Amara
3 Capítulo 3
No impulso empurrei Alex da cama
–já estou indo! — disse dando uma salto da cama enquanto Sammy ajudava Alex. –Me siga. — ordenou ele sem esboçar nenhuma reação, assim o fiz fui atrás dele até chegarmos a sua sala em um silêncio constrangedor de fato, ao abrir a porra da sala Biap estava de costa arrumando alguns papéis. Eu me sento na cadeira em frente a mesa e coloco os pés sobre ela. –Então o que quer comigo? — falo enquanto pego uma espécie de jornal que estava em cima da mesa que mostrava fotos de vários Migths com avisos sobre cada "espécie" deles. – Quero falar sobre o surto que você teve hoje, não é normal as pessoas se lembrarem de quem são logo após chegar. As coisas aqui acontecem de uma maneira com todos mas com você Amara foi completamente diferente nós esperamos você diferente dos outros que vieram aqui por acidente. — eu prontamente largo o jornal, me levanto e olho e bato as mãos sobre a mesa.–está me dizendo que meu pai morreu por causa de vocês, que por motivos inimagináveis precisavam de mim? É isso que está me dizendo? — ele se vira para a janela e arruma a roupa e vai até mim. –Não foi isso que disse, o acidente não foi algo planejado ou causado por nós, ele aconteceu e isso é o fato, tudo o que sabíamos é que você voltaria menina. — meu olhos se arregalam e vários flash de memória vem em minha mente. Eu com 6 anos sentada na escadaria brincando com Biap, pegando armas escondidas de Trevor , lembro — me também de ver ele e um garota muito parecida com a imperadora se beijarem e me levarem para sua casa. –Não! Não! Isso é impossível. — lágrimas escorrem do meu rosto e saio porta fora correndo, Trevor faz um sinal para Biap ir atrás de mim. Tudo estava muito confuso e apenas corri sem parar o mais rápido que podia quando percebi estava em uma ponte e a instituição estava logo atrás, a minha frente havia um vilarejo com casas antigas e pouco prédios moderníssimos mais distantes e o castelo estava do outro lado do vilarejo. Mas na encosta da ponte havia um barco o qual eu entrei de alguma maneira me veio novamente as lembranças de Trevor e daquela mulher mas agora eu tinha 10 anos e eles me ensinavam a velejar. E assim o fiz, quando já estava entrando em mar aberto a alguns poucos quilômetros da margem escuto Biap a me chamar, apenas dou as costas e sigo viajem. Para um lugar que nem eu mesmo conheço. –Deus o que estou fazendo, o que está acontecendo... Eu preciso pensar... Preciso pensar... — me sento no barco com se fosse meditar, minhas emoções estavam completamente confusas, não estava no comando de nada só sabia de uma coisa precisava voltar para casa e o único jeito era entrando em território inimigo, mesmo completamente desarmada e sem nenhum plano.
Notas finais
Esse capítulo não é grande porém vou postar outro logo.
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