Notas iniciais
Não vou pedir desculpas, a demora não tem justificativa. E cada review que recebi, li com carinho e vou responder! Eu estou meio que correndo atras de coisas da faculdade... Vou ter que me mudar e tals então espero que compreendam o meu atraso.

POV. Bella.

Meu primeiro pensamento foi correr. Correr para um lugar bem longe, onde não encontraria ninguém, mas eu precisava me concentrar nos meus filhos e não em mim! Meus gêmeos e Nessie estão correndo perigo e eu com pensamentos idiotas!

Não era justo o que estava fazendo, eu confesso! Não deveria estar fazendo aquilo com Alice, ou talvez alimentando Caroline com coisas que... Não tem cabimento!

— Você quer conversar? – Me assustei com Caroline. Dei um passo para trás e neguei. – Não vim aqui para... Para tentar algo contigo. Quero apenas saber se está bem. Ouvi sua discussão e... – Suspirei e me sentei numa pedra. O máximo que consegui chegar foi até o meio da floresta. Local onde minha família não me ouviria chorar.

— Você causou tudo isso! – Riu.

— Eu sei que você não tem boas lembranças de mim, mas em seu corpo e coração sim, e não tem como negar! – Suspirou e me olhou com dor. – Há tanta coisa que eu gostaria que você me desse à oportunidade de contar. – Sorriu.

— Por que voltou? De verdade! – Me olhou sem entender.

— Bonnie... – Segurou o ódio ao dizer este nome.

— Você a odeia tanto... Por que a obedeceu? – Riu.

— Sua vida estava em risco e... Não poderia pensar só em mim e talvez fosse uma oportunidade de consertar o passado. – Neguei.

— Não tem como. – Sorriu.

— Claro que tem. Deixarei tudo passar, essa confusão toda e conversaremos de verdade. – Me olhou atenta. – Mas diga, o que está acontecendo? – Ri sem humor e a olhei com uma sobrancelha erguida.

— Sério? – Rimos.

— Sei que sou o motivo de muitas coisas, mas não é só isso. – Sentou-se ao meu lado.

— Tudo. – Olhei para o pequeno riacho que tinha logo à frente. Ele dava para uma cachoeira linda que havia na clareira mais ao fundo da floresta.

— Bella... – Suspirou. – Eu sei que está com o coração dividido e a mente embaraçada, não queria eu ser o pivô disso tudo, mas uma guerra está para acontecer e você precisa melhorar seu condicionamento e força. Não vejo avanços em você, até mesmo Alice conseguiu ver flash do passado...

— Eu sei que não estou bem, mas você mesma deu a resposta do motivo.

— Mas seus filhos estarão lá, no meio de uma guerra onde somente um lado pode sobreviver. – Engoli em seco. – Bonnie nos meteu numa enrascada e qual não deu a oportunidade de perguntar se queríamos participar. – Concordei. Senti seus braços me rodeando e meu corpo se arrepiando. – Sinto sua falta. – Confessou enquanto me puxava para o seu peito.

— Estou sensível e vulnerável. Coisa que não acontece há muito tempo. – Falei a verdade.

— Eu sei que está, e você só se sentia assim comigo. – Sorriu e beijou o topo da minha cabeça. – Com Alice eu percebo a diferença, é como se você a cuidasse. – Suspirei. – Eu sempre cuidei de você, Bella. – Ergueu meu rosto e acariciou minha face. – Deixe-me fazer o que sei de melhor! – Pediu colando nossas testas. Sua respiração quente ia de encontro a minha e sua boca estava bem perto a minha.

— Eu não resisto a vocês, não consigo deixar de desejar seu corpo e nem o de minha esposa. Isso é errado! – Fechei os olhos.

— Sim, muito errado. – Se aproximou mais dos meus lábios. Estavam colados.

— Isso não é justo com ninguém, nem mesmo eu. – Ela concordou e continuou na mesma posição.

— Ainda sinto sua falta. – Respirei fundo e nossos lábios se colaram.

Carol mordeu meu lábio inferior antes de moldar de fato as bocas e deslizar sua língua quente para dentro da minha boca. A explosão de sentimentos era enorme. Não conseguia me controlar. Sua mão infiltrada entre meus fios puxava com força para mais perto de si. Um beijo calmo e ao mesmo tempo agressivo. Do mesmo jeito que sempre foi.

Sua aproximação acendeu meu corpo e minha mente apagou. Simplesmente não conseguia mais dizer o que era certo e errado. Somente seus lábios sobre os meus e seu corpo colado a mim que importava agora.

Minha intimidade pulsou quando sua mão passou na lateral do meu corpo. Como sempre ela me excitando apenas com um beijo...

— Eu te quero. – Soprou por cima dos meus lábios e me puxou para ficar de pé.

— Carol... – Não consegui falar muito, apenas gemer quando seus lábios tocaram meu pescoço.

— Minha Bells... – Retirou minha blusa rapidamente e se livrou do meu sutiã. Arfou quando viu meu copo quase nu e sorriu apertando meus seios. – Continua linda. Mais mulher diria. – Eu não sabia ao certo o que falar ou fazer, apenas segui meu instinto. A olhei com o tesão que havia reprimido desde que chegou aqui e avancei em sua direção. Retirei sua roupa rapidamente e logo estava nua em minha frente. – Você mudou... Estou gostando disso. – Fechou os olhos quando minha boca encontrou em seu peito e minhas mãos percorriam seu corpo nu, parando em sua bunda. – Bells... – Arfou e sorri.

Estávamos no meio da floresta, mas isso não importava. Eu só queria seu corpo ao meu e desejava isso o mais rápido possível!

— Carol... – Sussurrei seu nome quando minha boca voltou para o seu pescoço.

— Eu sempre a dei prazer... Sente falta disso! – Apertou mais forte. Acabei gemendo mais.

— Isabella! – Carol parecia querer me matar, mas o prazer que suas mãos me proporcionavam era demais!

— Isso... – Sorri de olhos fechados.

— Geme. – Mandou ao virar-me e apertar meu corpo.

— Carol... – Gemi seu nome. Sorriu contra o meu pescoço e o abocanhou com força meio seio. Revirei os olhos de prazer.

— Minha... – Assenti puxando seu cabelo e sentindo um prazer enorme. Suas presas fincaram ali e gritei. Meu grito foi alto demais, chamando a atenção de alguém.

— O que...? – A voz se perdeu e logo voltei à realidade ao ver quem era. Alice.

— A fiz gritar alto demais? – Indagou sorrindo. Alice a olhava com ódio, mas seu olhar focou em mim. No meu sangue, em meu seio desnudo, em minha aparência suada e descabelada.

— Bella? – Me arrepiei, e não foi de prazer. Foi de medo.

— Alice. – Me larguei de Carol e virei rapidamente para ela. Em seu olhar tinha ira, mas havia luxuria também. – Eu... – Não tinha explicação, era óbvio isso. – Não tenho o que falar. – Fui sincera.

— Mas eu tenho!- Andou em minha direção e bateu em minha cara. A olhei nos olhos e não pronunciei nenhuma palavra, apenas esperei que me falasse o que quisesse. – Você... – Me deu outro tapa, dessa vez mais forte.

— Ela precisa de prazer e não dor. – Caroline interviu, impedi que fizesse algo.

— Como teve coragem? – Indagou séria. Não falei nada, se aproximou mais e apertou meu rosto com força. – RESPONDA! – Permaneci em silencio. – Sou sua esposa!

— Quase ex! – Caroline colou seu corpo atrás do meu e acabei gemendo.

— Você a prefere então? – Alice questionou. Mantive-me em silencio. Mas arregalei os olhos quando Carol passou sua mão por meu copo e parou em meus seios, o apertando forte.

Um pensamento louco me atingiu ao imaginá-la ali, nua comigo e Caroline. Com minha esposa me chupando e Carol me penetrando. Gritei de prazer ainda mais alto quando sua mão desceu para minha intimidade, passando por dentro da minha roupa e jogando a calcinha para o lado, e conseguiu me penetrar com dois dedos.

— O que...? – Olhou aquilo abismada.

— Perdeu algo aqui? – Indagou provocante. Alice não parecia responder a si, mas não acreditei quando fez o que fez.

Arrancou toda sua roupa e grudou seu corpo ao meu, atacando meus lábios.

— Alice? – Arfei e gemi. Alice me acariciava e Carol me penetrava. Aquilo estava mesmo sendo real?

— Você é uma vadia! – Mordeu meu pescoço, do outro lado, e sugou meu sangue. Carol segui seu exemplo e logo eu era preenchida de tesão.

— Hurum... – Abri a boca e logo seus lábios estavam em meio seio e sentia mais um dedo me penetrando fundo. – Carol... – Mordi os lábios ao sentir os dentes de Alice roçar em meu peito. – Alice... – Eu não sabia por quem gemer.

— Somente grite de prazer... – Olhei nos olhos de minha esposa e logo senti meus pés saírem do chão e Alice se ajoelhar em minha frente. Sua língua passeou por minha intimidade, fazendo-me ficar arrepiada, e Carol beijava onde alcançava, dando suporte a minha esposa.

— Deliciosa...

— Posso? – Carol implorou. Alice me pegou no colo e virou-me para Carol. – Perfeita. – Arregalei os olhos ao sentir sua boca ali.

— Céus! – Seu dedo voltou a me penetrar e logo sua língua fazia o trabalho em conjunto.

Meu corpo formigava e eu não sabia como reagir. Sentia que gozaria na boca da primeira mulher que tomou meu corpo. Mas algo mudou. Meu corpo esfriou e minha respiração ficou forte.

[...]

— Bella!- Abri meus olhos com força e olhei ao redor. Vi somente minha mãe ali, que me encarava assustada.

— Isso... Foi um sonho? – Olhei novamente em busca das mulheres que dominavam minha mente e logo dei de cara com ela. Meu corpo estava completamente suado e minha respiração descompassada.

— Você estava se remexendo inquieta e gemendo? – Riu. – Depois ficou se contorcendo. Resolvi te acordar.

— Preciso de um banho... Bem gelado. – Me levantei e corri para o banheiro. Olhei-me no espelho e neguei. – O que você tem na cabeça? – Indaguei séria. Suspirei e entrei debaixo da ducha.

A água fria acalmava meu corpo e relaxava meus músculos rígidos. Minha intimidade, que estava pulsando e quente, foi limpa rapidamente. Neguei comigo mais uma vez, eu estava pirando, só pode!

— Filha? – Minha mãe entrou no banheiro e não me importei. – O que aconteceu? – Perguntou aflita.

— Eu... Não sei. – Abri o Box e peguei o roupão que havia ali. Encarou-me com seriedade e me abraçou forte.

— É por causa de Alice? – Ri.

— E Carol também. – Riu levemente.

— Venha, vamos conversar na cama. – Me arrastou para dentro do quarto e pegou uma roupa para mim. Me troquei rapidamente e logo estava deitada na cama.

— O que está acontecendo com você? – Elena quis saber. A olhei sem expressão e logo fui envolvida em seus braços. Aconcheguei-me naquele conforto materno e chorei. – Eu estou aqui, filha. – Suspirei. Aproveitei o máximo que pude antes de falar.

— Caroline teve meu coração e o destruiu. – Ela arfou. – Alice teve meu coração e desconfiou. – Me olhou incrédula. – Eu me sinto dividida entre duas coisas distintas. – Acariciou minha cabeça.

— Você está me saindo uma ótima Gilbert. – Ri ao lembrar o seu passado.

— Não quero magoar ninguém. Não quero ter que escolher! Eu estava tão bem sem ela aqui, por que Bonnie fez isso? De novo me trazendo sofrimento? – Me apertou.

— Seu passado com Caroline, me conte ele. – Pediu curiosa.

— Quer saber como mãe ou como amiga? – Rimos.

— Como mãe eu vou matá-la, como amiga vou te consolar. – Assenti.

— Caroline era tudo... – Contei exatamente o mesmo que disse a Alice. – Ela foi embora, me abandonou como um cachorro sarnento. – Elena me olhou intrigada.

— Caroline era tudo no colegial. Pegava todos, traíra às vezes e sempre querendo roubar o seu pai de mim. – Ri. – E até mesmo Stefan... Brigamos muito até nos acertar. – Confessou. – Mas quando ela se apaixonou, uma única vez, ela se entregou de maneira incontrolável. Ela fazia de tudo, era tudo por essa pessoa. – A olhei atenta.

— Então comigo foi nem paixão... – negou.

— Eu acho que realmente tem algo errado nesta historia. Seu passado não foi resolvido. Coloque um ponto final nisso...

— Não consigo. – Fui sincera. – Eu amo minha esposa, mas sinto algo por Caroline que não sei explicar! Mesmo a odiando mexe comigo! Mesmo a querendo longe meu corpo a quer por perto... E...

— E o que? – perguntou quando me calei.

— Ela se emocionou quando Sophi nasceu. Chorou e olhava diferente para Nessie. No meio de tanta emoção me beijou e... – Suspirei.

— Você retribuiu. – Negou e respirou bem fundo. — Você precisa decidir.

— Como você decidiu? – Riu.

— Acho que não decidi, Damon que desistiu de mim. – Rimos. – Eu amo Stefan e amo Damon. Damon me deu você, Stefan me deu a estabilidade que eu tanto procurava.

— Queria que fosse mais fácil... Era para ser simples na verdade. Estou casada e nada me faria magoar Alice, mas ela mesma colocou isso em mim! – Fechei os olhos com força.

— Ouvi a discussão. – Suspirou e beijou minha testa. – Vai se separar dela? – Fiquei rígida.

— Mãe... – Assentiu.

— Você precisa pensar com clareza. – Concordei.

— VOCÊ ME TIROU TUDO O QUE EU TINHA!

Ouvimos Caroline gritando. Olhei assustada para minha mãe e logo me ergui.

— Tirei o que de você?

— Bonnie e Carol. – Elena se levantou rapidamente. – Estão discutindo, vamos. – Descemos rapidamente.

— O que está acontecendo aqui? – Perguntei ao chegar. Caroline parecia querer partir para cima dela. O clima era tenso.

POV. Caroline.

A situação estava pior a cada dia. O treino estava bom, os meninos evoluíam e até mesmo Nathan estava mais controlado. Mas a situação que correspondia a Isabella Salvatore... Não, essa estava muito mais complexa do que qualquer outra coisa.

Alice sabia do meu desejo e da gana que tinha em tê-la de volta. Os gemidos, as provocações que fazia quando estava por perto eram feitas de propósito e isso só me atiçava mais. Alice podia fazer o que um dia era só meu. Mas a mesma fez uma péssima jogada e vez Bella dar um passo para trás, o que era dela agora ficou a disposição. Só saber o que fazer que poderia recuperar a minha pequena!

— Você veio com um único propósito. – Bonnie tirou-me dos pensamentos. Todos estavam em seus quartos e eu sozinha naquela grande sala.

— Não venha me dizer para o que eu vim. – Não quis olhá-la. Fiquei fitando a paisagem pela janela.

— Você está causando confusões nela. – Suspirou. – Hoje elas discutiram... A neta das duas nasceu, as deixe curtirem o pouco de paz que possuem até a guerra! – Tentou ser racional.

— Isso nunca deveria ter acontecido! – Trinquei meus dentes.

— Claro que não! Se tivesse apenas seguido com o plano, mas não... – Me ergui e a olhei com raiva. – Você vai acabar destruindo esse casamento! Bella tem filhos lindos, demorou 50 anos para tê-la novamente! Não faça isso! – Me olhou séria.

— Filhos lindos... Eram para ser nossos! – Ela riu.

— Você não foi capaz de gerar um filho nesse ventre oco! Como acha que poderia fazer parte da profecia? – Sorri ironicamente.

— Profecia que sempre a contou pela metade! Há muito escondido ai dentro e você não revela. Vamos, diga! – Mandei.

— É simples. De dois apenas um governará. – Neguei.

— Tem mais... – Sua vez de negar. – Vamos Bonnie, você jogou na minha cara tantas coisas... Fez-me sofrer por mais de 80 anos por me afastar de quem realmente amava. Conte tudo! Não esconda mais nada que será melhor para você. Isabella, e Elena também, merecem saber de tudo! – Arregalou os olhos. — VOCÊ ME TIROU TUDO O QUE EU TINHA! – Ouvi barulho e alguns desceram. – Conte! – Bufou.

— Tirei o que de você? – Me olhou abismada.

— A vontade de viver! – Ri sem humor.

— Você se iludiu e a iludiu. Sabe muito bem disso!

— Você sempre prevê tudo, não é? – Indaguei irônica.

— Claro! – Ri.

— Então me diga, por que não previu nosso relacionamento? Por que não previu que ficaríamos assim?!– Ela arfou.

— O que está acontecendo aqui? – Isabella quis saber. Elena estava com ela, seus filhos ao seu lado e sua esposa atrás, com medo de tocá-la.

— Sua adorável madrinha querendo tirar satisfação comigo! – Neguei sem acreditar. – Agora conte a profecia verdadeira, Bonnie! – Mandei.

— Já sabemos. – Bella tentou falar, mas neguei.

— Não o resto dela... – Olhei nos olhos de Bonnie e a mesma ficou muda. – CONTE!

— O primogênito será o responsável pela vitória. – Vi os irmãos olharem entre si e Nathan encolher os ombros.

— Hey...! – Dean apertou sua mão, solidário ao irmão. – Vou te proteger! – Sorriu. Alice apertou seu filho mais novo e Bella olhava sem entender.

— Então por que eu deveria treiná-los e escolher se tudo já estava traçado? – Quis saber.

— Porque Bonnie só sabe manipular, mentir, enganar a todos! – Não aguentava mais. – Ela te prendeu a isso com medo de que se lembrasse das coisas.

— Que coisas? – Quis saber.

— Nada! – Bonnie olhou para Damon, sem saída.

— Libere a sua mente! – Ordenei.

— Não a nada a ser liberado. – Rosnou e sua mão se iluminou.

— O que fará, Bonnie? Matar-me? Oh, não pode, o futuro depende de mim! – Deu um passo para trás. – Se tivesse pedido ajuda em vez de tentado manipular talvez não tivesse ferido tantos, principalmente ela. – Neguei e deixou que lágrimas rolassem.

— O que está acontecendo!? – Elena queria saber. Os convidados da família apareceram e presenciaram tudo. Meio sem entender, cada um ficou tenso com a magia de Bonnie.

— LIBERE! – Mandei. – Eu sei que você a privou de tudo para me esquecer. Deixe que decida por si só e não que seja mais uma vez manipulada por você! – Bella andou até nós e Alice ao seu lado.

— O que quer dizer com isso? – Encarou a madrinha com angustia.

— Só faça o certo ao menos uma vez!

— PARA!- Damon gritou antes de qualquer coisa. – Estamos no meio de uma guerra, não sabemos quando eles chegarão, por que ficar dividindo a família? – Olhou ao redor e encarou a filha. – Isabella e Alice possuem suas desavença, mas não é hora par isso! – Suspirou. – Vidas estão em risco e a maior delas está na frente, a da minha filha. – Bella andou em sua direção e o abraçou forte. Olhei com nojo para ele.

— Perdão pai. – Pediu. – Chega disso. – Olhou para nó duas. Neguei.

— Uma hora ou outra isso vai acabar. Não será visto como Herói, sabe disso! – Damon rosnou para mim. – A verdade uma hora aparece. – Dei um passo para trás e olhei ao redor, mas algo chamou a atenção de todos.

Alice caiu de joelhos no chão e gritou de dor.

— Mãe, o que foi? – Dean questionou.

— Eles... Estão vindo! – Não tinha foco seu olhar. – Aro está com a bruxa, há muitos vampiros... Sangue, vejo sangue! – Balançou a cabeça e olhou para a esposa. – O seu sangue.- Bella suspirou, viu a cena e Bonnie também.

— O futuro é baseado em decisões. – Foi um pouco fria. – O tempo de Aro acabou. Dean assumirá o poder e nenhum filho meu morrerá. Se para isso meu sangue precisa ser derramado, que seja!

— Não! – Eu e Alice falamos juntas.

— Chega dessa intriga. – Bella respirou fundo. – Você, faça sua obrigação e Alice cumpra seu papel de mãe.

— E você? – Indaguei.

— Vou dar um jeito de proteger minha família. – Seu olhar era vago, mas percebi que trocou rapidamente uma olhada intensa com Alice, depois virou-se para mim. – E depois salvar o que restou da minha mente. – Saiu pisando duro e acabei rindo.

— Que foi? – Elena questionou.

— O tempo conserta tudo, certo? – Assentiu. – As vezes ele nos surpreende. – Pisquei e sorri em direção a Bella. – Nos trazem surpresas... Grandes e boas, agora para quem... Só Ele sabe.

Notas finais
Não sei quando sai o proximo, mas será já a batalha. O proximo o desenrolar desse paranaue. Falei que ia terminar com 16 né? Estendendo para 18 no máximo. Vejamos o que posso fazer.