Amo Meu Colega De Quarto

5 Eu amo o baka do meu colega de quarto


Notas iniciais
AVISO: ESSE CAPÍTULO CONTÉM LEMON (é, pois é...)
Se tem alguém lendo isso quer dizer que eu tomei coragem pra postar (momentos de insanidade), então esse é o último capítulo, muito obrigada por ler até aqui!

-Você d-d-d-disse amado?

-Ahh, acho que deixei essa passar, Suzy-chan.

-O que você quis dizer com isso?

-Não está obvio? Quis dizer que te amo.

-Me ama?

-Sim.

“Nagumo-kun? Me ama?”

Suzuno olhou para o ruivo, que estava deitado em sua cama.

-Haha, muito engraçado, Nagumo! E agora vem o que? Você rir da minha cara? Não, ou talvez possa ser uma pegadinha! Onde estão as câmeras?

-Suzuno, não é uma piada ou uma pegadinha. De novo, não estou mentindo ou enganando você.

-Nagumo... Como eu posso ter certeza?

-Olhe nos meus olhos. Como eu poderia mentir com você olhando diretamente nos meus olhos?

O albino conseguiu olhar nos olhos de Nagumo que abriu um sorriso.

-Que bom que olhou pra mim. Suzuno, eu te amo.

-É sério mesmo?

-Sim. É sério mesmo.

Suzuno sorriu.

-Que bom saber.

-Por quê? Agora eu acho que VOCÊ vai zoar minha linda cara.

-Não é por isso. É porque eu... Eu te amo também.

Nagumo o olhou surpreso e logo depois parecia feliz. Muito feliz.

-Bom saber, Suzy-chan. Bom saber.

-Como “bom saber”?

-É que se eu te amo e você me ama, provavelmente você estará disposto a me dar outro beijo.

-Sempre que quiser, Nagumo.

-Por exemplo, agora, Suzy-chan?

-Sempre que quiser, baka. E não me chame assim... Tão alto.

-Agora. Suzy-chan.

Ele sussurrou o apelido de Suzuno, o que fez o mesmo sorrir. Então Suzuno se aproximou de Nagumo e o beijou novamente, do mesmo jeito que havia feito antes.

Quando se afastou do ruivo disse:

-Como está o tornozelo?

-Doendo.

-Quer que eu te leve à enfermaria ou algo assim?

-Não. Fique aqui comigo, Suzuno. Pra mim, só isso basta.

-Então ficarei aqui.

Suzuno se deitou na própria cama e adormeceu. Não muito tempo depois Nagumo fez o mesmo. Suzuno acordou com um estrondo.

Sentou-se rapidamente na cama, preocupado. Mas então percebeu que tinha sido um trovão. Estava chovendo. Muito.

Ele olhou para o relógio e viu que ainda estava cedo, afinal eram duas da tarde. Olhou para Nagumo.

Lembrou-se do que havia acontecido mais cedo e corou desviando o olhar. Mas, não suportou ficar sem olhar para o ruivo.

“Minha cama está muito gelada” Pensou.

Se levantou e foi até a cama de Nagumo, se deitou e abraçou o ruivo. Nagumo, que estava fingindo que dormia, disse:

-Finalmente veio pra cá, Suzy-chan.

Suzuno soltou o ruivo imediatamente.

-Você estava... Acordado? – Ele disse corando cada vez mais.

-Estava sim.

O ruivo se virou para olhar o albino e disse:

-Estava sim. Acordei há um bom tempo, enquanto esperava o Sr. Suzy-chan perceber que quando eu disse para ficar aqui era aqui tipo que na minha cama.

-Eeh?

-Exatamente.

Nagumo abraçou Suzuno.

-Não pense besteiras sobre isso, Suzy-chan. Não vou forçá-lo a nada. Mas...

-Nagumo, é melhor esquecer essa história de mas viu!

Nagumo riu.

-Certo, Suzy-chan. Vou esquecer, por enquanto.

Suzuno abraçou Nagumo. O ruivo colocou sua cabeça no ombro do outro e aproximou sua boca do ouvido de Suzuno sussurrando:

-Parece que eu não consigo, Suzy-chan. Tem algum problema se eu fizer isso?

Nagumo deu uma leve mordiscada no lóbulo da orelha de Suzuno, esse emitiu um leve som, que o ruivo não percebeu.

-Nagumo... Pare.

-Quer mesmo que eu pare? – Disse Nagumo subindo lentamente a camiseta que Suzuno havia colocado mais cedo.

-N-Não precisa parar, Nagumo.

-Bom saber, Suzy-chan, bom saber.

-Mas, e seu tornozelo?

-Eu não vou me apoiar no meu tornozelo, então não é problema.

Nagumo tirou a camiseta de Suzuno e observou seu corpo, que em sua opinião era perfeito. Suzuno o olhou com espanto. Nagumo percebeu isso.

-Algum problema, Suzy-chan?

-Etto... Eu... Sou virgem.

-Isso não é problema. Eu posso resolver isso facilmente, mas deixando claro que só EU posso resolver isso.

-Não deixaria mais ninguém.

-Suzy-chan, você é tão fofo.

-Eeh?

-Kawaii!

E então os dois ficaram em silêncio. Nagumo voltou a fazer o que estava fazendo algum tempo depois. Observou o corpo albino a sua frente e num movimento rápido ficou em cima de Suzuno.

Levou sua boca até o pescoço do albino e deu lambidas, mordiscadas e chupões que deixariam marca. Suzuno percebendo isso disse:

-Eeei! E se virem isso, baka?

-Não se preocupe com coisas tão triviais, Suzy-chan. Se virem isso e falarem alguma coisa pra você não sairão vivos para contar a história.

Suzuno sorriu. Nagumo desceu sua boca até o mamilo esquerdo de Suzuno e começou a “brincar” ali também. E com uma de suas mãos massageou o mamilo direito.

A esse ponto Suzuno já estava excitado. O volume em sua calça estava começando a se tornar incômodo.

Nagumo não estava muito melhor que Suzuno nessa questão.

Depois de algum tempo desceu até a intimidade de Suzuno.

-Nee, Suzuno, posso continuar?

-Err... Sim.

Nagumo sorriu disfarçadamente e começou a tirar a calça de Suzuno, mas este o parou. Nagumo o olhou confuso.

-Algum problema?

-Não é isso. É que eu... Tenho vergonha. Até porque você ainda está vestido!

-Não que isso seja um problema. – Disse Nagumo com um sorriso travesso no rosto.

Ele tirou sua própria calça e sua boxer preta. Suzuno olhou para o amigo, mais precisamente para o membro dele, já completamente ereto. O albino corou e Nagumo sorriu ao ver essa reação.

-Bem, esse problema foi resolvido. Sua vez, Suzy-chan.

-Eu... Não... Consigo...

-Então eu faço isso pra você.

Nagumo tirou a calça e boxer de Suzuno de uma vez, deixando seu alvo (que por sinal estava no máximo de sua ereção) a vista.

-Hehe... Achei!

-Nagumo! Não fale as coisas assim desse jeito!

Suzuno estava completamente envergonhado com a situação, mas... Ele queria que aquilo acontecesse. Tinha certeza disso agora.

Nagumo aproximou sua boca do membro de Suzuno e deu uma lambidinha na glande. Suzuno, que tinha contido a maioria dos gemidos até então, não resistiu e gemeu.

Percebendo que Suzuno gostava do que estava fazendo, Nagumo não hesitou em continuar. Envolveu a glande com sua boca e depois lambeu toda a extensão do membro do albino. Colocou o membro de Suzuno em sua boca e só então começou a chupá-lo, enquanto com uma das mãos massageava os testículos do outro.

Não muito tempo depois Suzuno gozou na boca do ruivo, que engoliu o líquido sem dificuldade alguma.

-Suzuno, eu não posso... Aguentar mais. Posso continuar?

-S-Sim.

-Então fique de quatro.

Suzuno não questionou e ficou de quatro. Nagumo olhou a entrada de Suzuno e pensou “Finalmente, cheguei ao meu alvo.”.

Ele lambeu a entrada de Suzuno e depois inseriu um dedo com dificuldade. Esperou o albino se acostumar e inseriu outro e ficou mexendo os dois dedos dentro de Suzuno. Quando percebeu que Suzuno já estava pronto retirou os dedos e posicionou-se para entrar em Suzuno.

-Olha, Suzuno, se quiser pedir pra eu parar, a hora é agora.

-Você acha que se eu quisesse já não o teria feito?

As frases foram assim, apesar de que no meio das palavras eles ofegavam.

Nagumo aceitou a resposta de Suzuno e começou a entrar nele devagar. Suzuno sentiu muita dor por algum tempo e o ruivo percebeu isso, por esse motivo esperou que o albino se acostumasse.

Depois de certo tempo, quando percebeu que Suzuno já havia se acostumado, começou os movimentos de vai e vem. No início, hesitantes e lentos, mas que depois ficaram rápidos e frenéticos.

Não muito tempo depois os dois chegaram juntos ao ápice. Nagumo gozando dentro de Suzuno e este na cama.

Nagumo se retirou de Suzuno e deitou ao seu lado na cama. Suzuno olhou para ele.

-Nagumo-kun... Por que você fez isso?

-Como eu disse, porque eu te amo.

-Jura? Jura que não é mentira?

-Juro, Suzy-chan.

-Não... Me chame assim... Tão alto.

Suzuno disse sua última frase com um tom envergonhado e cansado.

-Suzy-chan, Não durma ainda!

-Por quê?

-Porque você não disse o que sente por mim.

-Baka, eu disse sim! Você só quer que eu repita e eu não vou fazer isso.

-Por favor.

-Não!

-Onegai, Suzy-chan!

-Eu amo o baka do meu colega de quarto.

-E esse baka também.

Nagumo pegou o queixo de Suzuno e se aproximou dele o beijando. Um beijo de no máximo cinco segundos que significou muito.

Suzuno os cobriu com o cobertor de Nagumo.

-Nee, Nagumo.

-O que?

-E seu tornozelo?

-Nunca fiquei tão feliz por ter torcido o tornozelo na vida.

-E eu nunca fiquei tão feliz por VOCÊ ter torcido o tornozelo na vida.

Nagumo sorriu e abraçou o corpo nu de Suzuno, este retribuiu o abraço.

-Boa noite, Suzy-chan.

-Está de dia! Cale a boca, Nagumo!

E então os dois caíram no sono abraçados. Pelo visto, Nepper não estava errado quanto ao que dissera mais cedo.

Notas finais
O.O Acabou! Eu mal consigo acreditar... Tanto faz, mil desculpas por quem leu essa... coisa! E obrigada também.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!