Amor Desejado
35 Capítulo 35
Notas iniciais
Fazia uma semana que Bella já havia terminado as suas provas, a barriga de sete meses estava pesando, mas ela adorava, estava se sentindo linda. E Edward era o principal responsável pela autoestima em alta da esposa, pois ele a adorava, a todo momento dizia o quanto ela estava linda, charmosa e sexy. Ela até se sentia sexy, porém já não andava mais com muita disposição para sexo e Edward entendia, então estavam em um momento “curtindo o barrigão”. Como já era dezembro, a casa já estava sendo decorada para o natal, o quarto dos bebês já estava pronto, decidiram preparar a suíte que havia ao lado da deles.
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No guarda roupas já tinham muitas peças de roupinhas e sapatinhos. Eles amavam visitar o quarto dos filhos e ficar sonhando com suas chegadas.
Bella pediu a Edward que a levasse ao shopping, para comparar os presentes de Natal. Ela queria se adiantar, pois Drª Leah avisou que sua gravidez poderia adiantar, pois os bebês estavam bem grandinhos e era normal em caso de gêmeos o parto acontecer antes. Então deveriam estar alertas a todo momento.
–Ed, acho que já compramos tudo, vamos lanchar por aqui mesmo? –Bella perguntou. Ela se sentia cansada e percebia os bebezinhos muito agitados apesar da falta de espaço que eles tinham. Na última consulta que fizeram, a médica avisou que os bebês já estavam encaixados e que provavelmente, não virariam mais.
–Ótima ideia amor. Vem gatinha vamos nos sentar naquela mesa ali. –Edward falou indicando uma mesa que estava acabando de ser limpa.
–Podemos ocupar essa mesa? –Edward perguntou a jovem senhora que passava álcool na superfície.
–Oh sim, fiquem a vontade. Que barriga linda, já está nos dias? –a senhora perguntou.
–Não, ainda estou de sete meses, é que são dois. –Bella falou sorridente.
–Gêmeos? Ah que lindo, olha, não quero te deixar preocupada, mas sua barriga está baixa, não vai demorar muito não, fique atenda e sempre acompanhada. –a senhora falou com humildade e um doce sorriso.
–Minha médica avisou que pode ser a qualquer hora, estamos aguardando ansiosos. –Bella falou sorridente.
–Bom, boa noite e que Deus te dê um bom parto. –a senhora desejou e foi saindo.
–Amém. –Bella e Edward falaram juntos.
–O que vai querer amor, vou pedir. –Ele falou.
–Quero uma torta de frango e coca-cola. –ela falou salivando, durante a gravidez toda, a única coisa que ela desejou comer foi torta de frango, não deu trabalho ao marido.
–Não acha que está tarde para comer torta, não prefere uma salada? –ele perguntou e Bella o olhou com uma cara tão feia, que ele saiu rapidinho sem esperar resposta.
Edward a acompanhou na torta, que estava deliciosa e depois foram para casa. Tomaram um banho, Edward conversou com os bebês, enquanto passava óleo no barrigão de Bella, se deitaram e dormiram abraçados de conchinha.
De madrugada Bella acordou sentindo um desconforto e foi até o banheiro.
–Não acredito que aquela torta me fez mal! –ela falou sozinha, sentada na privada. Fez xixi e percebeu que não iria fazer mais nada, voltou para o quarto, mas o sono foi embora. Sentou-se na poltrona de seu quarto, observou o lindo homem que dormia tranquilamente em sua cama e sorriu. Que sorte tinha por Edward tê-la olhado e se apaixonado. Ele era o homem mais bonito que ela já tinha visto, tão cuidadoso, apaixonado e todo dela, sorriu com esse pensamento. Resolveu ler um pouco, pegou um livro que Edward vinha lendo e começou a folhear, sentiu novamente o desconforto em sua barriga, pensou em ir até o banheiro, mas resolveu ficar sentada quietinha e esperar para ver se sentia de novo. E sentiu, quinze minutos depois sentiu uma dorzinha e decidiu chamar Edward.
–Ed, amor. –ela chamou apenas uma vez e ele já abriu os olhos a observando um pouco confuso.
–Tudo bem amor? –ele perguntou olhando do rosto para a barriga dela.
–Não sei, pode ser alarme falso, mas acho que senti uma dorzinha. –ela falou calma.
–Vou ligar para Leah e para a mamãe. Precisa de alguma coisa? –ele perguntou um pouco agitado.
–Faça as ligações, depois me ajude a me vestir e pegue a bolsa dos bebês. –ela falou tranquila e foi para o banheiro tomar um banho rápido.
Edward ligou para a médica e para sua mãe. Foi ao banheiro e ajudou Bella a se enxugar e se vestir. Logo Esme e Carlisle apareceram e ajudaram Edward com as bolsas, o carro já estava na entrada da casa, Edward foi atrás com Bella e os pais na frente. Assim que chegaram, foram direto para a sala de exames e foi constatado que os bebês nasceriam mesmo e que não demoraria, a bolsa já havia se rompido, eles estavam encaixados e empurrando, o parto teria que ser normal, não dava mais para fazer cesariana. Esme ligou para os amigos do casal, que logo chegaram entusiasmados. As dores se intensificaram e Bella foi levada para a sala de partos, Edward a acompanhou apavorado, mas disfarçava para não deixar a esposa nervosa.
–Bella eles querem sair, não faça força para não se cansar, quando eu avisar que é a hora, aí sim faça força. –Bella assentiu e Edward beijou o rosto dela.
–Dói amor... –Bella falou murmurando e soltou um gemido doído e rouco.
–Vai acabar logo amor, logo vamos ter nossos filhinhos aqui. –ele falou com o coração feliz pela chegada dos bebês, mas abatido por ver a esposa sofrendo, queria poder fazer aquele sofrimento passar rápido.
–Agora Bella, faça força. –a médica falou e sorriu vendo uma cabecinha apontar.
–A contração vai voltar logo, faça força. –ela falou e Bella já sentiu a dor voltando e forçou. Foi muito rápido e logo a sala foi invadida por um chorinho forte.
–Olha mamãe e papai, o Antony chegou. Vem papai cortar o cordão. –ela chamou e Edward deu um selinho em Bella, foi e cortou o cordão umbilical.
Uma enfermeira pegou o bebê e o enrolou em um lençolzinho, em seguida entregou a Edward, que beijou o filho.
–Deus abençoe Antony, seja bem vindo filho. –Edward falou e levou para Bella ver, ele o colocou bem pertinho do rosto da esposa e ela o beijou.
–Nosso filho é lindo. –ela falou e fez uma careta de dor.
–Rute pegue o bebê, que Sofia também quer se mostrar. –Edward entregou o filho a enfermeira e segurou a mão da esposa.
–Vamos lá amor, só falta um pouquinho para conhecermos nossa princesinha. –ele falou e Bella deu um sorriso fraco.
–Vamos querida, força que Sofia já está pronta. -assim que a médica falou, Bella sentiu uma nova contração e tirou forças não se sabe de onde, pois estava muito cansada e trouxe sua filhinha ao mundo.
–Ah, que linda, venha fazer as honras papai. -Edward foi novamente e cortou o cordão umbilical de Sofia também. A enfermeira a pegou enrolou e entregou ao pai.
–Oh meu Deus, muito obrigado. Deus abençoe Sofia. –Edward agradeceu e beijou a filha, levou até Bella ela a beijou também.
–Oi amorzinho, que linda Ed. Eles são lindos. –Bella falou e chorou emocionada.
A enfermeira pegou a menina e levou. Edward se encurvou e beijou a esposa.
–Obrigado amor, eles são lindos e prefeitos. Você foi incrível, tão corajosa. –ele falava e chorava também.
–Leah, estou sentindo uma cólica muito forte. –Bella falou e gemeu, Edward ficou preocupado.
–Está tudo bem querida, é a placenta que está acabando de sair. Já vai acabar. –A Drª falou e foi o que aconteceu. Logo Bella estava sem dor, somente muito cansada. Foi levada para o quarto para descansar, ela conseguiu dormir durante um bom tempo.
–Ah Dudu, eles são lindos. –falou Esme chorando no vidro do berçário.
–Nossa, filho é uma emoção muito grande ser avô. –falou Carlisle todo emocionado.
Alice e Jasper estavam no quarto, tomando conta de Bella que dormia, eles junto com Rose e Emmet já tinham conhecido os bebês. Rose e Emmet, foram para o escritório, pois alguém tinha que trabalhar. Edward voltou para o quarto e o casal que estava lá, foi para o berçário, deixando os novos papais sozinhos no quarto. Bella dormia tranquilamente e ele ficou sentado observando seu amor descansando. Ele pensava que já amava o suficiente, mas percebeu que podia amar mais ainda a esposa, uma menina de dezenove anos, tão forte, tão linda, com uma história de vida emocionante e comovente. Ele não percebeu, mas estava chorando em silêncio. Bella acordou e o viu chorando.
–Ed o que aconteceu? Onde estão os bebês? –ela perguntou um pouco assustada.
–Eles estão bem amor, estão na incubadora, para ficarem quentinhos. A pediatra disse que estão bem, nasceram com um bom peso para prematuros, talvez precisem ficar um pouco no hospital, ela disse que vai observar como se desenvolvem. –ele falou enxugando os olhos.
–Então por que estava chorando? –ela perguntou, batendo na cama para ele se aproximar e ele foi.
–É que descobri que amo ainda mais você, hoje dia 5 de dezembro, você me fez um homem completo. –ele falou e a beijou de leve.
–Eu amo você. –ela falou sorrindo.
–Está sentindo alguma coisa? –ele perguntou preocupado.
–Só cansaço. Será que posso tomar um banho? Estou ainda suja do parto. –ela falou incomodada.
–Vou chamar uma enfermeira para perguntar. –ele apertou o botão e logo uma enfermeira baixinha, gordinha e muito sorridente entrou.
–Algum problema? –ela perguntou.
–Minha esposa gostaria de tomar banho, ela já pode tomar? –Edward perguntou.
–Sim, vou ajudá-la. –ela ia se aproximar, mas Edward se levantou.
–Eu mesmo posso fazer isso? –ele perguntou.
–Se ela não se importar, tudo bem. –a enfermeira falou dando os ombros.
–Porque se eu não me importar? –Bella perguntou confusa.
–É que a maioria das mulheres não gostam que os maridos as vejam após o parto. Por causa do inchaço sabe, a barriga ainda fica grande e parece que o bebê ainda não nasceu. Com isso as mulheres ficam confusas, constrangidas e com medo de ficarem assim para sempre. Mas o inchaço passa logo querida e se tiver ganhado alguns quilinhos a mais, que não parece ser o seu caso, perde com a amamentação, uma dieta e exercícios.. –ela explicou calmamente.
–Algum problema para você Ed? –Bella perguntou.
–Não amor, inchada ou não, você continua a mulher mais linda que já vi. –ele falou sorrindo.
–Então prefiro a ajuda do meu marido. –ela falou e a enfermeira sorriu. A mulher estava na faixa de uns quarenta e cinco anos, e era muito simpática.
–Se eu fosse você também iria preferir a ajuda dele. É uma pena que sou comprometida. –ela falou suspirando e piscou para Bella. –Se levante devagar querida, se não poderá sentir tontura, qualquer coisa é só me chamar. -ela falou e saiu dando privacidade ao casal.
–Vamos gatinha. -ele falou e a ajudou ir até o banheiro. Edward retirou sua roupa e a dela. Passou devagar a esponja pelo corpo da esposa, ele observou que havia mesmo o inchaço, mas isso o deixava mais apaixonado, saber que ela estava assim por carregar o que os dois agora tinham de mais importante, o fruto do amor deles. Ele beijou sua tatuagem e se levantou. A enxugou, a vestiu e fez o mesmo consigo.
Eles voltaram para o quarto e logo Bella foi liberada para ver os bebês. Ela foi até o berçário e pode amamentá-los, a pediatra falou que eles estavam bem e não precisariam ficar internados, pois o pulmão deles estava perfeito e tinham bom peso, só não ficariam no quarto com eles. Anthony nasceu com dois quilos e cem gramas e Sofia com dois quilos, ambos com 43 cm.
Edward ficou emocionado ao ver Bella amamentado os filhos. Primeiro foi Anthony, ele sugava forte, até saia um pouquinho de leite da boquinha dele, quando terminou Edward o pegou, o fez arrotar e o entregou a enfermeira. Sofia já era mais delicada, mamou só um pouquinho e logo dormiu. Edward também a pegou e a fez arrotar também. Foi um momento mágico para o casal. Esme tirava foto de tudo.
Bebês mamando
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No outro dia a família teve alta e foram para casa. Eles tinham contratado uma enfermeira, para acompanhar o crescimento dos bebês, pois apesar da médica garantir que estava tudo bem, ainda estavam um pouco temerosos. Por enquanto não haveria necessidade de uma babá. O casal ficava todo bobo em olhar os bebês dormindo. Eles não eram idênticos, mas eram muito parecidos, cabelos ralinhos e loiros, os olhos azuis como os de Edward.
A festa de final de ano do escritório foi um sucesso, Bella e Edward ficaram só um pouco, pois ela estava de resguardo e os bebês muito pequenos ainda, estiveram na festa somente o suficiente para apresentar os filhos aos funcionários. Na véspera de natal a família se reuniu em casa para cear e trocar os presentes. No outro dia receberam os amigos. Dan, filho de Emmet e Rose já estava com um aninho, tinha completado no dia trinta de novembro. Ele fazia a alegria de todos com seus passinhos engraçados. Dan adorava ficar olhando os bebezinhos, ele apontava com o dedinho, sorria balbuciava uns sons divertidos e babava muito enquanto sorria. Os bebês dormiam juntos.
–Sei não heim Bella, mas acho que Dan, está apaixonado por Sofia, olha como ele baba. –Jasper falou e todos deram risada, menos Edward.
–Pode parar, minha filhinha é um só um bebezinho. –ele falou mal humorado e todos gargalharam dessa vez.
–Pois saiba que farei muito gosto. –falou Emmet dando risada da cara feia do amigo.
No dia trinta e um de dezembro era aniversário de dois anos de casamento de Edward e Bella, e também Bella faria vinte anos de idade.
Esme organizou uma festa para comemorar somente com os familiares e amigos, ainda queriam poupar os bebês e foi um sucesso.
–Amor, pedi a mamãe que ficasse essa noite com Anthony e Sofia, quero levar você a Port Angeles, vamos jantar lá. –Edward falou, enquanto beijava o pescoço da esposa.
–Mas Ed, eles são tão pequenos para nós o deixarmos. –ela falou arrepiada pelos beijinhos que ele dava.
–Gatinha ontem acabou seu resguardo, estou com tanta saudade. –ele falou a acariciando.
–Mas amor... Nós podemos namorar aqui em casa mesmo... –ela falava ofegante.
–Nem pensar, com o desejo que estou de você, é possível que as paredes tremam hoje. Só ficarmos nos aliviando está difícil. –ele falou levando a mão de Bella até o seu membro duro.
–Hum... Garotão assim eu não resisto... –ela falou e eles se beijaram com paixão e desejo.
–Aceita sair comigo gatinha? –ele perguntou sorrindo torto.
–Sim garotão, aceito. Também estou com muitas saudades. –ela falou passando as mãos pelo peito dele.
A noite Bella retirou seu leite e colocou em mamadeiras. Os bebês também tomavam leite especial para bebês, pois quando eles precisavam,e a amamentação dos dois tomava bastante tempo. Bella e Edward tomaram banho, se arrumaram, se despediram dos pais e dos bebês e saíram. No caminho conversaram sobre a possibilidade de Bella, já voltar para a faculdade de uma vez. Edward se comprometeu a ficar em casa durante a manhã enquanto ela estaria estudando e a tarde a esposa ficaria com os filhos. Bella só voltaria para o escritório no próximo ano, quando os filhos já tivessem um ano.
O casal jantou em um restaurante muito agradável e depois Edward tomou um caminho desconhecido por ela.
–Aonde estamos indo amor? –ela perguntou.
–Surpresa, linda. –ele falou e piscou.
–Hum garotão, adoro suas surpresas. –ela falou e sorriu. Sabia o quanto o marido era romântico, mas também fogueto.
Edward dirigiu por mais alguns minutos e ligou a seta. Bella abriu um sorriso gigante.
–Motel, nós nunca fomos a um motel amor. -ela falou toda feliz e ele riu de sua menina.
–Fui negligente com você todo esse tempo, mas hoje vamos aproveitar cada minuto. –ele falou e pegou a mão dela depositando um beijo.
Entraram com o carro em um Box e em seguida na suíte. Edward havia deixado reservado a melhor suíte e feito alguns pedidos na arrumação do lugar. Quando entraram Bella ficou olhando tudo com curiosidade, havia uma mesa com frutas e uma panela com fondie de chocolate acesa. Tinha champanhe e suco. Bella olhou e sorriu.
–Bom como você não pode tomar champanhe e não está bebendo refrigerante, pedi um suco. A champanhe é só para brindarmos. –ele falou e a abraçou por trás.
–Amo o cuidado que você tem comigo. –ela falou sorrindo com os olhos fechados.
–Você é o meu maior tesouro. –ele falou e a virou de frente para ele.
–E você é o meu. –assim que ela falou Edward a pegou no colo e a levou até a cama, onde ficaram em pé.
–Que saudade da minha menininha amor, que saudade de penetrá-la... –ele falava roucamente no ouvido dela.
–Então vem amor, me ame, porque já estou doente de amor por você. –ela falou e ele agarrou a beijando com paixão e luxúria.
Edward passou a beijar o pescoço da esposa, enquanto abria o vestido dela, que logo caiu na cama.
–Você veio disposta a me matar amor? Que lingerie é esse, você está perfeita. -ele falou a olhando com adoração. Bella usava um espartilho preto e rosa, que havia ganhado no natal de Rose.
–Presente de natal de Rose. –ela falou ofegante.
–Por isso não me mostrou o presente dela, não é, já estava de segundas intenções. –ele falou e passou a mão pelo corpo dela.
Edward retirou a própria roupa e quando foi em direção ao espartilho, ela recuou.
–Senta amor, só me olhe. –ela falou foi até a bolsa retirou seu celular e colocou uma música.
–Não acredito que vai fazer isso. –ele falou feliz e ela assentiu sorrindo e mordendo os lábios.
Bella dançava sensualmente, olhando nos olhos dele. Lentamente começou a abrir os botões que ficavam na frente do espartilho, e Edward estava pegando fogo, ele começou a se tocar enquanto ela dançava para ele.
Bella retirou a peça ficando somente com os saltos e o fio dental, ela levou as mãos as seios e se tocava para ele, sem parar sua dança sensual.
Ela acompanhava o ritmo da música, passava a mão em todo o corpo, se levantava e se abaixava. Bella retirou a calcinha, ficando somente com os saltos, foi até a cama se ajoelhando em seguida engatinhou até o meio, ficando de quatro.
–Vem receber seu prêmio, por todos esses longos dias de espera garotão. –ela falou de forma maliciosa.
Edward se levantou rápido e foi até a cama. Se abaixou atrás dela e lambeu toda a extensão, em seguida a penetrou com cuidado.
–Forte amor... Não está doendo... –ela pediu e ele atendeu feliz, meteu com força, várias e várias vezes matando a saudade de sua menininha. Bella teve o primeiro orgasmo da noite gritando de prazer. Ele ainda estocou mais algumas vezes e gozou também.
–Não estou satisfeito ainda amor, sua dança me deixou louco de tesão. –ele falou a virando e deitando sobre ela a penetrou de uma vez. Edward estocava com vigor.
–Estou louco pelos seus seios, posso tocá-los? –ele perguntou, pois tinha receio que estivessem doloridos.
–Pode amor, hoje você pode tudo, sou toda sua. –ela falou totalmente entregue.
Edward começou a lamber aquelas maravilhas da natureza, com muito desejo e satisfação, mas se lembrando dos filhos, não tocou os lábios nos mamilos.
Bella entrelaçou suas pernas, na cintura dele e ele se sentiu como um animal feroz, passou a investir fundo e com força, o corpo da esposa se balançava com as estocadas que ele dava.
–Vem comigo amor... –ele pediu e ela gritou junto com ele, tamanho foi a explosão de prazer. Edward caiu sobre ela, ficaram se recuperando, ofegantes.
–Desculpe amor, perdi o controle. –ele falou ainda com a respiração pesada.
–Adorei garotão, nós estávamos com saudade. –ela falou e beijou o pescoço dele, eles continuavam agarrados, apesar do suor.
–Gatinha, você dançou muito linda, acho que vou colocar visita a motéis em nossa agenda. –ele falou sorrindo e dando um selinho nela.
–Não foi pelo motel amor, Rose me emprestou um vídeo que ensina algumas coisas, já vinha treinando para dançar para você, nossos filhos já devem saber a coreografia de cor. –ela falou e riu.
–Mentira que você dançava assim perto deles. –ele falou com os olhos arregalados.
–Claro que sim, eu precisava de plateia para me sentir poderosa. Amor, eles não entendem nada ainda. –ela falou rindo alto da cara dele.
–Sei. –ele murmurou, ela começou a gargalhar e ele acabou acompanhando.
O casal brindou, Bella tomou um pouquinho do champanhe e depois só bebeu suco, eles ainda comeram um pouquinho das frutas com chocolate. O chocolate ainda foi usado no corpo dela, ele passava e lambia. Foram para a hidromassagem, relaxaram um pouco, voltaram para a cama, e ainda fizeram um gostoso sexo anal, acabando assim todas as forças dos dois. Edward havia pedido a suíte para a noite toda, então puderam dormir.
No outro dia voltaram para casa felizes e morrendo de saudades dos pequenininhos. Foram até o quarto e eles estavam acordados e com seus olhinhos bem acesos.
Tudo estava no lugar, perfeito e eles sorriram felizes...
“Quando a boca não consegue dizer o que o coração sente o melhor é deixar a boca sentir o que o coração diz”. (William Shakespeare

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