Am I a Nerd?
37 Capítulo 37 - Where are They/Where is Pam!?
Notas iniciais
PDV — Geral
Carly notou algo de errada quando chamou o elevador ao lado do Gibby e do Spencer:
— Cadê Sam e Freddie?
Os dois rapazes olharam ao redor, também tentando avistá-los. Spencer sentiu fortes pontadas no estômago e entrou em desespero quando as portas do elevador finalmente se abriram.
— Eles estavam bem atrás de nós — argumentou o Gibby.
— É — confirmou Carly, meio confusa. — Eu notei quando eles saíram do restaurante, mas...
— Galera! — gritou Spencer para os dois. — Vamos logo para os nossos quartos! Ou terei... de despejar tudo...
Carly fez uma expressão de nojo e entrou no elevador com os rapazes.
— Até amanhã! — berrou Spencer quando o elevador os deixou no corredor.
No entanto, Carly e Gibby permaneceram no corredor e passaram a questionar sobre o paradeiro dos amigos.
— Onde aqueles dois se meteram!? — Carly olhou para uma das janelas do corredor e reparou a chuva. — Está tendo um grande temporal lá fora!
— Eles devem estar bem — indagou Gibby, também olhando para a janela. — Aposto que nesse momento a Sam e o Freddie estão brincando na chuva.
Carly revirou os olhos.
— Eu duvido — Ela era a única preocupada de verdade. — Vou ligar agora mesmo para cada um dos dois!
Ela sacou o Pear Phone do bolso. A primeira ligação foi para o Benson, mas ele não atendeu, então ela ligou para a Sam e, por coincidência, a Puckett também não atendeu.
— Eu desisto! — murmurou Carly para o Gibby. — Amanhã procuramos o casal... Ah... Boa noite, Gibs!
— 'Noite!
A Shay se encaminhou para o seu quarto e o Gibby se direcionou para o dele.
Na Cabana...
O temporal não deu trégua, assim como o casal continuava com os movimentos.
— Oh... — gemeu Freddie e puxou a Sam para um beijo, mas, em nenhum momento, diminuiu a velocidade.
Era uma sensação nova para ambos que não sabiam muito bem o que fazer, além daqueles movimentos e daquela posição — onde a Sam ficava em cima do Benson, enquanto ele a penetrava.
— Ah! — Sam gemeu um pouco mais alto quando o Benson aumentou ainda mais o ritmo.
O frio que eles estavam sentindo antes foi facilmente trocado pelo calor, pois tanto Freddie quanto Sam estavam suando.
No final do ato, Sam e Freddie se separam. A loira foi para o lado esquerdo e se jogou de vez no colchão, adormecendo; enquanto que o moreno, ainda sem fôlego, virou para o lado direito do colchão.
— Como você está se sentindo? — Ele sussurrou para a loira, mas ela não o respondeu. — Sam?
Ele tocou nos cabelos loiros da namorada, tentando encontrar uma resposta, então, ele se deu conta de que ela havia adormecido.
— Boa noite! — Ele colocou as peças de roupa por cima da Sam e tentou dormir.
(***)
No Hotel...
Carly não conseguia dormir de maneira nenhuma, buscou telefonar para os amigos — quando ainda estava deitada na cama.
Ela levou um baita susto quando escutou alguém entrar em seu quarto. A morena teve certeza de que trancou a porta antes de ir se deitar.
— Quem está aí!? — Ela disse. Pensou em ligar as luzes do quarto. — Sam!? É você?
Carly notou que a pessoa, que entrou, se deitou na cama dela. Por mais estranho que isso pareça, ela logo reconheceu a pessoa misteriosa.
— O que você está fazendo aqui!? — A morena fechou os olhos.
— Não consegui dormir... — Respondeu a pessoa, puxando o lençol para si.
— Ah, Gibby!
O garoto suspirou e tentou se explicar.
— É que eu não consigo dormir sozinho, antes era legal ter o Freddie por perto — disse ele. — Agora eu sinto medo, muito medo! Acabei de ouvir uma voz monstruosa de baixo da minha cama. Fui para o quarto do Spencer, mas não entrei lá... O fedor estava insuportável.
Carly sorriu e puxou um pouco do lençol para ela.
— Tente dormir agora.
— Irei...
No dia seguinte, Carly e Gibby acordaram com batidas na porta. Ambos deram boas gargalhas com a expressão de sono dos dois.
— CARLY! — A morena se assustou, pois a voz era do seu irmão mais velho, que tornou a bater na porta, desesperadamente.
— Ah, não, Gibby! — Carly murmurou, tensa. — Se esconde! Rápido!
(***)
Bem cedo, Sam e Freddie saíram da tal cabana abandonada e tentaram voltar para o hotel, pois seus amigos poderiam estar preocupados — principalmente a Carly.
Os dois aparentavam confusos sobre o que ocorrera na noite anterior, e por essa razão, tentaram não entrar nesse assunto.
— Estou com fome — disse Sam para o namorado. — Estamos muito longe do hotel?
Freddie mordeu os lábios.
— Eu não faço a menor ideia. — respondeu Freddie. Sam suspirou e continuou o percurso.
— Sam... — Freddie chamou a atenção dela. — Você precisa conversar com a sua mãe... Eu sei que ela errou muito, mas não deve...
— Argh! — Sam ficou chateada. — Okay, Freddie! Eu vou falar com Pam!
Ele ficou surpreso.
— Vai?
— Vou... Ontem quando saímos e fomos para a cabana... Eu... — Ela hesitou. — Argh! Eu fiquei pensando em tudo. Pam e eu sempre tivemos problemas, mas ela sempre me motivou de alguma forma, sempre quis que eu não abaixasse a cabeça para as patricinhas da escola, sempre me contou o que era certo, mas que era importante fazer o que era ilegal. Se não fosse por ela, eu não seria essa pessoa que eu sou. — Freddie sorriu para a loira e a confortou.
Eles não pararam de andar em nenhum momento, até que, Freddie se familiariza com algo.
— Aqui! — disse ele, fazendo Sam parar. — Este é o restaurante que viemos! — Significava que estavam próximo do hotel.
A loira suspirou e fez questão de entrar naquele restaurante para saber do paradeiro da Pam, mas não conseguiu nenhuma informação útil.
— Não acredito que ela sumiu — disse Sam, bem desapontada.
— Não fica assim, Sam... Iremos encontrá-la.
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