Amigos...

8 Capítulo 8


Notas iniciais
Oiiiiiiii ^^
Desculpa não ter postado a quase um mês... eu estava super ocupada com questões de provas, trabalho e outras coisas envolvendo a escola, mas este mês finalmente acabaram e eu vou tentar voltar a escrever regularmente =D
Então, está ai mais um capítulo e espero que vocês aproveitem =D

POV Trish


Particularmente gostei de dormir na casa da Ally. Era mais tranquilo que a minha e não tinha meu irmão no quarto ao lado... Em compensação tinha o Austin e o Dez.
Levantei-me um pouco cedo demais para o meu gosto e tomei um banho. Botei uma calça jeans, uma blusa branca e uma sobreposição com oncinhas e uma sapatilha combinando de oncinhas também. Sim, acho fofas as oncinhas, e tigres também, além de todos os felinos. Minha mãe sempre diz que eu pareço uma tigresa.
Ri com meus pensamentos e fui ver se a Ally estava na cozinha, pois obviamente ela já deveria ter levantado.
Procurei em toda a casa e não a achei. Talvez ela esteja no quarto dos garotos...
Abri a porta devagar e vi o Dez sem camisa e com seu cabelo molhado... Eu nunca imaginei que ele pudesse ter aquele corpo... Muito interessante...
- Oi Trish, você viu o Austin? – Ele falou enquanto enxugava o seu cabelo com a toalha.
– Não, e também não vi a Ally.
– Que estranho, eles nos deixaram sozinhos aqui.
– Pois é, muito estranho isso. – Ele ainda estava sem camisa e eu fiquei ali o admirando um tempo.
Nós ficamos um tempo sem dizer nada apenas escutando ele passar a toalha pelos cabelos e eu ia sair do quarto para ver se tinha algo na cozinha para comer quando ele segurou meu braço e me fez encará-lo. Eu tenho que reparar mais nas pessoas, pois ele tinha olhos lindos, e aquele sorriso...
– Espera Trish. Primeiro não me mate e segundo, posso te fazer uma pergunta?
– Faça logo não quero ter que te matar sem ao menos ter testemunhas.
– Na vez que você acabou aquele namoro você passou um tempo meio pra baixo, sei lá... Enfim, você ficou triste por ter acabado com aquele seu namorado? – Eu fiquei surpresa com a sua pergunta e fiquei quieta, ele por sua vez soltou meu braço e continuou. – Desculpa, eu sei que você gostava muito dele e eu devo ter estragado tudo, mas é que... – Nesta hora eu o interrompi e falei:
– Espera ai, eu não fiquei triste, eu fiquei até feliz por ter largado aquele pé no saco. Não se culpe você só fez me ajudar, pode ter certeza. – Ele sorriu e eu acho que eu fiquei hipnotizada por aquele sorriso que disse sem pensar. – Eu já estava gostando de outra pessoa, e ainda gosto.
- Ah é? E quem seria o garoto de sorte? – Ele se aproximou ainda mais de mim sorrindo maliciosamente, como se ele já soubesse que era ele.
- Ele é alto, tem um sorriso e olhos lindos e um cabelo que eu acho muito legal.
- Eu também estou gostando de uma garota... Ela tem o cabelo preto, é baixinha e cheira muito bem. – Ri com seu comentário, e comecei a me aproximar ainda mais dele.
Nós já estávamos tão perto que eu podia sentir o calor de seu corpo (e para melhorar ele ainda estava sem camisa) e sua respiração começando a ficar mais rápida, além de seu coração que batia muito mais descompassadamente, mas acho que o meu ainda estava mais rápido, por que parecia que ele iria sair pela minha boca... Nossos lábios estavam tão perto, só que um barulho vindo lá de baixo fez a gente se distanciar muito rápido.
Eu botei a mão no em cima do meu peito, pois eu fiquei um pouco nervosa, mas ele falou e fez uma coisa inesperada.
- Foda-se, acho que todos já sabem que eu gosto de você e eu esperei muito tempo por isso. – E em fim, ele me beijou.



POV Ally

Foi muito divertido fazer compras com o Austin, ele que fez a maioria das coisas e eu apenas fiquei ajudando.
Já estávamos com as compras feitas, botando-as no carro, quando perguntei a ele:
— Como é que você consegue fazer compras? Geralmente às pessoas acha cansativo ou chato e você que fez quase tudo.
— Acho que depois de tudo que aconteceu em relação a meus pais, eu aprendi a me virar sozinho, e ir ao mercado é o que eu mais gosto de fazer. Não me ache gay, é que quando eu faço compras eu posso escolher tudo o que eu quiser. – Ri com seu comentário por que gay seria a última coisa que eu pensaria dele.
Fechamos o porta-malas e fomos para nossos lugares. Ele botou o cinto e começou a manobrar quando eu perguntei:
— Como fez para conseguir dinheiro, seus pais mandavam para você?
— Às vezes eles deixam um dinheiro lá em casa para o que eu precisar, mas geralmente se esquecem. – Ele ficou olhando para frente um pouco pensativo e continuou falando. – Quando entrei para a gravadora foi uma das melhores coisas da minha vida, foi o meu sonho. Eles não me apoiaram obviamente e depois deste momento começamos a ficar mais distantes. Hoje em dia eu não preciso mais do dinheiro deles para me sustentar, sou basicamente independente, pois ganho o dinheiro da gravadora, e é por isso que tenho aquele cartão de crédito.
— Foi depois de você conseguir o contrato que eles ficaram distantes?
— Mais ou menos, na verdade foi quando eu comecei a dizer que eu queria seguir a minha carreira musical e quando filmei aquele videoclipe. – Ele parou o carro já na frente de casa e olhou para mim. – Mas sabe tudo bem que eles não me apoiam por que eu sempre vou amar ele, não importam o que façam, mesmo me envergonhando muito eles, os amo. – Eu sorri para ele, por que aquilo foi muito lindo de se dizer e ele retribuiu o sorriso, depois ele perguntou meio sem graça.
— Por que sua mãe foi para África?

POV Austin

Ela ficou meio pensativa em relação a pergunta, mas respondeu:
— Cuidar de animais, trabalho, essas coisas do tipo. – Eu sei que ela não estava falando a verdade, por que me lembro da primeira vez que conversamos sobre isso.
— Motivo real, e não precisa ficar sem graça, ou triste, eu vou estar aqui viu.
— Promete que você não vai ficar estranho comigo nem nada, como se você estivesse com pena?
— Prometo. – Eu jurei de dedinho para ela, que acabou rindo com isso.
— Acho que ver uma filha com problemas foi difícil para minha mãe, tudo bem que ela tentou me ajudar, mas foi complicado para ela. – Consegui ver as lágrimas formando em seus olhos. – Não consigo falar o resto agora, outro dia eu explico melhor está bem? – Eu assenti e falei:
— Claro. – Sorri e continuei. — Agora vamos preguiçosa, temos que pegar as coisas no carro. – Ela sorriu, saímos do carro e fomos até o porta-malas e pude a ouvir dizendo:
— Obrigada.
— Sempre aqui. – Pegamos as sacolas, no caso eu peguei a maioria, por que pude ver que seus machucados ainda estavam bem vermelhos e fomos para dentro de casa.
Botamos tudo na cozinha e depois fomos ao andar de cima para ver se o Dez e a Trish já tinham acordado. Fui ao quarto que eu estava dormindo e a Ally me seguiu dizendo que não tinha achado a Trish em lugar nenhum e quando entramos, nos deparamos com uma cena já esperada, mas um pouco surpreendente.
— Dez? Trish?
— Que fofo! – Foi á única coisa que eu consegui ouvir da Ally antes dos dois se separarem rapidamente.

Notas finais
Gostaram? Não gostaram? Mereço reviews? =D
Deixo o casal Trez ou separo eles? Comentem por favor =D
Até a próxima ♥