Ambígua.
6 Sobre amor e arte.
Notas iniciais
Olá. Voltei depois de uma eternidade.
Vem cá
E me cala esse ar de ponto final
Me joga vírgula, reticências... Me completa e me traduz
Me seduz
Me canta Caetano e deixa durar
Que nota de arte forte,
não segue a regra da última página.
Aquarela esse teu coração preto e branco
E para hoje, vamos ser menos Poe e mais Pollock
Deixe de lado esses seus versos de asas escuras
E se deixa levar pela noite da incerteza
Porque se não é o fim, também não é o começo.
É toda a louca e gostosa bagunça do meio
Deixa eu me jogar no teu rosto!
Tirar esse teu ar glacial de tela em branco
Deixa eu te ensinar a se amar
De dentro pra fora
Em uma composição infinita
Que não Termina Agora
Notas finais
Gostaria de saber o que pensam, comentem... Aceito críticas de coração aberto.
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