Amizade Colorida
39 Capítulo 39 - Bonus
Notas iniciais
Beijinhos,... ♥
Bônus
Acordei sorrindo, não podia acreditar o silencio que estava nessa casa, geralmente eu acordava com os gritos da Sam e da Julie, se xingando por mais alguns minutos no banheiro, mas hoje não, hoje tudo estava calmo, calmo até demais.
Sentei na cama e olhei para o lado, vi que o Edward não estava lá, ou seja tem alguma merda acontecendo nessa casa, levantei da cama e me vesti, fui para o banheiro e fiz minha higiene, sorri olhando meu rosto, estava com 44 anos agora, mas ainda estava bem conservada, segundo minha filha Julie isso é por causa do sexo, essa garota puxou ao pai, tudo para ela se resume a sexo. Já a Samantha é doce e romântica como eu costumava ser quando tinha a idade dela, o Anthony só pensa em foder as garotas, e me dar dor de cabeça.
Desci as escadas e podia ouvir o murmúrio vindo da cozinha, e pelo jeito o Edward estava bem irritado com alguém.
-Anthony sua mãe vai te matar – ele disse bravo e eu entrei na cozinha olhando para os dois.
-Por que eu vou matar ele? – perguntei pegando uma xícara e enchendo de café, sentei os encarando, já sabia que ai vinha bomba.
-Por que seu filho bateu seu carro novo Bella – o Edward disse e eu me controlei para não gritar.
-Eu vou contar até três e você vai sumir da minha frente, e só vai aparecer quando eu não quiser arrancar sua cabeça – eu disse olhando para o meu lindo filho que estava meio que suando frio – um, dois... – nem cheguei no três e ele já tinha sumido da minha frente.
-Calma Bella, assim você enfarta e eu fico viúvo, já imaginou eu lindo desse jeito todas vão me querer – ele disse e eu rolei os olhos, o Edward realmente continuava lindo, do alto de seus 45 anos, ah eo fogo ainda era o mesmo, por isso eu era magra assim ele não me dava sossego, nossos filhos já eram acostumados a nos ver se agarrando por ai.
-Eu te mato se você arrumar outra – eu disse e ele riu se aproximando e me dando um beijo lento, mas que logo se tornou urgente, minhas mãos foram para a nuca dele o trazendo para mais perto e as dele para minha cintura me fazendo ficar de pé e colar meu corpo no dele.
-Argh existe um quarto para isso – Sam disse entrando na cozinha toda arrumada.
-Deixa os velhos se comerem pirralha – disse a Julie e Sam rolou os olhos.
-Primeiro bom dia para vocês – eu disse me separando do Edward e voltando a tomar meu café – e segundo onde vocês vão a essa hora, em pleno sábado? – perguntei e elas riram.
-Vamos sair mãezinha – Sam disse tomando café e eu olhei para a Julie.
-É isso mesmo vamos sair, o velho deu 100 dólares para cada uma, e só temos que não brigar e ficar o dia todo fora – ela disse rindo e Edward bufou.
-É neh Cullen comprando as suas filhas – eu disse rindo e ele riu se aproximando de mim.
-Amor eu precisava de tempo com a minha mulher então fiz a única coisa que pode tirar elas de casa, dei dinheiro – ele disse e eu ri – além do mais tenho que te foder a tarde toda – ele sussurrou e eu ri baixo.
-Argh seus pervertidos, eu e a Sam estamos aqui – a Julie disse.
-Não sei por que, já era para vocês terem sumido – ele disse e elas riram se levantando.
-Ok estamos indo – Julie disse e riu – vamos pirralha vou te deixar na casa da sua amiga – disse puxando a irmã que xingou ela.
-Samantha olha a boca – gritei, mas elas já estavam longe.
-Agora que estamos sozinhos que tal começarmos a aproveitar heim? – ele perguntou de forma sussurrada em meu ouvido.
-Claro senhor Cullen – eu disse me virando e puxando ele para um beijo.
Nosso beijo calmo logo se tornou urgente, as mãos dele já estavam em minha cintura e me fizeram sentar sobre a mesa, jogando parte da louça no chão, se eu não estivesse tão excitada iria reclamar por ele quebrar minha louça, mas nesse momento eu não pensava direito.
-Nossa que pressa – ele sussurrou no meu ouvido quando eu comecei a tirar a bermuda que ele vestia.
-Cala boca e me come logo, idiota – eu disse e ele riu tirando meu vestido e jogando em algum canto da cozinha.
-Nossa cada dia mais gostosa – ele disse olhando meu corpo coberto pela lingerie preta.
-Posso dizer o mesmo de você – eu disse passando a mão por seu peito nu, deixando minhas unhas passarem por sua barriga.
Cheguei a sua cueca e retirei pegando seu membro, comecei a mover minhas mãos rapidamente fazendo ele gemer de forma rouca. Logo suas mãos me livraram da minha lingerie e ele atacou meu pescoço, gemi baixo e mordi meu lábio.
-Hmmm amor vamos para o quarto – ele disse e me pegou no colo, fazendo minhas pernas se prenderem em sua cintura, subiu correndo e me jogou contra a porta do quarto, beijando meu colo.
-Edward o quarto – eu gemi, antes que ele me comesse ali mesmo, meio que sem vontade ele abriu a porta e me jogou na cama.
Seu corpo veio sobre o meu e sua boca devorou meus seios, uma de suas mãos foi para minha intimidade e a outra para meu outro seio, massageando ele, gemi alto, e senti meu corpo tremer, sabia que minha liberação estava próxima, ele aumentou a velocidade do movimento de seus dedos e logo eu gozava em sua mão.
-Porra essa foi rápida – ele disse lambendo os dedos e eu sorri nos virando na cama e ficando sobre ele.
-Sim foi, mas eu quero muito mais – eu disse sorrindo e beijando-o de forma faminta, sentindo meu sabor ainda em seus lábios, rebolei em seu colo e ele gemeu baixo me erguendo.
Sem aviso algum seu pau me penetrou, senti minha carne sendo afastada e só não gritei, pois estava o beijando. Ele começou a mover meu corpo sobre o dele e logo eu movia junto, cavalgando em seu corpo, gemíamos sem controle, não demorou muito tempo e já gozamos juntos.
Deixei meu corpo cair sobre o dele, e ele me abraçou de forma protetora, depois disso ele me levou para o banheiro e fodemos mais uma vez lá, depois tomamos um banho e ficamos deitados, aproveitando nosso dia em paz, o que não durou muito já que o telefone começou a tocar.
Ele foi atender e eu fiquei arrumando a cama, depois de alguns minutos ele voltou com cara de poucos amigos.
-O que foi amor? – perguntei e ele bufou pegando uma camisa no closet.
-Suas filhas foram presas – ele disse e eu o encarei chocada.
-O QUE? – perguntei entrando no closet e vestindo a primeira roupa que encontrei.
-Parece que se envolveram em uma briga – ele disse calçando os sapatos – de novo – completou rindo.
-Eu sabia meu dia tava bom demais para ser verdade – eu disse rindo.
Saimos de casa e fomos tirar nossas filhas da prisão, hoje quando acordei não imaginava o que o dia me reservava, mas de uma coisa eu tinha certeza sempre teria meu melhor amigo ao meu lado mesmo quando nossas filhas ou nosso filhos nos enlouqueciam, eu sempre poderia contar com ele.
Fale com o autor