Notas iniciais
Aviso: cenas quentes.

Na manhã seguinte, acordei péssima, sentindo-me sufocada pelos sentimentos que estavam dentro de mim. Tive vontade de chorar, mas nada saia, então tomei uma pílula de Xanax, mesmo sabendo que não tinha efeito sobre mim. Encarei o cartão de Erick na mesinha da sala e disquei o numero.

– Alô? Erick? É Isabella. Tudo bem?

– Oh, sim! O que devo a honra de sua ligação?

– Bem, estava pensando se não quer vir aqui em casa. Está ocupado?
­- Acabei de acordar. – Erick riu. – Claro. Chego ai em 20 minutos.

Vesti uma saia preta e uma blusa azul. Estava no sofá quando a campainha tocou.

– Oi. – ele sorriu ao me ver.

– Oi. – eu disse. — Obrigada por vir. Entre.

Ele se sentou no sofá.

– Como está? – perguntou, olhando em meus olhos.

– Estou péssima! – falei com voz de choro, não conseguindo fingir. – Meus sentimentos estão me sufocando. – admiti. — Oh, desculpe! Não deveria contar! Eu nem o conheço direito! – conclui.

– Podemos mudar isso. – Erick pegou minhas mãos.- E quer saber? Não vou deixa-la aqui sozinha! Você vem comigo!

– Depois te dou o dinheiro do taxi. – eu disse, vendo ele fechar a de seu apartamento atrás de si.

O apartamento tinha paredes cinza, quadros de guitarras por todos os lados.

– Nada disso! Você é minha convidada, baby! – protestou, enquanto nos sentávamos no sofá. – Gin? – estendeu um copo para mim, servindo.

– Claro. – peguei o copo e bebi um gole.

– Então, desabafe. – pediu.

– Eu não consigo. – respirei fundo. – Não sai em palavras. E queria chorar para aliviar, mas nada sai.

– Acho que posso ajudar. – anunciou, com um sorriso, bebendo todo seu gin.

– Como?

– Uma técnica indiana. Troca de energias. Te garanto que funciona.

– Tá, eu topo. – sorri.

– Confie em mim. – ele se levantou. – Deite-se.

Eu o encarei.

– É serio. – ele disse, tirando o copo da minha mão e colocou na mesinha. – Quero que fique bem.

– Tá. Tudo bem.

Eu me deitei.

– Preciso que tire a blusa. – falou, serio.

Dei de ombros e o fiz, revelando meu sutiã de bolinhas.

Erick se próximo de mim, tocando minha barriga com sua mão quente, parecia estar pelando de febre.

– Ok. – ele sussurrou. – Pense que tudo que está dentro de você está saindo como sua respiração. Se concentre em meu toque e em minha voz.

Eu fiz que ele me pediu. Sua voz tranquila, dedilhando minha barriga e meu tórax em no sentido de V, de cima para baixo, sentia sua energia, expulsando tudo e minutos depois eu estava engasgando de chorar.

– Oh, você está mais tensa do que eu esperava. – ele admitiu, tocando meu ombro. – Você merece uma massagem.

– Por favor... sim... – pedi, exausta.

Nós fomos para o quarto dele e me pediu para que me deitasse de barriga para baixo. Ele me massageava minhas costas de modo tão suave. Estava de olhos fechados, curtindo tudo, relaxada demais, acho que o Xanax fez efeito.

– Posso ir mais fundo com meu massageador, baby? – perguntou.

– Vá mais fundo o quanto puder.

Ele riu e senti algo vibrando em meu corpo. Tudo era tão bom, que comecei a gemer, tento um orgasmo tão bom. Vi ele tirar seu blusa e as calças., abriu minha saia, Senti o peso dele nas minhas costas, e uma dor prazerosa no bumbum, nós dois estávamos gemendo, relaxados de prazer.

Acordei zonza na cama pela manhã.