Notas iniciais
Pode estar confuso no começo, mas vocês logo irão entender!~ E sim, é uma leitura curta comparando com os outros capítulos, mas.. Boa Leitura! (/>3<)/ ~~

[05/03] 13h00min

Sentada em um sofá, a pequena Samandy decide conversar com seus amigos sendo os colegas ou até mesmo os virtuais.

Após isso tentava cochilar, mas seus pensamentos atrapalhavam até ouvir o seu celular tocar.

—Alô? –Disse Samandy que agora estava de pé indo para sua garagem.

—Mandy, vamos sair!

—Não estou afim, desculpa. –Respondeu com desanimo.

—Querida, eu não perguntei se tu tá afim ou não, vamos e pronto.

—Ain grossa, passa aqui então, desgraça!

Seu animo já estava de volta. Após desligar a chamada, vai para seu quarto e deixa seu celular em cima da cama e vai se arrumar.

Quando pronta, olhou para seu celular que estava toda hora vibrando, chamando sua atenção e ia se aproximando dele para responde os seus amigos, quando sua amiga chega e diz.

—Vamos logo, fia, temos que pegar o ônibus! –Disse isso a puxando pelo braço fazendo Samandy ter tempo apenas para pegar seu celular.

A tarde foi divertida, fora as tropeças que Samandy dava em seu próprio pé, além de os garotos que sua amiga dava oi para cada um na esquina, e não por ser puta, mas por conhecer cada um mesmo, mesmo que talvez realmente fosse uma.

[05/03] 17h30min

Ao voltar para casa, da um suspiro e diz: Finalmente em casa, caramba!

Já ia fazer o que faz em sua rotina, conversar, ver vídeos, conversar, ver mais vídeos, ouvir musicas, compartilhar coisas sobre pombos e conversar até dormir, quando lhe veio uma forte dor em seu seio e junto um pressentimento ruim.

Perguntava-se do porque de isso acontecer tão do nada, até sua avó vir falar com ela.

—Samandy, vai à padaria comprar pão pra mim, enquanto eu faço o café?

—Claro. – E assim foi, ao chegar ao centro, parando frente à padaria, percebe que seu celular ainda vibrava e decidiu responder seus amigos que não tinha respondido mais cedo.

“Oi tia Hemy –q”, “Bom dia, Milady”, “Melmey ♥”, “Bom dia, Ruiva ♥”, entre outras mensagens.

Segundos depois, já estava irritada, já pensando “se eu estivesse ai, tu levarias mó surra, sua praga nojenta!” Até receber mensagem de Vanessa, perguntando se ela estava bem.

Seu bom humor já estava de volta, ainda pensando em conhecer seus amigos, mas para fazer coisas divertidas, até se dar conta que estava parada frente à padaria por quase meia hora.

Uma pressa tomou conta dela, já estava voltando para sua casa correndo pensando na vontade que sua vó estaria de matar ela, até atravessar a rua deixando as sacolas caírem no meio da faixa.

Perto dali passava um caminhoneiro, gordo, barbudo que brigava com sua esposa pelo celular enquanto buzinava para todos.

—Espere, estou indo para casa mês que vem, mulher! – Já estava nervoso até deixar seu celular cair perto do freio e se abaixar para pegar.

Mas enquanto isso.

—Ela vai me matar, estou aqui com pressa e ainda faço isso, puta merda! – Samandy dizia isso enquanto juntava as sacolas do chão sem se dar conta que o caminhão se aproximava mais e mais, até ...

Lá estava Samandy em uma cama do hospital em coma, com sua família e amigos ao redor perguntando ao medico como ela estava, e, o caminhoneiro observando pelo pequeno vidro que ficava na porta, sentindo uma enorme culpa.

“Ela está em péssimo estado, está em um coma profundo, mas o melhor agora é vocês saírem, outro dia vocês voltam, faremos o melhor possível.” –Disse o médico a todos lá presentes, mas enquanto isso...

Acordava a pequena Hemy, deitada em sua cama, abrindo seus olhos e decidindo sair, ir ao centro, pois, “costumava ela ficar trancada em sua casa sendo obrigada a ouvir sua vizinha de “frufru” com seus gatos. Quem seria? A velha Lars”. ...

Notas finais
**Capitulo cinco já sendo feito!** O que acontecerá com Samandy? E o que acontece no momento com Hemy? !!!