Notas iniciais
Oiii genteee!! Nossa quanto tempo sem postar hein!! Bom em primeiro lugar eu quero pedir desculpas pela demora, mas é que eu tive umas semanas bem malucas e muuuuuuuuito corridas, mas agora já esta tudo normal e devagar de novo do jeito que eu gosto kkk Mas então, quem ai ficou doida com o trailer de ontem??? Ah gente que coisa mais perfeita, eu até chorei de emoção... Da um friozinho na barriga tão gostoso toda vez que assistou, e olha que não foram poucas hein... principalmente na parte do elevador, ai sério da uma coisinha aqui dentro, quando chega nessa parte. Eu amei, amei, amei, até o infinito *-------------*. Bem vamos ao cap. então?

Estamos eu e mamãe sentadas na varanda assistindo a Ted e Sophie brincar, é incrível como esses dois se dão bem, Ted adora a filha de Taylor, acho que meu menininho a considera como uma irmã mais velha.

–E então minha filha, ansiosa para a chegada dessa princesa aqui? – pergunta minha mãe acariciando minha barriga

–Muito mãe, eu não vejo a hora de ver o rostinho da minha filha – falo sonhadoramente, será que ela vai ter os olhos lindos do pai? Torço para que sim.

–Sem dúvida nenhuma essa menina vai ser linda, com os pais que tem. Já pensou em como Christian vai ter trabalho com os rapazes quando ela crescer? – ela sorri para mim

–Hum, nem me fale mãe, ele vai pirar tenho certeza, ainda bem que essa fase esta longe, pobre Ella.

–Ella, um lindo nome, vocês escolheram bem – ela passa um braço atrás das minhas costas e como estamos lado a lado eu encosto minha cabeça em seu ombro.

–É, foi difícil fazer o Christian aceitar colocar o nome da sua mãe biológica na filha, ele só aceitou depois de ter uma longa conversa com a Grace, ela que o convenceu – lembro-me da conversa deles dois no escritório. Christian e eu acabamos discutido por eu ter sugerido o nome, depois disso Grace chegou para nos fazer uma visita, eu comentei com ela o que tinha acontecido e ela chamou Christian para uma conversa. Nesse dia eu passei a admirá-la ainda mais. Grace é uma mulher forte, carinhosa e muito generosa. Ela viu todo o sofrimento que Christian passou desde o começo, o adotou , criou, e mesmo sabendo tudo o que tinha acontecido ao filho por causa da negligência de sua mãe biológica ela nunca julgou a Ella, pelo contrário, ela o incentivou a aceitar o nome, como uma forma de ultrapassar essa barreira, de enterrar de vez a mágoa e rancor que ele tinha pela mulher que o trouxe ao mundo, lembro-me de ter escutado o final da conversa deles dois, e de Christian dizer que só aceitava dar o nome de Ella a nossa filha se o segundo nome fosse Grace.

Grace ficou emocionada, e disse que se tivesse que adotar novamente aquele menininho assustado de 4 anos ela o faria sem pensar duas vezes, que ele Elliot e Mia foram as melhores coisas que já aconteceram na vida dela e de Carrick.

[...]

Depois de uma tarde agradável batendo papo com mamãe, Bob, brincando com Ted e Sophie, subo até o quarto para tomar um banho e me arrumar para ir até o consultório da Drª Greene, Christian já deve estar chegando. Tomo meu banho muito relaxante por sinal, demoro um bom tempo embaixo do chuveiro, eu literalmente relaxo ali sob a cascata de água morna .

[...]

Escolho um vestido solto nude e uma sapatilha da mesma cor, escovo meus cabelos que estão longos demais para o meu gosto... hum talvez eu deva cortá-los um pouco, quem sabe só as pontas, sim, não mais que isso pois sei que Christian gosta de meus cabelos assim, longos. Sorrio em frente ao espelho com a lembrança dele os trançando , esse pensamento puxa outro ainda mais agradável.Já faz um bom tempo que Christian não me leva para o quarto de jogos, eu sinto falta , na verdade mais do que eu imaginei que sentiria. Não temos um quarto vermelho da dor aqui, mas ele continua intocado lá no Escala, sei que Gail vai até lá as vezes para limpá-lo. Christian não mencionou mais a possibilidade de montarmos um aqui, acho que ele se sente inseguro por causa de Ted e agora com a chegada da Ella.

Prendo meu cabelo em um rabo de cavalo alto, aliso o vestido e encaro meu reflexo no espelho.

–Assim esta bom – saio do quarto com uma idéia em mente, acho que já esta mais do que na hora de eu e meu marido relembrarmos os velhos e deliciosos tempos no quarto vermelho da dor.

POR BRADLEY

–Você esta querendo me convencer que Christian Grey apareceu aqui, destruindo meu apartamento e te dando uma boa de uma surra assim por nada! – repete Logan movimentando as mãos no ar.

–Será que da para você calar a boca e me ajudar aqui – estou atirado no sofá, sentindo dor nas costelas onde o bastardo filho da puta me chutou...- Ah Grey, já esta na hora de eu te dar o troco.

–Cara você pediu por isso, pelo visto você foi atrás da mulher dele de novo não é? E o cara ainda destrói meu apartamento? – diz Logan pegando um pedaço da mesa que esta estilhaçada no chão.

–Você pode me ajudar a denunciar o desgraçado por agressão, você viu ele saindo daqui, tenho certeza que o trouxa do seu porteiro também, além de tê-lo deixado entrar sem ter sido anunciado- limpo o sangue do canto da boca com as costas das mãos.

–E você acha que isso vai dar em alguma coisa? Estamos falando de Christian Grey o todo poderoso – zomba ele

–Quer maneira melhor de manchar a reputação do “Todo poderoso” do que um processo por agressão? – sorrio só de pensar no tanto de notícia que isso vai dar. Se antes eu queria provocá-lo por causa da Ana, agora eu quero muito mais do que isso, eu quero acabar com Christian Grey.

[..]

Estamos a caminho do consultório da Drª Greene deixei Ted aos cuidados da avó e Bob, Christian esta calado ao meu lado, ele chegou muito estranho do escritório hoje, parecia nervoso, irritado, perguntei se tinha acontecido algo, e é lógico que ele disse o que sempre diz quando faço essa pergunta, que não tinha acontecido nada que não pudesse ser resolvido, decidi não pressioná-lo mais. Pego sua mão dando um aperto tranqüilizador, quando faço isso noto que ela esta um pouco vermelha.

–Sua mão, você se machucou? – ele me olha assustado

–Devo ter batido em algum lugar, nem percebi que estava assim – ele puxa a mão da minha e tenta disfarçar. –Ah Christian Grey tenha dó né, que desculpa mais esfarrapada.

–Christian me diga logo o que aconteceu, você esta estranho desde que chegou do escritório – e nesse exato momento Taylor estaciona o carro em frente ao consultório da doutora.

–Venha, vamos ver como esta nossa filha, depois conversamos sobre isso – diz e me da um selinho, concordo mas ele que não pense que vou esquecer o assunto, quero saber direitinho o porque de ele ter chegado assim tão estranho.

Notas finais
Capítulo curtinho e sem muitas emoções, mas adivinhem, amanhã tem mais... e aproveitando para agradecer aos sempre lindos e muito carinhosos comentários, obrigado. bjos até o próximo.