Já estou me preparando para ir para o aeroporto de Guarulhos, mas ainda não sei que roupa eu vou. Já sei.\"\"

Quando eu estava saindo da minha casa todos o meu vizinho estava me esperando, quando eles me olharão ficarão tudo estranho quando me virão vestida da quele jeito rebelde, com um maquiagem forte, preta assim.

\"\"

Eu nem liguei fui e falei tchau para todos, fui e peguei um táxi.

Cheguei em L.A quase 3 da tarde, meu pai já esta me esperando no aeroporto, e desembarquei ele veio e me ajudo com a mala, eu nem queria ajuda dele, nos dois fomos ate carro sem ser fala, já la dentro do carro.

— Oi, nossa com você esta grande.-ele falo me olhando de sima a baixo.

— Nossa com você esta velho. — falei com a nova Roberta, não com a menina que sofreu muito na vida.

— Sua mãe não de deu educação? — ele falo com um cara de susto com que eu falei.

— Primeiro não fala da minha mãe. — falei com muito odeio no olhar, por ele não estado comigo e minha mãe.- Segundo ela deu, mas a vida tiro.

— Nossa não sabia que você sofre tanto assim.

— Você não sabe de nada.

— Me desculpa.- ele falo com um olha de choro.

— Me desculpa, por que? — eu estava me fazendo de burra, já sei por que ele esta pedindo perdão.

— Por não fica com você e sua mãe. — em todas as palavra que ele falo, ele choro.

— Aff nem começa a chora, eu prometi para mim que nunca mas vou chora.-falei olhando lá para fora.

— Nossa quando a sua mãe falo comigo pela ultima vez, ela não me falo que você estava assim.

— Quando a minha mãe estava viva eu me vestia como um patricinha.-falei dando um risada no quanto da boca.- Agora sou um nova Roberta.

— Por que? -ele paro e penso um pouco.- Você continua sento a Roberta patricinha?

— Por que, eu descobri que e a verdadeira Roberta hoje.

— Estamos perto da nossa casa.

— Você quiser disse, sua casa né.

-Não nossa casa.

— Sua mulher sabe de mim?

— Sim, claro eu falo tudo para ela.

— Até que você traio ela. — falei com um sorriso mal.- ou não?

— Claro que falei.

— Ata.

Nos dois saímos do carro, nos entramos na casa dele.

— Amor, nos chegamos.- ele chamo gritando.

— Peter, Philip seu pai chego.

— Como ser chama a sua mulher?

— Paula.

— Nossa você são a família do P.- falei e logo depois dei um risa.

- (Riso) Não, o Peter só tem o nome igual o meu.

- Cade o seu filhos?

- Seu irmãos. -falo olhando com um cara que manda em mim.- estão descendo a escada.

Nossa o Peter e lindo, e um moreno, baixo, o que deu para ver ele adora chapéu e óculos, tem olhos lindo, o sorriso dele mata qual quer menina.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.