Amor E Salvação.
3 (Des) Conhecido
Notas iniciais
Um (terno) Beijo...
Não podia evitar, seus olhos se perdiam naquele mar verde que os dela abrigavam, era engraçada, irreverente, uma garota diferente. Era exatamente isso que o havia encantado. Sua inteligência, perspicácia, era extremamente sexy. Ela parecia gostar de ouvi-lo falar, droga havia contado da cirurgia em seu ombro esquerdo, algo totalmente entediante, e ela mostrava-se interessada, fazia perguntas. Por momentos estiveram próximos de um beijo, mas ele tinha medo, não queria forçar a barra. Ela se aproximava cada vez mais, quando deu por si o rosto dela estava perigosamente próximo ao seu, não pode evitar, seus lábios colaram-se aos dela e se movimentavam devagar. Com cuidado acariciou os lábios dela com sua língua, e logo eles se abriam dando passagem, seus línguas agora travavam uma dança sensual. Era inebriante. Os dedos dela arranhavam sua nuca, e suas mãos brincavam em sua cintura, foi quando ouviram um grito, separaram-se rapidamente.
_Droga, parecia a Cassie. – ele disse praguejando.
_O que estamos esperando, vamos lá. – ela pegava sua mão e o puxava para dentro da casa.
A cena que encontraram o deixou totalmente em fúria, Bruna não parecia diferente. Min Ho agarrava Cassie pelos pulsos, a obrigando a olhar para ele, quanto essa gritava e esperneava, Dara parecia divertir-se com a situação, então Cass havia os pego no flagra.
_Solte ela Min Ho. – ele disse aproximando-se decidido.
_Se meta com seus assuntos Kiseop, isso é entre Cass e eu. – manchas roxas se formavam sobre os pulsos de sua amiga, ele podia ver, era o estopim, sem mais uma palavra acertou em cheio o rosto de Min Ho, este caiu surpreso no chão, Bruna abraçou Cassie que chorava baixo.
_É claro que é meu assunto seu idiota, o que você pensa que estava fazendo, olhe os pulsos dela. – chocado percebeu o olhar de Min Ho na pele da garota, ele parecia arrependido e começou a proferir desculpas.
_Vamos Kiseop, ela precisa ir para casa. – Bruna tentava empurrá-lo até a saída.
_Kiseop, eu juro, não foi... – Min Ho levantava-se, tentando em vão falar com o amigo.
_Quer saber Min Ho? Vá tomar no cú. – dizendo isso, segurou a mão de Bruna e enquanto ela segurava a mão de Cassie, e assim os três se foram, um trio que seria constante, e às vezes em quarteto.
Ódio
Estava compondo uma melodia qualquer quando ouviu o barulho do carro, podia ver a irmã despedir-se do garoto com um beijo. Afinal as coisas pareciam ir bem. Cinco minutos depois ela entrava na casa, contudo sua cara não era tão boa, parece que ela não queria encontrar-se com ele, algo havia acontecido.
_Como foi a festa? – ele perguntou sorrindo.
_Hum, boa. – ela encaminhava-se para a escada, mas ele a não deixaria escapar.
_O que aconteceu, Bruna? – ele disse segurando sua mão.
_Cassandra pegou seu namorado com outra garota, ele, ele a machucou Hoon... – ela não olhava em seus olhos.
_Aquele troglodita, nunca mudou, o que ele fez? – a voz dele era cortante como ferro, era isso que ela temia.
_Os pulsos dela, ele os segurou com força, queria obriga-la a ouvi-lo, foi... – ela suspirava pesadamente.
_Não esperava que ele fosse cometer a mesma idiotice de sempre. Como ela está? – ele parecia relaxar um pouco.
_Bem, Kiseop e eu a levamos pra casa, ele socou o Min Ho. – ela agora sorria.
_Ele subiu no meu conceito agora, acho que perdoo aquele beijo. – ele agora sorria para a irmã.
_Não foi só aquele. –ela disse travessa.
_Retiro o que eu disse. – ele agora gargalhava e bagunçava seus cabelos.
_Eu convidei Cassie para vir aqui em casa, amanhã, ela parece não ter amigas, e você sabe, amanhã é a abertura do Campeonato... – ela olhava incerta para ele.
_Tudo bem, farei algo, será que ela gosta de morangos?. – ele estava pensativo.
_Isso, disfarce seu animo em vê-la YeoHoonmin. – ela revirava os olhos de forma debochada.
_Devo ter aprendido com você. – ele agora já se encaminhava para a cozinha, faria uma torta de morango, com sorte, talvez conseguisse fazer com que ela dançasse, sentia saudades de ver seu corpo mover-se ao som das melodias, ele sentia que o vento soprava ao seu favor.
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