Notas iniciais
Agora não vai sair igual.
Aproveitem a leitura.

Era uma tarde onde os raios do sol estavam fracos, ainda era inverno e faltava poucos dias para o começo da primavera.

Luka: Mas eu não quero mãe!

- Mas minha filha eu só fiz esta promessa porque quando você nasceu era muito pequena e não iria sobreviver, mas Luka...

Luka: Não vou eu já falei , não quero passar o restos do meus dias em um convento.

- Mas minha filha foi uma promessa, não quero fazer isso pelo seu mal... — a mulher de pele clara, olhos cor de mel e cabelos rosas. Esta começou a chorar em ver o quanto triste a filha estava ficando, não queria obrigar Luka a ser freira, mas quando ela havia nascido era pequena e doente, ela fez uma promessa de que se a criança sobrevivese se tornaria uma freira.

Luka si sentiu irritada com aquela situação e saiu correndo da sala

- Querida não acha que está fazendo errado com a nossa filha? — Um homem alto de cabelos castanhos no rosto, um homem de 40 anos, um óculos fino que dava um ar de mistério para os olhos azuis, o mesmo trajava um terno cinza claro.

- Amor eu só quero o melhor para ela... — falou a mulher cabelos rosas longos soltos que si distinguia do vestido azul claro que combinava com os olhos cor de mel que se encheram de lágrimas e as derramou -

- Eu sei meu amor, que tens medo de perde a nossa filha para um homem qualquer, eu também tenho este sentimento, mas mandá-la para um convento seria a última coisa que deveria fazer. — o homem falou com doçura mais ainda sim com severidade.- Sabe como é a nossa menina.

- A meu amor sabe o como foi difícil para mim, passei por muito apuros e dores um casamento ruim e depois de tudo, eu ti encontrei e juntos tivemos a nossa menina, mais não quero que ninguém a faça sofrer. — a mulher falou irritada e si levantou de súbito, assustando o marido que ficou com uma gota na cabeça. — Minha filha é uma mulher de poder, forte, inteligente e a única da família que sabe empunhar uma espada de esgrima, esporte que antes os homens de nossa família faziam, a nossa pequena faz e muito bem!

- Querida...? — o homem falou com um fio de voz.

- Sim amor? – a mulher de cabelos rosas falou mais calma.

- É bem.. a Luka é bem parecida com você, não teria medo de desferir um golpe de espada em que a fez sofrer, não acha um tanto ingênuo mandá-la para um convento?

- Meu amor já viu onde Luka está indo andando sempre de cavalo e lendo aqueles romances cheios de aventura acaba que a fazendo ter pensamentos incorretos...

- Amor, vamos fazer uma aposta? — o homem falou retirando o óculos e olhou para a esposa.

- Vamos... — ela sorriu maliciosa, devia a estes momentos que os faziam parecer dois adolecentes, talvez fosse por isso que o casamento deles fora tão bem.

- Bem vamos deixar Luka andar um pouco só, si ela conseguir ficar bem não vai mandá-la para o convento, si ela se machucar sua viagem será direta para o convento. — o homem falou seriamente, a mulher o olhou, as vezes eles trocavam de papéis, mas ele estava certo, Luka já tinha os seus 18 anos podia caminhar um pouco -

- Está certo amor, bem fui eu que a maguei fale com ela...

- Está certo querida, vou dizer que você esta um pouco triste com a conversa que tiveram... — o homem sorriu e andou na direção da saída da sala.

- Querido?

- Sim amor?

- Te amo muito...

- Também te amo.

O homem foi até o quarto da filha que estava com a porta entre aberta.

- Minha menina?

Luka: Papai é você?

- Sim sabe que sou eu. — ele entrou no quarto e foi logo recebido por um abraço. — Sua mãe esta a arrependida do que falou.

Luka: Pois não parece. — ela si soltou do homem. — Si eu for para lá, depois ela vai vir falar de novo.

- Mas é verdade minha menina, tanto que ela me deu a ideia de deixá-la viajar. — falou uma mentira, mais seria por um bem melhor. — E está na época de salmões defumados e a sua prima Miku está tão só... Por que não a visita?

Luka: A Miku aquele bebê que só sabe chorar?

- Bem, ela agora é lady por conta do falecimento dos pais, e soube que ela precisa de ajuda pois um de seus contados internacionais, vai vir aqui para conhecer o lugar.

Luka: Ah sendo assim eu vou...mais quando eu posso ir?

- Si você quiser amanhã mesmo.

O cheiro de maresia era uma delícia, o barco que tinha o tamanho de uma caravela, os marujos iam de uma lado para outro fazendo o seus trabalhos rotineiros, aquilo já durava três semanas chatas, deu um suspiro e olhou o mar novamente e nada de interesante, pegou a espada que levava consigo e a olhou, era bem mais divertido de olhar sua espada do que ficar entediado olhando o mar.

- É Gakupo-sama? — um senhor usando um kimono verde e com cabelos negros na metade do rosto.

Gakupo: Fale...

- A nossa chegada está prevista a daqui a duas semanas. — o homem se curvou até que viu o seu senhor ficar com uma área negra sobre si e o mesmo empunhou a sua espada com fúria, todos que estavam no barco ficaram assustados.

Gakupo: Mais duas semanas, mais duas! — ele colocou a espada na frente do rosto do homem que tremia que nem uma vara verde. — Você acha que eu tenho cara de quem gosta de esperar?

- Não meu senhor.

Gakupo: Então faça esta porcaria ir mais rápido. — ele ordenou irritado e saiu andando, todos andaram na direção contraria que Gakupo ia.

O mesmo entrou na cabine onde ficava, era luxosa mau entrou no lugar foi acertado por um pergaminho.

Gumi: Você estava brigando de novo Gakupo-san? — uma menina de cabelos verdes curtos com um kimono branco cheios de flores bordados na cor azul. — Sabe que é errado brigar.

Gakupo: Ah só estava os fazendo trabalharem mais rápido, não aguento espera o fim desta viagem.

Gumi: Ai ai Gakupo-san si continua assim nunca vai casar.

Gakupo: Pois estou nesta viagem só para ir pegar a minha noiva.

Gumi: Sério?

Gumi era a protegida de Gakupo, a mesma havia sido encontrada pelo pai de Gakupo quando era um bebê estava perto de um rio, a levou para casa e Gakupo era apenas um adolescente e teve que tomar conta dela, ordem de seu pai, dizendo-lhe que era um passo para que ele podesse si mostra responsável o bastante para criar uma família, nunca entendeu, mais com o passar dos anos Gumi si tornou uma amável compania e até irmã adotiva de Gakupo, era a única que conseguia dar uma freada no samurai, que as vezes ficava com os nervos em alta.

Gakupo: Sim e logo logo você vai ver bebês por ai. — disse cheio de si.

Gumi: Pobre dos seus filhos... — ela falou em um suspiro.

Gakupo: Nani?

Gumi: É que você está mais é para dragão de kimoto.

Gakupo: Olha o respeito! — falou irritado o que fez Gumi dar uma gargalhada.

Já era cinco da tarde e Miku não teve mais notícias de Rin e Len, já fazia três semanas que não os via, estava que a porta da sala foi aberta por Kaito que trazia consigo um carrinho com o chá.

Miku: Ah Kaito.

Kaito: Desculpe a demora Senhorita Miku, mas é que a Meiko teve probleminhas na cozinha.

Miku: Espero que esteja tudo bem.

Kaito: Sim está bem, vou lhe servir o chá.

A garota mal tomou o chá, estava pensativa demais, e si alguma coisa tivesse acontecido, a chegada do Senhor Gakupo estava próxima ela temia que alguma coisa.

Kaito: Mal tocou na xícara Senhorita Miku.

Miku: Ah perdoi-me, é que eu estou com a cabeça tão cheia de coisas que...que... Kaito.

Kaito: Sim Senhorita Miku?

Miku: Diga para a Meiko que eu vou me banhar e dormir mais cedo. — ela falou si levantando e saindo do resinto. — Boa noite Kaito.

Kaito: Boa noite Senhorita Miku. — ele falou em um suspiro e depois olhou de um modo diferente para ela, Miku estava si tornando uma mulher, uma verdadeira mulher.

Kaito suspiro e foi até a cozinha que estava com um cheiro ruim de queimado.

Kaito: Meiko.

Meiko: Ah Kaito, diga a Miku que o jantar vai demora um pouco. — falava ela com a cara cinza de queimado.

Kaito: A Senhorita Miku disse que está cansada e que não vai jantar.

Meiko: Sério, sendo assim eu vou dormi agora, aproveite e vá dormi um pouco.

Kaito: Certo irmã, mas posso vê si as portas e as luzes estaram devidamente trancadas e apagadas.

Meiko: Você é um menino tão responsável, vai eu vou daqui direto para o quarto.

Kaito: Okay irmã — ele si retirou e foi na direção do salão principal, fez tudo de conforme mais na hora de apagar as luzes do andar superior, o mesmo subiu e foi até a porta de um quarto, onde era o quarto do lorde e lady Hatsune e entrou no mesmo, estava tudo certo uma cama grande mobílias dignas de reis e uma porta pequena que levava para outro cômodo, e olhou por uma pequena frexa que levava a o quarto da lady Hatsune Miku.
Miku estava si despindo para si banhar.

Ele a olhou e viu que o corpo pequeno de menina, crescera e estava si tornado uma mulher linda da qual já roubara o coração dele, era ruim ela nunca o aceitaria, ele era o servo criado e ela era sua senhora.

Já fazia aquilo a meses, olhava-a mais não tinha coragem de falar que era loucamente apaixonado por ela, a cada dia aquilo o machucava mais e mais, no começo achou que era um puro de um pervetido e até poderia ser, mas se sentia cada vez mais louco por ela já chegava a sonhar e abraçava-a e beijava-a e logo depois faziam amor, realmente ele era um pervertido...

Notas finais
USAHUSA, siim, esse capítulo foi feito de pé a cabeça pela a Lucy-chan u.u
Eu, VampireWalker, não tenho nadavê com ele
Então créditos à ela e não a mim. Afinal, a história é dela, mais quem posta sou eu. XD'
Review?