Amor Amigo
16 Capítulo 16 - Novo lar, Novo Começo...
Notas iniciais
Era em ocasiões exatamente como essa – onde todos se reunião –, que Rosalie e Emmett sentiam-se parte de uma família. Aquela família em especial. Pessoas de um caráter e coração grandioso. Essa era a visão que o jovem casal tinha da família que os recebeu de braços abertos. A mesma família que aceitou o modo como eles decidiram seguir suas vidas sem jamais impor algum tipo de ação contraria.
Sentada ao lado de Emmett, Rosalie tomava seu champanhe.
- Emm você já tinha visto tudo isso? – perguntou Rosalie. Em seus olhos havia fascínio, amor, esperança, inocência e conforto.
Emmett tocou a mão dela, que repousava sobre a perna, fazendo um leve carinho. Olhando em seus olhos disse.
- Ainda não tinha visto amor. Mas tendo Esme, Alice e Bella envolvidas em tudo isso. Não tive dúvidas de que você amaria o resultado final.
Rosalie depositou um beijo no rosto de Emmett, sem nunca perder o sorriso. Emmett olhou para Esme, agradecido, no entanto, achou que deveria expressar com palavras o que sentia.
- Obrigado a todos vocês por terem se dedicado tanto preparando essa linda surpresa, e por serem os responsáveis por esse lindo sorriso no rosto da minha Rose – olhou para Rosalie –, voltando a olhar para Esme, continuou. – Obrigado por serem tão generosos conosco e sempre compreensivos. Não fossem por vocês, não saberíamos qual caminho as circunstâncias da vida teria nos levado. Vocês ajudaram a salvar o nosso futuro.
Segurando uma taça de champanhe, praticamente intocada, Esme observava-o. Seus olhos se enchiam de lágrimas à medida que Emmett falava.
- Ah, querido – ela murmurou ao ficar de pé indo abraçá-lo. – Vem cá, me dá um abraço, meu filho grandão – pediu com os braços abertos.
Emmett ficou de pé abraçando-a afetuosamente, como se abraçasse sua verdadeira mãe.
- Ah querido, mesmo tendo sofrido tanto você sempre se manteve forte para tornar a vida da Rose menos sofrida. Sempre foi m garoto de ouro, e hoje se mostra um homem de honra que sem dúvida enche de orgulho o coração de qualquer mãe.
Sentada ao lado de Edward, Isabella secava algumas lágrimas de emoção.
Carlisle ficou de pé deixando sua taça praticamente vazia sobre a mesinha de centro – onde Esme também havia deixado a dela –, se aproximou de sua esposa amada, e de seu filho de coração e os abraçou.
Emocionada, Rosalie também ficou de pé unindo-se ao abraço coletivo entre família. Carlisle lhe recebeu com um beijo na testa. Esme lhe sorriu amavelmente com calor maternal.
- Minha menina – murmurou Esme.
Alice resmungou, fingindo estar enciumada.
- E eu? – fez beicinho.
- Você é a bonequinha da mamãe. Vem cá – Esme lhe estendeu a mão, mexendo os dedos em um convite.
Alice esbanjou um sorriso do gato de Sunshine, antes de correr para se juntar ao abraço coletivo. Isabella e Edward trocaram olhares significativos antes de se juntar aos demais.
Depois daquele grande abraço em família todos sorriram cumplices, voltando a sentar-se.
- Podem contar conosco para qualquer coisa. Não hesite em nos ligar sempre que sentirem que algo está errado. Jamais será um incomodo saber como vocês se sentem. Essa é a família de vocês – disse Carlisle, mostrando em volta. – Temos também os grandes amigos que não estão aqui no momento, mas que estão sempre dispostos a estender a mão.
- Obrigado por tudo – Emmett e Rosalie disseram praticamente juntos.
Edward lhes sorriu. O que não passou despercebido por Carlisle, que ficou satisfeito por notar que seu filho compartilhava de sua opinião e generosidade.
Sentada em um dos sofás ao lado da mãe, Alice sussurrava paralelamente.
- Mamãe você acha que o papai vai ficar muito bravo se eu falar que o Jasper quer ser meu namorado?
- Não sei amor. Porque você não tenta descobrir isso perguntando para ele? – Esme sugeriu, com um sorriso de incentivo.
Alice suspirou longamente antes de responder.
- Tá, eu vou perguntar, mas se ele ficar bravo você tem que me ajudar mamãe – Esme olhou sugestivamente para Carlisle, então, Alice continuou. – Papai podemos falar sobre o garoto que quer ser meu namorado?
Carlisle a olhou com uma expressão séria e um tanto incomodado. Sentindo a tensão que sua pergunta causara, Alice se encolheu ao lado da mãe no sofá.
- Que história é essa mocinha – perguntou ele, mantendo a expressão séria no rosto.
- Papai... – Alice resmungou, agarrando o braço da mãe.
- Alice... – murmurou Carlisle, com os olhos semicerrados.
Alice insistiu.
- Papai eu vou fazer quinze anos daqui a poucos dias, porque não posso ter um namorado? – questionou mantendo um bico enorme.
Incomodado, Edward entrou na conversa.
- Você ainda é muito novinha e ingênua para ter um namorado – interviu ele. – Não tem idade para permitir que um moleque passe a mão em seu corpo, mesmo que seja em sua testa.
Carlisle sorriu satisfeito para o filho.
— Seu irmão tem razão, Alice.
Alice olhou para o irmão, mantendo um bico enorme, e um olhar intimidador. Talvez estivesse imaginando uma cena de tortura.
- Para seu topetudo chato – olhou para a mãe. – Mamãe pede para o Edward parar de pôr minhocas na cabeça do papai. Ninguém o chamou na conversa...
- Edward – disse Esme, sugestivamente.
Emmett e Rosalie apenas observavam em silêncio se divertindo com a cena que Alice causara. A namorada de Edward, Isabella, também observava, disfarçando um sorriso.
- Mas mamãe, Alice não tem idade para ter um namorado – Edward insistiu.
Irritada com a intromissão do irmão mais velho no assunto entre ela e o pai, Alice bateu o pé no chão com força, atirando uma almofada na cabeça do irmão. Fez alguns murmúrios, como se estivesse prestes a chorar de raiva.
- Fica quieto Edward. Só o papai pode decidir isso. E você não é o papai. Seu chato topetudo...
Esme interferiu antes que sua caçula falasse algo do qual se arrependesse depois.
- Não fale assim com seu irmão, Alice. Isso não é educado...
- Mas mamãe... – fez beicinho.
- Mas nada, Alice – exigiu Esme.
- Papai... – Alice o olhou, ainda mantendo o beicinho. Carlisle estalou a língua em sinal de insatisfação. Alice olhou para Rosalie. – Rose me ajuda – pediu. – Você é minha irmã tem que fazer isso por mim.
A última frase dita por Alice fez o coração de Rosalie se aquecer, mas ela tinha que ser honesta quanto a seu pensamento em relação ao assunto.
- Desculpa Alice, mas eu não sei se devo... – sussurrou. – Eles são seus pais...
Alice bufou irritada.
- Você está com medo de ficar de castigo, então tá, eu já entendi – olhou agora para Emmett. – Emm você me apoia?
- Não baixinha – Emmett foi direto.
- Seu traidor – Alice gritou, irritada por ninguém ficar do seu lado.
- Ei não fique assim. Não sou um traidor, só acho que você é muito novinha...
- Aonde eu fui me meter – resmungou ela. – Mamãe só você pode me ajudar...
- A última palavra é do seu pai, filha – disse Esme.
- Mande-o vir falar comigo – disse Carlisle. Os olhos de Alice brilharam em expectativa. – Daqui alguns meses – concluiu, e então os olhos de Alice entristeceram quase que instantaneamente.
Esme segurou o rosto de Alice e lhe deu um beijo carinhoso na bochecha.
- Para mamãe – resmungou saindo da sala pisando duro.
- Alice – Carlisle a chamou com a voz ríspida.
- O que? – ela respondeu, sem se dar conta do quão grossa tinha sido.
- Essa foi a educação que te dei? – Carlisle questionou, incomodado com a atitude da filha.
Olhando para o chão a pequena emburrada respondera.
- Não papai...
- Então volte para o seu lugar ao lado de sua mãe, e desfaça essa cara amarrada.
Ainda de cabeça baixa, Alice voltou a sentar ao lado da mãe. Míseros segundos depois ela não conseguiu conter as lágrimas que queimavam seus olhos, pedindo para vir à tona. Passou ambas as mãos no rosto, um tanto com força, não gostando de estar chorando na presença de todos.
Esme olhou para Alice, se sentindo uma mãe extremamente malvada.
- Bem, acho que está na hora de irmos para casa, não é?! – disse Esme. – Vamos deixar Emmett e Rosalie se instalarem e descansar um pouco. Aposto que Rose está louca para tomar um banho. E Edward ainda tem que deixar a Bella em casa, ou do contrario, Renée vai pensar que raptamos sua filha.
Em silêncio todos ficaram de pé. Carlisle se despediu de Emmett e Rosalie, logo após Esme, e foi chamar o elevador. Edward e Isabella se despediram em seguida. Quando chegou a vez de Alice, Rosalie a abraçou apertado.
- Seu pai disse apenas alguns meses, não anos. Não fica tristinha assim. E não fica brava comigo, está bem?! Talvez o que ele disse seja só até o seu aniversário. Eu te amo demais, enlouqueceria se ficasse sem falar comigo.
Em um sussurro Alice corrigiu.
- Nosso pai – Rosalie lhe sorriu. – E, eu também te amo muito, nada nem ninguém vai me afastar de você nunca. Mas Rose, e se o Jazz não esperar? E se ele decidir que vai namorar outra garota? – fez beicinho. – Tem uma vagaranha que vive se oferecendo pra ele lá no colégio.
Rosalie lhe tocou o rosto carinhosamente, como se Alice fosse sua irmãzinha caçula.
- Se ele gosta mesmo de você, vai saber esperar quanto tempo for preciso. E se não esperar é porque não te merece. Veja, Emmett me esperou por tanto tempo. A proposito o que é uma vagaranha?
- Obrigada Rose. Te adoro muito, muito, muito. Ah, vagaranha é a mistura de vagabunda com piranha – respondeu naturalmente. – Tchau, a gente se ver depois.
- Também te adoro sua danada. Tchau, e não fique triste tá. Vai dar tudo certo – disse Rosalie.
Emmett tocou o ombro de Alice ao se aproximar.
- Tchau baixinha. Não fique brava comigo, eu só quero o melhor para você.
- Tchau Emm. Está tudo bem... – respondeu antes de entrar no elevador, onde parte de sua família a esperava.
Em questão de segundos o elevador teve as portas fechadas. Emmett e Rosalie retornaram ao interior do apartamento, felizes com a família que a vida lhes deu.
Emmett segurava a mão direita de Rosalie. Essa, por sua vez, lhe sorria lindamente. Seu sorriso era genuíno, um sorriso vindo inteiramente da alma. Emmett levou a mão de Rosalie à altura de seus lábios, depositando um beijo singelo no dorso da mão delicada de pele macia e perfumada.
- Então meu amor – disse Emmett. – Vejo que você está muito feliz, pela expressão de seu rosto, seu sorriso e o brilho intenso e inigualável em olhar, mas gostaria de ouvi-la falar.
- O que estou sentindo é tão radiante que não sei o que dizer em relação a tudo isso – constatou olhando diretamente nos olhos de Emmett. – Eu já estava nas nuvens por termos conseguido realizar a compra do apartamento. Teria mudado para cá mesmo com um misero colchonete e um fogão. Aí vem vocês e me fazem uma surpresa dessas. Está tudo tão perfeito, amor. Me recuso a acordar se isso for um sonho.
Envergonhado, Emmett abaixou a cabeça.
- Eu não tenho nenhum mérito nisso, amor. Tudo o que eu fiz foi apenas te distrair com a ajuda dos nossos amigos.
Rosalie segurou o rosto de Emmett entre suas mãos para que ele a olhasse diretamente no fundo dos olhos.
- Você fez muito mais que isso, amor. Você abriu mão de seu orgulho pensando em mim. Permitiu que nosso novo lar ficasse aconchegante para nos receber, mesmo você nunca tendo aceitado esse tipo de ajuda antes, você aceitou por mim.
Emmett a abraçou com amor e segurança.
- Vem cá meu ursinho bobo – disse Rosalie puxando-o pela mão. – Vamos apreciar o nosso novo lar.
De mãos dadas ambos passaram pela sala de estar indo para a cozinha, onde Rosalie abriu a geladeira e serviu-se de um copo d’água.
- Emm... – disse ela, segurando o copo em uma das mãos.
Emmett estava recostado ao grande balcão no centro da cozinha, mordendo uma maçã verde.
- Sim, amor.
- Só me diz que tudo isso não é um sonho – Rosalie pediu. – Nunca mais terei que voltar aquela quitinete, não é?!
Emmett lhe estendeu a mão em um convite.
- Não. Não é um sonho, amor. Tudo isso é bastante real.
Rosalie deixou o copo, praticamente vazio, sobre a pia antes de aceitar a mão de Emmett.
-Tudo aqui é nosso. Trabalhamos bastante para conseguirmos efetuar a compra do apartamento. Ganhamos a decoração, mas isso não anula o fato de que batalhamos por esse imóvel. Por esse lar – disse Rosalie em uma tentativa de fazê-lo se sentir mais confortável.
Emmett segurava a cintura de Rosalie com mãos firmes.
- Te amo tanto que às vezes penso que não faço o suficiente para te merecer – sussurrou ele.
- Para com isso, Emm – disse Rosalie, lhe dando um selinho. – Eu vou recolher aquelas taças de champanhe que estão lá na sala. Vai deitar um pouquinho e ver um jogo pela TV. Aposto que você está cansado e vai gostar de ficar deitadinho em nossa cama – completou raspando as unhas de sua mão direita sobre a marca da barba de Emmett.
Ele lhe sorriu com amor, revelando aquelas covinhas adoráveis.
- Eu vou tomar um banho primeiro. É hora de inaugurar nosso banheiro novo.
- Bem, acho que as taças podem esperar um pouco mais... – disse Rosalie, mordendo o lábio inferior sem que se desse conta disso.
Emmett esbanjou um sorriso travesso antes de pegá-la no colo sem prévio aviso. Pega de surpresa, Rosalie gargalhou.
- Amor desse jeito ficarei mal acostumada.
- Ah, quanto a ficar mal acostumada, não tem problema algum. Adoro ter você em meus braços – confessou ao sair da cozinha segurando Rosalie em seus braços fortes.
Já em frente à porta da suíte, Rosalie estendeu o braço para abri-la. Emmett atravessou o cômodo indo em direção ao banheiro. A porta se encontrava entreaberta, então, Emmett a empurrou com um dos pés. Colocou Rosalie de volta ao chão observando-a com atenção.
- De chuveiro ou de banheira? – perguntou Rosalie, com ar de garota sapeca.
- O que você prefere amor? O que você decidir eu estou de acordo – afirmou Emmett.
- Hummm... banheira então?
- Perfeito – respondeu ele, com um sorriso travesso, revelando suas covinhas encantadoras. Então, ergueu os braços retirando a camisa que usava.
- Vai entrando na banheira que já volto – disse Rosalie antes de se retirar do banheiro.
- Não demore – avisou, segundos antes de entrar na banheira, escondendo seu corpo embaixo da camada de espuma. Emmett recostou sua cabeça em um dos apoios que a banheira continha e ficou a espera de Rosalie, enquanto seu corpo relaxava sob as espumas mornas e perfumadas.
No quarto, Rosalie ligou o aparelho de som inserindo seu iphone. Emmett sorriu assim que o som da música chegou aos seus ouvidos. Segundos depois Rosalie retornara ao banheiro, Emmett estava de olhos fechados quando ela começou a se despir, mas ao sentir sua presença ele abriu os olhos e ficou observando-a em silêncio. Observou cada peça ser retirada com tamanha atenção que mal piscava.
Devagar, segurando a mão de Emmett, Rosalie entrou na banheira, mergulhando seu corpo lentamente sob a camada de espuma perfumada. Sentou de costas entre as pernas de Emmett, recostando sua cabeça ao peito másculo com respiração regular.
Prontamente as grandes mãos, de pegada firme e quente, percorriam o corpo curvilíneo deixando rastros quentes por onde passava. Minuciosamente ele tocara cada parte do corpo de Rosalie. Essa, por sua vez, deslizou seu pé direito sobre a perna dele propositalmente, causando sensações insuportavelmente provocantes.
Emmett espalmou ambas as mãos sobre a barriga de Rosalie, sob a camada de espuma, massageando levemente. Roçou seus lábios no lóbulo da orelha dela, sussurrando.
- Acha que o nosso bebê já está aqui?
- Ainda não posso ter certeza, amor. É muito cedo para qualquer afirmação – respondeu, virando devagar, ficando de frente para Emmett. Com o gesto seus seios ficaram a mostra. Emmett não resistiu a tocá-los com mãos de veludo. Começou pelos lados moldando até encaixá-los perfeitamente entre suas mãos. – Mas podemos tentar novamente... – sussurrou Rosalie em um timbre de voz abafado entre um beijo e outro.
Emmett deslizou suas mãos pela lateral do corpo dela, com pegadas firmes e ansiosas. Causando uma confusão de sensações. Segurou firme a cintura fina, puxando-a para seu colo. Rosalie arfou com a proximidade de seus sexos sob a água morna. Ele segurou os longos cabelos dourados de Rosalie entre suas mãos, erguendo um pouco para poder beijar toda a extensão do pescoço dela.
Com seu ritmo cardíaco aumentado à medida que as caricias ficavam mais ousadas, Rosalie percorreu seus dedos finos e delicados por entre os fios curtos dos cabelos de Emmett. Uma de suas mãos desceu traçando caminho da nuca até alcançar as costas largas e tão másculas, perigosamente atrativa.
Rosalie se mexeu impaciente sobre o colo de Emmett. Esse, por sua vez, arfou em meio um quase sorriso presunçoso. Segurou Rosalie pela cintura novamente, agora invertendo as posições. O tempo inteiro Rosalie manteve seus braços em volta do pescoço dele sem intenção alguma de se afastar.
Emmett deslizou suas mãos pelas pernas de Rosalie até alcançar os quadris, onde ele segurou firme, trazendo para mais perto de seu corpo, permitindo assim um encaixe perfeito. Devagar ele foi unindo seu corpo ao dela, parando alguns segundo, fazendo provocações. Rosalie lhe beliscou as costas propositalmente. Logo, Emmett iniciara as investidas, causando uma onda imensurável de desejo e prazer. Mordiscou os mamilos enrijecidos de Rosalie com a ponta dos dentes, em um desejo ardente e insano. Seus corpos seguiam o mesmo ritmo, sincronizado e ofegante. O som da música ambiente agora se confundia com os gemidos e arfadas de prazer do jovem casal.
Ter o privilégio de amá-la pela segunda vez, era algo que Emmett não tinha como descrever. Era insanamente prazeroso e único. Todas as sensações, seu corpo, seus instintos clamando por ela com sede de prazer. Era como se tudo fosse elevado à decima potencia.
A cada toque, a cada investida, Emmett sentia o quanto ela o desejava cada vez mais. Mais quente e mais urgente...
Rosalie sentia como se seu corpo ardesse em chamas à medida que Emmett tocava cada parte de seu corpo, desde a mais intima delas. Seus corpos seguiam envolvidos em uma dança de sensações ardentes.
Emmett beijara os lábios de Rosalie com urgência, segundos antes de atingir o ponto mais alto do prazer. Rosalie tinha as unhas cravadas nas costas do homem que ama, enquanto esse mantinha o braço em volta do corpo dela. Suas testas, agora, estavam coladas, olhar penetrante, respiração pesada, coração pulsando forte contra o peito. Então um sorriu para o outro. Um sorriso genuíno, um brilho no olhar que não deixava dúvidas o quanto se amavam, o quanto se completavam.
- Amo você, Rose. Luz da minha vida – sussurrou Emmett.
- Amo você, amor amigo... – sussurrou ela.
Segurando o rosto de Rosalie entre as mãos, Emmett a beijou mais uma vez...
Notas finais
Vejo vocês nos reviews.
*Pessoas que andam sumidinhas, cometem mesmo curtinho :)
*Para quem acompanha A Gotinha de Amor que Faltava semana que vem tem capítulo.
*Se possível recomende, e alegre um coração ♥
Beijo, beijo
Sill
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