As manhãs natalinas n'A Toca eram sempre barulhentas. Havia um falatório incessante na casa e o som das músicas da cantora favorita de vovó Molly, Celestina Warbeck, ecoava pela cozinha.

Rose comia o desjejum quando Albus irrompeu na porta, balançando uma carta no alto da cabeça.

— Adivinha só quem vem passar a ceia conosco, Rose?

Aquela expressão no rosto dele só poderia significar uma coisa: problemas. E dos grandes.

Com nome e sobrenome.

— Vou te matar, Albus!

— Guarde sua raiva para Scorpius. — ele riu. — Vai ser divertido presenciar algo dessa magnitude.

Naquele instante, ela soube que estava em maus lençóis.