Amor Do Contra
9 Capitulo 8 – Então isso que é amor?
Notas iniciais
Espero que gostem!!
Depois de um tempo lembrei que tínhamos que encontrar a galera no “Club”, então o puxei para que saíssemos, estava indo em direção ao meu carro, mais ele me impediu me guiando até sua moto, ele me entregou um capacete e subiu na moto, eu montei atrás dele e o abracei firme por trás, tirei uma boa casquinha da situação, pois cada momento em contato com o corpo dele me fazia pegar fogo.
Passamos uma noite bem divertida com a galera, dançamos bastante e eu não desgrudei nenhum minuto dele, a gente mal se falou tudo o que tinha que ser dito era entendido por troca de olhares e beijos, durante muitas vezes a noite eu tive que ir ao banheiro para me refrescar um pouco, pois estava impossível manter o controle quando agente estava junto, e pra minha felicidade, ele também teve que sentar várias vezes pra disfarçar as ereções que eu causava nele, agente não ficou muito tempo lá, estava lotado demais, eu queria privacidade. Ele me levou de volta pra casa.
(Mô) – Dc você quer entrar um pouco? – eu estava parada na frente da porta meio entreaberta, desejava com todas as células do meu corpo que ele dissesse sim.
(DC) – Não- baixei a cabeça meio tristonha, estava virando para entrar, mas ele segurou meu queixo e me deu um selinho – Eu quero ficar pra sempre.
Ele me beijou intensamente me guiando pra dentro de casa, eu virei sem nos soltar e fechei a porta com o pé, ele me encostou contra parede e começou a beijar meu pescoço dando mordidas, eu aproveitei pra morder sua orelha, beijar seu pescoço e sentir aquele cheiro de homem delicioso, ele encaixou sua perna entre as minhas nos aproximando mais, senti seu membro pressionar minha coxa, aquilo fez com que as mesmas começassem a umedecer, dei um impulso e enrosquei as duas pernas em sua cintura ele me pressionava cada vez mais contra a parede, e agora o seu membro estava quase em contato direto com meu ponto de prazer que acumulava todo o calor do momento e ficava cada vez mais molhado.
Eu coloquei a mão por baixo de sua camisa arranhando levemente suas costas, ele colocou sua mão por dentro da minha blusa levando sua mão vagarosamente até meu seio aquele contato me fez soltar dele, ele me olhou muito vermelho.
(DC) – Mônica me desculpa, eu passei dos limites, eu sei me perdoa a partir de hoje serei mais cavalheiro – ele era tão lindo, abri um sorriso...
(Mô) – Não é isso seu bobo, é que eu nem sei o que a gente é um do outro ainda – estava com vergonha de dizer a verdade. “Eu sou virgem panaca, não tenho a mínima ideia de como fazer isso”.
(DC) – Desculpe, eu deveria ter feito isso mais cedo, mas você me deixa louco – ele se ajoelhou e tirou uma caixinha do bolso – Mônica Souza, você aceita namorar comigo? – abriu a caixinha tinha duas alianças, eu sorri, ele levantou olhando profundamente em meus olhos – Quer ser a senhora Do Contra?
(Mô) – Nossa mais é muito cedo pra isso não acha – fiz uma cara meio boba, ele não entendeu – É claro que eu aceito, é a coisa que eu mais quero.
Ele me deu um beijo e depois, pois uma aliança no meu dedo e a outra no dedo dele. Voltamos a nos beijar.
Sentia-me muito bem quando estava com ele, a gente se entendia muito bem, nossas conversas sempre eram longas e interessantes, na maioria das vezes que nos víamos nós ficávamos deitados juntinhos conversando e trocando carícias, e todas as vezes que as coisas começavam a esquentar, ele se afastava dizendo que me respeitava e que iria esperar o momento certo.
Estávamos quase no fim do ano letivo, as provas tinham passado e agora ia só quem queria, eu ia e saia sempre mais cedo.
Era 7:00h eu estava me arrumando pra ir pra faculdade quando o meu celular tocou.
(DC) – Mô, você tá ocupada agora? – era ele, mesmo que eu tivesse, nunca dispensaria mais um tempo junto de meu namorado gostosão.
(Mô) – Claro que não, por quê?
(DC) – Estou passando ai na sua casa pra te pegar então.
(Mô) – Espera! Mais aonde nós vamos?
(DC) – Surpresa! – e desligou o telefone.
Eu corri para o guarda roupa tentando achar uma roupa bem linda é sexy pra provoca-lo bastante, coloquei uma bata de alcinha, uma saia bem e uma bota preta meio cano, quando terminei de me maquiar ouvi passos na sala, era ele, todo lindo com um short jeans mostrando aquelas batatas da perna deliciosas, uma camiseta polo preta e seu inseparável all star. Ele me olhou com um ar de felicidade e me agarrou pela cintura me dando um beijo e sussurrando em meu ouvido:
(DC) – Tá muito gostosa – senti meu rosto queimar, retribui o elogio dando uma mordida em seu queixo.
(Mô) – Você também tá um gato.
Ele me levou até a antiga pracinha, onde brincávamos quando crianças. Guiou-me pra perto de uma arvore e lá estendeu uma toalha, ele se sentou e eu me sentei me escorando em seus braços, ele me abraçava forte, eu olhava para a pracinha e lembrava quando era pequenina, de que mesmo com todos os meninos, tirando o DC, me aporrinhando o tempo todo, eu me divertia muito brincando com a turma, era um lugar especial, eu o beijei e agradeci.
(Mô) – Obrigado por fazer cada minuto com você um momento especial, Dc você é perfeito sabia disso? – ele me olhava atentamente – Nunca senti o que sinto por você, eu preciso de você cada dia mais, e espero realmente que isso seja recíproco pelo menos um pouco, eu demorei demais pra notar você – fiquei meio triste com esse pensamento, abaixei a cabeça – por um tempo achei que nunca teria a chance de ter você como meu namorado.
(DC) – Olha Mô, eu não vou mentir você demorou mesmo – e deu o sorriso – por um momento eu achei que iria virar um velho solteirão, que teve só uma paixão a vida inteira – segurou o meu rosto e me deu um selinho – Mas vamos dizer que foi um tempo bem gasto esse, pra você viver sua história com o Cebola, e para que eu percebesse que ninguém no mundo pode substituir você no meu coração.
Aquilo fez lágrimas descerem do meu rosto, eu tinha o homem perfeito em meus braços e nunca mais iria solta-lo. Me joguei em cima dele, fazendo o deitar no chão, e beijando-o, até que senti algo gelado pousar em meu braço, começara a chover, por alguns minutos não ligamos e continuamos nos beijando, mas quando a chuva ficou mais forte corremos até a moto e fomos para a casa dele que era mais perto dali.
Quando chegamos na casa dele, eu estava completamente encharcada, ele foi buscar duas toalhas, e quando voltou tinha tirado a camisa me entregou uma toalha e colocou outra envolta do pescoço.
Aquele garoto não tinha ideia de quanto me deixava acessa, só de olhar aquele corpo malhado eu não me segurei soltei a toalha e agarrei seu pescoço o beijando como com todo o calor do meu corpo, ele me rodou e me encostou na parede, eu arranhava suas costas com uma mão e puxava seu cabelo com a outra, aquilo o fez gemer, e eu adorei ouvir aquele som, ele para retribuir o favor apertou e puxou levemente a minha bunda, o que me fez gemer de prazer, mesmo ainda molhada de chuva sentia como se estivesse no meio do fogo, estava quente demais, o afastei um pouco e tirei minha blusa, ele me olhou com satisfação, mas eu o puxei de volta para que nossas bocas se juntassem permitindo nossas línguas a fazer os seus movimentos.
Ele colocou a mão no meu peito por cima de meu sutien, mas eu queria mais e pra demonstrar, deslizei uma das mãos para dentro do seu short massageando seu membro muito rígido por cima da cueca, aquilo o fez urrar de prazer, o que me satisfazia ainda mais. Ele colocou a mão por dentro do meu sutien apertando meu mamilo suavemente e massageando circularmente, eu gemi seu nome, ele pareceu perder a cabeça com aquilo, segurou firme uma de minhas coxas me fazendo levanta-la e enrosca-la em sua cintura, eu apertava seu membro por cima do pano, o que o fez jogar a cabeça pra traz me dando todo acesso a seu pescoço ondei eu beijei, mordi e lambi a vontade, ele colocou uma das mãos por baixo da minha saia, e começou a brincar com a minha calcinha, aquilo me fazia querer mais e mais, necessitava do contato, aquela área estava molhada e tomada pelo calor do momento.
Perdi a cabeça com aquela expectativa e coloquei minha mão pra dentro de sua boxe, segurei firme seu membro, e aquele contato o fez rugir de prazer, de um jeito que eu adorava, ele por sua vez colocou seus dedos pra dentro do pano de minha calcinha e começou a penetrar o meu ponto sensível de maneira que me fez gritar, sentia aquela área cada vez mais úmida com o contado dos dedos dele, enquanto isso eu comecei um movimento de vai e vem apertando aquele membro que só me fazia ficar mais excitada, ele jogou a cabeça pra trás mais uma vez gemendo, aproveitei pra começar a beija-lo começando de seu abdômen passando por seu pescoço, sua orelha, mordendo seu queixo até chegar em sua boca aonde nos beijamos de forma erótica, mordendo um os lábios dos outros, quando paramos um pouco para buscar ar, ele cochichou no meu ouvido.
(DC) – Amor assim você me mata – eu tinha parado um pouco os movimentos com a mão no seu membro porque o que ele fazia com o meu ponto de prazer me deixava sem ação, eu senti uma explosão de êxtase dentro de mim, eu tinha chegado ao ápice em seus dedos, ele os tirou de lá ajeitando minha calcinha e os levou até a boca e mais uma vez sussurrou em meu ouvido – Você é maravilhosa, tudo em você é perfeito – como aquele homem conseguia ser romântico num momento tão sexy como esse.
Ele me abraçou forte sem nenhuma intenção de continuar com aquela loucura carnal, fiz um biquinho quando ele se afastou e pegou uma camisa que estava jogada no sofá, vestindo-a em mim, e me beijou na testa.
(Dc) – Não precisamos apressar as coisas, temos todo o tempo do mundo – ele sorriu daquele jeito que deixava minhas pernas frouxas.
(Mô) – Mas... – ele não me deixou terminar de falar, me deu um selinho e me puxou pra deitar abraçadinha com ele no sofá.
(Dc) — Minha linda, o meu prazer é te dar prazer – sussurrou em meu ouvido.
Ele com certeza era o homem perfeito pra mim, que me entende mesmo sem dizer uma única palavra, e eu o amava demais e tudo o que eu queria era fazê-lo sentir do mesmo jeito que eu me sentia quando estava com ele “como um céu de ano novo, cheio de explosões de alegria”, mas eu tinha muito medo de fazer aquilo... Sexo, até da palavra eu fujo, sempre ouvi atentamente as histórias das minhas amigas que não tinham nenhum tipo de medo com esse assunto, mas eu só ouvia, era uma mera expectadora de seus feitos não tinha nenhum tipo de experiência no negocio, e o DC, bem ele é homem, e que homem, com certeza já tinha feito isso, várias vezes, de diferentes jeitos e pior com diferentes garotas, provavelmente uma mais bonita que a outra, e se eu não fosse boa nesse negócio, se eu errasse algum movimento, se não for o bastante, ele sempre sabia o que fazer e a hora certa, sempre tinha o controle da situação, eu também não estava acostumada a alguém me dar as ordens, eu sempre fui de ter atitude a agora parecia uma menininha perto dele, um cara completo. Nunca tinha me sentido tão insegura quando estava com o Toni, muito menos com o Cebola.
Notas finais
já estou escrevendo o próximo capitulo.
Se quiserem dar opiniões, deem reviews.
Se quiserem alguma pista do que eu já escrevi, deem reviews.
Se quiserem apenas me xingar, deem reviews.
Mas se quiserem me elogiar, pode dar reviews também.
Eu amo os reviews que vocês deixam, fico super feliz quando leio o que vocês me escrevem.
=)
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