Amizade Grega

2 Mural de amizades


Notas iniciais
Capítulo maior, pessoal!

Como dito no capítulo anterior, a história se passa no passado de Austin e Ally. E continuando, no no mesmo feriado, Austin ligou de novo pra Trish pedindo o endereço de Ally:

– Trish, você sabe o endereço daquela garota "sinistra"?

– Sim, eu sei.

– Me fala? Quero ir a casa dela...

–Uii! Tá legal, pra que tu quer?

– Quero conversar com ela, Trish.

Trish passou o endereço da amiga para o garoto. E ele foi correndo até a casa de Ally. Ao chegar a casa de Ally, sua mãe o atendeu com muita generosidade e educação, diferente do pai de Ally, que fez uma "pequena entrevista" com Austin. As perguntas eram simples e nada privadas. Eram perguntas sobre a personalidade do garoto, se possuía o RG, o que faria para a Ally e tudo mais. Sua mãe disse que Ally estaria no quintal.

– Er... Ally?

– O que está fazendo aqui?

– Só vim fazer uma visita à você, porque eu queria te pedir uma coisa...

– Austin, você não é pra mim! Eu sou ridícula e tomo atitudes infantis! Posso até ser boa na escola, mas isso diz apenas parte de minha personalidade. Você é popular, bonito, famoso! Pode até ser um cantor de sucesso. Pode falar o que queria falar e...

– Quer ser minha amiga?

Ally faz uma cara de admirada, e diz:

– Oh, Austin! É CLARO QUE QUERO!!!! ♥

Os dois se abraçam amigavelmente e Ally dá um beijo na bochecha de Austin. No dia seguinte, Trish comenta com Austin o fato de ela ser estranha. E Austin discorda de Trish. Essa foi a primeira vez que os dois pensam diferente.

– Eu sinto uma coisa pela Ally! Não é só amizade! É AMOR! Mas é muito cedo pra mim me declarar para ela, e além disso, meus pais nunca aceitarão eu namorando.

– Nem os meus aceitam que eu namore, mas eu namoro escondida, sem eles saberem. Eu já estou perfeita para ser emancipada, não acha?

– Sim, Trish. Mas estou procurando a Ally.

– Estou aqui, Austin.

– Ah, nem parecia você atrás daquele arbusto! Sua chatinha (rs)

Ally deu uma risadinha leve de Austin. Horas depois, tiveram de ir pra casa. E Austin queria ir para a casa de Ally, conhecer seu quarto e conhecer tudo o que tinha.

– Ally, você tem um diário? Que coisa mas estranha.

– Se pensa que não coloco cadeado nos meus segredos, tá muito enganado, mocinho! Tem coisas que temos que guardar, nunca se sabe quem fica nos espiando.

– Nisso você tem razão. Mas eu não guardo segredos. Principalmente num diário. Gosto de compartilhar o que sinto com todos ao meu redor. É como se eu fosse um inseto sendo atraído pela lâmpada, Ally!

– Você está quase certo, Austin. Minha vida é bem sigilosa. Guardo segredos desde o primeiro ano do colegial, e sei como é ser aberto pra todo mundo. Quando eu era pequena, não tinha medo de nada. Eu saía contando segredos até para a garota mais maléfica da escola, e isso acabou me deixando acanhada, extremamente...

– Você fez errado, então. Ou exagerou contando pra menina maléfica da história...

– Não, Austin. Eu fui burra!

Notas finais
Obrigado a todos!