Amazing Grace
Nunca, em toda a minha vida, me imaginei em lugar assim.
Mas o que eu poderia esperar da vida agora?
Tudo fora arrancado de mim. Todos os meus sonhos, meus planos, nada fazia sentindo.
Sequei o rosto com raiva, não importava o quanto eu chorasse, nada poderia trazer minha vida de volta.
Continuei caminhando, apenas sendo levada pelos meus passos, sem rumo, sem direção, deixando aquele lugar atrás de mim.
Uma melodia suave invadiu meus ouvidos. A canção era triste e ao mesmo tempo esperançosa.
"Esperança", era uma palavra inexistente em minha vida.
Fiquei ali, parada, apenas ouvindo e deixando que ela enchesse meu coração.
Por um momento apenas. De alguma maneira precisava, dar um fim a está dor e a agonia que envolvia meu coração. Por mais que eu tentasse, não conseguia enxergar um futuro onde eu me encaixava, não mais. Meu futuro fora roubado e eu só queria que esta dor fosse embora de uma vez. Com as mãos tremulas, toquei meu ventre um pouco maior que o normal.
— Me desculpe. _ Murmurei. _ Eu não sou forte o bastante para continuar. _ Chorei sentindo o coração esmagado no peito.
Uma dor que me dilacerava,que me roubava o ar e me fazia querer gritar.
Parte de mim morreu quando aquilo aconteceu. A outra parte se foi quando fui expulsa de casa pelo meu pai e descobri que jamais poderia esquecer aquela noite, por mais que eu tentasse com afinco.
Permiti que os olhares de repulsa e julgamento voltassem a minha mente preenchendo cada cantinho do meu ser com desespero e agonia que me quebrava.
Eu não tinha mais forças para lutar.
Tudo isso ia acabar. Eu ia colocar um fim aquilo. Tudo ia passar.
Respirei trazendo pousando a mão sobre a barra de ferro, deixei o frio me envolver. O tipo de frio que cobertor algum era capaz de aquecer.
As lagrimas continuavam a cair. "Tudo bem. Vai passar". Repeti a mim mesma. "Tudo isso vai passar".
Olhei a imensidão do rio a me chamar. Tão fácil. Tão rápido. Eu queria aquela calmaria que ele me transmitia. Ansiava aquela paz. Necessitava urgentemente me livrar daquilo que me esmagava por dentro, de tudo que me destruía.
Senti o vento forte sobre meu corpo, me fazendo estremecer.
Anseei, que aquela paz finalmente me preenchesse.
Mas o que eu poderia esperar da vida agora?
Tudo fora arrancado de mim. Todos os meus sonhos, meus planos, nada fazia sentindo.
Sequei o rosto com raiva, não importava o quanto eu chorasse, nada poderia trazer minha vida de volta.
Continuei caminhando, apenas sendo levada pelos meus passos, sem rumo, sem direção, deixando aquele lugar atrás de mim.
Uma melodia suave invadiu meus ouvidos. A canção era triste e ao mesmo tempo esperançosa.
"Esperança", era uma palavra inexistente em minha vida.
Fiquei ali, parada, apenas ouvindo e deixando que ela enchesse meu coração.
Por um momento apenas. De alguma maneira precisava, dar um fim a está dor e a agonia que envolvia meu coração. Por mais que eu tentasse, não conseguia enxergar um futuro onde eu me encaixava, não mais. Meu futuro fora roubado e eu só queria que esta dor fosse embora de uma vez. Com as mãos tremulas, toquei meu ventre um pouco maior que o normal.
— Me desculpe. _ Murmurei. _ Eu não sou forte o bastante para continuar. _ Chorei sentindo o coração esmagado no peito.
Uma dor que me dilacerava,que me roubava o ar e me fazia querer gritar.
Parte de mim morreu quando aquilo aconteceu. A outra parte se foi quando fui expulsa de casa pelo meu pai e descobri que jamais poderia esquecer aquela noite, por mais que eu tentasse com afinco.
Permiti que os olhares de repulsa e julgamento voltassem a minha mente preenchendo cada cantinho do meu ser com desespero e agonia que me quebrava.
Eu não tinha mais forças para lutar.
Tudo isso ia acabar. Eu ia colocar um fim aquilo. Tudo ia passar.
Respirei trazendo pousando a mão sobre a barra de ferro, deixei o frio me envolver. O tipo de frio que cobertor algum era capaz de aquecer.
As lagrimas continuavam a cair. "Tudo bem. Vai passar". Repeti a mim mesma. "Tudo isso vai passar".
Olhei a imensidão do rio a me chamar. Tão fácil. Tão rápido. Eu queria aquela calmaria que ele me transmitia. Ansiava aquela paz. Necessitava urgentemente me livrar daquilo que me esmagava por dentro, de tudo que me destruía.
Senti o vento forte sobre meu corpo, me fazendo estremecer.
Anseei, que aquela paz finalmente me preenchesse.
Val Rodrigues
-
1 Capitulo Um
2185 palavras
-
2 Capitulo Dois
2164 palavras
-
3 Capitulo Três
2155 palavras
-
4 Capitulo Quatro
2150 palavras
-
5 Capitulo Cinco
2527 palavras
-
6 Capitulo Seis
2250 palavras
-
7 Capitulo Sete
2508 palavras
-
8 Capitulo Oito
2464 palavras
-
9 Capitulo Nove
2328 palavras
-
10 Capitulo Dez
2290 palavras
-
11 Capitulo Onze
2176 palavras
-
12 Capitulo Doze
2302 palavras
-
13 Epilogo
2382 palavras
Sinopse
Nunca, em toda a minha vida, me imaginei em lugar assim.
Mas o que eu poderia esperar da vida agora?
Tudo fora arrancado de mim. Todos os meus sonhos, meus planos, nada fazia sentindo.
Sequei o rosto com raiva, não importava o quanto eu chorasse, nada poderia trazer minha vida de volta.
Continuei caminhando, apenas sendo levada pelos meus passos, sem rumo, sem direção, deixando aquele lugar atrás de mim.
Uma melodia suave invadiu meus ouvidos. A canção era triste e ao mesmo tempo esperançosa.
"Esperança", era uma palavra inexistente em minha vida.
Fiquei ali, parada, apenas ouvindo e deixando que ela enchesse meu coração.
Por um momento apenas. De alguma maneira precisava, dar um fim a está dor e a agonia que envolvia meu coração. Por mais que eu tentasse, não conseguia enxergar um futuro onde eu me encaixava, não mais. Meu futuro fora roubado e eu só queria que esta dor fosse embora de uma vez. Com as mãos tremulas, toquei meu ventre um pouco maior que o normal.
— Me desculpe. _ Murmurei. _ Eu não sou forte o bastante para continuar. _ Chorei sentindo o coração esmagado no peito.
Uma dor que me dilacerava,que me roubava o ar e me fazia querer gritar.
Parte de mim morreu quando aquilo aconteceu. A outra parte se foi quando fui expulsa de casa pelo meu pai e descobri que jamais poderia esquecer aquela noite, por mais que eu tentasse com afinco.
Permiti que os olhares de repulsa e julgamento voltassem a minha mente preenchendo cada cantinho do meu ser com desespero e agonia que me quebrava.
Eu não tinha mais forças para lutar.
Tudo isso ia acabar. Eu ia colocar um fim aquilo. Tudo ia passar.
Respirei trazendo pousando a mão sobre a barra de ferro, deixei o frio me envolver. O tipo de frio que cobertor algum era capaz de aquecer.
As lagrimas continuavam a cair. "Tudo bem. Vai passar". Repeti a mim mesma. "Tudo isso vai passar".
Olhei a imensidão do rio a me chamar. Tão fácil. Tão rápido. Eu queria aquela calmaria que ele me transmitia. Ansiava aquela paz. Necessitava urgentemente me livrar daquilo que me esmagava por dentro, de tudo que me destruía.
Senti o vento forte sobre meu corpo, me fazendo estremecer.
Anseei, que aquela paz finalmente me preenchesse.
Mas o que eu poderia esperar da vida agora?
Tudo fora arrancado de mim. Todos os meus sonhos, meus planos, nada fazia sentindo.
Sequei o rosto com raiva, não importava o quanto eu chorasse, nada poderia trazer minha vida de volta.
Continuei caminhando, apenas sendo levada pelos meus passos, sem rumo, sem direção, deixando aquele lugar atrás de mim.
Uma melodia suave invadiu meus ouvidos. A canção era triste e ao mesmo tempo esperançosa.
"Esperança", era uma palavra inexistente em minha vida.
Fiquei ali, parada, apenas ouvindo e deixando que ela enchesse meu coração.
Por um momento apenas. De alguma maneira precisava, dar um fim a está dor e a agonia que envolvia meu coração. Por mais que eu tentasse, não conseguia enxergar um futuro onde eu me encaixava, não mais. Meu futuro fora roubado e eu só queria que esta dor fosse embora de uma vez. Com as mãos tremulas, toquei meu ventre um pouco maior que o normal.
— Me desculpe. _ Murmurei. _ Eu não sou forte o bastante para continuar. _ Chorei sentindo o coração esmagado no peito.
Uma dor que me dilacerava,que me roubava o ar e me fazia querer gritar.
Parte de mim morreu quando aquilo aconteceu. A outra parte se foi quando fui expulsa de casa pelo meu pai e descobri que jamais poderia esquecer aquela noite, por mais que eu tentasse com afinco.
Permiti que os olhares de repulsa e julgamento voltassem a minha mente preenchendo cada cantinho do meu ser com desespero e agonia que me quebrava.
Eu não tinha mais forças para lutar.
Tudo isso ia acabar. Eu ia colocar um fim aquilo. Tudo ia passar.
Respirei trazendo pousando a mão sobre a barra de ferro, deixei o frio me envolver. O tipo de frio que cobertor algum era capaz de aquecer.
As lagrimas continuavam a cair. "Tudo bem. Vai passar". Repeti a mim mesma. "Tudo isso vai passar".
Olhei a imensidão do rio a me chamar. Tão fácil. Tão rápido. Eu queria aquela calmaria que ele me transmitia. Ansiava aquela paz. Necessitava urgentemente me livrar daquilo que me esmagava por dentro, de tudo que me destruía.
Senti o vento forte sobre meu corpo, me fazendo estremecer.
Anseei, que aquela paz finalmente me preenchesse.
Notas adicionais
Historia original escrita pelo Ponto de vista dos dois personagens principais.
Com vocês "Nathan e Manoela".
Comentários são super bem vindos e apreciados.
* Capa inspirada no Dorama The K2, por eu amo este casal, e eles se encaixam muito bem aqui. (Imagens retirada da internet.)*
Com vocês "Nathan e Manoela".
Comentários são super bem vindos e apreciados.
* Capa inspirada no Dorama The K2, por eu amo este casal, e eles se encaixam muito bem aqui. (Imagens retirada da internet.)*
Escrito por
Val Rodrigues
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 1 de dez. de 2019, 15:32
Atualizado em 15 de dez. de 2019, 10:49
29881 palavras
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Historia original escrita pelo Ponto de vista dos dois personagens principais.
Com vocês "Nathan e Manoela".
Comentários são super bem vindos e apreciados.
* Capa inspirada no Dorama The K2, por eu amo este casal, e eles se encaixam muito bem aqui. (Imagens retirada da internet.)*
Com vocês "Nathan e Manoela".
Comentários são super bem vindos e apreciados.
* Capa inspirada no Dorama The K2, por eu amo este casal, e eles se encaixam muito bem aqui. (Imagens retirada da internet.)*
Autor
Val Rodrigues
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 1 de dez. de 2019, 15:32
Atualizado em 15 de dez. de 2019, 10:49
29881 palavras