Amigos...
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Espero que gostem deste capítulo ^^
Aproveitem ♥
Música: Wanna be your everything - R5 =D
POV Ally
Escrever uma música com o Austin, mesmo sendo a noite inteira, foi divertido. Ele deu ideias boas, respeitou as minhas e ele canta extremamente bem, então espero que fique boa.
Eram 05:00 da manhã agora e eu estava um caco, literalmente, e além de tudo eu estava parecendo um zumbi de tanta olheira que eu tinha (além do meu cabelo que estava uma bagunça e acho que o meu cheiro também não estava muito bom)...
Eu estava dando uns ajustes finais na música e o Austin estava dormindo no chão.
Umas duas horas atrás ele tirou a camisa e se deitou no tapete e disse que não iria dormir, mas no final acabou roncando e está ai babando no tapete. Eu como uma pessoa muito querida (sarcasmo ON), peguei um cobertor para cobri-lo e um travesseiro e botei em baixo de sua cabeça.
Agora estou aqui vendo este ser humano dormir, não que eu estivesse reclamando obviamente, já que eu estava o observando por vontade própria... Ele é tão bonitinho (gostoso também, mas eu disse que não ia manter estes pensamentos em minha cabeça).
Acabei completamente a música e fui me deitar um pouco no sofá. Fiquei um tempão acordada e acabei não conseguindo dormir.
Acho que eu fiquei umas três horas tentando dormir, pois já eram umas 08:00 da manhã e o sol começou a iluminar a sala mesmo com a cortina fechada.
Eu fiquei com vontade de tomar um café bem quentinho e decidi ir à cafeteria que tinha ai perto para comprar alguns para nós. Tomei um banho para ver se eu melhorava um pouco e minha aparência tirava aquele cheiro fedorento de mim. Escovei meus dentes para não ficar com bafo da manhã e botei uma roupa (uma calça jeans, uma blusa preta básica e uma sapatilha preta também... eu me arrumei assim já que só com calcinha e sutiã eu não iria sair e com certeza eu iria presa, pois me considerariam louca).
Como a minha moto já estava de volta, a peguei e fui dirigindo até lá rapidamente. Não tinha muitos clientes àquela hora, então comprei quatro cappuccinos e os levei de volta para casa.
Quando cheguei nenhum dos três tinha acordado ainda então tomei tranquilamente meu café e depois me deitei no sofá um pouco para descansar (e tentar dormir novamente, já que eu não dormi nada).
Depois de um tempo, finalmente o Austin levantou-se e começou a se espreguiçar. Eu não querendo ter o vislumbre daquele corpo (tudo bem, eu queria, mas tenho certeza que eu iria ficar encarando seu abdômen por tempo suficiente para acabar ficando muito vermelha e constrangida na frente dele) então fingi que estava dormindo.
Acho que ele nem percebeu que eu estava acordada, pois veio em minha direção e me deu um beijo em minha testa, sussurrando um “obrigado por tudo minha linda”, e foi em direção ao banheiro, provavelmente fazer sua higiene matinal.
Eu fiquei muito feliz com aquilo, já que ele que me agradeceu obviamente e me chamou de linda... Ainda preciso dizer por que eu tenho um penhasco por ele? Sacaram? Penhasco, ao invés de eu dizer quedinha... Tudo bem, eu tenho que parar com as minhas piadinhas sem graça... Sentei-me no sofá com o violão já no colo, esperando ele sair de lá.
O Austin saiu, me encarou um momento e perguntou:
– Você está acordada desde quando?
– Desde ontem à noite, sozinha, já que você me abandonou e dormiu.
– Mas eu vi você deitada agora a pouco. – Ele ficou meio constrangido, acho que pelo beijinho que ele me deu e eu não querendo o deixar sem graça (me controlando também para não ficar vermelha), falei:
– Ah sim. Eu fui à cafeteria e comprei alguns cafés para todos nós, e depois fui dormir um pouco. – Acho que o mesmo ficou aliviado com a minha falsa explicação (não foi totalmente falsa, só a parte em que eu disse que tinha dormido) e perguntou:
– Conseguiu terminar a música?
– Claro, sem ajuda depois das duas da manhã, mas consegui.
– Desculpa, eu acabei dormindo.
– Dormindo ou roncando?
– Ei! Eu não ronco tá... – Ele fez beicinho e depois perguntou: — Eu não ronco né?
– Eu estava brincando com você. – Comecei a rir dele (sim, ele roncava um pouco, mas não falei nada, pois acho que eu também) e perguntei: — Quer cantar a sua música?
– Sim, adoraria cantar a nossa música. – Sorri com tal comentário e lhe dei a letra. Ele olhou para mim, sorriu e logo após eu comecei a tocar o violão.
Oh
Your eyes light up the sky
I know you won't fade away
I know this couldn't fade
See I gotta tell you girl,
There's nothing quite like you
I love the things you do
I think I'm falling head over heels
'Cause You're all I want, all I need
And I,
Wanna be your everything
You're all I want, all I need
And I,
Wanna be your everything
Ohh
Wanna be your everything
When we're staring face to face,
Against those perfect lips,
I love the way you taste
And every time we touch,
I drift away
I'm not the same
I think I'm falling head over heels
You're all I want, all I need
A música era muito bonita e mais calma do que as outras que ele já cantou, mas mesmo assim acho que ele estava gostando, por que não tirava aquele sorriso bobo e lindo do rosto. Com o tempo obviamente eu iria ajuda-lo a escrever canções mais agitadas (se essa fosse aprovada primeiramente).
And I,
Wanna be your everything
You're all I want, all I need
And I,
Wanna be your everything
You're all I'm dreaming of
You're all I'm thinking of
You're everything, everything
I'll be all that I can be
I'll be your everything,
Yeah, everything
You're all I want, all I need
And I,
Wanna be your everything
You're all I want, all I need
And I,
Wanna be your everything
You're all I want, all I need
And I,
Wanna be your everything
Ohh
Wanna be your everything
Ohh
Wanna be your everything
Ele acabou de cantar e ficou muito satisfeito com a música, eu também obviamente já que era a primeira música composta por mim que ele iria usar em um show e em um álbum que milhões de pessoas (se ele tiver tantos fãs assim) iriam futuramente ouvir.
– Preciso dizer que ficou boa?
– Só boa? – Eu fiz uma cara de triste que o fez rir e dizer:
– Ficou Incrivelmente maravilhosa e perfeita. Melhorou?
– Muito. – Ele pegou seu café e começou a tomar, em seguida o Dez acordou e veio descendo as escadas correndo.
– É impressão minha ou eu estou sentindo cheiro de café?
– É café sim.
– Oba! Café, café, café, café, café, café! – Ele pegou o copo e começou a tomar tudo de uma vez. É impressão minha ou ele é meio viciado em cafeína?
– Achei que você tinha parado com a cafeína. – O Austin falou rindo de seu melhor amigo e tirando minha dúvida.
– Você achou Austin, mas óbvio que eu não parei. – E assim continuou tomando o resto do líquido que ainda tinha sobrado. – Muito bom! Tem mais?
– Só o da Trish.
– Se eu tomar com certeza ela vai me matar por não ter deixado nada para ela. Vocês conseguiram terminar a música?
– Sim.
– Posso ouvir? – O Dez falou literalmente dando pulos de alegria (eu sei, meus pulinhos são contagiantes).
– Óbvio que não né Dez. Só hoje à noite no meu show.
– Se o Jimmy aprovar né Austin.
– Confia em mim, ele vai gostar. E Ally, você poderia me fazer um favor? Acorda a Trish para mim? Ela precisa ir comigo.
– Claro, mas antes pegue a música que está ali em cima do piano para não se esquecer.
– Pode deixar. — Ele piscou para mim e botou a música em baixo das chaves do carro.
Eu subi rapidamente a escada e acordei a Trish. Ela começou a usar vários palavrões que com certeza me ofenderam, acho que até a minha geração passada se ofendeu, mas depois ela me pediu desculpa (sim, ela me pediu desculpa, incrível não? Viu o que um namoro pode fazer com uma pessoa?).
Ela foi tomar banho e eu dei uma arrumada (que na verdade foi uma super limpeza) no quarto. Quando acabei, desci ao andar de baixo para assistir televisão, mas vi a Trish já arrumada se pegando no sofá com o Dez e tive duas alternativas: Primeira: Subir e ouvir música no quarto que eu acabei de limpar, ou segunda: ficar ali na sala e ver algum filme, presenciando aquela cena um pouco obscena, já que ela estava no colo dele... Sem dúvidas que eu escolho o meu quarto!
Quando eu estava subindo vi o Austin sair de seu quarto todo arrumado e perfumado (não tem um dia que ele fique feio não? Mano, a beleza dele me cansa às vezes sabia?).
– Cuidado, quando for para sala tussa ou algo do tipo, por que os dois estão quando se comendo lá em baixo.
– Pode ter certeza que eu vou fazer isto, se bem que se eu pudesse nunca iria querer presenciar uma coisa daquelas. – Ele fez uma cara hilariante de assustado que eu não pude deixar de rir. — Ah propósito, hoje à noite você vai ir ao show tá? Não aceito um “não” como resposta e além do mais eu não escutaria já que agora tenho que ir. Até mais tarde Ally.
– Até mais Austin e espero que o Jimmy goste da canção.
– Ele vai gostar só me deseje sorte para ele não querer me matar ou algo do tipo.
– Sorte. – Ele sorriu e foi embora com a Trish (como ele conseguiu que aqueles dois parassem de se beijar? Nem me pergunte...).
Deitei-me em minha cama e comecei a escutar música, mas lembrei de uma coisa... Se eu for ao show de hoje à noite, com certeza a Kira ou o Jimmy iriam me ver... Se o Jimmy me visse tudo bem, acho que ele continua legal, mas se aquela vaca me visse com certeza teria barraco da parte dela (se eu pudesse da minha também)... E se eles descobrissem que sou eu que ajudei o Austin a escrever esta música... Preciso dizer que eu me ferrei?
POV Austin
A música ficou perfeita! Um pouco diferente das demais que eu canto, mas a letra é muito melhor e aposto que as pessoas vão gostar.
Peguei as chaves da caminhonete e fui com a Trish a gravadora Star (depois de separar ela do Dez, que ficaram uma meia hora ainda se despedindo...). Quando cheguei lá vários paparazzi estavam na frente, acho que esperando pela banda nova...
Sai do carro e os fotógrafos vieram para cima de mim com várias perguntas do tipo: “Austin, temos relatos de pessoas anônimas que você foi visto deixando a sua casa na Sexta para ir à outra no mesmo dia de uma garota desconhecida, verdade ou não?” “Você está transando com esta garota?” “Ela é famosa?”... Sério? Aonde eles conseguem informações deste tipo? Ou se são eles que descobriram isto, por que não admitem logo que andaram me seguindo?
– Por favor, pessoal saiam da frente, meu cliente quer passar. – A Trish falou andando na minha frente empurrando todo mundo que estava na nossa frente (está é a parte boa de ter uma empresária como ela).
– Vimos você também Trish acompanhada dele. É você a tal garota?
– Claro. Até por que o meu namorado ficaria muito feliz em saber que eu estou tendo relações sexuais com o meu cliente Austin Moon.
– E se você estiver mesmo? – O que eles acham? Que ela é uma vagabunda e que eu sou o prostituto no meio de tudo isso a fazendo trair o Dez?
Agora que eu percebi, ela falou que tem um namorado para o mundo... Se eu contar para ele, acho que ficaria muito feliz, até por que ela não é de expressar seus sentimentos, especialmente em público...
– Claro que estou saindo com o Austin. – Ela parou de andar e olhou para mim. — Querido, você jogou fora a camisinha que tem sabor de morango? A gente usou muito bem ela esta noite não é verdade? – A Trish fez uma cara muito engraçada de nojo e indignação ao mesmo tempo e prosseguiu. – Óbvio que eu não faria isto né pessoal! Até por que estou compromissada e ele também.
– Eu estou? — Vocês acabaram de descobrir a parte ruim de ter uma empresária como ela.
– Ele está? – Agora eu e os paparazzi estávamos encarando a Trish.
– Sim, com a Kira. Lembra Austin? – Ah sim... Droga! Ela tinha que lembrar mesmo disso?
– É verdade. Só que não era para você ter falado sobre o nosso relacionamento em público Trish, agora todas as pessoas vão ficar sabendo. – Eu a olhei repreendendo-a e a mesma apenas deu de ombros com se aquilo não tivesse importância.
– Pessoal, agora deem licença que ele tem trabalho a ser feito. – Nos livramos de todos no hall da entrada, foi difícil, mas como os seguranças estavam lá, conseguiram barrar todos eles para fora do prédio.
Quando entramos no elevador, eu falei a Trish:
– Você ficou louca ou o que?
– Como assim?
– Por que você falou do meu óbvio não relacionamento com a Kira? Você sabe que eu não gosto dela e que não estamos tendo nada.
– Eu sei, mas é a sua carreira Austin e a minha imagem que estão em jogo, na verdade a imagem de nós dois que está. Você queria que eu falasse o que? Que você está gostando de uma garota da nossa escola e eles botassem isto numa revista para no final o Jimmy querer matar você? Claro que não. Ele acha que você gosta da Kira e está muito feliz com isto, por isso pediu para você sair com ela. Eu não podia ter feito nada em relação a isso, só ter confirmado uma pequena mentirinha.
– Pois é... – Nossa, me senti mal agora. — Foi mal Trish.
– Tudo bem, mas eu só estou pensando no seu bem e no da sua carreira.
– Obrigada. Abraço?
– Óbvio que não.
– Tudo bem então. – Apenas dei de ombros, já que eu sabia que ela não gostava muito de contanto físico... Não sei como ela gosta de se agarrar com o Dez... Acho que ela gosta de verdade dele... Isto já deu para perceber...
Saímos do elevador e fomos em direção ao estúdio. Quando entramos o Jimmy estava sentando em uma cadeira e a banda em um sofá que tinha a frente (já é um bom sinal, sem sinal de Kira...).
– Chegaram mais cedo. Ótimo. – O Jimmy disse.
– E ai Austin? Você viu o tanto de paparazzi que tem lá fora? O que você fez esta noite para eles estarem tão sedentos de informação em? – O Rocky falou. Nossa, ele gosta de tirar uma com a minha cara.
– Nada. Deve ser só por causa da abertura do show que faremos esta noite para a nova banda.
– Eu vi a banda tocando e eles são bons. Então temos que arrasar no palco esta noite. – O Riker disse meio nervoso.
– É verdade e eu concordo. – A Rydel completou o que ele tinha dito.
– Trouxeram a música? – O Jimmy falou sério. Será que ele ainda está zangado por eu ter conseguido uma compositora?
– Sim. – Todos me olharam sentados no sofá sem quaisquer movimentos em relação a eles. A Trish percebeu que eles estavam imóveis ainda e disse:
– Vamos lá gente, vocês tem que abrir um show hoje à noite e aposto que tem muito trabalho a ser feito, o que estão esperando? — Eles sorriram para ela e eu também. Comecei a mostrar a música para eles e ela sentou-se no sofá e aposto que começou a ser interrogada pelo Jimmy... Desta vez, eu não tenho com livra-la da situação...
POV Trish
Enquanto o pessoal se preparava lá dentro o Jimmy começou a me fazer perguntas que me deixaram muito nervosa e preocupada.
– Trish, eu estou cansado da sua irresponsabilidade, por que você não atendeu minhas ligações ontem? – Xi... Me fodi!
– Eu estava ocupada... Tive que sair com a minha família.
– Eu liguei para sua casa e me atenderam normalmente.
– Eu disse família? Eu quis dizer irmão. Meu irmãozinho.
– Mas foi ele que atendeu a minha ligação. – Porra, me diz logo que tinha sido ele que tinha atendido, eu poderia ter pensando em uma desculpa melhor...
– É que eu fui sair só um tempo depois com ele.
– E por que...
– Estamos prontos. – O Austin falou lá de dentro com a banda já preparada interrompendo os questionamentos do Jimmy. Graças a Deus Austin! Será que eu já disse para ele que o amo (como amigo)? Pensando bem, foi bom mesmo eu não ter dito isto...
– Podem começar. – O Jimmy parou de me encarar e começou a os olhar e escutar a música atentamente.
Eles começaram a tocar e eu posso dizer que a música não era nada ruim. A letra era muito boa e com certeza cativaria as pessoas. O ritmo era um pouco calmo, mas nada que uma boa mudança para o segundo álbum.
Quando eles terminaram o Austin perguntou ao Jimmy se gostou da canção e ele (que ficou a música inteira sério) falou:
– Eu...
Notas finais
Comentem por favor =D
Beijos e Até a próxima ♥
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