Amar não é Pecado

5 Capítulo 4 , eu acho -qq


Notas iniciais
Desculpe os erros de português , estou sem o Word
Se vemos lá em baixo , persuuar ô/

Desisti da ideia de Ikuto me ajudar na faxina quando primeiramente o vi pegar desengonçadamente em uma vassoura , segundamente o vi tentar passar pano com veja no vidro, batendo sua cabeça toda hora no mesmo e terceiramente quando ele quase derruba minha pessoa enquanto passa pano no chão. Vocês já repararam que essas palavras tem ''mente'' no final ? Poisé , coisa que o Ikuto não tem.

Lhe entreguei o cabide com a roupa e mandei ir tomar banho, porque francamente, aroma de atum tem seus limites.

Pedi a ajuda da Su, referente a faxina da casa, já que estava sozinha nessa operação. Não foi necessario fazer chara nari , apenas um chara change basico e continuei meu objetivo.

— Amu, de almoço vai ter o que? — ouvi sua voz abafada, vindo do banheiro, ou como preferir, escoderijo secreto de muffins do meu pai.

— Miojo, e se duvidar, o jantar vai ser você, baka! — gritei ao décimo volume do andar de baixo.

— Ui Amu, assim você me excita!

— Vá a merda.

Ouvi a porta se abrir, e das escadas gritou:

— Por acaso vai junto comigo, sim?

Lhe mostrei o dedo do meio e comecei a varrer o tapete. Ele considerou vitória vencida, já que em sua face havia um sorriso debochado.

Joguei a vassoura de lado, e me afundei no sofa. A estádia de Ikuto em minha casa não estava sendo nada fácil. Só quer comer do melhor, dormir no melhor, ler o melhor. Eu quero minha cama de volta, saco.

'' Nóis semo as brabuletas, de asa branca e rabo preto, nóis avoa envorta das lâmpidas, demo a vorta e exprudemo...''

— Amu! Tem uma pessoa escondida no seu quarto, e parece que ela tá morrendo, do jeito que canta.

— É meu celular, imbecil.

Subi as escadas correndo e fui a procura do meu celular idiota. Olhei de baixo da cama, na cesta de ovos das meninas [ Nossa, parece que chamei elas de galinhas, porque é galhinhas e orritorincos que nascem de ovos , certo ? Ou não? ] e na gaveta de roupas intimas, nada. Até que o vi em foco na prateleira.

No identificador de chamada, estava escrito '' príncipe Hotori ''. OulDeus , que não seja uma peça de Yaya.

Cocei a garganta ,abri meu celular devagar e atendi.

— A-alô?

— Hinamori-san ?

AAAAAAAAAAA! Não é uma peça.

— Hai, Tadase-kun.

— Desculpe lhe encomodar tão cedo, mas gostaria de saber se você já fez o trabalho de biologia, hihi.

Coisas muito imprevisiveis aconteceram comigo dentro daqueles 37...40 segundos.

Já são 14:00 hrs. Cedo? Só se for no Brasil , benhê.

É domingo meu filho, eu não me foco em estudos de domingo.

Você me liga para perguntar '' isso?'' . Se eu fosse você, perguntaria coisa, seilá, como : '' Seu dia está sendo agrádavel ... Aceite tomar um sorvete comigo ... Casa comigo '' . Mas não ... quer fazer de tudo para que um dia você tenha um futuro razoavel e não corra o risco de usar calças laranjas , e ser confundido com um gari ou integrante da banda RESTART [ nada contra a quem gosta >3< ] .

— Ah, não. Gomenasai, Tadase-kun.

— Não tem problema. Arigatô gozaimasu, Hinamori-san.

— Sayonara.

Desliguei o celular e o joguei do outro lado do quarto. Porque ele nunca diz o que eu espero? É tão dificil assim se declarar? Eu não sou tão dificil e exigente.

— Dá uma chance pro Kid-King, ele está arrumando '' desculpas'' para ter assunto com você.

— Sério ,Ikuto?

Me encostei na comoda, ao lado dele. Dava para sentir teu doce perfume a medida que me aproximava dele.

— Não, mentira. Só falei isso para lhe dar falsas esperanças. — e então , começou a rir.

Senti minha pele esquentar. Ah não! Vai começar, senhor Tsukiyomi?

Subi na minha cama, peguei um travesseiro e mirei na sua grande bunda.

Quando fui tacar, a porta do quarto abriu. Fiquei paralizada, e Ikuto se escondeu debaixo da cama.

Vi que era apenas as meninas brincando com Yoru. Fiquei um bom tempo naquela posição, até que lembrei que tinha assuntos pendentes com o ser humano debaixo de minha cama.

Puxei teu pé, peguei a almofada e bati com tanta força naquela cara.

— Isso é para você aprender a não falar o nome do Tadase-kun em vão , diabo!

— Eu falei '' Kid-king'' , não Tadase Hotori.

— Falou agora! — voltei a lhe dar murros com o travesseiro.

— Para! Ai! Tá doendo Amu-chan!

Parei de bater nele e o encarei.

— Amu-chan?

— Quê?

Sentei e lhe dei um tempo.

— Isso , você me chamou de Amu-chan , eu ouvi o ''chan'' .

— Se tá locona, ow . — logo disse ele, se levantando do tapete e indo parar no puff.

— Tô nada. — cruzei os braços. — Eu ouvi sim ''chan'' !

— Okok, me rendo. Eu também ouvi um ''chan'' saindo da minha boca. Mas eu tava falando que você tava batendo que nem Jackie Chan , não ''Amu-chan''

— Conta outra Ikuto, eu sei muito bem o que ouvi.

Vendo que não ia justificar, levantei e fui em direção a cozinha. Mas eu ainda ia arrancar dele.

Notas finais
, ooi pessoas lindas da Tia Elena-chii ô/ * desvia do chinelo, mas acabam acertando um tijolo em mim * . Okok , desculpem , eu sei que to mais de 1 mês sem postar , que eu não dou noticias e nem justificações. Mas a vida da titia Elena tá tão corrida. Ok, mentira . Minha rotina foi ler mangá [ Black Bird , Ouran , Tokyo Mew Mew , Dark Metrô ... a lista é grande u_u ] Fiquei assistindo Junjou ... Tirei 4 em matemática , fui pro centro 2 vezes na semana . Enfim , dediquei um tempinho de minha corrida vida para fazer esse pequeno capítulo para vocês . Até a próxima , que talvez não demore .
baibai ;*