Além da Eternidade - 1° temporada
18 Quem me dera essa ser nossa rotina
Thay e eu seguimos para o nosso quarto, estávamos cansadas da viagem, da bebida e da boate.
Roberta: To morta! – Me joguei na cama e permaneci olhando para o teto.
Thayane: Cansadinha? – Dava pra notar que ela estava se aproximando de mim.
Roberta: Podemos dizer que sim. – Sorri. Mal terminei de falar e senti o corpo de Thay andando sobre a cama, olhei pra ela e ela sentou sobre meu quadril.
Thayane: O que foi?
Roberta: Essa pose tua não vale!
Thayane: Você não estava cansada? – Ela se inclinou sobre mim, levei minhas mãos ate seu bumbum e o acariciei.
Roberta: Pra fazer amor nunca estarei cansada. – Sorri maliciosa e ela sorriu junto e logo me deu um tapa. – O que foi? – Perguntei sem entender o motivo do tapa.
Thayane: Arruma essa frase!
Roberta: Frase? Que frase?
Thayane: Pra fazer amor nunca estarei cansada. – Tentou imitar meu tom de voz.
Roberta: O que tem de errado nessa frase?
Thayane: O certo é: ‘pra fazer amor com você nunca estarei cansada’. – Não pude deixar de rir.
Roberta: Ok, ok. Pra fazer amor COM VOCÊ, nunca estarei cansada!
Thayane: Bom mesmo!
Roberta: Teu tapa dói sabia?
Thayane: Gaúcha fresca!
Roberta: Sou muito macho!
Thayane: Excitante. – Sorrimos.
Roberta: Eu sou dengosa, ok? Me deixe!
Thayane: Já disse que você fica mais linda quando faz dengo?
Roberta: Ah, não me deixa sem jeito. – Sorri envergonhada. Thay começou a roçar seus lábios em meu queixo.
Thayane: Até parece que tem vergonha nessa cara. – Caí na gargalhada.
Roberta: Não parece, mas tenho e muito!
Thayane: Deixa eu te ver sem vergonha agora. — Sussurrou. Apertei de leve seu bumbum ao sentir essa frase me excitando.
Roberta: Você sabe como me provocar. – Ela sorriu.
Thay deslizou seus lábios em direção ao meu pescoço, sua respiração quente em minha pele me arrepiava, conforme ela se movimentava sobre meu quadril, eu sentia frio na barriga. Sem aviso prévio ela mordiscou meu pescoço com força e eu apertei seu bumbum, meu corpo já implorava pelo dela. Deslizei minhas mãos por suas coxas, encostando bem levemente nela, pude notar que ela também se arrepiava. Thay desceu seus lábios por meu colo, puxou parte da minha camisa pro lado e começou a passar levemente sua linguinha onde a blusa deixava amostra. Meu corpo estava inquieto embaixo do dela, eu tentava sem sucesso tocar minha intimidade na dela, mas ela afastava seu corpo só pra me pirraçar.
Aos poucos ela começou a desabotoar minha camisa, deixando meu corpo exposto. Sem perder tempo ela desceu seus lábios até entre meus seios e começou a dar chupadinhas enquanto abria meu sutiã. Não demorou muito e meu sutiã estava no chão. Thay chupou o biquinho de um seio meu com bastante fome me arrancando um gemido, sorri ao lembrar do que Chris havia falado sobre não fazermos barulho. Mordi meu lábio ao sentir os lábios dela sobre minha barriga agora. Pudia sentir suas mãos abrindo meu short, eu já estava mais do que excitada. Levantei meu quadril pra ajudá-la a se desfazer do meu short e calcinha.
Thay se sentou melhor sobre meu quadril e começou a tirar sua blusa, fiquei apenas babando diante daquela cena. Ela estava com uma cara tão safada pra mim que nem dava pra dizer que um dia ela já foi hétero. Minha boca implorava pra sentir aqueles seios. Enquanto eu os massageava, ela rebolava lentamente sobre meu quadril, eu já estava perdendo o controle de mim mesma.
Roberta: Tira esse short, me deixa te sentir sem roupa. – Falei ofegando. Thay atendeu meu pedido.
Ficou de joelhos e abriu seu short, a calma dela estava me tirando do sério. Fiquei a observando enquanto ela ficava de joelhos, agora, ao meu lado. Ela se desfez do seu short e da sua calcinha, mas não voltou a sentar sobre mim.
Roberta: Vem. – A chamei pra ficar na mesma posição de antes.
Thayane: Não. – Ficou de joelhos sobre minhas pernas, abaixo dos meus joelhos.
Roberta: Por que? – Ela inclinou seu corpo fazendo sua boca roçar na minha enquanto falava.
Thayane: Eu quero sentir teu gosto hoje. – O que a bebida não faz com uma pessoa, pensei.
Roberta: Tem certeza?
Thayane: Absoluta! – Enquanto me respondia ela já afastava minhas pernas, o modo como ela falou me fez ficar mais excitada ainda, se é que era possível.
Meu sexo já estava pulsando pra senti-la e ela ficava fazendo hora, fixei meu olhar no teto pra não dar uns tapas nela. Quando menos esperava, senti o toque certeiro da sua língua em meu clitóris. Novamente não consegui evitar, fechei meus olhos de imediato e soltei um gemido não muito baixo. Ela percebeu que era ali o meu ponto fraco e não perdoou, começou a dar linguadas ali me arrancando mais gemidos. Não demorou muito e ela voltou a fazer hora comigo, passava sua linguinha mal encostando em meu clitóris.
Eu tentava levar meu quadril mais pra frente pra tocar melhor sua língua, mas ela afastava, levei uma mão até seus cabelos e tentei pressionar seu rosto contra meu corpo, mas era inútil. Ao ver que eu tinha desistido, ela começou a chupar meu clitóris com muita fome, me arrancando, mais uma vez, gemidos. Involuntariamente afastei mais minhas pernas, a querendo mais. Thay em um movimento rápido parou de chupar meu sexo e penetrou sua língua em minha intimidade, logo começou a fazer vai e vem rápido. Eu me contorcia sobre a cama e não demorou muito eu gozei.
Thay subiu distribuindo selinhos em meu corpo até deitar em meu peito. Ao abrir meus olhos vi seu rosto com um enorme sorriso em seus lábios.
Ainda não totalmente recomposta, girei com ela na cama e fiquei por cima dela. Deixei uma coxa minha entre suas pernas e uma coxa dela entre as minhas. Sua intimidade estava molhada, deu pra sentir. Fixei meu olhar no dela e comecei a roçar minha coxa em seu sexo. Como se tivesse lido meus pensamentos, ela passou a fazer o mesmo comigo. A forma com que ela passava a ponta das suas unhas por minhas costas me arrepiava muito. Não demorou muito e ela começou a gemer e em seguida fechou os olhos. Sorri com a cena e comecei a brincar com minha linguinha em seu pescoço. Thay passou a apertar com um pouco mais de força minhas costas, então comecei a chupar com fome seu pescoço e a roçar com mais força minha coxa em seu sexo. Ela tentava sem sucesso abafar seus gemidos em meu ombro, eu queria ouvi-la melhor, então fiz sua boca ficar na altura do meu ouvido, ela entendeu o que eu queria e assim fez, passou a gemer pra mim. O jeito que ela gemia já me dava a entender que ela estava quase gozando.
Roberta: Goza comigo! – Sussurrei em seu ouvido.
Ao falar isso, ela apertou mais minhas costas como se pedisse pra não demorar, comecei a roçar mais meu sexo em sua coxa, e ao fazer o mesmo com ela. Thay dei um gemido mais longo e gozou, não demorou muito e eu gozei logo depois dela. Sem forças, desabei meu corpo sobre o dela, estávamos muito ofegantes. Deslizei e deitei ao lado dela, não falamos uma só palavra e nem nos olhamos por um bom tempo, até que ela deitou sua cabeça em meu peito. Levei uma mão até seus cabelos e os acariciei, enquanto a abracei com o outro braço. Quemderateterassimtododia, pensei.
Roberta: Ta com fome?
Thayane: Não.
Roberta: Sede?
Thayane: Não também e você?
Roberta: Só cansada. – Ela riu.
Thayane: Por que será, né? – Nisso ela se ajeitou melhor em meu peito. – Betinha?
Roberta: Oi?
Thayane: Boa noite.
Roberta: Boa noite minha linda. – A abracei com mais força e assim ficamos até pegar no sono.
Final da narração de Roberta
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