Amor E Ódio
3 Tedioso
Notas iniciais
Meus amores mudei de twitter, meu twitter agora é @_luluferreira , bjs e boa leitura
Cheguei em casa, meus avós tinha saído para dança como de costume, entrei, e fui direto para meu quarto procura alguma roupa que preste. Demorei um pouco, mas achei um vestido que nei sabia da sua existência, ajeitei a roupa em cima da cama, e fui para o banho.
Terminei o banho, coloquei a roupa, e quando estava terminando de coloca o sapato, notei o saco que havia ganhando mais cedo da minha ex-diretora, me aproximei, peguei o mesmo, e abrir, dentro tinha balas, e uma frase.
"Coisas inesperadas irão acontece, e você irá se surpreende"
–Que ótimo ela virou mãe de ná- eu falei sozinha, colocando o papel de volta na sacola, guardando a mesma no criado-mudo.
Terminei de me arrumar, e fui para rua espera a Luna, ela demorou tanto pra chega que pensei em desistir e ir dormi, quando estava quase indo fazer isso, escuto um buzina, seguido de um grito.
–Vamos logo vadia, se não você perde a hora e eu fico sem minha grana- era a Luna, ela gritou e praticamente todos da rua nós olharam.
–To indo Cafetona- eu falei sorrindo e entrei no carro.
Coloquei meu cinto e formos para balada, ela estava usando um vestido preto muito curto, sua maquiagem era bem carregada e brilhosa, e seu sapato era um salto meia pata azul belíssimo, o tecido parecia de cobra, estava vestida pra matar. Quando chegamos a balada, ela estacionou, saímos do carro, e entramos na balada, não estava muito movimentada, mais mesmo assim estava bem animada, formos direto para o bar, eu pedir vodka, e a Luna agua já que ela iria dirigir.
Later hours [...]
Eu já estava completamente bêbada, acho que não sabia nei meu nome, a Luna resolveu me levar embora, depois que eu fiz um mini-strip, para o pessoal que estava em uma mesa do lado da nossa. Ela foi o caminho me dando bronca, por que eu bebi demais, e que toda vez eu fazia, é confesso que ela estava certa, em toda balada, eu fazia strip, bebia demais, e ia para casa completamente acabada, cheguei na casa dos meus avós, entrei devagar para não acorda-los, mas eles já estavam acordados, eles estavam com uma cara muito brava, apenas sorri e me virei, para ir pro quarto.
–Volte aqui, agora- minha vó disse, me fazendo parar, e vira para olha-la
–Vamos ter uma conversinha- o meu avô disse
–Aff, tá- eu disse voltando, eu estava andando cambaleando.
–Não aguentamos mais! – minha avó disse olhando para mim séria- Você toda noite chega assim, bêbada, não sei que milagre não chegou com a policia hoje- ela disse rindo irônica
–Eu já falei que aquilo foi um mal entendido- eu disse sentando no sofá.
–Não quero sabe! Você beber, já se meteu com drogas, foram essas suas tatuagens, Já resolvemos o que vamos fazer, nós o chama....- meu avô iria conclui mais o interrompi
–Não, você não o chamou, né? – eu disse agora de pé.
–Desculpe, mas foi preciso- ele disse dando de ombros.
–Eu não acredito! Eu já sou maior de idade, posso fazer o que quero da minha vida- eu disse indo em direção ao meu quarto.
–VOCÊ MORA NA MINHA CASA E ESTÁ SOBE MINHA RESPONSABILIDADE. – Ele gritou .
–Você não podia ter chamado ele... –eu disse não acreditando
–Ele vem amanhã, e você vai morar com ele- ele disse por fim.
Estava tão puta que se eu ficasse lá, eu ia soca meu próprio meu tio, entrei no meu quarto furiosa, e fechei a porta com toda força... Eu não estava acreditando nisso, meu pai está vindo pra cá, e deve está uma fera, já que na última fez que fiz merda prometi não fazer mais, e ele disse que se eu fizesse iria tomar drásticas decisões, ótimo! Resolvi Toma um banho, para ir dormi, estava tão brava, que acho que o efeito da bebida havia passado, porém eu não fui dormi, peguei uma das garrafas de vodka que eu colocava debaixo da cama e comecei a beber, mais e mais, quando terminei a garrafa por inteira fui vencida pelo sono.
[....]
Acordei morrendo de dor de cabeça, já sabia até por que, notei que havia malas prontas no meu quarto, e uma muda de roupa minha em cima da cama, e logo me lembrei da minha conversa ontem com meu tio, percebi que o vidro de vodka não estava mais aonde eu deixei.
–Droga não era um sonho- eu disse sozinha, me levantado da cama.
Peguei a muda de roupa e fui para o banheiro toma banho, tomei uma ducha demorada, coloquei a roupa, sai do banheiro, peguei minhas malas fui para sala. Chegando na sala estava meu pai sentando no sofá com uma cara bem séria, e meus avôs estavam sentados do seu lado e parecia nervosos.
–Chegamos no apartamento vamos ter uma conversa séria Gabriela- meu pai disse se levantando e vindo pega minhas malas.
–Ok, senhor Ricardo- eu disse o olhando.
Vou dá um resumo do meu Pai : Meu pai era do tipo que não ligava muito para mim, não queria saber o que eu sentia, só queria mostra aos seus amigos o quanto sua filha era responsável, inteligente, e carismática, eu não errei em ter indo mora com ele, só que ele puxava muito no meu pé, enchia o saco, ele sempre me falava : “responsabilidade Gabriela, Responsabilidade” e quando voltei para o Brasil as coisas não foram assim, eu não queria sabe dessa palavra, de tanto que ela já me encheu os nervos quando eu era menor.
Formos o caminho em silêncio, coloquei meus lindos fones, e fiquei escutando música nas alturas, quando chegamos peguei minha mala, e subimos. Era um prédio grande tinha piscina, academia, play center, e várias outras coisas fúteis , pegamos o elevador e subimos, chegamos ao 13° andar, só existia dois apartamentos em cada andar. Entramos no apartamento que ficava no final do corredor e era enorme, e a mobília era elegante, e charmosa, e tinha um belo espaço para dá festa no apê, acho que vou gosta disso aqui.
–Gabriela- o meu pai disse fechando a porta e virando para me olhar-Minha filha o que aconteceu com você? – ele disse, seu olhar era incrédulo.
–Eu não vi necessidade alguma dos meus avós lhe chama- eu disse sentando no sofá e colocando os pés em cima de uma mesa que havia enfrente ao mesmo.
–Você chegou em casa com a policia, isso não é necessidade suficiente? Foram as outras coisas que fiquei sabendo- ele disse me olhando, e eu bufei, meus avós são muito fofoqueiros! — vou tomar drásticas decisões- ele disse.
–Ah vai me proibir de sair agora? – eu disse lhe olhando, e ele afirmou com a cabeça- Perai né?!-eu disse .
–Você vai ter que criar responsabilidade- ele disse aquela palavra chata- Você vai trabalhar na minha casa de show’s, e vai ter que se sustentar, para você morar aqui!- ele disse e se aproximou de mim
–Mentira né? – eu disse agora de pé
–Verdade! E nada de festa em dia de semana, e nada de tatuagens- ele disse puxando meu pulso aonde tinha uma tatuagem- quando você fez isso? – ele perguntou olhando a tatto
–Quando voltei pro Brasil- eu disse puxando meu pulso.
–Não acredito nisso! – ele disse – Estamos entendidos? Nada de festa em dia de semana, tatuagens, piercing’s! – ele disse olhando meu piercing no nariz. — Ah e suas garrafas de vodka foram confiscadas! Nada de Bebidas!- ele disse
–Você mexeu nas minhas coisas? Não acredito, só falta isso, não pode mais beber!- eu disse com raiva, ele não podia tirar minha vodka, era meu refugio.
Quando ele ia se pronuncia outra vez seu celular tocou, resolvi entra no primeiro quarto, e percebi que esse, séria o meu, tinha fotos minhas, e uma cama de solteiro com uma coberta rosa horrorosa, e cheios de ursos de pelúcias, que legal, além de ter regras, vou dormi no quarto que me dá nojo.
[....]
Não sabia que horas era só sei que meu pai me acordou, me dizendo que hoje era meu primeiro dia de trabalho, que ótimo. Levantei da cama com preguiça, tomei banho com preguiça, peguei uma roupa e fui come ainda com preguiça. Hoje séria um belo dia, se eu ficasse na cama, mas infeliz não poderei ficar na cama, fui para quarto, troca meus piercing’s, troquei o do nariz por um preto, o da cartilagem da orelha apenas olhei para vê ser permanência lá, e o da barriga, troquei por um não muito brilhoso, depois fiquei analisando o da minha língua, que eu terei que retira por um pedindo, que dizer uma ordem do meu pai. Falando nele, ele começou a me apressar dizendo que eu iria me atrasar e blá, blá, Peguei minha bolsa e formos para o carro.
Ele foi o caminho explicando como séria meu trabalho, e pelo jeito séria, tedioso e chato, eu iria ficar responsável, pela organização de show’s, ele era o dono do HSBC só que quem gerenciava era outra pessoa já que ele morava fora, mas enfim foram eu organiza os show’s eu terei que fazer todos os desejos do cantor, ou banda que fosse se apresenta no dia, como se já não bastasse eu não pode sair nei beber, terei que ser escrava de bandas.
Chegamos na merda do meu trabalho, ele estacionou, e entramos, todos nós olhavam, e algumas mulheres fofocavam, formos em direção a uma sala que ficava no final do corredor, na porta tinha o nome “Gerencia” meu pai mandou eu espera do lado de fora, então sentei no banco que tinha por lá, e fiquei a sua espera, ele não demorou muito só uma eternidade, quando finalmente saiu, ele saiu acompanhado de um cara de aparência velha e cansada.
–Você é a Gabriela?- ele disse estendendo sua mão- Prazer sou o Fábio.
–Prazer- eu disse apertando sua mão e dando um sorriso fechado.
–Bom, vou chama o Levi para lhe apresenta o HSBC e lhe mostra como funcionará as coisas- ele disse, pegando uma espécie de rádio que ficava preso a sua cintura.
–Então estou indo, preciso resolve uns problemas- meu pai disse olhando para o Fábio- Ah e Gabriela, Responsabilidade- ele disse me olhando, se ele soubesse o quanto odeio essa palavra ele nunca a pronunciava.
O Fábio falou algo que não entendi muito bem em uma espécie de rádio, e meu pai foi embora, e eu fiquei a espera do “Levi”, juntamente com o Fábio, não demorou muito para esse tal de Levi aparecer, e cai entre nós que Levi. Juro que não conseguia parar de fita-lo, ele era incrivelmente gostoso e lindo, eu sorrir maliciosamente, acho que irei gosta um pouco desse trabalho, ele me olhou e deu um leve sorriso sedutor.
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