Amar não é Pecado
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Muawhahaha!
Agora você sofre Ikuto
— Yoru, Faz Chara Change pleease! — pedi.
— He?
Levanto um saco de sardinhas secas.
— Nyaah! — os olhos dele brilham.
De repente, pula debaixo de meu lençol um gato tipo TAMANHO FAMÍLIA.
— Ali Ami. — aponto em direção do Ikuto.
—Não, não, não se aproxime. Onegai, Hinamori Ami.
— Grande Gatinho. Eu quero alimentar ele.
Vejo-o correr em desespero, tentando sair pela sacada. Só que a vidraça estava fechada e só se ouve o estralo.
BANG! Só se ver um cosplay de gato caído no chão. Juro que vi pássaros voarem em cima de tua cabeçona.
— Amu-chan, que barulho é esse? — gritou Papa do andar de baixo.
— Nads.
Corro pelo quarto e cubro o corpo caído de Ikuto. Pego Ran, Miki e Suu de uma vez só, e dei nas mãos de Ami.
—Aqui, brinque de casinha com elas, pode dar comida, trocar suas fraldas...
— Miki não usa fraldas! — disse a mesma.
— Amu-chan má ~desu
— Shugoois!
E ela sai correndo do quarto gritando aos pulmões pelo o Papa.
Ok, e se ele morreu?
EKIIIII, não quero um cadáver em meu quarto.
Porcaria, cometer um crime é muito difícil.
Começa a tocar bananas de pijama, tipo, do nada.
E vi que a calça dele começou a vibrar.
Eu em. Leitores divos, não pensem sacanagens, ok?
Coloquei a mão em seu bolso com o maior cuidado do mundo e peguei seu celular. Era Utau. Chuta que é macumba.
Encostei-me no canto do quarto.
O que eu fiz? Virei um serial killer? Eu não quero ir presa, na cadeia não tem cookies de baunilha da Yaya. E o Tadase? Meeeooogzuis! Ele não vai me visitar, acho que nem ficar comigo!
Aproximei-me ao corpo caído do Ikuto, peguei em sua mão e comecei a sussurrar ‘’ Desculpe, desculpe, acorda Porra! ‘’
Senti algo puxar minha perna.
— O ET VEIO-ME PEGAAAR! MAMA!
— Fique quieta. Tô com uma dor de cabeça.
— Você tá vivo! WEEEEEEEEEEE. Não irei para a cadeia, e poderei me casar com o Tadase! FUCKYEA!
Ikuto me olhou por meio segundo e fez a pergunta mais difícil de minha vida: — Você andou cheirando?
— Eu não cheiro não.
—Parece. O que você fez foi sacanagem.
— Nads a ver. Você é burro e esqueceu-se de abrir a vidraça da sacada. Não coloque a culpa em mim, oks?
Ele me olhou com uma aura negativa. Ok. Confesso que isso me deu medo total. Pensei que ele ia, sei lá, fazer um chara nari e me cortaria em pedaços com suas garras do mal.
—Quié que você está me olhando com sua cara de abobada para mim? Não babe viu!— disse ele, estampando um sorriso pervertido na sua cara.
— Quer que eu pegue uma BIG VIDRAÇA e taque em você?
— Nem precisa...
Dei um sorriso satisfeito.
— Com você me enchendo o saco, já é o bastante.
— Se eu estou te enchendo o saco, o que fazes aqui?
— Você me convidou a vir para cá.
—E foi uma das ideias mais idiotas que eu tive.
— Também concordo.
Fiz uma poker face e desci.
Terminei meu jantar, e peguei o resto do yakissoba e subi.
— Amu-chan, vai repetir?
— Hee? Sim, estou com uma fome.
Sai correndo e entrei no quarto e vi Ikuto deitado em minha ex-cama segurando uma das minhas revistas com testes amorosos. Quase deixei o yakissoba cair.
— Com esses resultados você nunca ira conquistar o Kid-King.
Chutei a bunda dele e peguei minha revista.
— Não mexa em minhas coisas se não quiser voar com os pássaros, ok?
Joguei a base que estava o yakissoba em sua direção.
— Come seu rango, e vá durmir nos pufes!
Sentei na área de estudos e comecei a pixar meu caderno, esperando ele terminar.
—Yum, estava ótimo, pronto já pode lavar a louça.
— Lave você, com essa língua de lagartixa.
—Agora ofendeu!
— Você se acostuma.
Já o vi se ajeitando na cama e logo puxei teu pé.
— Hee?
—Nada disso, cai fora. Hoje vou dormir totalmente forever alone.
—Aff, deixe de ser egoísta.
—Egoísta é nem dividir o yakissoba!
—Você já comeu, e está gorda!
Fulminei-o, e subi na minha cama.
— Neko mal. Tá de castigo. E aliais, não sou gorda, sou fofinha.
Minhas guardiãs charas entraram no quarto me olhando com auras vermelhas, apagaram a luz e entraram em suas cestas.
— Amu.
—Quié, Ikuto?
— Vai ter troco!
—Anh?
— Essas suas brincadeiras bobas serão pagas pela mesma moeda.
—Ok, senhor das metáforas, vai dormir.
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