Amizade? Ou Amor?
5 Capítulo 5
Notas iniciais
AVISOS:
* Essa semana é bem provável que eu demore muito para postar os capítulos, vou estar na semana de provas :/
Tentei me levantar para chamar Victoria, mas estava muito fraca para fazer algo. Não acreditava que meu querido pai estava com uma doença grave. Por que ele não nos avisou? Seria mais fácil cuidá-lo. Tentei, então, gritar por Victoria.
- Victoria!!!
Meio sonolenta, ela abre devagara porta do meu quarto.
- O que houve dessa vez?
- O papai... Ele, está no hospital. Temos que ir para lá agora!
- Ué, mas o que ele tem?
- Vic, se controla por favor. Recebi uma ligação do hospital, me disseram que o papai estava com uma doença fatal. — os olhos de Victoria se arregalaram rapidamente.
- E essa doença por acaso tem nome Ems?
- Papai está com câncer em seus pulmões. — não aguentei mais, senti meus olhos encherem de lágrimas, e então comecei a chorar.
- Temos que ir pra lá agora Ems. — ela me puxou pelo braço o mais rápido possível.
Vic dirigia seu carro muito rápido nas ruas. Era muito arriscado dirigir rápido, mas naquela hora, a razão, para mim e Vic, foi embora. Eu estava tremendo assim como minha irmã. Logo após alguns minutos, chegamos ao hospital. Victoria saiu mais rápido que eu, assim, se informou na recepção onde estava nosso pai.
- Por favor senhora, poderia me dizer o quarto de David Clark?
- Sim, claro. Ele está no quarto 123, no terceiro andar. O elevador fica logo ali. — a recepcionista apontou à um corredor, que parecia ser sem fim, onde ficava o elevador.
Nós corremos rumo ao quarto de David. Havia um enfermeiro parado em frente ao quarto, justamente, do meu pai. Ouvia ele se lamentar de ter feito algo, não sei o que. Mas pedi informação do quarto do meu pai.
- Com licença, este quarto é de David Clark?
- Sim, pode entrar. Estava a sua espera. Sinto muito pelo seu pai ter ficado doente. — lamentou-o abrindo a porta.
Lá estava meu pai. Deitado em uma cama, com um inalador em seu nariz. A situação que estava vendo era horrível, me sentia uma droga de pessoa por não ter desconfiado de todas as vezes que meu pai se sentia mal. Ou das vezes em que ele ficava com falta de respiração. E quando ele caía sem motivo algum.
- Pai... — murmurei.
- Ems.
Acariciei sua cabeça por um momento até ele começar a explicar sobre o que estava acontecendo com ele.
- Filha, onde está Vic?
- Ela não tem coragem de entrar pai, está muito triste. Por que você não nos falou que tinha câncer? Achou que alguma hora nós não íamos notar que você estava doente? — mais lágrimas estavam por vir.
- Não é simples você contar à sua família que você tem uma doença grave... Me perdoe querida, amo muito vocês.
Beijei a testa doe meu pai.
- Claro que eu perdôo pai, mas agora, o senhor tem risco de morrer. — comecei a chorar bastante.
- Eu sei querida, mas de alguma forma eu vou morrer feliz.
- Eu não quero que o senhor vá embora.
- Desculpa Ems. Você poderia chamar sua mãe? Preciso falar com ela, ela já sabe que estou aqui?
- Provavelmente sim.
Liguei para minha mãe. E também para Daniel. Ashley e Amanda vieram só depois. Quando Victoria entrou no quarto, eu fui para a lanchonete com Daniel, ainda estava muito tímida pelas coisas que Daniel me disse. Mas eu precisava do ombro amigo dele.
- Emily, você está muito triste. Do que precisa?
- Por enquanto nada Daniel. — abracei-o.
- Sei que você ainda acha estranho que eu tinha falado que te amava e essas... — interrompi-o.
- Não quero conversar sobre isso agora, só quero que você seja meu companheiro.
- Tudo bem. — ficamos abraçados por um momento, Daniel foi comprar comida e eu vi Ashley chegar.
- Sinto muito Emily. — ela me abraçou.
- Tá tudo bem. Onde está Amanda?
- Ela estava com problemas em casa, por isso não veio.
Esperei, dar 23:30. Conversei com meu pai, ele disse que era paraeu ir para casa. E eu nnão recusei, estava muito cansada. Precisava dormir. Victoria foi para a casa do namorado. E minha mãe ficou no hospital. Quando cheguei em casa, tomei um banho e vesti mmeu pijama. Deitei e liguei para Daniel.
- Emily?
- Daniel...
- Está tudo bem?
- Sim, estou sozinha em casa.
- Você quer que vá dormir aí? — não sei por que diabos eu comecei a chorar.
- Sim Daniel.
Após alguns minutos, ele chegou com uma bolsa preta.
- Cheguei — um sorriso bobo formou em meus lábios.
Minha cama era de casal. O que coube nós dois. Ele me abraçou de forma que sua mão cobria minha barriga. Assim dormimos a noite toda, de conxinha. Só que como AMIGOS, algo havia ali naquele quarto...
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