O brilho intenso era apenas a isagoge do que viria. Era o espírito da floresta tomando Taninha e cegando temporariamente Malvina. A megera soltou a arma e correu em desespero.

Os animais perseguiram a mulher. Os macacos atiravam galhos, as aves bicavam e arranhavam com as suas garras, uma zebra deu um coice. Malvina caiu sobre estrume e se sujou toda.

— CHEGA!!! Animais só servem para virar roupa e acessório.

Ela tentou sair no soco com uma lhama, mas levou uma cuspida e caiu. O chipanzé arrastou pelos cabelos até a margem do rio.

E Taninha desmaiou perto de Niúe.