Notas iniciais
Geeeente! Mais um capítulo e bem louco. Depois do celular pela janela o que a Elesis irá aprontar??? XD Esperamos que gostem! Bjus! Boa Leitura ^-^

Ronan ficou surpreso com a pergunta da ruiva.

—Jin... Nosso amigo, sabe?

—Não! Ele é meu futuro marido! Ai Deus! Até aqui aquele crápula me persegue!

—Seu futuro o quê?! – Ronan levantou uma sobrancelha.

—É... Meu futuro marido.

—Desde quando?!

—Eu iria noivar com ele ontem, mas fugi.

—Hã?! Como assim o Jin e você?! Você... Jin... Casar... Eu... COMO VOCÊ VAI CASAR COM O JIN?! Vocês são amigos!

—Eu também não queria! Tá bom?! — Elesis respirou fundo — E não somos amigos!

—Então você escondeu isso esse tempo todo?!

—Esconder o quê? — A ruiva o olhou- Tá... Eu sabia que me casaria, mas ninguém da minha família me disse quem era. Ontem eu conheci o filho do Marquês, que é o Jin. Ruivo como eu, mas mesquinho toda vida. Ele me chamou de mal educada! E depois disso, eu falei que não casaria com ele e ele me desafiou, então eu fugi e acabei me acidentando, eu acho.

—Você e o Jin, noivos?!

—Ainda não é oficial, Ronan. Porque eu fugi. Não gostei dele. E não me casarei.

—Noivos?! – Ronan ainda não acreditava.

—É! És lesado para entender as coisas e fica repetindo a mesma coisa sempre!

—Eu não sou lerdo! Mais alguém sabia desse noivado?! — Ronan ainda não acreditava no que estava ouvindo — E ele não é filho do Marquês!

—É sim! E as meninas sabiam disso, só a Arme ficou animada. Aquela traidora!

—As meninas sabiam?!

—É! Bernard e Sieghart também. – Elesis falava na maior naturalidade.

—Até os professores?! Se depender até o Alado sabia e eu não!

—E por que se importa com isso? E sim, eu contei ao Alado quando fugi.

—Bem, pra começar sou seu amigo, acho que deveria me contar com quem você irá se casar. Até um cachorro sabia! E o Jin?! Logo ele?! Tipo... Vocês nem se combinam muito, tá?

—Eu também achei, mas não foi uma escolha minha. E, assim como ele, eu nem te conhecia!

—Claro que me conhecia! Estudamos juntos desde pequenos!

—Não estudei nada!

—Quer saber!? Estou farto da sua loucura!

—Loucura?! Eu vou me casar! Isso sim é louco! E nem o amo.

Ronan sorriu ao ouvir a última frase dita pela ruiva.

—Não o ama?

—Não! Eu fui prometida... – Elesis sentou-se na cama – Não quero ver o Jin.

—Ele é nosso amigo e seu futuro marido, acho que deveria vê-lo. – o azulado também se sentou na cama, bem na beiradinha.

—É... Terei que enfrentar isso.

—Pera... Você foi prometida? – Ronan a olhou.

—É... Meu pai, o Duque, deu minha mão para o filho do Marquês, mas é tudo para fins econômicos. O Marquês é dono de muitas fazendas, tem muitos dotes.

—Mas o Jin não é filho de nenhum Marquês...

—Seja lá filho de quem ele for, não quero me casar com ele.

—Também não quero que se case com o Jin... – soltou Ronan derrotado.

—Bem... Depois dessa só me resta um banho... – Elesis se levantou, com um semblante triste e foi até o armário.

—E eu vou ligar para as meninas e para o Jin! – o azulado falou o nome do ruivo entre os dentes.

Ronan se levantou e foi para a sala. Elesis ficou espantada com a bagunça e as roupas. Viu uma saia rodada, parecia de colegial, ela achou bonita e pegou, viu uma blusa simples preta e também pegou. Enquanto isso, Ronan ligava para as meninas.

—Arme? Estou atrapalhando?

Não, quem é?

—Sou eu, Ronan.

Ah! – o azulado afastou o telefone do ouvido depois do grito que a baixinha deu – A Elesis está com você?! Deixa eu falar com ela! Deixa!

—Calma! Ela não está aqui, está tomando... – Ronan parou de falar depois de ouvir um grito e parecia ser da ruiva – Eu vou desligar e já retorno.

Não! Pera, eu quero falar com a Elesis!

O menino pôs o telefone no gancho e foi até o quarto.

—Elesis? Tá tudo bem? – ele parou na porta.

—Não!

—O que houve? – Ronan gritava para a ruiva poder ouvi-lo.

—Esse banheiro é estranho! Não encontro a banheira!

Ronan deu um suspiro pesado, pensou que fosse algo mais grave, pôs a mão no rosto.

—Não tem banheira, porque você não gosta disso. É só ligar o chuveiro! Desaprendeu a fazer isso?! – o azulado gritou um tanto impaciente.

—Nunca soube ligar um veiro! Eu sempre tomei banho de banheira.

—É CHUVEIRO! CHU mais VEIRO! CHUVEIRO, entendeu?!

—Para de gritar e vem ajudar-me logo!

—Ai! Dei-me paciência, Senhor!

Ronan caminhou até a porta do banheiro e bateu.

—Você está vestida?

—Não! Só um instante.

—Tá... – o azulado ficou meio sem jeito de estar naquela situação.

Elesis se enrolou na toalha e mandou Ronan entrar. Ele hesitou um pouco, fechou os olhos e entrou.

—O que você quer? – o azulado continuou com os olhos fechados.

—Quero tomar banho. – a ruiva riu do jeito que Ronan estava.

O menino caminhou até o box, mas bateu no vidro, pois ainda estava com os olhos fechados.

—Ai seu tonto! Abre os olhos!

—Não! Você está... de... toalha.

—Eu sei... Não é muito educado da sua parte me ver assim. Mas na rua, as mulheres andavam quase despidas! E você olhava para elas sem preocupação.

—Não! E elas não andam despidas, tá?

—Sei...

—É... – Ronan abriu o box e ligou o chuveiro, seu rosto estava vermelho da cor do cabelo da ruiva – Pronto! Viu?! Não tem nada de mais.

—Que tipo de magia você usou?

—Não usei magia, só liguei o chuveiro. – o azulado permanecia de costas para Elesis. – Que coisa! Você cisma que tudo é magia!

—A água está saindo dessa coisinha branca.

—Eu não vou falar mais nada, apenas entre e tome seu banho!

—Ok... É só você sair do banheiro.

—Já estou fazendo isso, tá? – Ronan permaneceu com os olhos fechados e saiu.

—Ai, ai... Esse garoto é muito estranho. – Elesis encarou mais uma vez o tal chuveiro e entrou.

Ronan tornou a ligar para as meninas.

—Arme.

Ronan! Você me deixou falando sozinha!

—Desculpa, é que a Elesis não está muito bem...

Aconteceu alguma coisa?— a loira entrou na conversa.

—Lire?

Você está no viva-voz. – disse a baixinha – Mas como a Elesis está?

—Estranha... Acho que a pancada foi forte.

Mas ela vai ficar bem, né?— perguntou Lire.

—Acho que sim...

Eu liguei para o seu celular, não me atendeu por quê?!— gritou a baixinha.

—Bem... Eu havia deixado o celular no silencioso, então quando senti vibrar você já havia desligado, e depois eu dei pra Elesis e ela o tacou pela janela. Foi isso que aconteceu.

—A Elesis fez o quê?!

—É... Não precisam se preocupar ou lamentar o triste fim do meu celular, comprarei outro.

Estava mesmo precisando... – Lire e Arme riram.

—Enfim, tenho que desligar, tenho medo do que aquela louca pode fazer.

Bem... Ela jogou seu celular da janela... A situação está mesmo crítica. Depois passaremos aí, tá?

—Sim.

Já estão na casa dela?

—Sim, ela recebeu alta hoje e eu a trouxe.

Ela se esqueceu de que mora no nono andar e que a altura é grande da janela dela até o chão? — Brincou Lire.

—Parece que sim... Ela me fez subir de escadas! Ela ficou com medo do elevador!

Elesis com medo de elevador?!— as duas meninas ficaram espantadas.

—É... Aconteceram outras coisas, mas depois eu conto. E vocês também terão que me dizer umas coisinhas.

Nós?!

—Sim... E o traidor do Jin também!

O que aconteceu, Ronan? — Indagou Arme.

O azulado ia falar, mas ouviu novamente a ruiva gritar, desta vez, o chamando.

—Depois nos falamos.

Pera! Ronan! Pode tratando de...

O menino desligou o telefone e foi para o quarto.

—O que foi dessa vez, Elesis?!

—Vem aqui!

—Você já se vestiu? Já tomou seu banho?

—Sim.

—Tá...

Ronan andou até a porta e bateu.

—Entra.

Ele entrou e viu a ruiva sentada no vaso sanitário, com a tampa fechada, é claro.

—O que foi?

—O que é isso? – Elesis apontou para o chuveirinho.

—Há o chuveiro e esse é o chuveirinho.

—Ele banha tanto quanto o chuveiro?

—É... Sendo que sai menos água e você precisa abrir o registro.

—Hum... parece ser como uma mini cachoeira.

—É quase isso. – Ronan permaneceu parado na porta. – Para quem não conhece muito de moda, escolheu bem as roupas.

—Obrigado. – a ruiva foi até o box e pegou o chuveirinho — O que eu tenho que fazer para ligar?

—Liga o registro e puxa a pontinha. Mas pra que você quer...? — Suspirou — Deixa pra lá...

—Tá... – a ruiva apontou na direção do menino, que não se importou, já que não ia molhá-lo, a menos que ela tirasse o encaixe do chuveirinho e... – Não sai!

—Puxa devagar, senão... – Ronan apenas sentiu um jato de água indo a sua direção.

—Desculpa...

—Tem como abaixar o caninho? Tá me molhando ainda.

—Tá... – Elesis abaixou o chuveirinho e fechou o registro – Desculpa mais uma vez, não queria molhar sua roupa, nem sabia que a água saia forte desse caninho.

—É... – Ronan encarou sua roupa toda molhada e bufou, torceu a blusa e saiu do banheiro. – Depois será você quem irá secar o banheiro, tá?

—Pode deixar...

Elesis também saiu, estava se sentindo culpada.

—Olha, eu sinto muito... Eu...

—Tudo bem... Tá calor mesmo. – disse o azulado ainda torcendo a blusa, molhando o quarto todo, o mesmo não se importou.

—Quer uma roupa?

—Acha mesmo que usarei uma roupa sua, tá de sacanagem né?

—Então tira essa molhada!

—Por quê?

—Quando ficar gripado, não reclama.

—A culpa foi sua!

—Agora você me culpa? E o “tudo bem”?

—É que você me estressa!

—Eu?! Eu não lhe estresso nada! Eu quem deveria estar estressada com vossa pessoa! Estou num lugar estranho, com roupas estranhas, com um garoto irritante e impaciente! Sem esquecer que você insiste que eu me encontre com meu futuro marido!

—Ah! Eu sou impaciente?! Pelo menos não escondo dos amigos que irei me casar!

—Acho que nenhuma dama com plena consciência se casaria com você!

—Eu... eu... Ah! Você vai se casar com o Jin! Então eu acho que posso me casar também! Mas o que eu estou falando?! — Ronan parou um momento – Eu não me casaria, pois ainda sou jovem e não amo ninguém!

—Ah! Então vai jogar na minha cara que estou me casando sem amar?

—É fato! Você mesma falou isso! E está se casando pelo dinheiro também!

—Como tem coragem de falar isso?! Eu não estou me casando pelo dinheiro!

—Ah não! – disse Ronan ironicamente – São pelos dotes!

—Aaah! Você me estressa!

—Não! Você quem me estressa!

Os dois ficaram em silêncio, um de costas para o outro.

—Estamos parecendo duas crianças... – o azulado riu.

—É...

—Já que você está de banho tomado e eu, parcialmente, também, vou ligar para as meninas mais uma vez e manda-las vir. Ok?

—Sim! Não vejo a hora de ver minhas amas.

—Amigas.

—Que seja. Quando chamo de amiga, reclamam... Quando chamo de amas, reclamam também. — Eles os murmurava.

Os dois foram para a sala.

—Ah! – Elesis olhou para algo.

—O que foi?

—O que é isso? – Elesis apontou para a TV.

—É uma televisão.

—E o que ela faz.

—Bem... Ela passa programas, mas você não gosta muito, só liga mesmo para ver filmes.

—Hum... Filmes...

—É... Mas eu não vou ligar, é capaz de você falar que foi algum tipo de magia.

—Impaciente...

—Eu não estou a fim de te explicar tudo.

—Tá bom! E o que é isso? – a ruiva apontou para outro aparelho.

—É um Home Theater.

—Um Home... home... O que?

—Home Theater. — Ronan riu.

—Isso! O que faz?

—Muitas coisas, tem como você ouvir música, rádio, assistir filme. Tem entrada para USB e... Você nem sabe o que é isso, então deixa pra lá. Mais algum coisa?

—Sim. – Elesis andou até uma mesinha ao lado do sofá, onde se encontrava o telefone – O que é isso?

—É um abajur. Um abajur moderno, você não gosta muito de coisas antigas.

—Bem, eu venho de uma época que não tem nada disso. Isso faz o que? Esse biju.

—A-BA-JUR! Entendeu? Abajur! Ele ilumina, como a luz.

—Hum... Vocês não usam fogo para iluminar?

—Não. Só quando falta luz, usamos velas.

—Ah! De noite?

—Não, de noite tem luz, é quando tem apagão e tal. Mas muitos usam lanterna também e eu acho que estou falando grego com você, porque você não deve estar entendo nada.

—É...

Elesis caminhou até a varanda e ficou boquiaberta.

—Uau! É muito alto. E olha a vista daqui!

Ronan se aproximou dela, ficou debruçado no corrimão.

—Você precisa ver no pôr-do-sol.

—Lá na mansão, eu, Lire e Arme sentávamos no gramado e observávamos tanto o nascer quanto o pôr dele.

—Elesis... – Ronan a olhou – Você vai mesmo se casar?

—Infelizmente... Não posso ser contra meus pais, mesmo querendo.

—Hm... Ronan abaixou o rosto, fitando a rua.

—E o seu celular? Dá pra ver daqui? – a ruiva mudou de assunto.

—Não. Provavelmente ele se quebrou todo. Foi meu cartão de memória, o chip, a bateria... Tudinho.

—Quando você for comprar um novo, quero ir com você.

—Não sei se é uma boa ideia.

—É claro que é! Preciso conhecer mais dessa cidade estranha.

—Ainda acho uma péssima ideia.

—As meninas já estão vindo?

—Ah é! Eu ainda não liguei.

O azulado ligou novamente para Arme.

—Oi...

Seu maluco! Desliga mais uma vez na minha cara e você é um homem morto!

—Depois da sua ameaça eu nunca mais te ligo.

Sem graça, e então? A Elesis está aí?

—Sim. Vou chama-la. Pera...

! – Arme ficou toda eufórica.

—Elesis! Arme e a Lire querem falar com você.

—Onde elas estão? – a ruiva se aproximou.

—Aqui. – Ronan deu o telefone para ela.

—O QUE VOCÊ FEZ COM AS MINHAS AMAS?! TIRE-AS DESSA CAIXA PRETA COM NÚMEROS!!

—Elas são suas amigas! E elas não estão dentro dessa caixa... Telefone! Até eu estou errando! Isso é contagioso, sabia?

—Eu não sei de nada, meu bem! Só quero que as tire daqui!

Gente! Tá tudo bem?— perguntou Lire do outro lado da linha.

—Meu bem? Não me chame de “meu bem”! Chame o Jin assim quando se casarem! – Ronan se estressou.

—Não começa com esse assunto!

Ronan! Elesis!! O que está acontecendo? — dessa vez Arme quem gritou.

—Meninas?! São vocês?! – Elesis olhou para o telefone.

—Não olhe, põe no ouvido.

—Então foi assim que elas vieram parar dentro disso?

—O quê?

—Meninas! Não coloquem essa caixa preta no ouvido!

Hã? — Arme não entendeu.

—Elesis, para de ser louca! E me dá isso aqui!

—Não! – a ruiva deu um passo para trás.

Elesis, já estamos indo aí, você não está bem!— Arme falou um tanto preocupada.

—Tá bom. – Elesis tacou o telefone no chão e acabou caindo no pé no azulado.

—Ai! Por que fez isso?! – Ronan pôs a mão no pé e o massageou.

—As meninas precisam sair daí. Então joguei no chão. Não queria que elas caíssem em cima de mim. Foi sem querer.

Ronan arregalou os olhos ao ouvir aquilo.

—Isso é um telefone, sua louca! Elas não sairiam daqui do aparelho! De onde você tirou essa ideia?!

—Sei lá, é tudo estranho, não duvido de muita coisa e ela disse que já estava vindo. A água saiu daquela coisa branca...

—Chuveiro!

—Tanto faz. E elas falaram que estavam vindo, pensei que fossem surgir desses buraquinhos.

—Elas vão sair da faculdade e virão pra cá. E não precisava atingir meu pé! E esses buraquinhos são apenas para sair o som!

—Você está de sapato, então não reclama. E não grita comigo!

—Estou de tênis, mas você jogou com força!

—Tá bom, desculpa...

—Tudo bem, as meninas daqui a pouco estarão aí, ficaram preocupadas, com certeza, com o seu escândalo.

—Não vejo a hora, elas poderão esclarecer-me algumas coisas.

—É... E sobre o seu suposto noivado... Vou ligar para aquele traidor do Jin!

—Tu falas com o Jin?

—Claro! Mas ele verá só uma coisa!

—O que irá fazer?

—Nada. Só irei tirar algumas satisfações.

—Deveria empunhar a espada e lutar bravamente.

—Tá doida, você?

—Mas não é assim que vocês tiram satisfações? – Elesis perguntou um tanto indignada.

—Claro que não! Tá, tem pessoas que usam arma pior, mas não é assim. Só conversamos.

—Isso não é lutar bravamente. Isso é coisa de quem não tem coragem de enfrentar um homem!

—... – Ronan ficou boquiaberto com aquilo – Elesis, está me chamando de covarde?!

—Sim!

—Você joga meu celular para um voo em queda livre, fala que vai casar com o Jin, me molha todo, joga o telefone no meu pé, fala que tudo é bruxaria e me chama de covarde?!

—Eu não entendi muito o começo, mas o final é verdade! – a ruiva cruzou os braços.

—Acho que vou ligar para um psiquiatra. Mas não será pra você, será para mim.

Ronan sentou-se no sofá, estava sem reação com aquilo tudo. Logo um silêncio mortal pairou na sala, mas foi quebrado com batidas na porta.

—Elesis! Ronan! Chegamos!

Notas finais
Iasmym: O que ela vai fazer com o Jin??? Ç.Ç Mary: Para de drama ¬¬ Iasmym: Mas... Mary: Liga não gente, ela é muito dramática u.u Então? O que Lire e Arme irão fazer quando virem o estado de Elesis? =D Até o próximo capítulo gente! Bjus!^-^