Amálgama
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Ficaram em silêncio até o último aluno sair, batendo a porta. Scorpius mantinha a expressão séria, os lábios crispados. Rose estava à beira de uma síncope.
Mas ela tinha que dizer, ou acabaria explodindo.
— Eu fiquei surpresa com o que você disse. — confessou, encarando os próprios pés. O rosto dele ficou vermelho pela vergonha. A situação toda era horrível, mas dessa vez os pratos precisavam ser postos a mesa. — Não sei se posso retribuir seus sentimentos, Scorpius, eu nem sei o que sinto direito. Com toda sinceridade, estou apavorada.
O silencio reinou, longo e constrangedor.
Ele, por fim, resolveu falar.
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