Amor E Ódio
26 O Amor da minha vida é a razão da minha tristeza.
Notas iniciais
ME SIGAM NO TWITTER SUAS VIDOLITAS! É @_luluferreira e venham encher meu saco na minha ask linda *-*
Gabriela OFF
Pedro ON
Depois que a gabi me pegou no meu ato de carne fraca, ela começou a se altera e a discutir comigo, assim terminando comigo. Ela começou a correr e fui atrás dela. Vi ela atravessar a rua, e vi um carro se aproxima, gritei mas não deu tempo, o carro antigiu ela em cheio, fazendo a mesma cai no chão desmaiada. Desesperando corri até a mesma e ela sangrava muito. Eu pensava seriamente nos bebês e nela, vê-la assim fez meu coração doe muito.
-GABI FALA COMIGO, POR FAVOR MEU AMOR, FALA COMIGO- gritei segurando sua cabeça no meu colo- MEU AMOR, ME PERDOA FALA COMIGO, POR FAVOR- vi que sua pulsação estava cada vez mais devagar e comecei a grita para chamarem a ambulância.
Eu estava desesperado e a pessoa que atropelou a Gabi fugiu. Ligaram para ambulância que demorou a chega, e quando chegou, eles socorreram ela e eu fui na ambulância junto. Eu falava o tempo todo que ia ficar bem, e ela sairia bem dali, mesmo ela descordada eu falava. Chegamos ao hospital e logo levaram ela, fiz a sua ficha e avisei que ela estava grávida, então assim resolvi liga para o Thomas.
-Alô- ele disse um pouco sonolento.
-Thomas pelo amor de Deus, me ajuda- falei desesperado.
-O que foi cara?- ele respondeu rápido.
-A Gabi Thomas- respirei.
-O QUE TEM ELA? FALA LOGO!- ele gritou.
-Ela me viu com a Bruna e começou a discutir comigo, então ela ficou alterada e começou a corre no meio da rua, eu sai atrás dela, e ela atravessou a rua sem olha, vi que vinha um carro e quando gritei o carro atingiu ela Thomas, eu trouxe ela pro hospital, eu to desesperado, o que eu faço? — falei rápido.
-O QUE? COMO? – ele gritou – AONDE VOCÊ TÁ ?
Passei o endereço do Hospital e desliguei. Resolvi liga para minha mãe depois que tivesse noticiais. Liguei para o Lucas mas ele não atendeu então deixei uma mensagem na sua caixa postal. Demorou uns 5 minutos o Thomas chegou desesperado.
-CADÊ ELA PEDRO? CADÊ?- ele gritou correndo em minha direção.
-Eu não sei Thomas... eu to com medo, faz mais de 1 hora que ela entrou- abaixei a cabeça e ele sentou.
-O que aconteceu com ela? Eu não vou suporta se algo acontece a ela...- ele afagou o rosto nas mãos.
-Também não Thomas, vamos espera- coloquei a mão no seu ombro e apertei o mesmo.
Passaram mais horas e ninguém vinham nos informa sobre algo, eu estava desesperado, e o Thomas já havia sido medicado 3 vezes por conta dos seus desmaios e surtos. Eu estava com muito medo de perde-la, ela é muito importante para mim, e eu não vou me perdoa se algo lhe acontece.
-Vim assim que ouvi a sua mensagem cadê ela?- o Lucas entrou vindo em nossa direção, junto com o Pedro Lucas, a Larissa e a Bruna.
-Eu não sei cara, ainda não tive noticias- eu levantei e abracei o mesmo.
-Responsável pela Sra.Gabriela Merjan- um médico falou chamando a atenção de todos.
-Sim, sou- me aproximei- Como ela está doutor? Ela vai fica boa? E os bebês? –falei rápido.
-Uma pergunta de cada vez meu rapaz- ele me olhou- O acidente foi grave, e ela perdeu muito sangue, fizemos uma cirugia por conta da hemorragia interna que ela teve. Ela está desacordada... E os bebês- ele me olhou com um olhar triste.
-Não, não, não..- eu repeti para ele.
-Sinto muito meu rapaz, eles não resistiram, ela perdeu os bebês- ele falou e meu mundo desabou.
Eu não podia acreditar, meus filhos.. Comecei a chora desesperadamente, e logo a Larissa me abraçou. Eu estava acabado, arrasado, e me sentido culpado por sabe que isto tinha sido culpa minha. O doutor apertou meu ombro.
-Mas o estado dela é grave?- a Bruna perguntou.
-Ela bateu a cabeça quando caiu, e por conta de está grávida seu quadro era um pouco mais delicado... Ela está na UTI, não sabemos quando ela irá acorda... seu estado é muito grave.- ele disse- Bom eu preciso atende os outros pacientes, Com licença e Sinto muito- ele se retirou.
Sentei e pode notar o Thomas soluça baixinho. Meu coração partiu ao vê meu amigo daquele jeito, vê que perdi meus filhos, e poderia perde a mulher da minha vida. Eu estava em pedaços, coloquei minha mão no ombro do Thomas, e ele continuou a olha para baixo, eu sabia que ele estava chorando, eu nunca tinha visto ele assim, e aquilo doeu muito mesmo. O Lucas chorava ao canto abraçado a Bruna que consolava o mesmo falando que iria ficar tudo bem...
[...]
Havia passado duas semanas e nada dela melhora. O Thomas havia ganhando olheiras, e aparência cansada assim como eu e o Lucas. Eu não sai por nada daquele hospital. Minha mãe já sabia do ocorrido e sempre vinham sabe noticiais dela. A mãe dela também e quase me matou ao sabe o por que o acidente ocorreu. Confesso que me sentia um completo estupido, idiota, imbecil e todos os piores adjetivos do mundo.
Levei bronca da minha mãe, pai, irmã, sogra, melhor amigo, cunhada, da Luna que quase tentou de me matar diversas vezes, de todos. Mas mesmo assim a dor de vê que a Gabi ainda estava no hospital era maior e me possuía mais. Todos foram toma café e conseguiram arrastar o Thomas e Lucas. Menos eu, decidir ficar. Então eles foram e eu permaneci lá.
-Sr. Lanza- o doutor se aproximou.
-Sim- respondi levantando.
-Você já pode ir vê a paciente, ela foi transferida para o quarto, o quadro dela não é mais grave- ele disse e eu dei um sorriso fraco.
Levantei, troquei de roupa colocando uma roupa do hospital, e fui atrás do médico. Ele abriu uma porta e lá vi ela deitada, entrei e ele saiu. Duas semanas fizeram diferença no seu corpo. Sua pele estava branca, sua barriga já não existia mais, seus cabelos loiros estavam cacheados. Ela parecia um anjo dormindo. Sua testa havia pontos assim como em suas mãos, perna e coxas, seu braço estava com uma mangueirinha recebendo soro, e havia equipamentos ajudando na sua respiração. Havia arranhões pelo seu corpo, mesmo assim ela continuava linda. Aproximei-me ficando ao seu lado, e passei levemente minhas mãos no seu rosto.
-Que susto você me deu- continuei com o movimento- Pena que nossos filhos não existem mais...- falei baixo- Mas fica boa logo tá? Eu preciso de você, muito. Me desculpa por se um completo idiota, e imbecil a ponto de não percebe que minha vida é você... Eu sei que eu serei a ultima pessoa que você iria querer vê quando acorda, mas... só tem eu aqui, e eu precisava te vê- suspirei- Eu te amo tampinha- dei um beijo longo em sua testa e quando fui me afasta sinto ela segura minha mão.
-Pedro...- ela sussurrou baixinho- Pedro...- ela apertou levemente minhas mãos.
-Meu amor, finalmente você acordou...- lhe encarei sorrindo.
-O que aconteceu Pedro...- ela abriu os olhos me fazendo encarar seus olhos azuis tristes- Aonde estou?
-Você está no hospital Gabi.. não se lembra?- lhe fitei e alisei seu cabelo.
-Só me lembro de você com a Bruna... depois uma luz branca, e assim um preto dominando minha vista- ela soltou meu braço e levantou um pouco a cabeça- Meus filhos.. cadê? O que houve?- ela colocou a mão na barriga.
-Gabi..- suspirei pesadamente
-Cadê meus filhos Pedro? O que aconteceu?- ela começou a fica desesperada.
-Eles fizeram de tudo... mas eles não resistiram Gabi- lhe olhei triste.
-Não pode ser, não pode- ela me encarou- Isso foi culpa sua, SUA- ela começou a fica nervosa.
-Calma meu amor, calma- eu pedi segurando seu braço.
-ME SOLTA, ISSO É CULPA SUA, EU NUNCA VOU TE PERDOA NUNCA! SAI DAQUI, VAI EMBORA, NÃO QUERO MAIS OLHA NO SEU ROSTO,SAI DAQUI, SAI- ela começou a grita, e logo dois enfermeiros entraram no quarto segurando ela e eu me afastei- TIREM ELE DAQUI, SAI DAQUI, EU NUNCA MAIS QUERO OLHA NO SEU ROSTO, VOCÊ ACABOU COM MINHA VIDA, EU TE ODEIO PEDRO, TE ODEIO- ela gritou, então os enfermeiros lhe deram calmantes fortes , fazendo a mesma se acalma e fica sonolenta.
Resolvi sai e aquelas três palavras martelavam minha cabeça “Eu te odeio”. Eu sou mesmo um completo idiota. Fui para sala de espera e sentei, coloquei meus braços apoiados no meu joelho e abaixei segurando meu rosto com as mãos. A tristeza em mim era grande demais e dolorosa. Tudo aquilo havia sido minha culpa.
-Calma meu rapaz, ela ficará boa- um homem colocou o braço no meu ombro, me fazendo levanta o rosto para olha-lo. Ele tinha uma aparência velha, seus cabelos grisalhos e sua barba curta davam um aspecto de “relaxado” ele usava uma roupa branca, e na outra mão havia uma bengala- Calma, logo ela sairá dali e voltará para seus braços- ele me olhou sorrindo.
-Não- neguei com a cabeça- Ela nunca mais quer me vê, ela nunca mais será minha outra ve, ela me odeia, ela perdeu seus filhos por minha culpa, perdeu seus bens mais preciosos, ela nunca irá me perdoa...- falei e novamente abaixei a cabeça assim começando a chora.
-Meu rapaz. Sei que está sendo difícil, mas isso é só uma fase que estava te servindo com um aprendizado na sua vida. A dor e a culpa são dois sentimentos fortes e fácil de dominar o corpo, mas o amor e a sinceridade são maiores e tem o dom de vencer tudo isso. Ela só está nervosa com tudo isso, é algo novo, ela perdeu um bem precioso por ter pedido algo mais precioso ainda que era você. Ela te ama, e você a ama dá para vê em seu olhar isso transborda.. É uma questão de tempo nobre amigo, Tudo que é seu sempre voltar. Ela iria ter perdoa mais de tempo ao tempo, ela precisa disto, porém nesta fase dela ela precisará de você mais do que qualquer outra pessoa, ela não falara isso, mas sentira. – ele falou, e tudo fazia sentindo, era verdade eu amava, e ela me amava.
-Obr..- quando levantei a cabeça o homem já havia indo embora- Que estranho- enxuguei minhas lágrimas.
-Pedro alguma noticia?- o Thomas chegou desesperado e correndo.
-Boas. Ela já está no quarto, e não corre mais risco- vi abri um sorriso esperançoso nos seus lábios e ele me abraça fortemente.
-Eu preciso vê-la, será que posso?- ele me fitou.
-Pergunta ao médico, ele está atrás de você- ele olhou pra trás e viu o médico se aproximar.
-Doutor- ele o chamou- Será que eu posso vê a Gabi?- ele perguntou ao mesmo.
-Claro meu rapaz, mas ela deve está dormindo- ele olhou pro Thomas.
-Não tem problema, eu preciso vê-la- ele insistiu.
-Me acompanhe- ele disse e Thomas o seguiu.
Arrumei minhas coisas e resolvi ir pra casa, pega roupas para Gabi, acho que ela não iria recebe alta tão depressa e não iria ser livra de mim tão fácil.
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