Por volta da tarde daquele dia, Pedro entrou no santuário e procurou por Tânia.

A polícia chegou aos portões da propriedade e se deparou com tudo lacrado. Desde correntes e aloquete. Ninguém podia entrar.

— E a ordem judicial? — delegado.

— Chegará em breve — policial.


Taninha escutou a voz da onça e correu até ela. O animal estava fraco perto do rio.

— Ainda efeito do tranquilizante? Tirarei você com as minhas próprias mãos. Vamos lá!

Ela tentou arrastar o animal, mas era pesado. Esconder era dificílimo. Tânia tentou se comunicar mentalmente com os animais.

— Vamos! Aquela mulher... se aproxima...! Que pesada. Cansei.