Amor Desejado
33 Capítulo 33 Encomenda
Notas iniciais
Bruna voltou com raiva e se sentou ao lado dos outros.
–Olha aqui Bruna, deixei você vir, porque seu irmão disse que estava muito triste por causa do fim de seu relacionamento, mas não quero que nos traga problemas. –falou Luciana sua cunhada.
–Relacionamento? O que ela tinha não era um relacionamento, ela tinha um velho babaca que a sustentava como amante. Ela não está triste por causa de se separarem e sim por causa do dinheiro dele. –falou o irmão bravo.
–Ah, não me encham o saco vocês também, só estava a fim de distrair o homem, achei que eles tivessem brigado. –Bruna falou.
–Mesmo que tivessem brigado você não tem nada com isso, não a quero perto deles, não traga problemas para a casa de Luca que nos recebeu de braços abertos. -falou Rodrigo muito chateado com a irmã.
–Ah que chatice, vou beber alguma coisa. – Bruna falou brava e se levantou indo para perto da mesa que tinham as bebidas e comidas e ficou por lá.
Val e Srº Monteiro ficaram muito envergonhados e foram se desculpar com a família Cullen, prometeram que elas iriam embora. E que com exceção de Bruna as outras pessoas eram boas.
–Perdoe-nos, por favor, não sabíamos que a Bruna viria, pois ela na verdade não é amiga do meu filho, seu irmão que é. –falou Val muito envergonhada.
–Tudo bem, já passou, só queremos paz e descansar, por isso viemos para cá. -falou Esme de forma firme, pois ainda estava chateada com o ocorrido.
–Vamos para casa? –propôs Carlisle e todos concordaram.
Eles parabenizaram Luca, deixaram um cheque, para que ele comprasse um presente e voltaram caminhando e conversando pela praia. Assim que chagaram foram para a sala e colocaram um filme para assistirem. Bella e Alice foram até a cozinha, fizeram pipoca e levaram para a sala.
–Ed tem coca-cola na geladeira, busca, por favor? -Bella pediu com a voz manhosa e ela assentiu sorrindo.
–Traga copo descartável também Dudu. –pediu Esme.
–Mais alguma coisa senhoras? –ele perguntou e elas riram negando com a cabeça.
Edward foi até a geladeira e pegou a garrafa de refrigerante e colocou sobre a mesa, foi até o armário procurar os copos.
–Oi lindo, vim terminar o que comecei. –Bruna falou sorrindo sexy e passando a mão pelos seios.
–Como você entrou aqui? Vá embora. –Edward falou baixo, mas firme.
–Nã, nã, ni, nã , não. –ela falou e deu um passo a frente.
–Você está bêbada, não se humilhe, vá embora daqui. –Edward apontou a porta da cozinha.
–Não, eu estou molhadinha desde que vi você fodendo sua cadelinha na pedra. Sabe, ela me pareceu bem experiente, mas eu sou especial. –ela falou e passou a língua nos lábios.
–Ed, ela nos viu? Sua vagabunda, cadelinha é você, saia daqui. –Bella pegou a menina pelo braço a arrastando para fora.
–Cadelinha sim, dando de quatro como uma cadela no cio. Bruna falou desrespeitosa.
Bella ficou irada e deu uma bofetada em Bruna, que quis revidar, mas Edward segurou sua mão.
–Não se atreva a tocar nela. –ele falou alto e ela se encolheu com medo.
Nesse momento todos vieram correndo e se assustaram ao ver a garota ali. Seu irmão chegou também e ficou sabendo que ela invadira a casa, pediu mil desculpas e resolveu ir embora à mesma hora. Foi arrastando Bruna até a lancha.
–Pode ser perigoso saírem agora, esperem o amanhecer. -falou Carlisle.
–Já estamos acostumados, não bebi posso dirigir a lancha, por favor, nos perdoe. –Rodrigo pediu humildemente e se foi levando a irmã que estava bem alterada, mas sabia perfeitamente o que fazia.
Todos entraram e voltaram para a sala. Edward achou melhor contar de vez o que tinha acontecido, mas sem entrar em detalhes.
–Não se envergonhe querida, você estava com seu marido e não imaginavam que alguém pudesse tê-los seguido. –falou Esme.
–Ah, tia, mas é uma situação muito chata, nossa privacidade foi invadida e me sinto mal com isso. –Bella falou envergonhada.
–Vamos lá fora amor, vamos conversar um pouco. –chamou Edward e ela aceitou saindo com ele.
Os dois foram em direção à água. Assim que seus pés tocaram na água ele a abraçou e beijou sua cabeça.
–Está quente, vamos nadar um pouco? –Edward perguntou e ela assentiu.
Ele tirou a vestido de Bella e sua camiseta e bermuda, estavam com roupas de banho. Edward sabia que ela estava triste, então não tentaria nada em contexto sexual, só queria cuidar dela.
–Vem. –ele chamou e estendeu sua mão.
Bella pegou a mão de Edward e foram caminhando para dentro do mar que estava calmo e a água morna.
–Gatinha não se atormente com o que ela falou. –Edward falou a puxando para um abraço.
–Ed, ela disse que você estava me fodendo como uma cadela no cio. Você também pensa assim? –ela perguntou com a voz fraquinha e triste.
–Amor, claro que não. Isabella o que um casal faz junto, não é do interesse de ninguém mais, cada um sabe o que faz dentro de quatro paredes. É normal um casal desenvolver certas intimidades. –Edward falou com paciência e beijou sua menina.
–Mas é que fiquei com vergonha por ela ter nos visto. –ela falou encostando a cabeça no peito dele.
–Não pense nisso gatinha, o importante é que nos amamos e não vamos deixar de nos amar e nos curtir por causa disso. –ela falou a erguendo para seu colo.
–E nós não fizemos dentro de quatro paredes. –ela falou quase num sussurro.
–O que? –ele perguntou.
–Não foi em quatro paredes, que desenvolvemos nossas intimidades. –ela falou mais alto um pouco.
–Ah, gatinha, você é muito espertinha. Quatro paredes nunca será o suficiente para nós e você nunca será uma cadela, para sempre será minha gatinha. –ele falou e a beijou com carinho.
Os dois ficaram em silêncio abraçados, só apreciando o momento.
–Você acha que os outros já foram dormir? –perguntou Bella.
–Acredito que sim, já tem um bom tempo que estamos aqui. –Edward falou, dando um selinho nela.
–Ed, quero fazer amor com você. –ela pediu e ele sorriu.
–Aqui? Nada de paredes? –ele perguntou sorrindo.
–Nada de paredes, quero você aqui. –ela falou confiante.
–Vamos colocar nossas roupas na areia. –Edward falou e caminhou para fora da água com ela no colo.
Eles tiraram suas roupas de banho e começaram a se acariciar. Edward a pegou novamente e se beijaram com desejo e luxúria. Ele encaixou seu membro na entrada dela e foi caminhando de novo para o mar. Quando a água estava um pouco acima da cintura de Bella ele parou de caminhar e voltou a beijá-la.

–Assim que queria amor? –ele perguntou com a voz rouca e introduziu seu membro por completo nela.
–Sim garotão... Assim... Mexa se amor... Mais... –ela falou e ele atendeu.
–Isso gatinha... Geme... Adoro te ouvir... – ele falou e gemeu também.
Os dois estavam entregues ao desejo, a paixão, ao amor. Eles se beijavam, gemiam, se movimentavam como em uma dança sensual, erótica.
–Eu te amo Ed... Hum... Te amo- ela se declarava e gemia.
Os movimentos estavam cada vez mais rápidos, as estocadas eram fortes e profundas. Eles precisavam daquilo naquele momento, precisavam demonstrar um ao outro que nada abalaria o amor, a confiança e a relação deles. Eles estavam se curando
–Isso amor, geme meu nome gatinha... –ele pediu e ela atendeu.
–Edward, Ed...meu amor... meu garotão... –ela falou não aguentando mais se segurar.
–Ahhhh! – os dois gritaram juntos, tamanho foi o prazer que sentiram ao alcançarem sua satisfação.
Eles ficaram abraçados, ofegantes, esperando acalmarem suas respirações. Edward levantou o queixo de Bella e pela luz do luar viu que ela tinha os olhos marejados.
–O que foi gatinha? –ele perguntou beijando os olhos dela.
–É você amor. Sinto-me tão amada e protegida, obrigada. –ela falou.
–Obrigado a você também, pois me sinto do mesmo jeito. –ele falou a beijando com carinho.
–Vamos para casa, agora o sono chegou. –ela falou bocejando.
–Sim gatinha, vamos dormir. -ele falou e caminhou com ela agarrada a ele e com suas pernas entrelaçadas em sua cintura.
Os dois se vestiram como puderam. Edward colocou somente sua bermuda e Bella seu vestido. A casa estava em silêncio, eles entraram quietinhos e sorridentes, tomaram um banho morno e foram dormir bem agarradinhos e felizes.
No outro dia, Edward e Bella comunicaram a todos que tudo já estava bem, eles tinham ficado muito tristes, mas resolveram por uma pedra em cima do triste episódio. O casal levou a família e amigos para conhecer o rio e ainda foram informados pelo caseiro que se andassem mais um pouco chegariam a uma cachoeira e foi o que fizeram somente Rose e Emmet, não foram por causa da gravidez e porque tinham que subir um morrinho.
Eles aproveitaram o feriado, nadaram, descansaram, conversaram, namoraram muito, mas como tudo acaba, tiveram que voltar.
Os dias, os meses passaram rápido. Comemoraram o aniversário de Edward, o bebê de Rose e Emmet nasceu, era um lindo menino que colocaram o nome de Daniel e o chamavam de Dan. Jasper e Alice, desde que voltaram do Brasil moravam juntos e estavam muito felizes. Esme e Carlisle, passaram por momentos difíceis, pois Esme ficou adoentada, precisou fazer uma cirurgia as pressas para retirada de seu útero, ela teve um mioma. A Drª Leah informou que o mioma não traria demais consequências a ela, mas como cresceu muito e rápido, Esme começou a ter hemorragia e até ficou anêmica, então optaram pela retirada. Edward e Bella também ficaram muito preocupados e até se mudaram para o chalé que tinha na propriedade dos Cullen, para que pudessem ajudar no restabelecimento da mãe. Carlisle e Esme ficaram felicíssimos e acabou que os dois não conseguiram sair de lá, resolvendo assim construir uma casa para eles ao lado dos pais. A casa ficou linda, digna de um Cullen. Passou o natal, o aniversario de Bella e de casamento dos dois.
O ano seguinte começou bem, as aulas retornaram, Bella se empenhava muito, apesar de ainda estar no 3º semestre, já sabia muito de leis, estava a cada dia mais surpreendendo Carlisle e Edward, que era cheio de orgulho da esposa. Bella estava amadurecendo, mas não deixava seu jeito de menina, sempre meiga e gentil.
–Gatinha, vamos levantar assim você vai se atrasar para sua primeira aula. –Edward a chamava pela segunda vez, na noite anterior aos dois haviam se amado até a madrugada, ele imaginava que fosse por isso. Se bem que eles estavam acostumados com essas noites de paixão.
–Ed, minha garganta está doendo. –Bella falou rouca e Edward se aproximou dela e colocou sua mão na testa dela.
–Você está quente amor, acho que está febril. Vou pegar o termômetro. –ele se levantou rápido e logo voltou. Colocou o aparelho na axila dela e a abraçou, beijando sua cabeça.
–Acho que foi por ficarmos fora da casa até tarde. –ela falou baixinho e tremendo um pouco. Eles haviam começado a noite na sacada da casa e estava uma noite um pouco fria.
–Pode ser amor, demoramos muito lá fora, mas agora fique quietinha. –ele falou dando um selinho demorado nos lábios da amada.
–Estou com frio Ed. –ela falou e tremeu mais.
–Shii, vamos ver o termômetro. –Edward falou e pegou o aparelho o olhando, em seguida alcançou seu celular e fez uma ligação.
–Mamãe, pode vir até aqui agora, por favor? A Bella não está bem. -enquanto ele falava ela só o olhava.
–Estou com febre? –ele perguntou com a mão na garganta.
–Sim querida e está alta, 39ºC. Mamãe já está vindo. –ele falou e se deitou ao lado dela a abraçando.
Logo ouviram passos pelo corredor. Esme tinha as chaves da casa e entrou se dirigindo direto para o quarto do casal, bateu na porta e entrou caminhando direto até a menina.
–O que você está sentindo meu anjo? –Esme perguntou já levando a mão a testa da menina.
–Dor de garganta e frio, muito frio. –ela falou e seus dentes até bateram.
–Quanto Dudu? –a mãe perguntou a Edward.
–Passando de 39ºC, quase 39,5ºC. –ele falou preocupado e ela arregalou os olhos.
–Encha a banheira com a água quase fria, vou ligar para Drº John, ele é clínico. -ela falou, já teclando em seu celular e ele correu para o banheiro, fazendo o que a mãe pediu.
–Meu anjo precisamos baixar sua temperatura e depois vamos levá-la ao médico, ele já está nos esperando. –ela falou e beijou a testa da menina.
–Está pronto, vou levá-la. –ele falou tirando o lençol que cobria a nudez da esposa e ela se encolheu devido ao frio que sentia.
Edward carregou a menina com muita dor no coração por ter que colocá-la na água fria e vendo que ela tremia de frio. Ele fechou os olhos e a depositou na água.
–Argh, não Ed... Estou com frio... –ela falou chorando.
–Calma amor, é para o seu bem. –ele falou a firmando na banheira, pois ela tentava se levantar.
–Eu não quero... Eu não quero... Por favor, Ed... –agora ela falava e soluçava e ele chorou também, segurando o rosto da menina em seu peito. Ele a segurou por um tempo.
–Já está bom filho, vamos vesti-la e levá-la ao consultório rápido. –Esme falou e foi para o quarto pegar uma roupa para Bella.
Edward com muito cuidado ajudou a menina a se levantar, a enxugou e a carregou até a cama.
–Aqui querida, vamos ajudá-la a se vestir.- eles a ajudaram a colocar uma roupa confortável e quentinha.
Bella estava com uma gripe forte e com a garganta infeccionada. Tomou uma injeção bastante dolorida e levou outros vários remédios para se tratar durante oito dias. O médico falou que seria normal se ainda tivesse febre, assim que o medicamento começasse a fazer efeito ela se sentiria melhor. Pediu que a menina fizesse repouso, tomasse banhos mornos, não tomasse friagem e ficasse longe de bebidas geladas. Edward e Esme garantiram que todas as recomendações seriam levadas a risca.
–Obrigada por cuidarem de mim. –Bella pediu fraquinha e sonolenta.
–Durma amor, logo estaremos em casa. –Edward beijou sua testa e a ajeitou em seu colo, eles estavam no banco de trás e Esme dirigia.
–Carl foi para o escritório querido, se quiser pode ficar com ela, sei que está preocupado. –Esme falou olhando pelo retrovisor e ele assentiu suspirando.
Esme tinha muito orgulho do homem que o filho se tornara, companheiro, fiel, amigo, apaixonado, ele era a cópia do pai não havia dúvidas.
–Dudu, vocês já conseguiram alguém para ficar no lugar de Tânia durante a licença maternidade? –Esme perguntou, pois Tânia teria o segundo filho, agora seria um menino, ela já estava no sexto mês de gestação.
–Não, Bella que vai ver isso. Depois que ela melhorar e voltar ao trabalho vemos, ainda faltam três meses. –ele falou despreocupado.
–Não sei, acho que não deveriam esperar muito, vai que o bebê adianta. –ela falou uma verdade.
–Semana que vem vemos, agora só quero que minha gatinha se cure. –ele falou aninhando melhor a menina em seu colo e Esme deu a conversa por encerrada, percebeu que o filho não tinha cabeça para mais nada.
Assim que chegaram Edward carregou Bella para a cama a depositou ali e a cobriu. Ele se sentou em uma poltrona e ficou velando pelo sono da esposa. Acabou cochilando também. Bella acordou com o corpo dolorido, parecia que havia sido atropelada, abriu os olhos devagar e viu seu lindo esposo dormindo na poltrona, ao lado de sua cama.
–Ed. –ela chamou apenas uma vez e ele já despertou.
–Oi amor, se sente melhor? –ele perguntou com carinho e se aproximando dela.
–Sim, só estou com sede. –ela falou e ele pegou um copo e colocou água e a entregou.
–Sente dor? –ele perguntou.
–Parece que fui atropelada, meu corpo todo está todo dolorido, acho que até meu cabelo dói. –ela falou e ele riu do exagero.
Edward foi a cozinha e viu que Marta, a jovem senhora que trabalhava para eles fazia um caldo, deduziu que havia sido sua mãe quem pedira. Levou uma porção para Bella, que tomou só um pouco a poder de briga e chantagem.
–Gatinha você precisa tomar, está quentinha, vai fazer você suar. –ele falava calmo.
–Não quero mais e sei de uma maneira muito melhor de suar, pena que estou tão dolorida, se não te mostrava. –ela falou e sorriu.
–Gatinha, você se tornou uma ninfomaníaca, nem doente deixa de pensar em fazer amor? –ele falou com um falso assombro.
–Nem você, pensa que esqueci de quando você torceu o pé no jogo com seu pai? –ela falou o recordando, que ele havia sofrido uma torção e não deixou de agarrá-la, mesmo com o pé imobilizado.
–É diferente amor. Mais tarde se estiver melhor, posso pensar em atendê-la. –ele falou e a beijou carinhosamente, mas com certeza não tentaria nada hoje.
A semana passou, Bella se recuperou bem, colocou as matérias que havia perdido em dia e voltou para o escritório a todo vapor. Os dias continuavam correndo e agora já se passaram um mês que Bella retornara.
–Gatinha temos que ver uma substituta para Tânia, falta menos de dois meses para ela dar a luz. –Edward falou a alertando.
–Vou marcar algumas entrevistas, Tânia disse que quer trabalhar até o dia que aguentar, pois depois poderá ficar mais tempo com o bebê. –Bella falou sorrindo.
–O Dan é tão lindo, não acha amor. –Edward falou todo bobo do afilhado.
–Sim, é lindo mesmo, Emmet e Rose foram tão generosos em nos chamar para padrinhos. –ela falou se sentando no colo dele e acariciando sua nuca.
–Não vejo a hora de termos o nosso também. –ele falou a acariciando.
– Logo será a nossa vez, só tenho mais dois anos e concluo a faculdade. –ela falou se apertando nele.
–Enquanto isso podemos treinar não acha? –ele falou abrindo a camisa dela.
–Amor... Combinamos que no escritório não rolaria... Mas... Não estou aguentando, seu cheiro hoje está me matando. –ela falou o empurrando para a cadeira grande e confortável que ele ocupava para trabalhar. Assim que ele caiu sentado, ela subiu no seu colo o beijando com luxúria.
–Gatinha que fogo bem vindo é esse? Sempre achei que estávamos perdendo tempo em não aproveitarmos de nosso escritório. –ele falou ofegante.
–Não é hora de conversa garotão, quero que apague esse fogo que estou sentindo. –ela falou apertando o membro duro dele.
–Já que é pra valer, quero estreiar nosso escritório, te amando em nossa mesa... -ele falou se levantando e a colocando sentando em cima de sua mesa, foi até a porta e a trancou, depois do episódio da ilha, os dois não deixaram de se aventurar, mas ficaram mais espertos.
–Abre as pernas amor, quero ver minha menininha. –ele falou levando as mão por debaixo da saia da esposa já retirando a calcinha.
–Quero você amor, sem preliminares, por favor, estou pronta para você e queimando de amor... –ela falou implorando.
–Vou te atender, apesar de minha vontade ser de te chupar todinha. –ele falou, abaixou a calça, retirou seu membro, duro e a penetrou, ele deslizou facilmente, realmente sua amada estava mais do que pronta. Com certeza seria uma rapidinha, pois ela estava muito fogosa e o apertava e rebolava de uma forma que o enlouquecia. Edward estocava, grunhia, rosnava, gemia, essa menina o deixava totalmente louco, ela era seu ar, seu tudo. As investidas eram fortes, profundas, o corpo dela se debatia contra a mesa, suas pernas estavam apoiadas na borda da mesa e ela então em outro movimento entrelaçou suas pernas na cintura dele e esse foi o fim. Edward não resistia quando ela fazia isso.
–Vem comigo amor... Não vou aguentar mais... –ele falou se segurando.
–Sim... sim... –ela gritou e os dois se satisfizeram com seus gozos. Ficaram ainda abraçados até se acalmarem.
–Assim vou querer treinar todos os dias. –ele falou sorrindo e dando um selinho molhado na boca dela.
–Hum... Eu também. –ela falou e os dois sorriram.
Mal sabiam que a encomenda já estava pronta e a cegonha a caminho...
“Se podemos sonhar, também podemos tornar nossos sonhos realidade”.(Walt Disney)
Fale com o autor