de novo e, não aconteceu mais nenhuma briga. A próxima seria de geografia, com o professor Laxus, ele era um homem bem alto e forte, seus cabelos eram arrepiados e dourados, seus olhos eram de um azul escuro quase negro, no seu olho direito tinha uma cicatriz em forma de raio. Ele era muito sério e as vezes chegava a ser assustador, mas ainda acho que ele seja uma boa pessoa.

Sua aula também passou rapidamente, logo em seguida fomos liberados. Estava indo embora com as meninas e a Levy ficou me perturbando para irmos em uma sorveteria ali perto, para conhecermos sua amiga que havia acabado de chegar da Rússia, disse não mais de dez vezes, mas essa baixinha sempre conseguia me convencer.

– Anda Lucy, você está muito mole hoje. — Reclamou Levy, enquanto me puxava.

– Aiii, calma... eu não estou a fim de andar. — Disse me sentando no chão, igual uma criança fazendo birra.

Erza começou a me arrastar pela rua — literalmente — e sem pena nenhuma, por mais que pedi-se ou grita-se para me soltar, era em vão, as pessoas ao nosso redor tomavam grandes distâncias e nos olhavam horrorizados. Quando finalmente cheguei na tal sorveteria, soltei-me da ruiva e dei graças a Deus. As paredes do local eram uma mistura de duas tonalidades de begê, um claro e o outro mais escuro, mas que mesmo assim davam um ar aconchegante e calmo, um pouco diferente para um sorveteria, também possuía algumas mesas de mogno, algumas eram redondas e outras retangulares, as cadeiras eram da mesma cor.

Levy nos levou até o balcão, onde uma menina de cabelos azul um pouco mais claro que o da baixinha, meio ondulado nas pontas e seus olhos eram da mesma cor, usava uma blusa laranja, uma calça social um pouco justa preta e um avental também preto. Suas feições eram delicadas, atendia todas as pessoas de um modo calmo e sempre com um sorriso amigável.

– Juvia, quanto tempo! — Levy foi correndo em sua direção.

A mesma na hora se assustou e demorou um pouco para ver quem tinha a chamado, mas rapidamente abriu um longo sorriso para a baixinho e lhe deu um grande abraço apertado.

– Levy, Juvia estava com tanta saudade. — Percebir que a azulada tinha um leve sotaque.

– Como você conseguiu esse emprego, se faz pouco tempo que chegou?

– Eles estavam desesperados e quando viram Juvia passando na rua, a puxaram e colocaram pra trabalhar.

– Nossa! Juvia essas são minhas amigas Lucy e Erza. — Levy falou apontando primeiramente em minha direção e depois para a ruiva, apenas dei um pequeno sorriso. — Meninas, essa é a minha prima Juvia, faz apenas três dias que ela chegou da Rússia. Não contei nada a vocês, porque era surpresa.

– Laki, toma conta aqui do balcão rapidinho, por favor. — Juvia pediu, para uma menina de longos cabelos lilás, que aceitou prontamente com um sorriso meigo. — Sentem-se em uma mesa, Juvia tem muita coisa pra contar.

Sentamos em uma pequena mesa retangular de mogno, do lado de uma grande janela de vidro, uma de frente para a outra, pedimos um sunday para cada uma e começamos a conversar. As meninas falavam animadamente, vez e outra eu falava alguma coisa, porém a maioria das vezes só ficava as olhando ou observando a rua, mas Juvia fazia de tudo para me inteirar no assunto. Ela parecia ser uma menina muito legal, o seu jeito de falar era muito diferente, mas ao mesmo tempo divertido, talvez a gente se torne amigas mais tarde.

Descobrimos que o pai de Juvia a colocou na Fairy Tail, iria começar a estudar lá a partir de segunda-feira, ela estava super feliz e não via a hora, entretanto ela não sabia se continuaria a trabalhar. Porque ao mesmo tempo queria ter o seu próprio dinheiro, sem precisar ficar pedindo ao pai, porém também tinha que ajudar o mesmo com as ações da empresa, por mais que ele ainda estivesse lá na Rússia e ela aqui.

Quando saímos da sorveteria já estava escurecendo, nos despedimos da azula, que ainda continuaria trabalhando. Fui andando com Erza e Levy, porém elas tinham que virar uma rua antes da minha, para poderem ir às suas respectivas casas, então tive que fazer o resto do meu trajeto sozinha.

Já estava em frente ao meu portão pegando a chave em minha mochila, para poder abrir o mesmo, quando olho para o lado acabo avistando uma cabeleira rosa caminhando em minha direção, com a mochila só em um ombro e as mãos no bolso. Não acredito, o que aquele teletubbies está fazendo aqui? Paro o que estava fazendo e viro-me para ele, já ficando irritada.

– O que está fazendo aqui? — O rosado olha para mim soltando um longo suspiro, parece que só foi me perceber agora.

– Yo, careta. Se você não percebeu, estou inda para minha casa. — Fiquei ainda mais irritada pelo jeito que ele me chamou e acho que o mesmo percebeu.

– A essa hora?

– Olha quem fala, você também está chegando agora. — Falou, enquanto olhava a minha enorme casa. — Bela casa por sinal.

– Mas eu tenho uma explicação.

– Eu também tenho, você está achando que estou te seguindo agora, estranha? — Falou se aproximando.

– Para de me chamar de estranha. — Falei, também me aproximando.

– Ou será que está preocupada comigo? — Ele falou com um sorriso malicioso e acho que acabei corando.

– Até parece que eu me preocuparia com alguém igual a você, por mim você poderia morrer, que não faria falta nenhuma ao mundo. — Falei distanciando-me e cruzando os braço, virando o rosto para ele não ver meu rosto corado, ele simplesmente começou a rir. — Tá rindo de quê?

– Você é realmente uma pessoa muito estranha.

– E você um viado com problema genético ou será que só pintou o cabelo de rosa, para poder mostrar que realmente gosta de homem, mas fica fingindo que pega mulher para não deixar muito evidente? — Na mesma hora o rosado parou de rir e foi a minha vez de rir da cara dele.

– Ah é loirinha, é isso que você pensa? Então vou te mostrar que está errada. — Natsu falou se aproximando.

– Ei, se afasta retardado. — Disse o empurrando. — E o que você quis dizer com isso?

– Você vai ver agora. — Não tive tempo de falar nada, ele simplesmente me jogou contra o muro e me beijou.

Tentei empurrá-lo várias vezes, mas era sempre em vão, então fazer o quê? Tive que ceder aos seus lábios quente e deliciosos, nossas línguas travavam uma batalha feroz e não deixavam de explorar cada canto de nossa boca, sua mão passeava por todo o meu corpo com pura maestria, enquanto uma de minhas mãos ficava em seu pescoço o arranhando, a outra passava por todo o seu abdômen definido. No final tivemos que nos separar ofegantes, por causa da falta de ar, ele apenas deu um sorriso travesso e foi embora. Sério, eu realmente não entendo esse flamingo pervertido!

Entrei em casa, pude ouvir minha mãe falando alguma coisa da sala de estar, mas acabei a ignorando e fui para o meu quarto, precisava tomar um banho quente, para esquecer tudo isso que aconteceu hoje. Assim que cheguei no mesmo, fui direto para o banheiro e comecei a tirar minha roupa vagarosamente, percebi que ainda estava com a blusa de Natsu, a segurei em minhas mãos e aproximei mais o meu nariz, estava curiosa para saber qual era o seu cheiro, respirei bem fundo, o seu cheiro era gostoso e embriagante. Como pode ser aquele tipo de pessoa e ter um cheiro tão bom?

Fui para debaixo do chuveiro e deixei que a água quente leva-se meus pensamentos junto com ela, assim que terminei enrolei-me na minha toalha rosa e fui até o guarda-roupa, coloquei a roupa de baixo e peguei um short larguinho, que vinha até um pouco a cima do meio da minha coxa, uma blusa de alça também soltinha, que mesmo assim marcava minhas curvas e deixei meu cabelo solto, para poder secar.

Sentei-me na minha escrivaninha e comecei a estudar, por mais que não tivesse nenhum dever, porém sempre gosto de estar na frente. Uma hora depois mais ou menos parei e fui ler um livro. Fiquei um bom tempo deitada em minha cama de casal lendo, até minha mãe me chamar para poder jantar.

Quando cheguei na cozinha os pratos já estavam postos e meus pais sentados, apenas esperando-me estar junto deles. Sentei-me do lado esquerdo de meu pai, que me deu um pequeno afago no topo de minha cabeça e disse um: "Olá, minha querida!", enquanto minha mãe ficava de frente para mim.

Meu pai era um senhor de mais de quarenta anos, tinha cabelos dourados que nem eu, porém alguns fios grisalhos cismavam em aparecer em sua cabeça e bigode, também possuía os olhos na cor achocolatada, mas apresentavam cansaço pelo constante trabalho de todos os dias até tarde em seu escritório. Ele era um verdadeiro pai, me dava carinho, era rigoroso nas horas certas e sempre que podia passeava comigo, entretanto se algum garoto sonha-se em se aproximar pela minha pessoa, ele já teria dado algum jeito de afastá-lo.

Jantamos calmamente, vez e outra conversávamos sobre alguma coisa, mas rapidamente encerrávamos o assunto, principalmente, quando minha amada mãe perguntou se eu conheci algum garoto novo e se ele era legal, corei violentamente lembrando-me do meu beijo, quer dizer, dos meus beijos com o Natsu, enquanto meu pai fechou a cara na hora mandando falar de outra coisa, que não tivesse a palavra garoto e filha na mesma frase e minha mãe começasse a rir das nossas reações.

Após terminar de jantar, dei boa noite aos meus pais que me deram um beijo na testa e fui para meu quarto, escovei meus dentes e deitei-me na minha querida cama, rapidamente adormeci.

Abri os olhos, estava deitada na grama, perto de uma grande árvore. Sentei-me piscando algumas vezes, para que meus olhos se acostumassem com a claridade, olhei a minha volta percebendo que estava em um campo bem extenso, ao longe se encontrava grandes montanhas verdes, enquanto do meu lado direito um pouco mais abaixo do morrinho onde estava, podia ver um pequeno vilarejo e quase no final do mesmo um enorme castelo, com cinco torres, as quatro das pontas eram do mesmo tamanho e a que tinha no centro era mais alta e larga, com uma pequena bandeira em sua ponta, provavelmente era toda de pedra escura, mesmo que não desse para ver direito daqui.

Onde eu estou? Isso é um sonho?

Andei um pouco por aquele local, depois de alguns minutos avistei uma garota sentada em uma pedra cinzenta não muito grande. Seus cabelos eram dourados, igualzinho ao meu e também estavam presos num coque apertado, usava um longo vestido rodado, as alças caiam delicadamente um pouco abaixo de seu ombro, era rosa escuro e os poucos babados que possuía para dar alguns detalhes, eram de um rosa mais claro. Até que era bonito, mas nunca me atreveria a vestir um!

Aproximei-me mais dela, para que pudesse perguntar onde eu estava, porém no exato momento se levantou, começando a caminha em direção ao vilarejo. Resolvi seguí-la, talvez poderia perguntar à alguém que lugar era aquele e, porque eu também queria ver como era seu rosto.

Algum tempo depois, finalmente chegamos ao tal vilarejo. As casas eram velhas e a maioria delas eram feitas de madeira, havia pequenas mercearias e os homens andavam para lá e para cá carregando caixotes, enquanto as mulheres compravam alguma coisa para elas ou filhos, se vestiam iguais camponeses e por onde a moça passava faziam uma pequena vênia, entretanto a mesma apenas fazia gestos no intuito de que eles parassem de fazer aquilo.

Quem ela poderia ser para que estivessem se curvando pra ela? Provavelmente deve ser uma pessoa muito importante para eles.

Apertei o passo, para poder ver seu rosto e assim talvez descobrir o motivo daquilo tudo, porém alguém trombou com ela a derrubando. Sua roupa era velha e suja, a calça era pequena demais para aquela pessoa, a cor era de um marrom desbotado e em algumas partes haviam rasgos, a blusa era begê e larga, muito larga, o decote em "v" deixava a mostra boa parte do seu peitoral musculoso e na sua mão direita segurava uma pequena bolsa de couro.

Ele pediu desculpa e voltou a correr, olhei para trás dele descobrindo o motivo de estar correndo, guardas armados vinham correndo em sua direção. Olhei novamente para ele no intuito de ver seu rosto, porém vislumbrei apenas um borrão rosa, arregalei os olhos, pois conhecia aquela cabeleira rosa, só que era impossível ele estar ali.

Uma névoa branca e muito densa começou a aparecer, até que eu já estivesse totalmente envolta por ela e enxergasse apenas o branco e nada mais.

Agora eu me encontrava deitada em minha cama, tinha acabado de acordar com o despertador. Levantei-me e fiz toda a minha higiene matinal, logo em seguida coloquei a roupa de sempre para a escola.

Após pegar minha mochila, desci a escada sem pressa, quando cheguei na sala vejo uma linda cabeleira rosa. Ele estava sentado no meu sofá, assim que ouviu meus passos se virou para me olhar, com aqueles olhos penetrantes, se levantou e veio andando em minha direção vagarosamente, com as mãos nos bolsos da calça jeans e parou na minha frente, dando um belo sorriso, sem nenhuma malícia.

– Bom dia, meu amor! — Falou, pegando minha mão, depositando um beijo na mesma e logo em seguida me deu um abraço carinhoso. — Você está ainda mais linda hoje! — E me deu um selinho demorado.

Estava ouvindo um barulho muito irritante, até que finalmente abri os olhos. E dessa vez realmente me encontrava no meu quarto, olhei para o lado e vi meu despertador no criado mudo, indicando que já estava na hora de levantar e começar a me arrumar para a escola.

Sentei na minha cama, lembrando dos estranhos sonhos que tive nessa noite. Não entendi nada, muito menos o fato do Natsu estar nos dois, primeiramente ele nem deveria ter aparecido, pelo simples fato de eu odiá-lo. Mas o pior mesmo foi ter sonhado com ele na minha casa, me chamando de meu amor e ainda por cima me deu um selinho. Sério, como isso foi acontecer?
"A amizade é o conforto indescritível de nos sentirmos seguros com uma pessoa, sem ser preciso pesar o que se pensa, nem medir o que se diz."
(George Eliot)

Notas finais
LEIAM! Espero que tenham gostado :) A parte da pegação no portão a ideia foi da minha amiga, na verdade, poucos capítulos depois ela já queria botar hentai. Aí, eu falei pra ela ir com calma e que ela começou a ficar muito divertida, depois que começou a ler algumas fics de FT. Deixa eu fazer logo a pergunta. Bom... o natal está chegando - ainda está um pouquinho longe - e estou pensando em fazer um especial de natal, ainda não sei direito como fazer, mas tenho várias ideias. Então, vocês vão querer e quem vocês querem que esteja narrando nesse bônus? Por favor me respondam. Quero que os fantasminhas apareçam e também quero comentários. Até o próximo capítulo, meus lindo e lindas :D Beijos de morango!