Amnesia 1° Temporada
10 Capítulo especial - O sangue da menina
Notas iniciais
–Me soltem!! Oque vocês vão fazer comigo?!!! Socorro!!! Quem são vocês? porque estão fazendo isso?
Naquele dia mais cedo.
Eu sou Anne, meus olhos são pretos e os cabelos também. Hoje é o meu aniversário. Não dou muita importância para isso, não sou muito valorizada já que eu sou quase uma nerd.
Eu estava dormindo calmamente até alguém começar a gritar do lado de fora do meu quarto.
–Anne!!! Feliz aniversário!!!
Era minha irmã casula. Ela é um pouco legal, mas eu não sou muito chegada nela. Me levantei, fui até a porta e abri. Ela estava com uma caixinha embrulhada na mão.
–Seu presente Anne.
–Obrigado Mandy.
Ela me deu o presente e correu para a cozinha. Fechei a porta e abri o meu presente. Era um iphone 5. Dentro da caixa dele avia um chip, coloquei o mesmo no celular e configurei ele todinho. Fiquei mexendo por um tempo e então me deu fome. Coloquei o celular na cabeceira que ficava no lado da cama. Fiz minha higiene matinal e desci. Fui até a cozinha e não tinha ninguém.
–Que estranho. Eu achei que o pessoal estava aqui em casa.
Fritei um ovo e comi com pão. A casa parecia completamente vazia. Terminei de comer, coloquei as coisas na pia e fiquei olhando a casa. O ar ficou um pouco frio.
–Mandy?! Você está ai?
Ninguém respondeu. Naquela hora um medo bateu em mim e então corri para o meu quarto. Cheguei lá e quando fui entrar avia um homem todo de preto parado em meio ao quarto.
–Quem é você?!!!
Ele não respondeu e começou a vir na minha direção. Eu corri até o quarto da Mandy, tranquei a porta e fiquei com a respiração ofegante. Eu encostei a testa na porta e fiquei segurando para ele não abrir de jeito nenhum. Um liquido tocou no meu pé e na hora eu pulei com o susto e pude percebe que a coloração do liquido era vermelha. Olhei para trás e lá estava a Mandy no chão, com o pescoço cortado e ela também estava nua. Sua vagina estava sangrando, seus seios estavam cortados e uma boa parte do seu corpo estava roxo.
–Mandy!!!!
Me abaixei, cheguei perto dela e fui ver se o coração dela ainda batia. Ele estava completamente parado. Lagrimas correram violentamente pelo meu rosto. Passei a mão no corpo dela e então algo bateu na porta fazendo-a cair. O homem que estava de preto veio em minha direção.
–Por favor não me mate!!!
Ele me deitou no chão, ejetou algo em meu pescoço e antes mesmo de eu desmaiar e sentir que ele tirou minha calça.
Eu abri os olhos e eu estava dentro de um carro. O homem não estava mais de preto. Ele usava uma roupa como de um enfermeiro ou algo do tipo e não usava mais mascara. Seus cabelos eram castanhos, mas não dava para ver o seu rosto. Eu estava presa por algemas e a minha vagina estava doendo demais.
–Vejo que acordou garotinha!
–Quem é... quem é você?
–Não lhe interessa!!
Eu olhei o retrovisor e vi os seus olhos. Eles eram verdes e também pude perceber que ele usava aliança e isso indicava que ele era casado.
–Oque você esta fazendo comigo?
Ele mexeu no retrovisor e deu para ver o nome na camisa dele e era: "Lucas Henrique"
Ele parou em frente a um hospicio. Ele saiu do carro, chegou em frente a minha porta e me tirou. Eu não conseguia ficar em pé. Minha vagina estava muito doida. Cai no chão mais ele não ligou e saiu me arrastando. Entramos no hospicio e ele me cadastrou em algo e começou a me arrasta para uma sala. Comecei a chutar ele e me soltei. Sair correndo mas dois homens me segurou e começou a me arrasta e depois mais dois vieram e ajudaram eles a me arrasta.
Chegando na sala eu fiquei olhando em volta e tentando me soltar. Eles me colocaram em uma cadeira e me prenderam.
–Oque vocês irão fazer comigo?!! Me soltem!!
Um homem pegou uma agulha e extraiu um pouco do meu sangue e misturou com um soro. Tinha um garoto ao meu lado preso em outra cadeira. Eles colocaram aquele soro com meu sangue nesse garoto e ele desmaiou. Nós ficamos por 2 horas dentro da sala e então o garoto começou a gritar.
–Não me comam, por favor não me matem!!!
Alguns segundos depois ele parou de respirar e morreu. Os homens começaram a rir e a olhar para mim.
–Seu sangue é especial garota. Com o seu sangue o vírus deu certo. Se você quiser você pode vir para o nosso lado e trabalhar com a gente ou...
–Ou oque?
–Ou nós iremos deixa-la presa aqui e ficar extraindo seu sangue para vender.
–Eu... eu escolho tra... trabalhar com vocês.
Minha voz era falha. Abaixei a cabeça e esperei eles me soltarem. Enquanto eles me soltavam um deles sorria.
–Mas tem uma condição... Você tem que deixar a gente te comer.
–É chefão boa condição.
Arregalei os olhos, enquanto eles riam e me soltavam.
–Eu aceito essa condição...
Eles me soltaram e o homem que me trouxe de carro me arratou para sala dele.
Fale com o autor