Malvina era uma caçadora de mão cheia. Suas desculpas de que as peles eram de animais já mortos não passavam de mentiras. Na Tailândia, no Quênia, na Índia e até na China. Suas peles foram animais vivos que viraram vitimas do seu cano.

E o santuário era apenas uma fachada para caçar animais que ela julgava que seriam belas peles para as suas vestimentas. Não havia aporia e nem questionamento: ela era má. E tudo isso com conveniência de Abidoral.

— E a onça?

— Calma. Vai levar um tempo até o Ibama nos entregar — Abidoral.

— Mal posso esperar por vestir oncinha.