Amizade Colorida

9 Nossa sobremesa favorita


Notas iniciais
capítulo com conteúdo sexual +16

Não era tão simples levantar e ir embora do salão, ainda mais agora que boa parte da família conseguia vê-los com clareza sem nem ao menos se esforçar. George e Hermione ficaram por minutos atentos a qualquer brecha, qualquer sinal e quase conseguiram sair sem ser vistos, mas Molly os interceptou no caminho entre a mesa onde o jantar foi servido e a porta e os levou até a mesa da família Dune para apresentá-los:

– Senhor e senhora Dune, este é outro dos meus filhos, o George. – Molly disse animada.

– George Weasley, o dono da Gemialidades Weasley? – o senhor Dune disse animado – Eu adoro seus produtos! Que prazer te conhecer!

– Ele ama mesmo. – a senhora Dune revirou os olhos – Vive pregando peças em mim.

– Igualmente senhor Dune. – George respondeu educado – Mas em respeito à sua esposa não vou te oferecer descontos.

– Obrigada, meu rapaz. – a mulher disse como quem agradece aos céus.

– Você deve ser Hermione Granger, não é? – Alice comentou puxando Hermione de canto – Os meninos falam muito de você todos os dias. Harry, inclusive, me mostrou algumas de suas dicas e, olha… elas me salvaram em algumas avaliações teóricas.

– Ah, que legal! É um prazer te conhecer, Dune. – Hermione respondeu sorrindo.

– Por favor me chame de Alice. – ela pediu e aproximou-se de Hermione para sussurrar – Eu sei sobre Ron e você. Está tudo bem, eu confio no meu ruivinho.

– Obrigada. – Hermione disse sentindo-se aliviada de algo que ela nem sabia que a preocupava.

– Por favor, sentem-se um pouco. – a senhora Dune convidou apontando um par de cadeiras vazias – Ainda não pegamos a sobremesa, acho que seria uma boa ideia agora.

– Eu adoraria, mas infelizmente preciso ir. – George respondeu depressa – Hermione tinha me comentado que estava cansada e queria ir também, então estávamos prestes a sair do prédio, não é Hermione? – ele jogou para ela e ela confirmou.

– Teremos outras oportunidades de nos encontrar. – Alice disse, compreensiva e começou um assunto aleatório que chamou atenção da mesa.

– Me lembre de mandar uma cesta de presentes para Alice Dune. – George sussurrou para Hermione enquanto a puxava para sair de lá.

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George e Hermione mal entraram na Gemialidades Weasley e já se beijaram ardentemente, derrubando uma série de embalagens no chão por onde passavam. Havia urgência da parte de ambos por sentirem por completo o corpo um do outro sem impedimentos, mas não poderia simplesmente acontecer naquela parte da loja.

Foi Hermione quem tomou a iniciativa e, desabotoando lentamente sua camisa, caminhou de forma sedutora escada acima com o intuito de ir até o quarto de George, jogando a peça de roupa para o rapaz no meio do percurso para deixá-lo ainda mais empolgado. Antes mesmo de ela alcançar os últimos degraus, o ruivo correu e a agarrou nos braços para chegar logo ao seu destino.

Cuidadosamente, George colocou Hermione deitada em sua cama e tirou as botas de seus pés para poder tirar também a meia calça que ela usava. A garota não desgrudava os olhos dele e esperava ansiosamente pelo próximo passo, consentindo com o olhar cada coisa que ele fazia:

– O que foi? – ela perguntou quando viu que ele havia parado.

– Você é linda. – ele respondeu e inclinou-se para beijá-la, descendo os lábios até os seios dela que beijou por cima do sutiã – Eu quero fazer tanta coisa que nem sei por onde começar.

– Que tal tirar sua roupa também? – ela sugeriu, erguendo-se levemente para puxá-lo pelo pescoço – Vi pouco do seu corpo na última vez que estivemos assim.

George deixou Hermione se livrar da camisa dele, deitando-se obedientemente enquanto chutava os próprios sapatos para fora dos pés para que ela pudesse tirar-lhe as calças sem empecilhos. Sua ereção estava mais do que aparente sob sua cueca e ele sentiu uma onda de prazer quando ela fez uma carícia demorada com sua mão e depois, colocando-se sentada em cima dele, friccionou sua intimidade nela. Ela gemia de olhos fechados, segurando firme nas mãos dele enquanto aproveitava aqueles movimentos e sentia que ficava mais úmida.

Embora quisesse muito, George sentia que Hermione ainda não estava pronta e, como era sua primeira vez, ele foi paciente e o mais carinhoso possível. Com isso em mente, ele parou os movimentos que ela fazia e inclinou-se para frente para alcançar o fecho do sutiã dela, libertando assim os seios que logo tratou de beijar e sugar. Hermione arrepiou-se por inteiro e segurou o cabelo do ruivo com tanta força que achou que poderia arrancá-lo com as próprias mãos.

Num movimento rápido, ele aproveitou o estado de entrega dela e a pôs deitada de lado, estimulando-a até que teve confiança de tirar o que restava de roupas do meio do caminho e deslizar para dentro dela com calma. Depois que sentiu que estava completamente unido a ela, George começou a movimentação seguindo a reação que Hermione tinha e, com o passar do tempo, tudo ficou mais natural.

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– Isso foi… foi… – George tentou dizer, mas seu coração estava tão acelerado por ter chegado ao seu ápice dentro dela que ele mal respirava.

– Foi incrível. – Hermione completou, beijando-o – Estou com fome agora.

– Eu vou pegar alguma coisa na cozinha. – ele levantou-se meio cambaleante e vestiu uma cueca e uma camisa – Quer algo doce ou salgado?

– Que tal escolhermos juntos? – Hermione sugeriu, prendendo o cabelo e também procurando alguma coisa para vestir.

Os dois caminharam lado a lado pelo corredor sem se tocar ou conversar, mas George deixou o clima mais leve quando pegou Hermione nos braços e a levou pendurada no ombro, quase caindo com ela várias vezes no meio do caminho e ouvindo muitos gritos misturados com risadas:

– Eu ainda sei andar! – Hermione protestou uma última vez quando sentiu o piso sob seus pés – Não gosto de ser carregada como um saco de batatas, acho que deixei claro no ano novo!

– Não me force a fazer piadinhas de duplo sentido sobre comer. – ele disse de forma provocativa e a beijou com carinho – Já que perdemos a sobremesa da festa, podíamos fazer uns bolinhos de chocolate.

– Vou te mostrar uma receita trouxa. – ela disse arregaçando as mangas e vestindo um avental que achou sobre o balcão – Minha mãe fazia para mim quando eu era criança.

Hermione reuniu todos os ingredientes que precisava e começou a preparar a receita sem auxílio de magia. Apenas na hora de colocar a massa para assar que ela pegou sua varinha e fez com que eles crescessem e chegassem no ponto mais rápido do que o normal:

– E aí, o que achou? – ela perguntou ansiosa quando George deu a primeira mordida.

– Uma delícia! – ele respondeu de boca cheia – Acho que isso é um plano para me deixar completamente aos seus pés, pode confessar.

– Só se eu estiver sendo bem sucedida. – ela riu e pegou um bolinho pra si.

Notas finais
bolinhos caseiros e romance huuuuum