Notas iniciais
Bem, obrigada por estarem lendo! Ou pelo menos, acho que só tenho um leitor!
Aqui está o capítulo 6! Boa leitura...

No hospital...

- Atendam ela, ela acabou de ser atropelada! — Dizia o acastanhado, com a irmã Antônia, no colo. Os médicos a pegaram, e levaram ela para uma sala.

- Venha conosco. — Um dos médicos disse, Victor foi com ele. Chegaram a uma sala coletiva. Esperou bastante tempo, enquanto faziam uns exames. E enfaixavam o braço dela. Até que ela foi fazer uma radiografia. Eles depois vieram. — O osso do ombro dela trincou um pouco, mas ela está bem. Podem ir, já.

- Ta, obrigado. — Ele pegou na mão da Gemêa, e a foi levando para fora. Chegamos em um parque, e eu me sentei do lado dela, fazendo-a se sentar também. — É... Errr... Bem, Antônia. — Chamou. — Desculpa, pelo o que eu... — Revirou os olhos. — Tentei fazer.

- Tudo bem... — Antônia respondeu, meio tímida. Eles ficaram em silêncio, observando a noite vir.

- Antônia tenho que te falar.... Uma coisinha... — Falou Victor, coçando a cabeça.

- O que?

- E se... Eu dissesse que... Te amo? — Antônia riu um pouco, com as bochechas vermelhinhas.

- Eu diria que é normal, já que somos irmãos.

- Mas... E se não fosse desse jeito?

- Como assim, "desse jeito"?

- Não de um jeito fraternal... — Antônia ficou vermelha de novo. — Eu te amo... Como... Uma mulher.

- V-victor... Para de... F-falar... B-b-bobag-gens! — Ela saiu correndo, com o rosto inteiramente vermelho. Deixando o irmão para trás, com o rosto magoado.

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A loira sardenta chorava na cama, com o travesseiro enfiado em seu rosto pálido. Ainda se encontrava magoada por ter que ver Bruno sendo beijado por outra garota. A tal Marie.

- Um idiota! — Ela dizia a si mesma, mas ainda não se convencia disso. Ainda era apaixonada pelo moreno, e nada mudaria isso.

Então, escutou alguém bater na porta. Devia ser sua mãe... Ela suspirou, e limpou as lágrimas.

- Pode entrar. — Então, a porta se abriu, revelando outra loira, com aparência mais velha, e sardas igualmente debaixo dos olhos, como a filha. — Que que você quer mãe?

- O Bruno quer te ver filha.

- Não quero falar com ele...

- Já deixei ele entrar...

- Arrhh, ta... — Ela se sentou na cama, então, o moreno dos olhos amarronzados entrou em seu quarto, fechando a porta. — O que você quer, Bruno?

- Você. — Ele disse, se aproximando de Helena. A qual ficou olhando ele, triste.

- Você me magoou... — Helena se virou de costas para ele, ainda sentada na cama. O moreno a abraçou por trás, e lhe deu um beijo na cabeça. Ela derreteu...

- Me perdoa, Helena... — Ele sussurrou no ouvido dela, a fazendo estremecer. — Eu te amo... Muito. — Os dois se viraram um para o outro, acabando com o espaço entre os lábios dos dois. Permitindo um beijo carinhoso.

- Eu também te amo... Mas... — Helena disse, depois de se separarem. — Me prometa que nunca vai deixar Marie te beijar! — Bruno deu um raro sorriso.

- Claro que prometo.

Notas finais
Acho que esse ficou bom, comentem por favor, me deem opniões, criticas ou elogios, eu sempre aceitarei!
Até o proximo capítulo!