Notas iniciais
Me deculpem,...
la embaixo converamos!!



Fomos para a minha boate preferida em toda NY. Eu gostava de lá, pois tinha gente bonita, o serviço era ótimo e as bebidas eram as melhores da cidade. Quando chegamos ele elogiou o local e percebi que muitas mulheres olhavam pra ele com aquela cara de “ quero te dar”, mas ele nem ai, isso me deixou um pouco curiosa, ta me deixou muito curiosa. O que posso fazer se tenho curiosidade crônica!



- Você namora? – perguntei e ele quase engasgou com a cerveja que tava bebendo e eu comecei a rir.



- Não, ta louca! – ele se apressou em negar.



- Então você gosta de alguém – eu disse – por que gay você não é – eu afirmei e ele me olhou como se eu fosse realmente louca.



- Não, eu não gosto de ninguém – ele disse – e não, eu não gosto sou gay – disse rindo – mas porque isso agora? – ele perguntou.



- Então porque você não deu mole pra nenhuma dessas mulheres? – respondi com outra pergunta, e ele só riu.



- ah! Por isso? – ele perguntou e eu assenti – não dei mole porque decidi que por enquanto não vou ficar com ninguém – ele disse e eu olhei interrogativamente – bom pode-se dizer que meus últimos relacionamentos não acabaram muito bem – ele disse rindo.



- Os meus também não – eu disse rindo



- Segundo minhas ultimas namoradas eu tenho dificuldade de me entregar – ele disse e eu ri.



- Então somos dois – eu disse e ele riu.



- Então brindemos – disse levantando a sua garrafa de cerveja e eu fiz o mesmo com a minha.



- Então vamos dançar? –perguntei ficando de pé e ele também ficou.



Fomos para pista de dança e dançamos muito tempo, quando cansamos bebemos mais e quando senti que já tava alta demais resolvi ir embora, afinal amanha eu trabalho e não pega bem chegar de ressaca no meio da semana. Pegamos um taxi e fomos direto para o meu prédio que agora seria o dele também.



- Ei onde estamos? – ele perguntou com a voz um pouco embargada pela bebida.



- No meu prédio – eu disse.



- Hum! Você ta querendo abusar de mim? – ele perguntou com um tom sugestivo.



- Já te disse que não vai rolar – eu disse rindo – nos estamos aqui, pois seu apartamento também fica aqui – disse e fui entrando e ele me seguiu.



- Então significa que eu serei seu vizinho? – ele perguntou enquanto entravamos no elevador e eu apertava o numero do nosso andar.



- Sim! – eu disse como se fosse obvio, a porta se abriu no nosso andar, e eu sai puxando ele – vamos seu apartamento e aquele – disse apontando pra porta no fim corredor – o meu é esse – disse pegando minha chave e entregando as dele – suas malas já estão lá! – disse e já ia entrar quando senti o corpo dele atrás do meu me prensando na porta e suas mãos se apossando de minha cintura apertando fortemente, Deus o homem tem pegada!.



- Então não acha que mereço um presente de boas vindas – ele disse sussurrando em meu ouvido, dando uma leve mordida logo em seguida, senti meu corpo se arrepiar.



- Ei seu tarado – eu disse dando uma cotovelada nele e rindo pra tentar disfarçar a excitação que eu estava sentindo – vai dormir que você ta muito bêbado – eu disse empurrado ele e entrando no meu apartamento antes que ele me agarrasse de novo, e pelo que eu conheço de mim eu ia acabar dando pra ele. Ri com esse pensamento, pois mesmo conhecendo ele a menos de um dia eu sentia como se fossemos amigos há anos e isso era bem estranho.



Corri pro banheiro e tomei um banho rápido, e bem gelado, sai de lá e me joguei na cama de lingerie mesmo, assim que bati na cama dormi como uma pedra. Acordei com a campainha tocando insistentemente, minha cabeça parecia que ia estourar de tanto que doía.



- Já vai merda! – gritei pro infeliz que ousava me acordar, pequei um roupão preto de seda que estava pendurado em uma cadeira ao lado da minha cama, vesti rapidamente e fui abrir a porta, mas antes olhei à hora e vi que ainda eram sete horas, Deus hoje eu mato um. Abri a porta sem nem olhar, pois já imaginava quem era – o que você quer? – perguntei entre os dentes para o meu novo vizinho, e futuro defunto.



- Nossa você ta parecendo a Samara, se bem que ela não era tão gostosa – ele disse me olhando descaradamente, pois o roupão só ia até o meio das minhas coxas e era um pouco transparente, eu já ia fechar a porta na cara dele mais sua mão impediu – calma! Posso falar primeiro? – perguntou e eu assenti – não sei se você se lembra, mas eu tenho que assinar um contrato e é você que me assessora nisso – ele disse e eu tomei um susto, tinha esquecido que hoje ele ia assinar o maldito contrato.



- Merda esqueci-me disso – disse batendo a mão na testa – me da vinte minutos – eu disse correndo pro quarto sem nem esperar ele responder.



Entrei no banheiro voando fiz minha higiene e nem olhei pro chuveiro, afinal não teria tempo pra isso hoje, botei a primeira roupa de trabalho que encontrei, enrolei meus cabelos em um coque frouxo e sai do quarto correndo enquanto colocava os saltos.



– Vamos – eu disse pegando minha bolsa na mesa e abrindo o porta, notei que ele voltava da cozinha.



- O que você come? Aqui não tem nada! – ele disse passando por mim.



- Ei! Eu não sou paga pra te alimentar não – eu disse chamando o elevador, e ele apenas riu – depois de assinarmos o contrato te pago um café, ta bom chatinho! – disse entrando no elevador e ele entrou junto comigo, pude notar um sorriso travesso pra mim.



- Tudo bem Samara – ele disse e eu só mostrei o dedo pra ele que caiu na gargalhada e eu acabei rindo também. Incrivelmente ele rindo ficava mais bonito e devo confessar que esse foi um ótimo jeito de começar o dia.



Continua,...

Notas finais
Gente eu ainda tenho leitoras aqui?
desculpem mesmo! mais eu sumi, pois meu pc morreu e eu estava sem um novo até semana passada que foi quando minha mãezinha linda me deu um novo,...
sinto muito mesmo,...
Espero que possam me perdoar e dizer o que acharam do capitulo,...kkk'
Beijos,....