Notas iniciais
Boa leitura Notas finais importantes, não deixem de ler.

POV Edward

No dia seguinte a confusão na escola tudo estava normal. Parecia que aquilo nunca havia acontecido.

Ane estava elétrica, falava sem parar em como seria bom fazer amiguinhas novas e conhecer uma nova professora. Jane fazia par com ela sempre aumentando ainda mais a imaginação da criança dizendo coisas que ela poderia encontrar e conhecer na nova escola, inclusive algo que eu não gostei nada nada, que seria um namoradinho. Minha pequena riu envergonhada e não quis responder a isso o que me deixou ainda mais puto. Preferia que ela fizesse como muitas meninas nessa idade que tem ódio de todos os meninos, mas a minha princesa aparentemente não é assim.

O que me deixava ainda mais inconformado é que Bella se limitava a rir da situação, ela não parecia nem um pouco brava. Aparentemente eu fui voto vencido quando disse para Ane se manter longe dos garotos.

Depois de todo esse meu drama particular na hora do café da manhã Bella ligou para o trabalho informando que iria apenas trabalhar na parte da tarde pois tinha um compromisso inadiável e urgente durante a manhã. Ela havia conseguido marcar entrevistas em 4 escolas relativamente perto de onde ela morava. Então após deixar Ane na casa de Emmet , eu inda estava sem coragem de enfrentar meus pais então dei essa opção, nós seguimos rumo as entrevistas....

(...)

3 horas depois.

– Eu não acredito que todas essas escolas tem a mesma filosofia pedagoga!

Bella esbravejava ao meu lado no carro.

– Calma anjo. Podemos procurar outras. _ falei tentando acalmá-la.

– Edward ela não pode ficar muito tempo fora da escola ou isso pode prejudica-la quando ela for para a alfabetização no ano que vem. Sem contar que nós já fomos em todas as escolas desse bairro. Talvez tenha sido um erro tirá-la da escola. _ Bella disse essa última parte abafada devido a ter enterrado o rosto nas mãos.

Me aproximei dela puxando seu rosto e fazendo um carinho.

– Não foi um erro. Não vê como ela ficou feliz?

– Mas todas as escolas disseram que usariam da mesma metodologia com ela. No fim estaremos trocando 6 por meia dúzia.

– Bom, se formos colocar ela em uma dessas instituições pode até ser, mas pelo menos ela vai ter a chance de fazer novas amizades, só de não estudar junto aquela peste já vai ser muito bom Bella. Mas eu ainda acho que devemos continuar procurando.

Ela me deu um sorriso fraco.

– Obrigada por ficar me animando, mas eu não sei onde mais podemos procurar. Não tem outras escolas nesse bairro.

– Bom... _ eu comecei meio inseguro. _ Tem aquela que eu te mostrei ontem a noite pela internet. As propostas deles são bem interessantes e o lema você tem que concordar que é muito criativo. “ Onde transformamos seus problemas em força para lutar.”

– Você esta falando da escola “ Arca de Sonhos”?

– Essa mesma.

– Mas ela fica a três bairros daqui. Vai ser impossível para eu leva-la e busca-la todos os dias. _ ela gemeu a resposta.

– Olha, vamos fazer o seguinte. Nós vamos lá ver a instituição e se gostarmos nós pensamos no resto. Um passo de cada vez ok?

– Ok. _ ela respondeu mesmo desanimada.

Dei partida no carro e 20 minutos depois eu estava estacionando em frente a escola.

Bella entrou de braço dado comigo devido ao seu nervosismo. Ela não sabia se preferia gostar ou não da escola devido a distancia. Já eu tinha certeza que esse era o lugar perfeito. Desde que eu vi o anuncio sobre ela ontem a noite eu sentia que essa era a escola.

– Bom dia, em que posso ajuda-los? _ uma mulher de meia idade muito simpática nos recebeu na porta da escola.

– Bom dia, nós estamos procurando uma escola para minha sobrinha. Gostaríamos de saber se poderíamos fazer uma visita agora?

– Claro. Venham, vou leva-los até o diretor.

A mulher abriu o portão nos dando passagem e em seguida nos guiou por entre alguns prédios. A escola era enorme. Era do tipo que ia do pré escolar até ensino fundamental.

Toda a instalação por si só já impressionava, tudo muito limpo, organizado e amplo. Havia um lado todo arborizado e se eu não me engano havia até mesmo algo como uma grande horta por ali. Sem dúvida era um tipo de escola alternativa.

Depois de passar por mais ou menos uns 5 prédios chegamos a uma pequena construção, porém muito bonita onde havia uma grande placa informando que era a diretoria.

– Um minuto que irei falar com o diretor.

Agradecemos e nos sentamos em um banco que havia ali.

Assim que a mulher sumiu por uma porta me virei para Bella.

– O que achou do lugar?

– Sem dúvida é lindo. Muito bem cuidado. Mas o que realmente me preocupa é o método de ensino.

Eu já ia falar para ela o que eu achava quando a mulher voltou.

– Venham, o diretor vai lhes receber agora.

Seguimos a mulher até uma grande sala que apesar de ser a diretoria em nada lembrava isso. Parecia mais uma imensa biblioteca dos tipo de que tem em casa.

– Bom dia. _ um homem muito simpático nos recebeu do outro lado da mesa.

– Bom dia.

– Sou Aro Volturi o diretor e dono do colégio. Soube que estão querendo conhecer a minha escola. _ ele dizia sorridente.

– Sim, gostaríamos muito._ eu respondi animado.

– Fico feliz em saber. Venham, vou lhes mostrar o meu pequeno tesouro.

Então ele saiu dali conosco o seguindo e foi falando sobre cada pedacinho do lugar.

Tenho que admitir que embora eu não conhecesse muitas escolas aquela era diferente de tudo que eu já vi. Eles realmente eram empenhados em conquistar as crianças. Havia até mesmo um lugar em que havia alguns animais como aves, gatos, cães, furões e patos. Uma combinação estranha e eu não entendi por que eles tinham aquilo ali, mas o fato era que eles tinham. Depois de nos mostrar o último prédio nós voltamos lentamente até a sala da diretoria onde ele nos convidou a sentar e contar um pouco sobre o que nos levou ali e como era a criança que iria estudar ali.

Nessa hora Bella suspirou e passou a contar sobre todos os problemas que Ane enfrentava inclusiva os últimos acontecimentos escolares, claro, deixando de fora algumas partes sobre eu assustar crianças.

Se passaram uns 20 minutos com Bella falando e Aro ouvindo tudo atentamente. Ele não esboçava nenhuma reação, apenas se limitava a ouvir cada palavra atentamente. Quando por fim Bella acabou de contar tudo ele deu um grande suspiro parecendo desanimado.

– Infelizmente Senhora Swan mesmo que nós estejamos em um país de primeiro mundo a verdade é que nosso sistema educacional ainda é muito atrasado. Se confunde muito tradição com competência. Uma escola pode ter 200 anos de tradição e cometer os mesmos erros a 200 anos. Uma coisa nada tem haver com a outra. E aparentemente a maioria dos meus colegas não reconhece isso.

– Isso quer dizer que os seus métodos são diferentes? _ perguntei esperançoso.

Ele abriu um largo sorriso.

– Com certeza vocês não vão achar nada de tradicional em minha escola.

Os olhos de Bella brilharam nessa hora.

– Posso perguntar então o que a sua escola teria de oferecer de diferencial a minha filha? _ Bella perguntou cautelosa.

– Veja bem Isabella, o lema dessa instituição é exatamente transformar os problemas de cada um em uma força para enfrentar o futuro, ou seja, a vida. Nossa escola é uma escola normal, tem o mesma grade de ensinos e a mesma carga horária de qualquer outra escola. Mas nós nos especializamos particularmente em crianças digamos especiais.

– Que tipo de crianças especiais?_ perguntei.

– Todas Senhor Cullen. Autistas, crianças com distúrbios de aprendizado Crianças com problemas para controlar a raiva, crianças com depressão. E crianças como a sua sobrinha que devido a um trauma ou problema familiar não consegue se enquadrar em uma escola comum. Aqui nós mostramos a todos desde muito pequenos que ser diferente não é ser excluído, ao contrario, todos nós de um jeito ou outro temos sempre algo de diferente dos demais. Sejam problemas sejam deficiências. Aqui nós não admitimos nenhuma forma de Bulling ou mesmo uma implicância de menor porte. Nossas turmas nunca são maiores do que de 10 crianças para assim as professoras conseguirem monitorar uma por uma. Nós possuímos acompanhamento psicológico para todos uma vez por semana independente do aluno apresentar necessidade ou não. Se for o caso nós aumentamos esse acompanhamento para quantas vezes forem necessário. Também fazemos uma aula em especial duas vezes por semana. As crianças encaram como uma aula vaga onde podem conversar em grupo sobre a supervisão de um professor, mas na verdade é uma terapia em grupo onde cada um expõe como foi sua semana no lado bom e no ruim. Assim cada um vê que seja o que for ele não esta sozinho em seus problemas, assim como se houver algum problema em colegas essa terapia serve para resolver os conflitos e mostrar aos professores se eles precisam observar alguma situação mais de perto. Até mesmo nossos castigos são diferenciados. Em vez de trancar uma criança por uma hora ou minutos em uma sala fazendo dever nós damos como punição tarefas sociais, como cuidar de hortas, jardins ou animais. Depende da idade da criança. Também temos aqui como vocês viram alguns animais para ajudarem na socialização das crianças e alguns desses animais tem problemas físicos ou de saúde, eles servem para as crianças entendam que problemas sejam eles quais forem, até mesmo os físicos não diminuem a beleza das pessoas e animais. Nós trabalhamos a forma de socialização da criança em primeiro lugar antes de começar a trabalhar o ensino em si.

Eu não podia responder por Bella, mas eu já estava completamente apaixonado pela instituição. Se o homem falasse só mais um pouco era capaz de eu levantar a mão e me oferecer para trabalhar ali de graça pelo resto da vida. Era algo utópico o que ele fazia. Realmente nosso país precisava muito de escolas como essa.

– Então Ane não se sentiria deslocada aqui. _ Bella parecia refletir.

– Isabella, cada criança responde de uma forma diferente em um tempo diferente. Eu não posso lhe garantir que sua filha se adaptará desde o primeiro dia, mas posso lhe dar um exemplo como garantia. Jamais uma professora aqui iria pedir um trabalho de colagem com fotos de pai e mãe de cada aluno. O que ela iria fazer seria pedir para cada aluno trazer fotos de seus parentes mais próximos, parentes que os amam e os criam para assim os alunos exibirem com orgulho o que cada um tem de diferente e especial um do outro. Jamais o contrário.

Bella parecia quase incrédula.

– Difícil imaginar que havia uma forma de todo o sofrimento da minha filha ser evitado.

– Isabella, o que você precisa ter em mente é que Ane não é a exceção, ela é a regra.

Bella o olhou confusa assim como eu.

– Como assim?

Aro deu um sorriso taciturno antes de continuar.

– Imagine quantas crianças são filhos adotivos e passam por situações parecidas. Ou quantas crianças são órfãs de pai ou mãe. Ou quantas crianças são criadas por tios, tias ou avós. Algumas até mesmo por primos distantes. Algumas vagam de lar em lar até achar algum que realmente o aceite e alguns infelizmente nunca serão aceitos verdadeiramente até que atinjam a maioridade e possam cuidar de si mesmos. Ser criado por pai e mãe não é a regra. Nunca foi. Esse é um estereótipo criado pela sociedade hipócrita.

– Eu nunca havia pensado dessa forma._ Bella disse cabisbaixa.

– Talvez esteja na hora de começar a pensar. _ ele disse de forma carinhosa para ela. _ Bom, em todo caso, vocês tem mais alguma dúvida?

Bella já ia abrir a boca quando o telefone dele tocou.

– Bom, acho que é uma ligação que estou esperando. Eu vou atender em outra sala, fiquem a vontade que já volto.

Ele saiu apressadamente e eu me virei para Bella.

– É o lugar perfeito.

– Parece um sonho, mas ainda é muito distante. Eu teria que contratar um serviço de transporte e eu não gosto muito disso.

– Eu posso vir traze-la e busca-la todos os dias.

– Claro que não! _ Bella foi taxativa.

– Para de teimosia Bella. Eu quero fazer isso.

– Não posso atrapalhar sua vida desse jeito Edward. Não é o mesmo que vir a uma reunião ou outra.

– As vezes eu juro que queria te dar umas boas palmadas pelos absurdos que você fala. Vocês nunca vão me atrapalhar em nada! Eu estou me oferecendo por que eu quero fazer isso! Não fui eu quem deu a ideia de mudar a escola? Não fui eu quem insistiu em vir junto? Não fui eu quem deu a ideia dessa escola? O que mais preciso fazer para te mostrar que isso não é apenas uma ajuda? Eu realmente quero me envolver em tudo, incluindo levar e buscar da escola. _ eu dizia meio puto para ela.

Ela fechou os olhos parecendo lutar com algo dentro dela.

– Eu tenho medo de abusar de você, do seu amor por ela. Você não tem obrigação, você não é o pai....

A interrompi antes que ela completasse a frase.

– Sei que não sou, mas a amo como se fosse. Eu queria que fosse. _ falei pela primeira vez.

Vi os olhos de Bella ficarem marejados. Mas não pude dizer mais nada pois o diretor voltou a entrar na sala e vi Bella secando os olhos de forma disfarçada.

– Então? Vocês tem alguma pergunta?_ Aro perguntou.

Bella olhou para mim antes de responder.

– Posso matriculá-la agora?

(...)

No dia seguinte

Bella havia decidido que o melhor seria Ane começar o quanto antes no novo colégio para adiantar a sua adaptação. Desta forma ela iria hoje para a escola nova mesmo hoje sendo sexta feira.

Ane já estava usando o novo uniforme da escola e parecia inquieta para ir conhecer a escola nova.

– Ane tome seu café devagar. Vai engasgar filha.

– Eu quero acabar rápido para ir logo mamãe. _ ela respondeu ansiosa.

– A escola não vai fugir pequena. _ resolvi tentar ajudar.

– Mas se eu chegar cedo vou poder conhecer logo as minhas novas amigas.

Jane hoje não estava conosco. Havia dormido na casa do namorado, então era somente nós três no café da manhã.

– Eu sei que você esta ansiosa meu amor. Se lembra de tudo que a mamãe disse? De como essa escola tem algumas aulas diferentes?

– Hum hum, lembro sim mãe. Mas acho que vou gostar, ainda mais que tem bichinhos.

Ane havia amado a parte onde contamos que tinham diversos bichos no colégio. Ela havia ficado eufórica.

Quando finalmente acabamos de tomar nosso café Ane já estava sentada no sofá impaciente.

– Até que enfim. _ ela disse revirando os olhos.

– Meu deus, quanta impaciência! _ falei apertando o nariz dela.

– Anda tio, vamos logo.

– Vem cá meu amor? _ Bella pediu se abaixando ao lado dela. _ Tem certeza que tudo bem o seu tio te levar no seu primeiro dia?

Como Bella só havia trabalhado na parte da tarde ontem ela hoje tinha que chegar mais cedo para tentar compensar e como a escola era longe ela não poderia ir conosco nem mesmo por ser o primeiro dia.

– Tudo bem mamãe eu gostei que o tio Edward vai comigo._ ela disse sorrindo o que alegrou meu coração.

– Tudo bem então meu amor. Tenha um ótimo dia na escola tá?!

Bella encheu Ane de beijos e cosquinhas até finalmente a largou. Peguei as chaves do carro e minha carteira e chamei Ane para irmos. Quando estava abrindo a porta ouvi o celular de Bella tocando e não sei por que senti vontade de esperar ela atender para ver quem era.

– Vamos tio? _ Ane puxou minha blusa.

– Espera só um pouquinho linda. _ falei baixinho para ela.

Como Bella estava muito atrasada ela andava de um lado a outro pegando suas coisas e nem reparou que eu ainda estava na porta. Ela pegou o celular em cima da mesa sem nem olhar no visor quem era.

– Alô?

....

– Oi...... oi John._ ela parecia assustada.

Segurando minha raiva, mas também sabendo que eu não poderia ficar ali escondido ouvindo a conversa resolvi sair dali antes que perder o controle.

Tranquei a porta e levei Ane para o colégio. Durante todo o caminho tentei me distrair falando com minha pequena sobre o que ela achava que iria acontecer no seu primeiro dia e dessa forma o trajeto se passou bem rápido. Depois de entrar com ela e juntos sermos apresentados a sua nova professora eu pude sair tranquilo de que ela ficaria bem ali. A professora dela por coincidência seria a esposa do diretor. Sulpicia era o nome dela. Ela era de origem italiana e me pareceu uma senhora muito simpática.

Quando por fim estava de volta ao meu carro e dessa vez sozinho não pude evitar de sentir raiva por saber que aquele infeliz do John estava de volta atrás da minha Bella. Ele havia prometido a ela ficar longe dando um tempo a ela enquanto estivesse viajando. Se ele ligou era sinal de que estava de volta e já estava procurando por ela. Eu não sabia o que Bella tinha em mente. Sabia que ela era bastante teimosa ao ponto de querer voltar com ele apesar de tudo que aconteceu entre nós. Mas isso eu jamais aceitaria. De mãos atadas em relação a Bella e sem muitas opções optei por mais uma vez dar um golpe baixo porém necessário.

Peguei meu celular procurando o numero de Jane e ligando para ela em seguida. Ela atendeu nos primeiros toques.

– A que devo a honra da sua ligação major?

– Preciso de um favor seu Jane? _ falei inseguro.

Jane havia dito que estava do meu lado, eu só não sabia até que ponto.

– É só dizer.

– Quero o telefone do John.

A linha ficou em silencio por alguns segundos até que ela voltou a falar.

– John o namorado da Bella?

– Esse mesmo.

Percebi a indecisão dela ao ficar novamente em silencio até que ela respirou fundo e voltou a falar.

– Ok, você já provou que posso confiar em você. Vamos ver o que você vai aprontar agora. Anota aí......

Depois de anotar o numero e agradecer encerrei a chamada e disquei o numero da pessoa que eu menos queria falar agora, mas que era necessário.

Eu não podia negar que estava nervoso. Eu iria arriscar muito alto, mas era um risco necessário. Era o tipo de jogada onde é tudo ou nada. Não tem meio termo.

Respirei fundo e no lugar do homem apaixonado entrou um velho e conhecido Major Cullen, o homem que não temia nada e não aceitava nada a menos do que a vitória.

O celular tocou algumas vezes e quando a ligação estava quase para cair ele atendeu.

– Alo?

– Bom dia. Eu gostaria de falar com John. _ disse de forma direta.

– Sou eu mesmo. Quem fala?

– Olá John, já nos conhecemos. Sou Edward Cullen.

A ligação parecia ter ficado muda. Eu não ouvi nada por um tempo, até que ele pareceu ter desperto e um grunhido foi ouvido.

– Me lembro de você. O cunhado de Bella. _ ele deu ênfase na palavra._ O que você quer comigo?

Ignorei aquela pequena provocação por saber que ela nada mais era do que verdadeira e fui direto com o meu plano.

– Eu quero me encontrar com você para conversarmos.

Uma risada irônica foi ouvida.

– Não temos nada para conversar. Acabei de falar com Bella a instantes e ela se mostrou interessada em conversar comigo para nos acertarmos. _ trinquei os dentes por saber daquilo.

Bella realmente iria voltar com ele e isso quase me enlouqueceu.

– Dessa forma não vejo o que teríamos pra tratar.

– Eu acho que temos muito. Principalmente do seu interesse. _ joguei a isca.

– E o que seria? _ perguntou desconfiado.

– Por exemplo que Bella e eu passamos uma noite inteira no motel nos amando durante toda a madrugada e uma parte do dia. E também que a dois dias atrás eu lhe dei muito prazer em seu quarto. E claro não pode faltar o fato de que estamos morando juntos.

Continua...

Notas finais
Então meninas, gostaram? Como eu havia a vocês o nosso major não se importa de jogar sujo se com isso ele ganhar a Bella no final. Ele veio disposto a tudo e sabe exatamente quando fazer uma jogada. Bom, eu gostaria de dar um aviso a vocês. Como a maioria sabe eu estou sem internet em casa a quase um ano e dependia de vir em lan house para postar o que dificultava muito as coisas para mim que tenho 3 filhos pequenos em casa. Mas finalmente contratei ontem um novo serviço de banda larga e em menos de 9 dias estarei com internet em casa novamente com isso a próxima postagem agora de todas as minhas fics só virá quando eu já tiver com net em casa. Espero que entendam. Espero o review de vocês. Bjs