Naquela mesma noite, deitada na cama, ela não conseguiu dormir.

O quarto parecia menor e a respiração ainda estava ofegante. Havia dentro dela uma confusão enquanto repassava os acontecimentos com Scorpius.

Uma confusão das grandes.

Rose era ruim com sentimentos. Excepcionalmente ruim. Não sabia como lidar com eles.

Mais do que isso, não sabia lidar quando as coisas saíam do controle.

E ela, sempre tão articulada, tão certa em escolhas e pensamentos, pela primeira vez se viu perdida.

Porque havia um ardor em seu peito, uma onda quente que começava de dentro para fora – um sentimento que não queria aceitar.

Notas finais
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