Amor Entre Inimigos

4 Capítulo 4 Daisuke


Capitulo quatro Daisuke

No outro dia, estava tudo pronto. Ela se arrumou tomou café e foi para o aeroporto.

Seus pais a levaram estavam muito calados. Chegando lá, elas colocaram as malas de Mikaella no carrinho enquanto ela foi fazer o chequem. Mas sua mãe quebrou o silencio.

-Você não precisa ir, pode ficar em casa!_disse com a voz aflita e os olhos cheios de agonia.

-Não se preocupe, estará tudo bem._disse numa voz calma para tranquilizar sua mãe.

Mikaella olhos fixamente para a mãe. Era tão parecida fisicamente. Tinham os mesmos olhos verdes, seu cabelo sem tinta rosa claro era do mesmo loiro claríssimo e tinha a mesma altura. Mas sua mãe era muito serena e se preocupava com a família mesmo sendo ausente. Mikaella gostava de aventuras.

-Está bem, mas ligue tudo dia.

-Sim, sim. Ela deu um abraço nos dois e foi para o avião.

Mikaella nunca viajou sozinha, sempre estava com sua mãe ou Vanessa, mas gora estava a só poderia aproveitar.

No avião ela escutou música, dormiu e conversou com um garoto que estava ao seu lado. Fez três escalas, uma em Vancouver, uma na Califórnia e uma no Havaí. Quando chegou foi direto para o hotel. Demorou alguns dias para se acostumar com o fuso horário.

Mikaella foi a templos, vilarejos festivais, restaurantes e outros pontos turísticas com um guia que contratou. Em um sábado ela dispensou o guia e foi para um parque. Estava deitada na grama quando alguém disse:

-O tempo está muito bom para isso.

Ela abriu os olhos e se sentou. Havia um garoto ao seu lado. Mikaella já virá aquele garoto antes, em um vilarejo e um templo. Ela se lembra de ter achado muito bonito. Era alto, músculos magros, tinha a pele muito branca, traços típicos de um garoto do Japão, os olhos azul acinzentados e o cabelos preto cortado como um galã jovem de Hollywood. Parecia ter 18 anos.

-Tem razão.

-Meu nome é Daisuke Tamashiro. E o seu?

-Meu nome é Mikaella Foshi.

-Você quer sair comigo?

-Não sei, nos nem nos conhecemos!_disse Mikaella com a voz fraca, pois tinha medo de se envolver seriamente com outras pessoas por ser bruxa.

-Por isso mesmo, quero te conhecer!_disse intensamente e acrescentou:_Você é de outro Pais, deve ser muito interessante, não tenha medo.

-Está bem, me peque as 07h30min no hotel em que estou hospedada_disse entregando a ele um cartão e indo embora.

Eram 06h30min, Mikaella tinha acabado de tomar banho e estava se maquiando para seu encontro com o estranho garoto japonês. Ela não estava interessada em namorar nem nada disso, mas queria saber como é a vida de um japonês.

Ela não sabia como ir, então escolheu uma calça jeans preta, uma blusa de seda rosa bebé, uma sandália prata e uma bolsa preta. Ela estava em cima da hora quando penteou o cabelo, pegou sua bolsa e saiu.

Daisuke já estava na porta do hotel quando Mikaella saiu.

-Achei que você tinha desistido.

-Não, não desisti, vamos?

-Sim, sim. Eles entraram no carro de Daisuke e foram.

-Aonde vamos?_perguntou Mikaella

-Em um restaurante japonês aqui perto.

Ele parou o carro em uma vaga livre. Eles entraram e fizeram o pedido. Então começaram a conversar.

-Por que você me chamou para sair?

-Não sei, acho que foi pelo seu cabelo, ele é lindo. Mas estou curioso, de que cor é?-perguntou Daisuke.

-Loiro.

-Você tem quantos anos?_ pergunta Mikaella.

-Tenho 18, e você?

- Eu já imaginava isso, eu tenho 15 anos, e faço 16 anos em janeiro, dia 27!

-Que bom você não tem cara de ser japonesa, você é da América?

-Sim, sou canadense.

-Eu nunca fui ao Canadá. Talvez eu vá visita-la?

-Não vai dar, vou me mudar o Alasca em setembro!

-Que pena, eu adoraria visita-la no Canadá.

-É mesmo uma pena, mas mudando de assunto, o que você faz o que da vida?

-Eu sou órfão, meus pais morrem há dois anos, e me deixaram muito dinheiro. Eu tenho ações em empresas.

-Eu sinto muito!_ disse Mikaella cheia de culpa.

-Não fique assim, eu já superei isso, aprendi a ficar sozinho.

-Deve ser muito triste.

-Sim, mas você acaba se acostumando.

-E o que você faz da vida?

-Eu sou estudante. Em setembro eu vou fazer o segundo grau no Alasca.

-É serio?

-Sim, mas porque se admirou eu já disse isso!

-Eu sei, mas é estranho, você é muito nova para morar sozinha!

-Eu não vou mudar sozinha, vou morar na escola.

-Veja, o jantar chegou.

Mikaella começou a jantar e percebeu que Daisuke não estava comendo.

-Não vai comer?

-Estou sem fome.

-Está bem.

A noite passou voando, e de repente Mikaella estava na porta de seu hotel.

-Nossa a noite foi ótima! _disse Mikaella ficando vermelha de vergonha.

-Eu concordo. _disse Daisuke sorrindo e Acrescento _vejo você está semana?

-Talvez, eu vou embora na sexta-feira.

-Já! Está cedo!

-Não, estou aqui há dois semana, está que vez completa três.

-A tá, você vai direto para a casa?

-Não, vou para a Califórnia com Vanessa.

-Então ta, tchau. _disse Mikaella e se virou para entrar, mas Daisuke a segurou pelo braço. Ela se virou para pedir que ele a se solta, mas de repente ele lhe deu um abraço forte e um beijo carinhoso na testa, depois disso ele olhou nos olhos de Mikaella e disse “durma bem" se virou e foi embora.

Ela subiu para seu quarto meio tonta, ele é tão lindo que poderia ser um modelo. Aquela noite foi ótima e ela percebeu que estava gostando dele. “Não, não posso gostar dele”, mas no fundo ela sabia que era tarde.

Na semana seguinte ela se divertiu muito. Ele a levou para conhecer lugares incríveis e logo a sexta-feira chegou.

Daisuke a levou ao aeroporto, ele estava muito triste, parecia que iria para um enterro.

-Fique _ ­pediu Daisuke.

-Não posso Daisuke, Vanessa já esta me esperando.

-Não, se esqueça de mim. _disse Mikaella.

-Não se preocupe _disse Daisuke

-Já que não pode ficar leve duas coisas minhas com você.

-O que?

-Isso. _disse lhe dando um colar que parecia antigo.

-Que bonito _disse Mikaella

-Era da minha mãe.

-E o outro presente, o que é?

-É isso. _disse Daisuke lhe dando um beijo.

Mikaella retribuiu o beijo. Eles ficaram assim por vários minutos até que seu voo foi anunciado.

-Tenho que ir! _disse e foi pegar o avião deixando Daisuke para trás como se fosse um amor do Japão.