Amor Do Contra

14 Capitulo 13 – É só te ver pra enlouquecer


Notas iniciais
Hey minhas lindas e meus lindos como estão ??
Demorei um pouco né? Desculpe eu fiquei meio ocupada e quando tive tempo acabei me distraindo com uma história muito boa que me foi indicada.
Espero que gostem.
Aaah antes que eu esqueça
Lfanfics, Kimihiro, Amannda, Fabbe Sanders e Elly Chan sejam bem vindas suas Lindas.
Téeh você sabe que eu te adoro né.
=)

Ele estava dormindo tranquilamente, eu acordei e fiquei olhando aquele homem do meu lado, estar com ele me fazia perder a cabeça, deixava de ser forte e independente, pra ser dependente dele era como um vicio, o melhor de todos, estava feliz por ter resolvido as coisas com ele, de um jeito muito diferente, mas ter resolvido era o suficiente, mais ainda por ter tido minha primeira vez com ele, meu coração batia acelerado e nos meus lábios formavam-se um sorriso quando me peguei lembrando dessa noite.

Ele acordou e passou a mão delicadamente em meus cabelos, eu me virei e o beijei.

(Mô) – Bom dia Dc! Eu vou tomar um banho tudo bem? – me agarrei ao lençol e fui me levantando.

(Dc) – Bom dia Linda – ele me puxou de volta para seus braços – primeiro um beijo, de verdade.

(Mô) – Claro!

Trocamos não um, mais vários beijos apaixonados. Levantei-me, dessa vez sem o lençol e fui para o banheiro tomar um banho, depois que eu já estava dentro do Box, ele entrou para escovar os dentes e logo saiu.

Quando sai me enrolei em uma toalha e notei que ele tinha deixado algo no espelho.

Te amo

(Mô) – Ah, que lindo meu amor! – fiquei que nem uma boba olhando para aquela mensagem.

Fui até o quarto ver que roupa tinha sobrado inteira que eu pudesse usar. Vi que minha calcinha já era e meu vestido não dava pra usar, pois estava molhado.

Peguei uma camisa que não estivesse jogada no chão e vesti, não estava nada bonita.

Fui até a cozinha, e ele estava lá apenas com sua boxe branca fazendo café. Ele sorriu assim que entrei, agarrando-me pela cintura me levantando um pouco do chão e me beijando.

(DC) – Coisa linda – me deu uma mordida no queixo e me soltou.

(Mô) – Larga a mão de ser mentiroso, estou uma bagunça isso sim.

Dei um tapinha em seu ombro, e tomei um gole do café que estava em sua mão.

Ele pegou a caneca e colocou em cima da pia, me agarrou, aparentemente queria mais daquilo que tínhamos experimentado a noite, pois o nosso amigo já estava bem ereto, ele me beijou apaixonadamente, mas se afastou ao ouvir alguém tocar a campainha.

Era cedo, ele me olhava não tinha ideia de quem era e nem eu, ele me puxou e fomos até a porta ver quem era pelo olho mágico.

Ele viu, me olhou e fez uma cara meio confusa, eu fui ver quem era, quando identifiquei o ser que havia interrompido aquele momento tão especial, empurrei o DC de maneira que ficasse atrás da porta, e a abri.

(Dani) – DC eu... O que você tá fazendo aqui garota? – que menina abusada, fiquei com vontade de meter a mão nela, mas me contive. – Cadê o DC?

(Mô) – Eu estou na casa do MEU namorado, e onde ele está não é da sua conta. – ela me olhou constatando o obvio, “Que eu e o Dc tínhamos transado aquela noite”.

(Dani) – A! Que coisa mais linda, como foi brincar com um brinquedo que foi meu primeiro? – ela me perguntou em deboche, eu fiquei vermelha de raiva e quis avançar nela, mas o DC evitou.

(DC) – Daniela vai embora, eu já disse pra você parar de me encher. – ele me segurava extremamente forte enquanto eu tentava picar a cara daquela idiota

(Dani) – Acho melhor você controlar o seu cãozinho meu amor, senão ele vai acabar te mordendo, eu vou, mas quando precisar sabe onde me encontrar. – ela se virou e o DC fechou a porta me soltando.

Eu estava com muito ódio, queria picar aquela garota, comecei a ir em direção ao quarto, sei lá porque, mas estava tão possessa que nem sabia mais o que estava fazendo.

(DC) – Onde você pensa que vai? – ele me agarrou pela cintura, me fazendo ir ao seu encontro.

(Mô) – Não sei – ele sorriu, eu o olhei furiosamente, mas ele me beijou, fazendo me agarrar a ele.

(DC) – Ainda com vontade de ir a lugar nenhum? – ele me apertava pela cintura, e tinha cortado o beijo pelo meio, me fazendo ficar no vácuo.

(Mô) – Não... – Disse soltando um longo suspiro, eu queria passar a tarde toda com ele. – mas quero moer aquela vadia.

(DC) – Deixa pra lá, agora vem aqui, — ele me puxou pra mais um beijo. Mas o afastei.

(Mô) – Não DC sério, — ele me olhou surpreso, — não vou ficar aceitando provocação dela quieta.

(DC) – Esquece Mônica é dor de cotovelo depois passa e ela deixa a gente em paz.

(Mô) – Você acha mesmo. – olhei pra ele em deboche. – faz meses que vocês terminaram e ela ainda tá no seu pé.

(DC) – É que eu sou irresistível. – ele riu, mas eu fechei a cara. – Vai dizer que é mentira. – ele passou a boca pelo meu pescoço me fazendo amolecer.

(Mô) – Não Do Contra, você não é irresistível. – o afastei e ele me olhou com cara de cachorrinho sem dono. – e para de me olhar assim, é golpe baixo.

(DC) – Então vem cá. – ele pegou minhas mãos, e posicionou em seus ombros, — está vendo isso aqui, — ele começou a passar minha mão pelo abdômen sarado que eu tanto gostava, e repousou minhas mãos em seu bumbum, me fazendo corar. – É TUDO seu meu amor, mais de ninguém.

(Mô) – Ai Dc, — eu estava corada mas feliz, ele me segurava firme pela cintura enquanto meus olhos olhavam fixamente os seus, pensamentos vieram a tona. Tínhamos alguns assuntos para resolver. – Vem cá, — eu o puxei para sentar no sofá.

(DC) – O que foi meu amor, — ele sentou e me puxou para seu colo.

(Mô) – A gente tem que conversar, sobre ontem, as brigas, colocar em pratos limpos, — ele me olhou confuso, eu dei um suspiro, — eu queria pedir desculpa por desconfiar de você.

(DC) – Ei esquece isso tá bom, — senti lágrimas se formarem nos meus olhos ao pensar que poderia ter perdido o homem da minha vida, — não chora Mô, o passado passou, o importante é que estamos juntos e bem não é?

(Mô) – Eu sei Dc, mas só de pensar que por minha causa a gente ficou tanto tempo longe, — ele beijou meu rosto, e eu soltei mais um suspiro longo encostando minha cabeça em seu ombro, — e pior pensar que eu poderia ter te perdido pra sempre. – ai não deu pra segurar eu desatei a chorar, e ele me abraçou forte.

(DC) – Vamos esquecer isso tudo bem, — ele secou minha lágrimas e me segurou de modo que eu pudesse encarar seus olhos, — mas preciso que me prometa uma coisa.

(Mô) – Tudo bem, — eu respirei fundo, aquele homem não existia tão lindo tão compreensivo perfeito.

(DC) – Quero que você nunca mais fuja de mim, se tiver um problema converse comigo ai a gente se resolve ok? – eu sorri e ele me deu um selinho.

(Mô) – É claro, — Ele me puxou espremendo meu corpo no seu, envolvendo num beijo quente.

As coisas estavam esquentando, eu já estava deitada no sofá com ele por cima e a camisa que eu usava já jogada em algum canto do cômodo, eu me deliciava acariciando aquele abdômen forte e definido e arranhando suas costas enquanto ele beijava toda a extensão do meu corpo.

(DC) – Não faz isso que assim você me deixa doido, — ele sussurrou em meu ouvido.

(Mô) – Eu não estou fazendo nada, — dei um sorriso malicioso, e ele tomou meus lábios mais uma vez.

(DC) – Nossa, mas você já ficou viciada nisso, — ele perguntou enquanto eu brincava com o elástico de sua box.

(Mô) – Não eu fiquei viciada em você, — ele riu e eu ri junto.

(DC) — Pera ai que barulho é esse? – ele se afastou e eu também ouvi um barulho do lado de fora da casa.

(Mô) – Não sei amor, acho que é alguma coisa lá fora. – ele se levantou e fitou a porta.

(DC) — Espera que eu vou ver o que aconteceu, — ele pegou uma das milhares de camisas que estavam jogadas pelo chão da casa, e foi em direção da porta.

(Mô) – Cuidado!

Foi de repente, o barulho ficou mais forte, era o barulho de um carro acelerando, quando o DC chegou perto da porta o que aconteceu me deixou atônita, com um estrondo desesperador um fox vermelho entrou pela parede da casa derrubando tudo e atropelando o Do Contra.

Ele foi arremessado contra a parede oposta da sala enquanto eu olhava aquela cena inacreditável, foi difícil processar o que tinha acontecido, mas quando consegui me mover, fui correndo até o meu DC pra tentar acudi-lo.

(Mô) – DC olha pra mim, — eu segurava seu rosto desacordo, não conseguia conter minhas lágrimas.

(Mô) – Vamos Do Contra acorda, — eu já estava alterada, ouvia pessoas que estavam na rua se aproximando, o barulho de um carro de policia e de uma ambulância, mas não importava se o DC não acordasse eu morreria junto com ele.

(Mô) – Mauricio, por favor, fala comigo, — eu chorava desesperadamente, alguém me segurou pelos ombros tentando me afastar, mas eu me mantive firme.

Os paramédicos invadiram a sala e foram direto pra ele o deitaram numa maca e o levaram eu fui atrás desesperada.

Já dentro da ambulância os paramédicos tentavam fazer com que ele acordasse e cuidavam das cortes espalhados por seu corpo, eu chorava descontroladamente.


Notas finais
E ai o que acharam??? deixem reviews e reclamem.
=)