Ame no Aki Koro Ni

42 Capítulo 42 - Tudo claro. Parte 3


Até agora: Howard matou Louise, sendo ameaçado por Donavan.

Josh matou Masami, com uma ajuda indireta de Liselote.

Alya matou Koda, logo após Josh ameaçar matar Sahishi se ela não fizesse o que ele lhe pediu.

Josh matou Yui, após o plano de Sahishi de todos ficarem em duplas nos quartos.

Yuu matou Mike na floresta no terceiro dia, após esse tentar fugir e colocar a vida de todos em risco.

Um pouco antes de Yuu matar Mike, o grupo do hotel haveria de presenciar mais do caos.

Logo após Sahishi ter feito mais um movimento arriscado, apontando a arma para todos, dizendo que sabia quem era o assassino, Josh dá a idéia de prender sozinhas, as pessoas que demonstraram medo na hora da atitude do garoto. Depois de uma longa discussão, todos acabam concordando, e a separação e feita.

Jun – Quarto 01

Hina – Quarto 02

Kugimiya – Quarto 03

Tamada – Quarto 04

Jonathan – Quarto 05

Michiyo – Quarto 06

Josh – Quarto 07

Takehito – Quarto 08

Morte de Michiyo

Não havia como ninguém morrer, sendo que, no corredor, estariam, Sahishi em uma ponta, Raquel na outra, e Raul no meio. Era impossível eles serem acertados por dardos dessa vez, com a exceção de Raul, Sahishi e Raquel estavam armados. A confiança um no outro era bem grande. Porém, Josh, antes de dar tal idéia, já tinha pensado em algo. Sabia que no quarto número 6, Misagi estava escondido desde o primeiro dia. Era um quarto que fora verificado por Hideki e Ketaro após a morte de Louise. Hideki olhou embaixo da cama, e viu o rapaz por lá, então disse para Ketaro que estava tudo limpo. Durante esse período de dois dias, Misagi apenas esperava para que alguém entrasse no quarto sozinho, e assim então, o mataria, e poderia sair de lá. Possuía algumas garrafas de água e comida em sua mochila. Fazia suas necessitadas abrindo a janela, sem que ninguém notasse. Misagi então mata Michiyo, e pula pela janela. Ele tenta ser discreto, mas Alya e Sahishi acabam o vendo correr lá fora, e logo, vão avisar os outros. Por sorte de Misagi, Jun contara a Raquel sobre o envelope que havia achado no dia anterior, em que continha a carta se referindo a mais uma regra, na qual, somente uma vez, as pessoas poderiam sair do hotel em um dia. Misagi vai até a segunda cachoeira atrás do ferro-velho, onde lá, se localizava o esconderijo de várias drogas e armamentos.

Todos não se preocupavam com as pessoas nos quartos, afinal, estariam bens, sozinhas, e com a supervisão de Raquel e Raul. Porém, por volta das 22:00 do terceiro dia, após sentirem um cheiro incomum vindo do quarto número 6, eles se dirigem até o cômodo, e encontram Michiyo morta, rodeada por mosquitos.

Agora já eram 6 mortos, em 3 dias. Não havia explicação para todas as mortes, não conseguiam decifrar o que estava acontecendo por ali. Todos eram suspeitos.

Suposta morte de Donavan no ferro-velho.

Donavan, que ainda estava escondido no ‘sub-solo’ do hotel, embaixo da cozinha, não poderia ficar mais por lá. Quando a madrugada chegou no terceiro dia, ele saía pela janela da cozinha. Chegando até o ferro-velho, pediu para que Nishi fosse para a cidade verificar como estavam as coisas com a polícia e se alguém estava procurando os supostos desaparecido, enquanto Donavan tomaria conta de Ruby por lá.

Na casa meio ao ferro-velho, também havia uma televisão, onde Donavan observara o que acontecia na sala de entrada no hotel. Ao ver que algumas pessoas, no quarto dia, haviam saído de lá, logo pensou na possibilidade deles encontrarem o ferro-velha. Com algumas drogas, ele coloca Ruby para dormir dentro do guarda-roupas, e coloca um colete a prova de balas para previnir um possível confronto. Josh, juntamente de Sahishi e Melissa, ao encontrarem Donavan, para que tudo fosse encoberto, via que o rapaz possuía um colete por baixo de sua camisa, devido a sua sinalização com os dedos, após ver isso, ele então atira em seu comparça, verifica o pulso, e diz para Sahishi e Melissa que ele estava morto. Na visão dos dois, Josh era um herói, mas na verdade, tinha deixado Donavan em paz no ferro-velho a partir desse momento.

Morte de Liselote

Ao perceber que fora culpada pela morte de Masami, a mulher não tem psicológico para resistir. A 2 anos atrás, havia sido internada em uma clínica para recuperação pós-trauma, depois que sua filha fora morta por um acidente de carro. Ainda estava abalada por isso, e com tudo que aconteciao ao seu redor, na noite do quarto dia, resolveu se matar na sala de entrada.

No quinto dia, após o grupo ir até a casa de Tomisaki em busca de ajuda, Hideki com um ato totalmente suspeito, arrisca e liga para Nishi, pedindo para esse mesmo levar mais armas para o hotel, pois eles iriam acabar com o ‘assassino’. Todos ficam com raiva pela atitude do rapaz, mas não podiam fazer nada, nem culpá-lo.

A carta na bolsa de Priscila, fora colocada por Josh, no quinto-dia.

Mendigo – Quinto ‘Cúmplice’

Ainda no quinto dia, algo inesperado acontece. Um pobre mendigo havia pedido para Raquel e Ketaro, se ele poderia ir ao banheiro, estava muito necessitado. O policial pensou que não havia problema se ele fosse rápido, mas na verdade, nesse momento, havia ferrado com a vida de todos.

Até esse dia no hotel, havia apenas uma bomba, e ela estava colocada no telhado, e não era tão forte para causar uma explosão quilométrica. Ela foi posta lá, apenas no caso de alguém tentar fugir do hotel, como demonstração das intenções reais do assassino. Mas eles não podiam deixar isso como estava, Hideki e Josh estavam dispostos a morrer e levar todos, caso fossem pegos, então, era necessário uma bomba de grande porte no hotel. Sem saber como e onde colocá-la, Misagi então tem uma idéia. No quinto dia, por volta das 15:00, ele pega um mendigo qualquer das praças de Furukawa, e em troca de um favor que ele faria, Misagi lhe pagaria um sanduíche na padaria. Para o morador de rua, faria qualquer coisa por comida. Misagi então, com o dinheiro de Josh (Josh havia dado para Misagi e Donavan, 400 mil antes de tudo para os suprimentos necessários na realização de todos os planos) o homem vai até um fabricante de explosivos conhecido na região do ‘sub-mundo’ de Hokaido, e compra uma bomba capaz de varrer dois quilômetros. Ele então, planeja com o mendigo, que em certa hora da tarde, no quinto dia, ele entraria no hotel, em busca de um banheiro. Caso Ketaro recusasse, Josh ou Hideki insistiriam, até que o mendigo pudesse entrar, ir até o banheiro do quarto dos empregados, e conseguir colocar a bomba dentro do compartimento do vaso sanitário, onde alguns já haviam verificado anteriormente. Com a bondade de Ketaro, o mendigo é capaz de cumprir o planejado, e agora, os prisioneiros do hotel sofriam uma ameaça real. O mendigo vai embora, e Misagi lhe paga o prometido.

No mesmo dia, Hideki havia pego os remédios que o mudo tomava. Um pouco antes, ele havia analisado muito bem Kudry, e percebera que toda noite ele tomava medicamentos. Percebeu que o rapaz também tinha problemas mentais, mas ainda assim, conseguia agir normalmente com as pessoas, por conta de seus remédios que amenizavam tal doença. Supondo isso, o rapaz fora até sua mochila, sem ninguém ver, e jogou todo medicamento pela privada abaixo. Agora, esperava pela pior reação de Kudry. O mudo então, começa a surtar, fora quando Jun o viu falando no telefone, que já estava cortado.

A carta do assassino, encontrar por Howard no balcão, já estava lá desde o começo, posta por Josh, mas apenas dias depois o gerente tomou conhecimento dela.

Suposta morte de Hideki

Para que Hideki pudesse se fingir de morto após todos dormirem no quarto do segundo andar, foi necessário um medicamento/droga muito raro, que se encontrava apenas na Europa. Uma droga capaz de fazer o coração parar de bater por 10 minutos. Era algo difícil de se conseguir, por isso, Misagi e Donavan precisaram pesquisar e gastar muito, até conseguí-la. Demoraram quase 4 meses para isso, mas era a chave para o triunfo de sua operação. Com Hideki lá fora ao lado deles, tudo seria mais fácil. O rapaz então, na madrugada do quinto para o sexto dia, já estava com tudo em mente. Como o quarto onde todos estavam juntos era bem grande, havia um banheiro. Era a chance para ‘morrer’, sem a possibilidade de alguém ter o matado, mas claro, iriam suspeitar de suicídio ou de alguém do quarto.

Hideki ficara acordado a noite toda, e após perceber que todos estavam dormindo, vagarosamente, caminha até o banheiro. Leva um pedaço de pano em seu bolso, fecha a porta, toma seu remédio, amarra a corda em seu pescoço, se joga em um canto qualquer do banheiro, e só esperava acordar ao lado de fora, junto aos outros cadáveres.

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