Amici Semper

1 Prólogo - Acontecer


Notas iniciais
Só o prologo.
Nem sei o que dizer, mais me esforçarei para que fique bom.

Estava frio, o interior no mes de Março era sempre frio e escasso para os mais fracos, a neve cobria uma boa parcela das ruas e os carros lembravam esculturas congeladas. As portas das casas cerradas indicavam os baixos niveis de calor que exerciam naquela cidade pacata assolada pelo começo do inverno rigoroso.

" Aguente mais um pouco..."

Os passos silenciosos da marcha que eles opunham a seu opressor natural marcavam p santuário pálido e logo se apagavam pela tempestade.

As vistas se apertavam mutuamente, os olhos cerrados dos cinco sobreviventes. Há apenas seis dias haviam quase o triplo deles e todos eles foram caindo perante as mais diversas atrocidades.

A mais experiente andava a frente, liderava o grupo apos a morte do companheiro. Era não-convencional mas era uma boa opção deixa-la assumir tal posto visto que o antigo lider era um exemplo de força e justiça.

Mais dois caiam, agora eram apenas 3 seguindo pela vastidao gelida.

A lider parecia se preocupar com suas companias, dois jovens bem novos andava sentido cada corrente de ar arrebentando em sua fronte. Algumas poucas vezes pararam para descançar. Comida e agua não se viam ja fazia um bom tempo.

Ela passara por muitas coisas, viu seus familiares morrerem quando mais nova, passou por guerra e fome, mudou-se e encontrou u mforte e valente para acolhe-la. Teve um lar e filhos. Viveu bem.

Mas aquele inverno rigido e desolador dissolveu as suas vontades, seus sonhos.

Caiu perante o colchão de gelo abaixo de seus pés e suspirou derrotada. Um dos jovens se aninhou a seu peito e gruniu desajeitadamente.

O outro seguiu sem olhar para tras.

"Você ainda pode conseguir".

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Claire saia de casa aborrecida, seus pais pela milesima vez brigavam por conta da bebida. Seu pai foi um soldado renomado na guerra, um homem de ação e medalhas, de carater e vigor. Mas ao termino da guerra e assentado com uma boa pensão, acomodou-se na pequena cidade de South Hope no sul da Grã-Bretanha. Lá formou familia e vicios, amigos e tabus.

Quem viu o Sargento Marco Pallas na guerra sentia que um estranho invadiu seu corpo.

Ganhou a rua em direção ao secunário, o frio intenso daqueles dias não exaustava as aulas nas escolas, muito pelo contrário. Elas viviam cheias de jovens sem sonhos. Jovens de South Hope ou como eles costumam chamar de "purgatorio". Uma cidade de antigos heróis mortos ou definhados, tal como o pai de Claire.

Sentou na escada de acesso ao segundo andar da escola e tirou os fones de ouvido. Seu robe era a musica frenetica e as batidas aceleradas do tanz metal. Não que se enquandrava no estilo de musica mas sentia que aqueles arranjos e guitarras distorcidas a faziam voar para longe e mais ainda.

Claire tinha dezesseis anos, cabelos bem negros do tipo total e diferente da cor da neve que caia solta la fora. Olhos castanhos claros e era bela. A vida era justa ou injusta com as pessoas e ela não era diferente. Afastou-se das pessoas por culpa delas mesmas.

Teve um infancia traumatica na qual os abusos do pai e a ausencia da mãe, que era uma religiosa fanática a fizeram ter como unico refúgio seu irmão mais velho, Dougulas.

Dougulas tornou-se uma lenda entre os deliquentes. Era temido e respeitado tanto pela força como carisma. O marco zero entre os professores e os alunos era este rapaz.

Em casa, ele apartava as brigas dos pais e confortava a irmã nos casos mais extremos. Ja havia sido surrado um sem número de vezes apenas por tentar fazer com que os pais dessem um trégua na guerra particular deles.

Claire olhava Dougulas como profundo amor, queria não ser irmã deste para te-lo para si. Suportava a violência apenas para não fazer o irmão sofrer, se bem que em todas as vezes era falha esta decisão. Dougulas era Martir, sofria pelos outros e sofria suas dores em silêncio.

Um dia, tudo mudou.

Dougulas estava tentando acalmar seu pai de mais umas de seus acessos de fúria por parte do alcoolismo. O mesmo tentara abusar de sua filha mais nova enquanto a mãe deles não estava em casa.

Tomado pela raiva, o jovem socou o mais velho um par de vezes antes de se dar conta do que iria criar.Sentindo remorso aproximou-se de seu pai para desculpar-se.

Claire não sentia culpa, o homem havia lhe molestado novamente, so se sentia segura quando o seu irmão protetor estava em casa.

Aquele homem caido, ela queria que ele fosse logo embora e os deixasse ali de uma vez e sentiu felicidade e inveja pelo golpe de seu irmão.

O homem caido aprumou-se e cambaleou ate o velho armario seguido de um outro jovem transtornado falando algo que o mesmo nem entendia. Abriu a porta e caiu dentro do local.

Dougulas observou o estado de seu genitor, com o corpo parcialmente dentro do pequeno comodo. Um banho nele e logo voltariam a ser os mesmos de antes.

O homem mais velho encontrou oque procurava.

Claire sufocou um grito de terror, mas não pode sufocar as lagrimas incessantes que saiam de seu rosto.

Dougulas era baleado somente ha três metros dela. Seis vezes.

As lagrimas saiam com dor, ela segurou a mão dele com cuidado, como se a mesma fosse de um cristal raro e único que fosse quebrar a qualquer momento.

Despertou-se destas lembranças sentindo os olhos se esquentarem, o sinal ja havia tocado e os alunos saiam de suas salas para o intervalo. A esta hora seu pai ja haveria dormido e sua mãe saido para o trabalho.

Voltava pra casa desligada do mundo. Não tinha nada que a fizesse recordar um unico motivo de bom nos cinco anos que seu irmão falecera até aquele momento.

Adentrou o pequeno e congelado jardim de casa e abriu a porta, a sala estava em ruinas e logo ela iria arrumar tudo.

Foi direto para o banheiro largando sua mochila em algum local, o celular fora esquecido em cima da mesa.

Um banho quente, um pedacinho do céu, seu retiro particular de 20 minutos.

Deitou-se na cama vestindo uma confirmavel camisola. A colcha grossa que cobria o local pertenceu a seu irmão.

Olhou para o teto e se tocou que hoje era aniversário do mesmo.

Mais tarde iria levar flores e bombons para ele. Sem duvida ela amava ainda mais ele apos a passagem de vida.

Notas finais
É so um prologo, sei que não da pra entender muito bem mais Claire não é o personagem principal da historia (só é a coadjuvante central).

Critiquem, elogiem ou joguem pedras, eu estou apenas no começo.

obrigado!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.